domingo, 24 de abril de 2011

DOM PIO DE PORTUGUAL FALA SOBRE CASAMENTOS REAIS

O pretendente ao trono português, Duarte Pio, defendeu que os casamentos reais são momentos de «ligação» com o povo, proporcionando uma «face humana» à política que a República tenta, em vão, alcançar com dinastias como os Kennedy, nos Estados Unidos.
Em entrevista à Lusa, Duarte Pio, que não foi convidado para o casamento do príncipe William de Inglaterra, afirmou que estes eventos são «sentidos pela população como sendo um casamento de família».

«Por isso é que todas pessoas participam, alegram-se, preocupam-se com os problemas da família real, choraram as mortes dos reis e esta ligação íntima entre uma família e o seu povo é uma mais-valia muito importante para dar uma face humana à vida política de um país», afirmou.

Para Duarte Pio, «as repúblicas não conseguem ter esse elemento».

«Tentam, formam-se dinastias políticas, como os Kennedy, na América, mas normalmente são mal vistas pelo sistema político. Acontece muito com republicas menos democráticas, como a Coreia do Norte», argumentou.

O pretendente ao trono em Portugal acredita que os casamentos reais podem suscitar discussão sobre a monarquia nos países que são repúblicas, como Portugal, tendo em conta a atenção mediática que concentram.

Duarte Pio sublinhou o «grande impacto que tiveram os casamentos das infantas de Espanha, e do príncipe Filipe», assim como o seu próprio casamento, «que foi visto por centenas de milhares de pessoas de todo o mundo, através das televisões, foi uma enorme promoção turística portuguesa, que não custou nada ao Estado».

«A CNN passou o nosso casamento durante pelo menos uma quarto de hora», afirmou.

Duarte Pio não foi convidado para o casamento de William de Inglaterra com Kate Middleton, referindo que, apesar de ser um casamento de Estado, não é o casamento de um príncipe herdeiro (que é o príncipe Carlos, pai de William).

Sobre a família real inglesa, o pretendente ao trono de Portugal admira o «trabalho fantástico» do príncipe de Gales em matérias como o incentivo à agricultura biológica, com o qual tem colaborado.

Por outro lado, Duarte Pio colabora com o príncipe Eduardo e o Duque de Edimburgo no prémio Infante D. Henrique, a versão portuguesa do prémio Duque de Edimburgo, um programa internacional de desenvolvimento pessoal e social, para jovens dos 14 aos 25 anos.

«Sou convidado para vários acontecimentos mas não para este casamento, é um casamento de Estado, mas não como se fosse do príncipe herdeiro», afirmou.

Questionado sobre se enviará um presente aos noivos, Duarte Pio disse que «não tinha pensado nisso», mas acrescentou que «quando não se é convidado não se mandam presentes».

CENTRAL SINDICAL QUER FAZER BLOQUEIO CONTRA A SUAZILÂNDIA

A central sindical sul-africana COSATU ameaça bloquear terça-feira por completo o trânsito de veículos e pessoas entre a África do Sul e a Swazilândia em protesto contra o regime do monarca Mswati III.



A secretária para as relações internacionais da COSATU, Zanele Matebula, disse, na noite de domingo, numa conferência de Imprensa em Joanesburgo, que dirigentes sindicais sul-africanos planficam concentrar pelo menos de 300 pessoas no posto fronteiriço de Oshoek/Ngwenya.




O posto fronteiriço liga a África do Sul a Mbabane, como forma de solidariedade com os trabalhadores swazis que se devem manifestar terça-feira naquele reino contra o regime de Mswati III, que há exatamente 25 anos ilegalizou os sindicatos e os partidos políticos da oposição.



"Queremos tornar a Swazilândia ingovernável", declarou Matebula, esclarecendo que é intenção da COSATU que nesse dia não atravessem a fronteira "nem pessoas nem materiais, para ferir a economia".



"Isso (o bloqueio) terá impacto nos negócios dentro da Swazilândia e esperemos que produza o efeito de espicaçar os swazis para que expressem as suas preocupações contra a monarquia", referiu aquela dirigente.



Zanele Matebula falava num encontro de solidariedade com o povo da Swazilândia que apenas atraiu oito dezenas de pessoas.



O ministro-adjunto dos Negócios Estrangeiros, Ebrahim Ebrahim, que deveria discursar no encontro, não chegou a comparecer sem que tenha sido dada qualquer explicação.



Os protestos naquele reino, encravado entre a África do Sul e Moçambique, têm subido de tom nos últimos meses, devido ao aumento generalizado da pobreza, que contrasta com o estilo de vida sumptuoso do rei Mswati III.



Em várias ocasiões os manifestantes foram espancados e detidos e sindicalistas e activistas sul-africanos deportados do reino.



A segurança no posto fronteiriço de Oshoek/Ngwenya foi reforçada nos últimos dias com efectivos de agentes da polícias sul-africanos a conduzirem buscas apertadas a viaturas que circulam entre os dois países.

ELIZABETH SEMPRE ATUANTE

Há mais monarquias do que monarcas. É que a rainha de Inglaterra também é soberana de países como o Canadá, a Austrália e a Jamaica.

Foi nos tempos da rainha Vitória que o Império Britânico atingiu o seu apogeu, estendendo-se do Canadá às Fiji, da Jamaica à Austrália, com Nigéria, Quénia e Índia pelo meio. Com justiça, os britânicos do século XIX argumentavam que nas terras da Coroa o sol nunca se punha. Ora, a descolonização acabou com os últimos impérios, e do britânico não restam hoje senão confetes como Gibraltar, as Malvinas ou Pitcairn. Mas Isabel II, a trineta de Vitória, pode continuar a reivindicar que nos seus domínios o sol nunca se põe: é que o prestígio dos monarcas ingleses sobreviveu ao fim da era colonial, e se Nigéria ou Índia preferiram ser repúblicas, já o Canadá, a Austrália ou a Nova Zelândia optaram por continuar a ter como chefe do Estado uma cabeça coroada.

Por culpa de Isabel II, o mundo tem assim 44 monarquias, mas 29 monarcas. Por exemplo, todas as monarquias das Américas têm a rainha de Inglaterra como titular. Aliás, os seus 135 milhões de súbditos espalham-se por três continentes e têm direito a atenções especiais. Aos 85 anos, Isabel II já não viaja tanto como no passado, mas desde que foi entronizada, em 1952, fez sempre questão de ser figura presente nos países que a reverenciam. Aliás, no primeiro ano de reinado visitou logo Jamaica e Nova Zelândia. E no ano seguinte foi à Austrália. A viagem mais recente aconteceu no ano passado, com uma ida ao Canadá. Ao longo do reinado, a monarca visitou já 24 vezes esse país.

Faltam quatro anos a Isabel II para bater o recorde de Vitória como a monarca inglesa mais duradoura. A trisavó reinou entre 1837 e 1901, e os seus tempos até passaram a ser conhecidos como era vitoriana. Mas a longevidade de Isabel II não lhe dá mesmo assim o título de monarca há mais tempo no trono. Essa honra cabe ao rei Bhumibol, que subiu ao trono tailandês em 1946.

Mas se a rainha de Inglaterra é a recordista em número de súbditos, hoje em dia a monarquia mais populosa é o Japão, com 128 milhões de habitantes. Akihito, que pertence à mais antiga das dinastias, é o único imperador entre os monarcas contemporâneos: além de reis, existem príncipes, grão-duques, sultões e emires. Todos juntos, reinam sobre 553 milhões de pessoas, menos de um décimo da humanidade.

Apesar de terem campeões de popularidade, como Isabel II ou Juan Carlos de Espanha, os monarcas são cada vez menos. Desde o final da I Guerra Mundial, quando desapareceram os impérios alemão, russo, austro-húngaro e otomano, as repúblicas têm vindo a ganhar terreno. E a última derrota das monarquias foi há três anos, quando o Nepal trocou o rei por um presidente. Mas a tendência não assusta Isabel II: dos seus domínios, só a Austrália possui um forte movimento republicano, e mesmo este admite que enquanto a actual soberana viver a mudança de sistema não acontecerá.

PROTESTO ANTI-MONARQUIA

Protestantes anti-monarquia de vários pontos da Europa vão deslocar-se ao Reino Unido para promover manifestações anti-família real a 29 de Abril, dia do casamento entre o Príncipe William e Kate Middleton.
Liderados pelo grupo britânico Republica, activistas oriundos da Suécia, Dinamarca, Noruega, Holanda, Espanha e Bélgica vão planear diversos protestos no dia do casamento real.

Os protestos serão contra a utilização do dinheiro dos contribuintes europeus para financiar os casamentos das famílias reais um pouco por todo o continente.

Citado pelo Daily Telegraph, o líder do grupo, Graham Smith, destaca que «a maioria das pessoas» no Reino Unido «não se interessa pela monarquia ou a família real».

O dirigente aponta antes para a «oportunidade» que o casamento proporciona ao grupo Republica «de ganhar publicidade e notoriedade», pois «faz com que as pessoas pensem no assunto».

Graham Smith enfatizou ainda que os casamentos reais anteriores impulsionaram sempre o interesse pela republica, em contraste com o paralelo aumento da hostilidade dirigida à monarquia.

Desde o anúncio oficial do casamento entre o Príncipe William e Kate Middleton que a Republica aumentou quase para o dobro o seu número de membros, registando agora 14 mil apoiantes.

Noruega, Suécia e Dinamarca formam o contingente nórdico que se fará representar nos protestos, apesar dos três países serem governados por um sistema político assente na monarquia.

Helena Tolvhed, membro da Associação Republicana Sueca, frisou que «eventos reais fazem com que as pessoas reflictam sobre a monarquia como instituição», revelando que na Suécia «muitas pessoas chegaram à conclusão que é um fenómeno antiquado e um pouco bizarro».

O casamento real entre o Príncipe William e Kate Middleton está marcado para 29 de ABRIL.

A SOBREVIVÊNCIA DA MONARQUIA INGLESA

Isabel II acaba de completar 85 anos e a sua popularidade entre os britânicos é superior a 80%. Mas por estes dias todos os olhares se concentram no seu neto William.

A bandeira britânica está hasteada no Palácio de Buckingham, o que significa que Isabel II está em casa. Mas é no espectáculo do render da guarda e nos militares com o seu fato de gala e chapéu de pêlo de urso que os milhares de turistas se concentram. É, provavelmente, o mais perto que vão estar da Rainha. A monarca acaba de completar 85 anos e a sua popularidade entre os britânicos é superior a 80%. Mesmo os que não ligam muito à monarquia reconhecem o trabalho que Isabel II tem feito ao longo de quase 60 anos no trono.

"Não sou a maior fã da monarquia, mas sou da forma como a Rainha tem desempenhado o seu papel", conta Pauline Brazier, enquanto aproveita a sombra de St. James Park, numa Sexta-Feira Santa em que as temperaturas ultrapassam os 26 graus em Londres. "Penso que é bom tê-la por perto, apesar das críticas de que custa muito aos cofres dos contribuintes", acrescenta esta reformada. "Além disso, será que haveria assim tanta gente em Buckingham se não fosse a Rainha?", questionou.

Isabel II pode estar no trono, mas por estes dias todos os olhares concentram-se no seu neto William. Dentro de menos de uma semana, o filho do príncipe Carlos e de Diana vai casar com Catherine Middleton. E os súbditos de Sua Majestade estão radiantes. "Tem sido um motivo de orgulho para o País e para os britânicos", diz Pauline, que cresceu com Isabel II no poder e mal se lembra de quando o rei Jorge VI morreu. Kate, essa, nunca será uma Diana. "Ela era um ícone, nunca mais vai haver outra como ela."

"Diana era muito mais popular do que a família real. Era ela que todos amavam, que todos queriam ver e com quem todos queriam estar", afirmou o perito em relações públicas Max Clifford à AFP. De facto, segundo uma sondagem de há quatro anos, a morte da princesa Diana, em 1997, foi o acontecimento que mais marcou a actual visão que os britânicos têm da família real (o terceiro acontecimento da lista foi o casamento de Carlos e Diana).

Mas a monarquia aprendeu a lição, tornando-se menos distante (pelo menos em aparências). A prova disso é o uso que faz das novas tecnologias, desde o Facebook ao YouTube, plataformas que serão usadas para a transmissão do casamento de William e Kate e que apelam a um público mais jovem. Mas são também essas as armas utilizadas pelos grupos antimonarquia, como o Republic, que estão a aproveitar a oportunidade para recolher apoios. "Alguns republicanos sugeriram que devíamos simplesmente ignorar o casamento e manter a cabeça baixa por alguns meses", escreveu Graham Smith, porta-voz do Republic, num artigo de opinião no seu site. Mas o grupo fez precisamente o contrário, aproveitando para gerar publicidade, organizando a sua própria festa de rua em Londres, no dia do enlace. Resultado, desde o anúncio do noivado, o número de membros do Republic duplicou, ultrapassando mais de 14 mil apoiantes. E a caneca "I'm not a royal mug" (não sou uma caneca real) é um sucesso.

PRETENDENTE LÍBIO AO TRONO É CAUTELOSO

Pretendente ao trono líbio diz-se pronto para participar numa transição
O pretendente ao trono líbio no exílio prometeu hoje "tudo fazer" para ajudar à criação de um Estado democrático e disse-se pronto para servir o povo líbio, apelando para um regresso, mesmo que transitório, à monarquia constitucional.







Revolta nos países muçulmanos
Protestos pela mudança no Magrebe e Médio Oriente "Cabe ao povo líbio decidir se quer avançar na via de uma monarquia constitucional ou de uma república", disse Mohammed el-Senoussi numa audição no Parlamento Europeu em Bruxelas.

Para El-Senoussi, a Constituição da Líbia de 1951 que estabelecia uma monarquia constitucional e designava como rei o seu tio-avô, Mohammed Idris al Mahdi el-Senoussi, e seus descendentes, "podia ser modernizada, de forma adequada, para constituir a base de uma nova Líbia".

Apesar de já não estar em vigor há 42 anos, considerou, "não há fundamento mais sólido para a transição política na Líbia que a Constituição disponível, como não é provável que uma outra possa ser decidida a curto prazo".

"O meu papel é claro. Quer o povo queira ou não uma monarquia constitucional, farei tudo o que me for possível para ajudar à criação de um Estado democrático para os líbios, fundado num parlamento representativo escolhido em eleições livres e justas", disse.

Sobre o Conselho Nacional de Transição, o órgão dos rebeldes que combatem o regime de Muammar Kadhafi, El-Sanoussi disse ter "boas relações" com ele e que o apoia, como apoiará "qualquer grupo ou organização que trabalhe pelo interesse do povo".

Mas o CNT "é apenas transitório" e, uma vez afastado Muammar Kadhafi, vai "inevitavelmente" passar de Benghazi para Tripoli e deverá "ceder o lugar a um novo conselho, constituído por representantes de toda a Líbia, para permitir a realização de um referendo sobre a forma de governo desejada" pelo povo, defendeu.

Mohammed el-Senoussi, 48 anos, é sobrinho neto do rei Idriss I, afastado por Muammar Kadhafi após o golpe de Estado de 1969. O atual líder líbio colocou a família de El-Senoussi sob prisão domiciliária, quando Mohammed tinha 7 anos. Em 1988, a família emigrou para Londres.

Com a morte do pai, em Londres em 1992, Mohammed el-Senoussi passou a ser considerado príncipe herdeiro pelos monárquicos líbios.

A audiência de hoje no Parlamento Europeu foi realizada a pedido do grupo dos Conservadores e Reformadores europeus (ECR).

KATE TEM PLANO DE MARKETING PESSOAL

A noiva do príncipe William foi sujeita a um "plano de marketing pessoal" e recebeu formação em protocolo e etiqueta, numa adaptação gradual às novas funções, favorecida por um namoro longo e competências pessoais, apontam especialistas ouvidos pela Lusa.

"Kate Middleton foi sujeita um plano de marketing pessoal, também conhecido por 'personal branding', que trata a pessoa como uma marca, para a sua adaptação à monarquia inglesa, que também é uma marca", explicou Andréa Schaefer, coordenadora da pós-graduação em Consultoria de Imagem do Instituto Superior de Línguas e Administração (ISLA). No primeiro ato oficial como noiva do príncipe de Inglaterra, a plebeia que William conheceu na universidade, usou uma roupa "reciclada", ou seja, um traje antigo, que foi adaptado, naquela que terá sido uma "mensagem totalmente pensada", observa Susana Casanova, consultora de protocolo, imagem profissional e organização de eventos, autora de crónicas de etiqueta para a revista Sábado "É uma estratégia para tentar passar uma mensagem de contenção e de não futilidade", considera Susana Casanova.

A especialista nota os "ajustes" na imagem de Kate Middleton, sobretudo no vestuário, mas também que a futura princesa "manteve o mesmo corte de cabelo", e diz que é essencialmente perceptível que "está mais contida em termos de comunicação não verbal". "O longo namoro ajudou-a", assinalou Susana Casanova, proporcionando que "ao longo de nove anos fosse aprendendo a adequar e ajustar o comportamento". Etiqueta, protocolo, história da casa real inglesa e ciência politica são algumas das matérias em relação às quais a noiva do príncipe William deverá ter tido aulas, à semelhança de outras mulheres e homens que entraram em famílias reais. "O resultado do plano de marketing pode ser apreciado pelo que o povo acha", aponta Andréa Schaefer, referindo que, com esse objectivo em mente, "a quebra de protocolo" que venha a ser manifestada, pode até ser benéfica.

"A quebra de protocolo acaba por reflectir a realidade do tempo e é bem aceite, apesar de menos no caso da monarquia inglesa, que é das mais conservadoras", considerou a professora do ISLA, dando como exemplo de sucesso a princesa das Astúrias, Letizia Ortiz. Como futura princesa e rainha consorte, os conhecimentos que Kate Middleton teve que assimilar têm algumas semelhanças com os do cônjuge de um ou uma Presidente da República, reconhece Susana Casanova. Receber chefes de estado e de governo, acompanhar o cônjuge em visitas de Estado, são comuns a repúblicas e monarquias. "Há uma grande diferença, um Presidente da República é eleito, em Portugal, por cinco anos, renováveis por mais cinco. Na monarquia, trata-se de um papel construído durante uma vida", salientou Susana Casanova.

Miguel Macedo, responsável pelo protocolo de uma autarquia e mestrando de protocolo numa universidade de Madrid, vê nos 29 anos de Kate Middleton e na sua formação académica em Historia da Arte, pontos fortes, que fazem da noiva de William uma pessoa "estruturada" e "preparada". "Houve uma preocupação em tirar lições do passado", disse, referindo as diferenças em relação à mãe de William, a princesa Diana, que casou com 19 anos. Andréa Schaefer argumenta que Kate Middleton deu já provas de "competência" para as novas funções, quando em 2007 o namoro com William foi interrompido e ela "soube muito bem lidar com o assunto, não falou à imprensa", observou. "Teve uma postura de verdadeira princesa, não o sendo", concluiu