O reino do Lesoto comemora hoje, 4 de Outubro, o quadragésimo quinto aniversário da ascensão, em 1966, da sua independência.
A história do Lesoto, um pequeno país da África Austral, encravado no interior da África do Sul, começou no século XVI, quando os basotos se estabelecem na região da Transvaal (hoje África do Sul), em decorrência de conflitos com a etnia zulu.
No século XIX, os habitantes da Basutolândia travam guerras contra os bôeres. Em 1896 o Lesoto passa a ser protectorado do Reino Unido, e em 1884 colónia.
Em 1966, 4 de Outubro, o país se torna independente, sob o nome de Reino do Lesoto. O chefe Moshoeshoe II assume seu reinado. A partir da década de 1970, o Lesoto dá asilo político a muitos sul-africanos contrários ao regime de segregação racial do país, o Apartheid.
O general Justin Lekhanya dá um golpe em 1986, assumindo a chefia do governo e, quatro anos depois, depõe o rei Moshoeshoe II e o substitui por seu filho, o príncipe Letsie. O general é deposto em 1991 e, em 1995, Letsie renuncia, levando o rei Moshoeshoe II a reassumir o trono.
Com a morte do rei, em 1996, seu filho volta ao poder como Letsie III.
O país tem um dos mais altos índices de contaminação do Vírus HIV do mundo. Incrustado na África do Sul, montanhoso e sem saída para o mar, o país é o antigo Reino da Basutolândia, um dos países etnicamente mais homogéneos da África: 99% de sua população é da etnia basoto.
O país vive da agricultura e criação de ovelhas nos montes Drakensberg, que domina a maior parte do território e atingem mais de 3 mil metros de altitude. É bastante dependente da África do Sul.
O dinheiro enviado por seus cidadãos empregados nas minas e fábricas sul-africanas representa 26% do PIB.
O país tem cerca de 30.355 km² e caracteriza-se, geograficamente, pela sua meseta montanhosa, com os cumes formados por lava basáltica. A meseta é cortada por diversos vales e rios.
Lesoto possui cerca de 80% do seu território acima dos 1.800 metros de altitude, sendo o único país do mundo a ter toda a sua área acima da altitude de 1.000 metros. O ponto mais baixo do país possui 1.400 metros de altitude e está localizado na confluência entre o rio Makhaleng e o rio Orange, próximo à vila de Mahuleng, no distrito de Mohale's Hoek.
Dessa forma, o Lesoto é o país que possui a maior altitude mínima do mundo, que é superior à altitude máxima (ponto culminante) de 56 países.
Tem um clima temperado, com invernos frescos e secos e verões quentes e húmidos, nas partes mais baixas, e clima frio e com neve nas partes mais elevadas, com precipitações mais elevadas nestas áreas.
O seu ponto mais elevado é o monte Thabana-Ntlenyana, com cerca de 3.482 m. O limite a leste é a cordilheira Drakensberg, fazendo fronteira com a província sul-africana de KwaZulu-Natal.
Apenas uma faixa da fronteira noroeste tem suaves colinas, com uma pequena área de planícies. Os rios principais são o Orange e o Caledom, nascendo em um planalto entre 2.750 e 3.350 metros de altura.
Segundo dados de 2007, o país conta com uma população de 1,8 milhão de habitantes, resultando em uma densidade demográfica de 59,13 habitantes por quilómetro quadrado.
Um Relatório da ONU de 2004 apontou que 18% da população do país era portadora do vírus HIV e em 2005, outra informação alarmante: mais de 25% das mulheres grávidas possuíam o vírus da doença. Esta situação assustadora levou o governo a oferecer testes gratuitos de AIDS para toda a população.
O Lesoto é um país governado por uma Monarquia constitucional, com dois órgãos legislativos: o Senado e a Assembleia Nacional. No entanto, o rei não tem poderes executivos, nem legislativos. País marcado por violentos confrontos em 1998, no seguimento de eleições controversas, em 2002 foram de novo realizadas eleições parlamentares, mas de forma pacífica.
O maior diamante do século, a "Promessa do Lesoto", de 603 quilates (120 gramas), foi comprado por US$ 12,36 milhões pela South African Diamond Corporation (Safdico). Maior que uma bola de golfe é o 15º maior diamante da história em relação ao tamanho.
A sua economia tem por base a agricultura, em particular a de subsistência, como culturas de milho, sorgo, trigo e feijão. Nas zonas mais altas é criado gado caprino e ovino, extraindo-se lã e mohair, como sub produtos.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
ONG TRATA DE ANIMAIS DE TRACAO NO CAMBOJA
Donos muitas vezes deixam de alimentar animais que ficam doentes.
Pôneis e outros animais de tração são o principal meio de transporte de carga nas zonas rurais do Camboja.
A falta de veterinários e o trabalho em excesso, no entanto, muitas vezes levam os animais a contraírem doenças.
Para muitos donos, animais doentes eram sinônimo de dinheiro jogado fora
No país, um dos mais pobres da Ásia, muitos não sabem como tratar dos cavalos e param de alimentá-los quando eles ficam incapazes de trabalhar.
Por isso, desde 2007, uma ONG vem tratando vermes, feridas e contusões e fornecendo suplementos alimentares de graça.
A Associação para o Bem-Estar dos Pôneis do Camboja atua em nove Províncias que têm grandes populações equinas.
Na comunidade de Chrey Loas, os veterinários atenderam cerca de 30 animais com problemas como feridas nas patas e cistos.
Além disso, a ONG organiza palestras para orientar os donos de animais sobre cólicas, um mal comum entre equinos.
Pôneis e outros animais de tração são o principal meio de transporte de carga nas zonas rurais do Camboja.
A falta de veterinários e o trabalho em excesso, no entanto, muitas vezes levam os animais a contraírem doenças.
Para muitos donos, animais doentes eram sinônimo de dinheiro jogado fora
No país, um dos mais pobres da Ásia, muitos não sabem como tratar dos cavalos e param de alimentá-los quando eles ficam incapazes de trabalhar.
Por isso, desde 2007, uma ONG vem tratando vermes, feridas e contusões e fornecendo suplementos alimentares de graça.
A Associação para o Bem-Estar dos Pôneis do Camboja atua em nove Províncias que têm grandes populações equinas.
Na comunidade de Chrey Loas, os veterinários atenderam cerca de 30 animais com problemas como feridas nas patas e cistos.
Além disso, a ONG organiza palestras para orientar os donos de animais sobre cólicas, um mal comum entre equinos.
REINO DO LESOTHOFOI LOCAL DA REUNIAO DE MINISTROS RESPONSAVEIS SOBRE A AGUAS DO SADC
O primeiro-ministro interino do Lesotho, Lesao Lehohla, disse hoje, em Maseru, capital do Reino do Lesotho, que mais de 25 porcento dos duzentos milhões de habitantes do continente africano carece de água para as suas necessidades, o que revela quão é importante uma gestão deste recurso natural.
Lesao Lehohla fez esta afirmação quando discursava na sessão oficial de abertura da reunião de ministros da SADC responsáveis pelas Águas, que decoorre hoje nesta cidade, sob presidencia da ministra angolana do sector, Emanuela Vieira Lopes.
Segundo o primeiro-ministro interino, África tem 65 fronteiras hídricas, com 95 porcento de águas superficais, porém, ainda assim, um
grande número dos seus habitantes vive dificuldades de água.
Apesar de ser detentora de três grandes lagos, com forte influência no conjunto hidrografico, como são os casos dos Lagos "Vitória" (o maior de todos), "Niassa e "Tanganica", a situação da água no continente deve merecer a acção de todos.
Lembrou que, que dados do Banco Mundial apontam que até 2050 a população africana deverá crescer para cerca de 500 milhões de
habitantes, o que demonstra a necessidade de séria e cada vez mais participativa na gestão partilhada da água.
Defendeu que a água deve ser considerada um recurso económico, cujo uso eficaz constitui "uma justiça às gerações vindouras e à vida ambiental".
Numa intervenção intercalada com exemplos e citações em idioma local, Lesao Lehohla, apelou para que as deliberações deste conclave levem à sustentabilidade da biodiversidade regional.
"Felicito, por isso, em nome do governo do Lesotho, do povo e em meu próprio, todos os delgados presentes à esta cimeira que o reino das montanhas, como se diz, tem o prazer de acolher"; concluiu o chefe de governo em exercício, ironizando que "só os grandes homens, os homens fortes têm coragem de ir às montanhas".
Antes da intervenção oficial de abertura, os ministros e respectivas delegações foram agraciados com momentos culturais.
Lesao Lehohla fez esta afirmação quando discursava na sessão oficial de abertura da reunião de ministros da SADC responsáveis pelas Águas, que decoorre hoje nesta cidade, sob presidencia da ministra angolana do sector, Emanuela Vieira Lopes.
Segundo o primeiro-ministro interino, África tem 65 fronteiras hídricas, com 95 porcento de águas superficais, porém, ainda assim, um
grande número dos seus habitantes vive dificuldades de água.
Apesar de ser detentora de três grandes lagos, com forte influência no conjunto hidrografico, como são os casos dos Lagos "Vitória" (o maior de todos), "Niassa e "Tanganica", a situação da água no continente deve merecer a acção de todos.
Lembrou que, que dados do Banco Mundial apontam que até 2050 a população africana deverá crescer para cerca de 500 milhões de
habitantes, o que demonstra a necessidade de séria e cada vez mais participativa na gestão partilhada da água.
Defendeu que a água deve ser considerada um recurso económico, cujo uso eficaz constitui "uma justiça às gerações vindouras e à vida ambiental".
Numa intervenção intercalada com exemplos e citações em idioma local, Lesao Lehohla, apelou para que as deliberações deste conclave levem à sustentabilidade da biodiversidade regional.
"Felicito, por isso, em nome do governo do Lesotho, do povo e em meu próprio, todos os delgados presentes à esta cimeira que o reino das montanhas, como se diz, tem o prazer de acolher"; concluiu o chefe de governo em exercício, ironizando que "só os grandes homens, os homens fortes têm coragem de ir às montanhas".
Antes da intervenção oficial de abertura, os ministros e respectivas delegações foram agraciados com momentos culturais.
LIECHTENSTEIN DISSE NAO A LEGALIZACAO DO ABORTO
Liechtenstein rejeita legalização do aborto em referendo
Eleitores do pequeno principado de Liechtenstein rejeitaram em um referendo neste domingo um plano de legalizar o aborto, após uma disputada campanha que levou o príncipe do país a ameaçar vetar a proposta de mudança na lei.
Opositores proposta ganharam o referendo com uma maioria de 514 votos. A contagem oficial apontou que 52,3% dos eleitores votaram contra e 47,7% se posicionaram a favor do plano de descriminalizar a prática do aborto nas 12 primeiras semanas de gravidez ou se o feto apresentasse deficiências.
Pela atual legislação, mulheres que tiveram um aborto correm o risco de terem um ano de prisão decretada, exceto nos casos em que a vida da mãe está em perigo ou ela é menor de 14 anos no momento da gravidez. Médicos que praticarem aborto podem ser detidos por três anos.
Os defensores da mudança argumentaram que a ameaça de acusação significava que as mulheres precisavam ir secretamente para Áustria ou Suíça, até mesmo para obter informações sobre suas opções em uma gravidez não desejada. Mas os opositores de Liechtenstein, país de maioria católica, alertaram que a proposta foi muito longe e pode resultar em abortos tardios de crianças deficientes. As preocupações foram compartilhadas pelo príncipe herdeiro Alois de Liechtenstein, governante de fato do país, que disse em um discurso no mês passado que usaria seu poder de veto para impedir a descriminalização do aborto.
Eleitores do pequeno principado de Liechtenstein rejeitaram em um referendo neste domingo um plano de legalizar o aborto, após uma disputada campanha que levou o príncipe do país a ameaçar vetar a proposta de mudança na lei.
Opositores proposta ganharam o referendo com uma maioria de 514 votos. A contagem oficial apontou que 52,3% dos eleitores votaram contra e 47,7% se posicionaram a favor do plano de descriminalizar a prática do aborto nas 12 primeiras semanas de gravidez ou se o feto apresentasse deficiências.
Pela atual legislação, mulheres que tiveram um aborto correm o risco de terem um ano de prisão decretada, exceto nos casos em que a vida da mãe está em perigo ou ela é menor de 14 anos no momento da gravidez. Médicos que praticarem aborto podem ser detidos por três anos.
Os defensores da mudança argumentaram que a ameaça de acusação significava que as mulheres precisavam ir secretamente para Áustria ou Suíça, até mesmo para obter informações sobre suas opções em uma gravidez não desejada. Mas os opositores de Liechtenstein, país de maioria católica, alertaram que a proposta foi muito longe e pode resultar em abortos tardios de crianças deficientes. As preocupações foram compartilhadas pelo príncipe herdeiro Alois de Liechtenstein, governante de fato do país, que disse em um discurso no mês passado que usaria seu poder de veto para impedir a descriminalização do aborto.
ALGUEM PELA MONARQUIA LIBIA
O filho de um premiê líbio da época da monarquia e membro do Conselho Nacional de Transição (CNT), Ahmed Otman Assed, diz que faltam representantes da corrente nacionalista na liderança da coalizão que depôs o ex-ditador Muammar Gaddafi.
"O nacionalismo é forte no povo, entre os rebelados do Exército, mas não no Conselho, no qual prevalece o islamismo", disse à Folha em Rabat, capital marroquina, onde seu pai viveu exilado e onde mora. O CNT tem cerca de 80 integrantes.
Assed diz que é um erro reproduzir no comando da Líbia divisões tribais e regionais. Não acha que os fundamentalistas sejam fortes entre os grupos rebeldes de orientação religiosa, mas adverte sobre a volatilidade da situação. "Quando há tanta gente armada, ela pode sair de controle."
Ele afirma que seu pai, Mohammed Assed, premiê de 1960 a 1963, comandou com apoio marroquino a primeira tentativa de depor Gaddafi, em 1970, apenas um ano depois do golpe de jovens oficiais que levou o ex-ditador ao poder. "Mas ele era bem protegido na época."
Diz ter dois primos que eram do governo em Trípoli e que foram presos, e que a maioria dos altos funcionários que desertaram no início do atual conflito era pessoas levadas em 2006 pelo herdeiro político de Gaddafi, o seu filho Saif.
Na época, a Líbia e os países ocidentais tinham acabado de reatar relações, e Saif cultivava uma imagem de reformista.
Para Assed, a maioria dos líderes árabes não hesitou em ir contra Gaddafi porque o dirigente líbio financiava grupos oposicionistas em países rivais. "Mas era muito desorganizado, mudava toda hora as organizações que apoiava, então não era muito eficaz."
Ele diz defender uma Assembleia Constituinte para elaborar a Constituição do país. O peculiar sistema político criado por Gaddafi, inspirado em seu "Livro Verde", não se apoiava numa Constituição.
Assed afirma que até pode vir a apoiar a monarquia, primeiro regime instituído após a Líbia ter sido criada pela ONU (Organização das Nações Unidas), no início dos anos 1950, a partir de territórios antes colonizados pelos italianos. Mas que teria que ser uma monarquia constitucional, "aceite pelo povo e pela comunidade internacional".
"O nacionalismo é forte no povo, entre os rebelados do Exército, mas não no Conselho, no qual prevalece o islamismo", disse à Folha em Rabat, capital marroquina, onde seu pai viveu exilado e onde mora. O CNT tem cerca de 80 integrantes.
Assed diz que é um erro reproduzir no comando da Líbia divisões tribais e regionais. Não acha que os fundamentalistas sejam fortes entre os grupos rebeldes de orientação religiosa, mas adverte sobre a volatilidade da situação. "Quando há tanta gente armada, ela pode sair de controle."
Ele afirma que seu pai, Mohammed Assed, premiê de 1960 a 1963, comandou com apoio marroquino a primeira tentativa de depor Gaddafi, em 1970, apenas um ano depois do golpe de jovens oficiais que levou o ex-ditador ao poder. "Mas ele era bem protegido na época."
Diz ter dois primos que eram do governo em Trípoli e que foram presos, e que a maioria dos altos funcionários que desertaram no início do atual conflito era pessoas levadas em 2006 pelo herdeiro político de Gaddafi, o seu filho Saif.
Na época, a Líbia e os países ocidentais tinham acabado de reatar relações, e Saif cultivava uma imagem de reformista.
Para Assed, a maioria dos líderes árabes não hesitou em ir contra Gaddafi porque o dirigente líbio financiava grupos oposicionistas em países rivais. "Mas era muito desorganizado, mudava toda hora as organizações que apoiava, então não era muito eficaz."
Ele diz defender uma Assembleia Constituinte para elaborar a Constituição do país. O peculiar sistema político criado por Gaddafi, inspirado em seu "Livro Verde", não se apoiava numa Constituição.
Assed afirma que até pode vir a apoiar a monarquia, primeiro regime instituído após a Líbia ter sido criada pela ONU (Organização das Nações Unidas), no início dos anos 1950, a partir de territórios antes colonizados pelos italianos. Mas que teria que ser uma monarquia constitucional, "aceite pelo povo e pela comunidade internacional".
O REI D ARABIA SAUDITA CONCEDE VOTOS AS MULHERES
.O Rei da Arábia Saudita pareceu acatar bem a primavera árabe e deu o direito de voto às mulheres, mas não para as eleições autárquicas, da próxima semana. Só podem votar em 2015.
A medida de charme tem efeitos pouco práticos, pois apenas uma quarta parte dos assentos parlamentares são sujeitos a voto, a monarquia é ultraconservadora e absolutista.
Mas as ativistas como Yvonne Ridley estão contentes:
“- É uma notícia fantástica para as mulheres sauditas, que não têm qualquer poder. Esperaram esta notícia muito tempo. Nas últimas eleições municipais eu estava em Riade e uma delas alertou-me para isso: nas próximas iriam votar e estariam representadas”.
Mas é uma análise um pouco precipitada.Na Arábia Saudita as mulheres não podem conduzir, têm de ter permissão do marido ou pai para trabalharem, em resumo, não podem fazer nada sem autorização masculina.
Massoud Shadjareh – Islamic Human Rights Comission:
“- Ao princípio até bensava que era brincadeira, pois numa sociedade como a da Arábia Saudita, onde ninguém participa na política, na realidade é uma ditadura total, dar o direito de voto às mulheres serve para quê? Votar em quem? Os eleitos dos bairros não têm nenhum poder”!
Por isso, antes de 2015, se é verdade que vão dar o direito de voto às mulheres também é verdade que elas podem começar a educar os filhos no sentido da necessidade de democracia. O direito dos povos ao respeito pelos seus direitos nunca teve sexo.
O mais recente país do mundo árabe a conceder o voto às mulheres foi o Kuwait em 2006.
A medida de charme tem efeitos pouco práticos, pois apenas uma quarta parte dos assentos parlamentares são sujeitos a voto, a monarquia é ultraconservadora e absolutista.
Mas as ativistas como Yvonne Ridley estão contentes:
“- É uma notícia fantástica para as mulheres sauditas, que não têm qualquer poder. Esperaram esta notícia muito tempo. Nas últimas eleições municipais eu estava em Riade e uma delas alertou-me para isso: nas próximas iriam votar e estariam representadas”.
Mas é uma análise um pouco precipitada.Na Arábia Saudita as mulheres não podem conduzir, têm de ter permissão do marido ou pai para trabalharem, em resumo, não podem fazer nada sem autorização masculina.
Massoud Shadjareh – Islamic Human Rights Comission:
“- Ao princípio até bensava que era brincadeira, pois numa sociedade como a da Arábia Saudita, onde ninguém participa na política, na realidade é uma ditadura total, dar o direito de voto às mulheres serve para quê? Votar em quem? Os eleitos dos bairros não têm nenhum poder”!
Por isso, antes de 2015, se é verdade que vão dar o direito de voto às mulheres também é verdade que elas podem começar a educar os filhos no sentido da necessidade de democracia. O direito dos povos ao respeito pelos seus direitos nunca teve sexo.
O mais recente país do mundo árabe a conceder o voto às mulheres foi o Kuwait em 2006.
PRINCIPE CARL PHILIP SA SUECIA INAUGUROU ESTATUA DE HEROI DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
O príncipe Carl Philip apresentou um memorial ao conde Folke Bernadotte af Wisborg ao lado do Canal Djurgårdsbrunn no norte de Djurgården.
. O Comissário Sten Nordin fez um discurso introdutório, após o qual o príncipe Carl Philip fez um discurso de inauguração.
O príncipe, em seguida, revelou o busto do conde Folke Bernadotte af Wisborg . .
Micael Stehr, um representante do grupo que doou o busto, em seguida, fez um discurso, e concluiu a cerimônia com um discurso de agradecimento do conde Folke Bernadotte, filho do falecido conde Folke Bernadotte af Wisborg.
Prince Carl Philip's speech: Discurso príncipe Carl Philip da:
Queridos parentes,
Comissário,
Senhoras e Senhores ,
Reunimo-nos aqui hoje em Djurgården para honrar a memória de Folke Bernadotte - um homem corajoso e empreendedor, que infelizmente nos deixou cedo demais.
Um par de semanas atrás, eu assisti a uma première do filme em Malmö, onde aprendi muito sobre Folke Bernadotte ea operação Ônibus Branca.
O filme, que foi chamado de "Porto da Esperança", foi um documentário sobre as pessoas que foram salvos da Alemanha devastada pela guerra, na primavera de 1945, bem como o papel significativo desempenhado pela Folke Bernadotte. O filme foi tocante e comovente, mas também inspirou um sentimento de esperança, mostrando como o fez como essas pessoas tiveram a oportunidade de viver uma nova vida.
Eu também tive a oportunidade de conhecer algumas das pessoas cujas histórias são contadas no filme. Em 1945 eram crianças ou jovens, mas as suas memórias de suas experiências ainda estão vivas.
O filme me comoveu, mas ouvir suas próprias histórias foi ainda mais fascinante.
Eu conheci um homem que tinha dirigido um dos ônibus Branco. Ele me disse que sem a liderança Folke Bernadotte e da energia, os ônibus nunca teria alcançado o seu destino.
A Cerca de 15.000 pessoas foram salvas dos campos de concentração graças a Folke Bernadotte eo Ônibus Branca. Esta foi a maior missão de resgate única da Segunda Guerra Mundial.
As pessoas no filme foram incrivelmente grato por aquilo que a Suécia, Folke Bernadotte e Ônibus Branco havia feito por eles.
É em grande parte graças a pessoas como Folke Bernadotte que os suecos têm uma reputação de proteger as pessoas desfavorecidas do mundo. Devemos nos sentir orgulhosos e honrados, e deve vê-lo como um modelo.
Estou muito contente por estar revelando esse memorial para Folke Bernadotte hoje, e espero que ele irá nos lembrar o quanto um indivíduo pode realmente fazer para os outros
. O Comissário Sten Nordin fez um discurso introdutório, após o qual o príncipe Carl Philip fez um discurso de inauguração.
O príncipe, em seguida, revelou o busto do conde Folke Bernadotte af Wisborg . .
Micael Stehr, um representante do grupo que doou o busto, em seguida, fez um discurso, e concluiu a cerimônia com um discurso de agradecimento do conde Folke Bernadotte, filho do falecido conde Folke Bernadotte af Wisborg.
Prince Carl Philip's speech: Discurso príncipe Carl Philip da:
Queridos parentes,
Comissário,
Senhoras e Senhores ,
Reunimo-nos aqui hoje em Djurgården para honrar a memória de Folke Bernadotte - um homem corajoso e empreendedor, que infelizmente nos deixou cedo demais.
Um par de semanas atrás, eu assisti a uma première do filme em Malmö, onde aprendi muito sobre Folke Bernadotte ea operação Ônibus Branca.
O filme, que foi chamado de "Porto da Esperança", foi um documentário sobre as pessoas que foram salvos da Alemanha devastada pela guerra, na primavera de 1945, bem como o papel significativo desempenhado pela Folke Bernadotte. O filme foi tocante e comovente, mas também inspirou um sentimento de esperança, mostrando como o fez como essas pessoas tiveram a oportunidade de viver uma nova vida.
Eu também tive a oportunidade de conhecer algumas das pessoas cujas histórias são contadas no filme. Em 1945 eram crianças ou jovens, mas as suas memórias de suas experiências ainda estão vivas.
O filme me comoveu, mas ouvir suas próprias histórias foi ainda mais fascinante.
Eu conheci um homem que tinha dirigido um dos ônibus Branco. Ele me disse que sem a liderança Folke Bernadotte e da energia, os ônibus nunca teria alcançado o seu destino.
A Cerca de 15.000 pessoas foram salvas dos campos de concentração graças a Folke Bernadotte eo Ônibus Branca. Esta foi a maior missão de resgate única da Segunda Guerra Mundial.
As pessoas no filme foram incrivelmente grato por aquilo que a Suécia, Folke Bernadotte e Ônibus Branco havia feito por eles.
É em grande parte graças a pessoas como Folke Bernadotte que os suecos têm uma reputação de proteger as pessoas desfavorecidas do mundo. Devemos nos sentir orgulhosos e honrados, e deve vê-lo como um modelo.
Estou muito contente por estar revelando esse memorial para Folke Bernadotte hoje, e espero que ele irá nos lembrar o quanto um indivíduo pode realmente fazer para os outros
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