segunda-feira, 25 de abril de 2011

RAINHA SILVIA GRAVA FILME PARA AJUDAR FUNDAÇÃO MENTOR

A Rainha e a equipe do Mentor prepara a gravação do filme.Foto: Henrik Garlöv/ver Kungahuset.
Em parte atrair mais mentores para organização Mentor jogou a Rainha hoje em um filme de recrutamento. O filme, em seguida, será divulgado por parceiros diferentes Mentor na Web para aumentar o interesse em se tornar um mentor.
A base para o Mentor é que jovens precisam de modelos adultos. Bom e muitos relacionamentos adultos muitas vezes podem ser o principal fator de proteção contra as drogas e violência. Mentor, portanto, estão trabalhando com os mentores em que um jovem e um adulto são seguidos para mais de um ano e apoiando ativamente o pais. Mentor também colabora com escolas em todo o país.
Mentor Suécia está trabalhando com o Mentor Foundation é uma organização internacional. Hoje realiza projetos de Mentor em 70 países e chegou para mais de 2,5 milhões de crianças e jovens desde a sua criação.

Mentor foi fundada pela rainha em 1994.

REI DA SUÉCIA VISITA AFEGANISTÃO

o rei abriu o Monitor de acampamento de Shibirghan durante a sua visita em vigor Isaf sueca na semana.
O rei tem aguarda com expectativa a sua visita ao Afeganistão. Para pouco mais de um ano atrás, visitou a Princesa Victoria, o contingente sueco.
-Na verdade, eu tenho ansiava veio ao Afeganistão e participar da operação sueca. É impressionante a ouvir o trabalho que fizer, e é gratificante ver. para mim, é interessante também têm a oportunidade de participar de sua vida cotidiana, como eu entendo por todos os tipos de informações e discussões são expostas e muito estressante, diz o rei em seu discurso inaugural no Monitor de Camp.

-Eu e o povo sueco, estão atrás de você, na sua missão importante e nossa contínua e grande trabalham aqui no Afeganistão. Com estas palavras, declaro Campen Monitor inaugurado.

O rei recebeu um quadro amplo da missão sueca no Afeganistão. É complexo, mas com o objetivo de tentar trazer a estabilidade e a segurança no país, disse o rei.

-Não é fácil, eu entendo. Esta cooperação — embora ele vem acontecendo agora para um número de anos — aprofundou-se em todas as frentes. Não só entre as forças que estão aqui, mas também o que é mais importante: cooperação e compreensão de si e confiança entre si, com a missão afegão tem sido trabalhar ao lado de — ampla, em todo o país.

Site de aterragem de helicópteros de monitores de Camp oferece a possibilidade de rapidamente evacuar o pessoal que precisam de cuidados de saúde por helicóptero médico.

-Médico cuidar de um pouco mais dignidade do que anteriormente. só é importante para aumentar a segurança, disse o rei.

Major Ulf Ahl, chefe da segunda companhia de infantaria, de acordo com o rei.
-Se algo acontecer ao soldado a sentir-se confiante de que há uma ajuda ao seu alcance. Quanto mais cedo podemos obter sucesso sjukvårdsverksamheten em escala completa, melhor você é ao mesmo tempo, apoiamos e outros contingentes Isaf às operações forward baseiam aqui com helicópteros.

Durante a viagem do rei foi também o chefe do comando norte, major-General Markus Kneip, soldados e oficiais em PRT Mazar-e-Sharif, Camp Northern Lights, unidade de logística e a força de helicóptero .

Conferência intitulada "Um mundo sem petróleo"?organizado pelo The Bridge Fórum

Sua Alteza Real o Grão-Duque herdeiro participou da conferência organizada pela Associação A ponte - Fórum de diálogo em que o Director Executivo da Agência Internacional de energia, Nobuco Tanaka falou sobre o tema "Um mundo sem petróleo?". A conferência, que teve lugar na Comissão Europeia em Luxemburgo-Kirchberg, foi seguido por uma troca de opiniões entre os vários participantes. A ponte - diálogo de fórum é uma associação sem fins lucrativos incorporada em Luxemburgo para servir como uma plataforma de discussão interdisciplinar entre as instituições estabelecidas ao Europeu de Luxemburgo e muitos jogadores do mundo financeiro, monetário, económico, jurídico e académique…

domingo, 24 de abril de 2011

PRINCÍPES ESPANHÓIS VISITAM A PALESTINA

Don Felipe e Dona Letizia visitaram os territórios palestinos, onde foram recebidos pelo Presidente da autoridade nacional Palestina, Mahmoud Abbas, ponto intermédio da viagem que levou-os a Israel e termina na Jordânia.

Em Ramallah, após sendo cumprimentado por Mahmud Abbas, sua Alteza Real os príncipes das Astúrias ouviu os hinos nacionais, antes que teve lugar a revista às tropas e a saudação às delegações.

Em seguida, Don Philip reuniu-se com o Presidente da autoridade nacional Palestina (ANP), acompanhado pelo Ministro dos negócios estrangeiros, Trinidad Jimenez.

Após este encontro, sua Alteza Real o príncipes das Astúrias e o Presidente da autoridade nacional Palestina realizaram um almoço.

Em reuniões recentes entre espanhol e palestiniano, autoridades, sua Majestade o rei recebeu em Madrid, o último de 8 de Janeiro, o Presidente da Autoridade Palestina para analisar a evolução do conflito em Gaza e os esforços para alcançar um fogo alto por Israel e Hamas. Rei Juan Carlos incentivados em 17 de Janeiro a todos credenciados representantes diplomáticos em Espanha, incluindo o israelense e palestino, "a intensificar todos os esforços diplomáticos para alcançar um alto fogo ao fim"", logo que possível para a situação de violência e sofrimento na área". Don Juan Carlos apontou que o "grande cri­sis" sofrendo médio concentrou a atenção da Espanha entre o "muitas guerras e conflitos" do planeta e "exige" intensificar os esforços diplomáticos para alcançar a paz em breve.

DOM PIO DE PORTUGUAL FALA SOBRE CASAMENTOS REAIS

O pretendente ao trono português, Duarte Pio, defendeu que os casamentos reais são momentos de «ligação» com o povo, proporcionando uma «face humana» à política que a República tenta, em vão, alcançar com dinastias como os Kennedy, nos Estados Unidos.
Em entrevista à Lusa, Duarte Pio, que não foi convidado para o casamento do príncipe William de Inglaterra, afirmou que estes eventos são «sentidos pela população como sendo um casamento de família».

«Por isso é que todas pessoas participam, alegram-se, preocupam-se com os problemas da família real, choraram as mortes dos reis e esta ligação íntima entre uma família e o seu povo é uma mais-valia muito importante para dar uma face humana à vida política de um país», afirmou.

Para Duarte Pio, «as repúblicas não conseguem ter esse elemento».

«Tentam, formam-se dinastias políticas, como os Kennedy, na América, mas normalmente são mal vistas pelo sistema político. Acontece muito com republicas menos democráticas, como a Coreia do Norte», argumentou.

O pretendente ao trono em Portugal acredita que os casamentos reais podem suscitar discussão sobre a monarquia nos países que são repúblicas, como Portugal, tendo em conta a atenção mediática que concentram.

Duarte Pio sublinhou o «grande impacto que tiveram os casamentos das infantas de Espanha, e do príncipe Filipe», assim como o seu próprio casamento, «que foi visto por centenas de milhares de pessoas de todo o mundo, através das televisões, foi uma enorme promoção turística portuguesa, que não custou nada ao Estado».

«A CNN passou o nosso casamento durante pelo menos uma quarto de hora», afirmou.

Duarte Pio não foi convidado para o casamento de William de Inglaterra com Kate Middleton, referindo que, apesar de ser um casamento de Estado, não é o casamento de um príncipe herdeiro (que é o príncipe Carlos, pai de William).

Sobre a família real inglesa, o pretendente ao trono de Portugal admira o «trabalho fantástico» do príncipe de Gales em matérias como o incentivo à agricultura biológica, com o qual tem colaborado.

Por outro lado, Duarte Pio colabora com o príncipe Eduardo e o Duque de Edimburgo no prémio Infante D. Henrique, a versão portuguesa do prémio Duque de Edimburgo, um programa internacional de desenvolvimento pessoal e social, para jovens dos 14 aos 25 anos.

«Sou convidado para vários acontecimentos mas não para este casamento, é um casamento de Estado, mas não como se fosse do príncipe herdeiro», afirmou.

Questionado sobre se enviará um presente aos noivos, Duarte Pio disse que «não tinha pensado nisso», mas acrescentou que «quando não se é convidado não se mandam presentes».

CENTRAL SINDICAL QUER FAZER BLOQUEIO CONTRA A SUAZILÂNDIA

A central sindical sul-africana COSATU ameaça bloquear terça-feira por completo o trânsito de veículos e pessoas entre a África do Sul e a Swazilândia em protesto contra o regime do monarca Mswati III.



A secretária para as relações internacionais da COSATU, Zanele Matebula, disse, na noite de domingo, numa conferência de Imprensa em Joanesburgo, que dirigentes sindicais sul-africanos planficam concentrar pelo menos de 300 pessoas no posto fronteiriço de Oshoek/Ngwenya.




O posto fronteiriço liga a África do Sul a Mbabane, como forma de solidariedade com os trabalhadores swazis que se devem manifestar terça-feira naquele reino contra o regime de Mswati III, que há exatamente 25 anos ilegalizou os sindicatos e os partidos políticos da oposição.



"Queremos tornar a Swazilândia ingovernável", declarou Matebula, esclarecendo que é intenção da COSATU que nesse dia não atravessem a fronteira "nem pessoas nem materiais, para ferir a economia".



"Isso (o bloqueio) terá impacto nos negócios dentro da Swazilândia e esperemos que produza o efeito de espicaçar os swazis para que expressem as suas preocupações contra a monarquia", referiu aquela dirigente.



Zanele Matebula falava num encontro de solidariedade com o povo da Swazilândia que apenas atraiu oito dezenas de pessoas.



O ministro-adjunto dos Negócios Estrangeiros, Ebrahim Ebrahim, que deveria discursar no encontro, não chegou a comparecer sem que tenha sido dada qualquer explicação.



Os protestos naquele reino, encravado entre a África do Sul e Moçambique, têm subido de tom nos últimos meses, devido ao aumento generalizado da pobreza, que contrasta com o estilo de vida sumptuoso do rei Mswati III.



Em várias ocasiões os manifestantes foram espancados e detidos e sindicalistas e activistas sul-africanos deportados do reino.



A segurança no posto fronteiriço de Oshoek/Ngwenya foi reforçada nos últimos dias com efectivos de agentes da polícias sul-africanos a conduzirem buscas apertadas a viaturas que circulam entre os dois países.

ELIZABETH SEMPRE ATUANTE

Há mais monarquias do que monarcas. É que a rainha de Inglaterra também é soberana de países como o Canadá, a Austrália e a Jamaica.

Foi nos tempos da rainha Vitória que o Império Britânico atingiu o seu apogeu, estendendo-se do Canadá às Fiji, da Jamaica à Austrália, com Nigéria, Quénia e Índia pelo meio. Com justiça, os britânicos do século XIX argumentavam que nas terras da Coroa o sol nunca se punha. Ora, a descolonização acabou com os últimos impérios, e do britânico não restam hoje senão confetes como Gibraltar, as Malvinas ou Pitcairn. Mas Isabel II, a trineta de Vitória, pode continuar a reivindicar que nos seus domínios o sol nunca se põe: é que o prestígio dos monarcas ingleses sobreviveu ao fim da era colonial, e se Nigéria ou Índia preferiram ser repúblicas, já o Canadá, a Austrália ou a Nova Zelândia optaram por continuar a ter como chefe do Estado uma cabeça coroada.

Por culpa de Isabel II, o mundo tem assim 44 monarquias, mas 29 monarcas. Por exemplo, todas as monarquias das Américas têm a rainha de Inglaterra como titular. Aliás, os seus 135 milhões de súbditos espalham-se por três continentes e têm direito a atenções especiais. Aos 85 anos, Isabel II já não viaja tanto como no passado, mas desde que foi entronizada, em 1952, fez sempre questão de ser figura presente nos países que a reverenciam. Aliás, no primeiro ano de reinado visitou logo Jamaica e Nova Zelândia. E no ano seguinte foi à Austrália. A viagem mais recente aconteceu no ano passado, com uma ida ao Canadá. Ao longo do reinado, a monarca visitou já 24 vezes esse país.

Faltam quatro anos a Isabel II para bater o recorde de Vitória como a monarca inglesa mais duradoura. A trisavó reinou entre 1837 e 1901, e os seus tempos até passaram a ser conhecidos como era vitoriana. Mas a longevidade de Isabel II não lhe dá mesmo assim o título de monarca há mais tempo no trono. Essa honra cabe ao rei Bhumibol, que subiu ao trono tailandês em 1946.

Mas se a rainha de Inglaterra é a recordista em número de súbditos, hoje em dia a monarquia mais populosa é o Japão, com 128 milhões de habitantes. Akihito, que pertence à mais antiga das dinastias, é o único imperador entre os monarcas contemporâneos: além de reis, existem príncipes, grão-duques, sultões e emires. Todos juntos, reinam sobre 553 milhões de pessoas, menos de um décimo da humanidade.

Apesar de terem campeões de popularidade, como Isabel II ou Juan Carlos de Espanha, os monarcas são cada vez menos. Desde o final da I Guerra Mundial, quando desapareceram os impérios alemão, russo, austro-húngaro e otomano, as repúblicas têm vindo a ganhar terreno. E a última derrota das monarquias foi há três anos, quando o Nepal trocou o rei por um presidente. Mas a tendência não assusta Isabel II: dos seus domínios, só a Austrália possui um forte movimento republicano, e mesmo este admite que enquanto a actual soberana viver a mudança de sistema não acontecerá.