Daqui em diante, o primeiro descendente do rei ou rainha de Inglaterra ascenderá directamente ao trono, seja menino ou menina. Esta é uma das mais importantes decisões hoje tomadas pela Commonwealth e altera uma regra com séculos.
Outra das decisões hoje tomadas em Perth, na Austrália, permite aos monarcas casar com católicos, referiu o primeiro-ministro britânico, David Cameron.
Tanto a Grã-Bretanha como qualquer uma das 15 ex-colónias britânicas poderia ter vetado estas alterações.
Até agora, por exemplo, o primeiro filho homem dos monarcas poderia ficar com o trono, em detrimento de eventuais irmãs mais velhas. E um futuro monarca podia casar com alguém de qualquer crença religiosa, excepto a católica Apostólica Romana.
«Os comportamentos mudaram profundamente ao longo dos séculos e algumas das regras obsoletas - como algumas regras de sucessão - pura e simplesmente não fazem sentido», disse Cameron.
Agora, todos os 16 países de que Isabel II é chefe de Estado terão de ajustar as suas legislações nacionais a estas actualizações: Grã-Bretanha, Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Jamaica, Antígua e Barbuda, Bahamas, Barbados, Granada, Belize, São Cristóvão e Nevis, Santa Lúcia, Ilhas Salomão, Tuvalu, São Vicente e Granadinas e Papua Nova Guiné.
O anúncio do primeiro-ministro inglês surge no primeiro dia do encontro bianual dos 53 líderes dos países da Commonwealth - um dos quais Moçambique - noticia a Associated Press.
Julia Gillard, chefe do Governo da Austrália e primeira mulher anfitriã deste encontro, aplaudiu as decisões.
«Estas coisas parecem progressistas, mas por parecerem progressistas para a nossa mentalidade moderna não significa que devamos subestimar o seu significado histórico», acautelou.
«Coisas» que afectam a Casa Real mas que Buckingham evita comentar, alegando caber aos Governos decidir a esse respeito.
Neste momento, Carlos é o primeiro na linha de sucessão - foi o primeiro a nascer do casamento entre Isabel e Eduardo. Mas seguiu-se-lhe Ana, que está abaixo dos irmãos André e Eduardo, apesar de estes serem mais novos.
No médio prazo, a questão não se coloca pois Carlos e Diana tiveram dois rapazes. Mas se William tiver descendentes e o primeiro a nascer for uma menina, ela poderá ser rainha se o entender, independentemente dos irmãos que venha a ter.
Isabel II abriu o encontro onde estão representados 30% da população mundial (Índia, África do Sul, Bangladesh, Nigéria e Paquistão ajudam a explicar este número) falando da necessidade de que esta organização seja mais relevante em tempos de incerteza e insegurança e destacando alguns temas que gostaria de ver discutidos, como os financeiros, os problemas no acesso a alimentação e as alterações climáticas.
domingo, 30 de outubro de 2011
PRINCIPES DE MONACO IRAM VISITAR O NEPAL
De 24 a 26 de outubro de 2011, TSH o príncipe ea princesa de Mônaco vai visitar as estruturas humanitária criada em Nepal com a assistência do Departamento de Cooperação Internacional e associações do Principado.
O casal principesco irá para a vila de Dhuseni para visitar a escola construída pelo "Monaco Aide et Présence" associação, agora classificada como uma das dez melhores escolas. O príncipe, então, lançar os alicerces para novas escolas sendo construídas com o apoio do "NAMASTE 'Association (Nepal-Monaco-Cultural-Association) em Salleri e Rigaon.
TSH o príncipe ea princesa de Mônaco, então, ir para a clínica estabelecida pelo 'ACFN "(Franco-nepalesa Cultural Association) e da oficina de artesanato que oferece treinamento para as mulheres patrocinado pelo" NAMASTE ", localizado na Gamrang
O casal principesco irá para a vila de Dhuseni para visitar a escola construída pelo "Monaco Aide et Présence" associação, agora classificada como uma das dez melhores escolas. O príncipe, então, lançar os alicerces para novas escolas sendo construídas com o apoio do "NAMASTE 'Association (Nepal-Monaco-Cultural-Association) em Salleri e Rigaon.
TSH o príncipe ea princesa de Mônaco, então, ir para a clínica estabelecida pelo 'ACFN "(Franco-nepalesa Cultural Association) e da oficina de artesanato que oferece treinamento para as mulheres patrocinado pelo" NAMASTE ", localizado na Gamrang
REIS DA NORUEGA FAZEM TURNE NO EUA
Suas Majestades o Rei Harald ea rainha Sonja concluiu sua visita oficial para os EUA hoje com uma visita à Igreja de Marinheiros da Noruega, em Nova York. Fundada em 1878, a Igreja norueguesa Seaman, em Nova York é um valioso ponto de encontro tanto para os marinheiros noruegueses e para os noruegueses que residem no local. Além de oferecer cerimônias religiosas, como cultos, casamentos, baptizados e confirmações, a igreja é um local importante para encontros sociais e culturais. A cada semana, muitos noruegueses se reúnem para desfrutar da companhia de outros noruegueses, comer comida norueguesa e ler jornais noruegueses.
A igreja também organiza concertos e palestras, e corre a sua própria galeria de arte, a Galeria Trygve Lie. Pastor Per Erik Stave Engdal levou o serviço de hoje, após o qual o Rei ea Rainha receberam uma visita guiada à galeria, que exibe obras de artistas noruegueses e norueguesas-americano. Vários dos artistas que estiveram presentes durante a turnê.
Voltando para a Noruega
A visita à Igreja da Noruega Seaman marca a conclusão do Rei Harald ea rainha Sonja viagem de dez dias para o Centro-Oeste e Nova York. O rei ea rainha tiveram a oportunidade de visitar uma série de norueguês-americano comunidades, instituições e organizações em Iowa e Minnesota - dois dos estados a que muitos imigrantes noruegueses se reuniram durante os anos 1800 e 1900. A visita do rei e rainha para os EUA faz parte das atividades comemorativas celebrando o centenário da Fundação Americano-Escandinava, que culminou ontem à noite com o Baile do Centenário.
A igreja também organiza concertos e palestras, e corre a sua própria galeria de arte, a Galeria Trygve Lie. Pastor Per Erik Stave Engdal levou o serviço de hoje, após o qual o Rei ea Rainha receberam uma visita guiada à galeria, que exibe obras de artistas noruegueses e norueguesas-americano. Vários dos artistas que estiveram presentes durante a turnê.
Voltando para a Noruega
A visita à Igreja da Noruega Seaman marca a conclusão do Rei Harald ea rainha Sonja viagem de dez dias para o Centro-Oeste e Nova York. O rei ea rainha tiveram a oportunidade de visitar uma série de norueguês-americano comunidades, instituições e organizações em Iowa e Minnesota - dois dos estados a que muitos imigrantes noruegueses se reuniram durante os anos 1800 e 1900. A visita do rei e rainha para os EUA faz parte das atividades comemorativas celebrando o centenário da Fundação Americano-Escandinava, que culminou ontem à noite com o Baile do Centenário.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
DOM DUARTE VISITOU TAMBEM VILA FRANCA DE XIRA
O duque de Bragança, Dom Duarte Pio, visitou na tarde desta sexta-feira, dia 30, a cidade de Vila Franca de Xira, a propósito da XIV tourada real que assinala os 110 anos da praça de toiros Palha Blanco.
"Agradeço comovido e sensibilizado esta recepção que me fizeram. Desde criança que tenho um fascínio por Vila Franca de Xira. É uma terra que consegue preservar as suas memórias e tradições", afirmou.
A presidente da câmara municipal, Maria da Luz Rosinha, disse que a visita do pretendente ao extinto trono português é "um momento importante para a cidade" porque está ligada a uma tradição "que muito acarinhamos", a tauromaquia. "A primeira corrida da praça contou com a presença do rei D. Carlos", recordou.
A autarca defendeu que é importante preservar e divulgar a festa brava, especialmente depois da Catalunha, em Espanha, ter banido as touradas. "Quem é contra as touradas deve ser coerente. Para proibir as touradas têm de proibir a caça e deixarem de comer carne", ironizou o duque de Bragança na resposta. "A Catalunha vive um nacionalismo exacerbado que não vai durar muito, quiseram mostrar que não são espanhóis", acusou.
"Agradeço comovido e sensibilizado esta recepção que me fizeram. Desde criança que tenho um fascínio por Vila Franca de Xira. É uma terra que consegue preservar as suas memórias e tradições", afirmou.
A presidente da câmara municipal, Maria da Luz Rosinha, disse que a visita do pretendente ao extinto trono português é "um momento importante para a cidade" porque está ligada a uma tradição "que muito acarinhamos", a tauromaquia. "A primeira corrida da praça contou com a presença do rei D. Carlos", recordou.
A autarca defendeu que é importante preservar e divulgar a festa brava, especialmente depois da Catalunha, em Espanha, ter banido as touradas. "Quem é contra as touradas deve ser coerente. Para proibir as touradas têm de proibir a caça e deixarem de comer carne", ironizou o duque de Bragança na resposta. "A Catalunha vive um nacionalismo exacerbado que não vai durar muito, quiseram mostrar que não são espanhóis", acusou.
DOM DUARTE ESTEVE VISITANDO A FREGUESIA DE OLIVEIRA S.PEDRO
O pretendente ao trono português. D. Duarte, Duque de Bragança, elogiou ontem a valorização que a freguesia de Oliveira S. Pedro está a fazer da sua história e património. “É um bom exemplo para o país”, disse, no decorrer de uma visita oficial à localidade.
Recebido com aplausos da população e a actuação da Banda Marcial de Arnoso, D. Duarte Pio, Duque de Bragança, elogiou ontem o esforço que tem sido levado a cabo pela freguesia de Oliveira São Pedro na valorização e preservação do seu património e da sua história.
“As terras que em Portugal souberem aproveitar a sua história e a sua paisagem e preservar a sua cultura são as que têm futuro. As terras e os países onde esses valores são esquecidos têm tendência a desaparecer”, referiu D. Duarte, que esteve em visita oficial à freguesia de Oliveira São Pedro, em Braga.
Deslumbrado com o amor que a população devota pela sua terra, o Duque de Bragança inaugurou uma réplica dos Marcos da Casa de Bragança que em tempos existiram na localidade.
A Junta de Freguesia de Oliveira São Pedro fez um levantamento dos locais de onde desapareceram marcos e resolveu mandar fazer réplicas para os substituir.
Estes marcos testemunham as delimitações de senhoria da Casa de Bragança, sendo visível numa das suas faces o escudo e as cinco quinas sobre a letra B de Bragança.
Ao longo dos anos os marcos originais foram desaparecendo, como explicou o tesoureiro da junta, André Faria, aos jornalistas à margem da cerimónia oficial de ontem.
Património da história de Oliveira São Pedro, dois desses marcos originais já foram recuperados pela junta, com a colaboração das pessoas que os tinham em seu poder.
“Há outros marcos aos quais se perdeu o rasto e que devem estar a enfeitar jardins em propriedades privadas”, sugere o autarca, apelando a que quem tem os marcos os de volta à freguesia. “Ou quem souber onde eles estão que nos diga para nós investigarmos se são os marcos originais ou não”, apela.
Foram identificados nove locais de onde desapareceram os marcos. Um desses locais fica na extremidade da freguesia com Guisande, que foi precisamente onde D. Duarte Pio inaugurou ontem a réplica.
As réplicas, em granito, foram esculpidas por um artista da terra, Marcelino Bezerra. Foi também ele o autor de uma réplica mais pequena que foi oferecida a D. Duarte.
Nesta visita, o Duque de Bragança ficou ainda a conhecer o Penedo das Letras, local onde a 6 de Dezembro de 1832 esteve o seu bisavô, D. Miguel I, como testemunha uma inscrição no local. O Duque de Bragança (que pernoitou no Hotel Alves, em Penso S. Vicente), visitou ainda a capela de S. Bento, o padroeiro de Oliveira S. Pedro, e participou num almoço em sua honra.
Recebido com aplausos da população e a actuação da Banda Marcial de Arnoso, D. Duarte Pio, Duque de Bragança, elogiou ontem o esforço que tem sido levado a cabo pela freguesia de Oliveira São Pedro na valorização e preservação do seu património e da sua história.
“As terras que em Portugal souberem aproveitar a sua história e a sua paisagem e preservar a sua cultura são as que têm futuro. As terras e os países onde esses valores são esquecidos têm tendência a desaparecer”, referiu D. Duarte, que esteve em visita oficial à freguesia de Oliveira São Pedro, em Braga.
Deslumbrado com o amor que a população devota pela sua terra, o Duque de Bragança inaugurou uma réplica dos Marcos da Casa de Bragança que em tempos existiram na localidade.
A Junta de Freguesia de Oliveira São Pedro fez um levantamento dos locais de onde desapareceram marcos e resolveu mandar fazer réplicas para os substituir.
Estes marcos testemunham as delimitações de senhoria da Casa de Bragança, sendo visível numa das suas faces o escudo e as cinco quinas sobre a letra B de Bragança.
Ao longo dos anos os marcos originais foram desaparecendo, como explicou o tesoureiro da junta, André Faria, aos jornalistas à margem da cerimónia oficial de ontem.
Património da história de Oliveira São Pedro, dois desses marcos originais já foram recuperados pela junta, com a colaboração das pessoas que os tinham em seu poder.
“Há outros marcos aos quais se perdeu o rasto e que devem estar a enfeitar jardins em propriedades privadas”, sugere o autarca, apelando a que quem tem os marcos os de volta à freguesia. “Ou quem souber onde eles estão que nos diga para nós investigarmos se são os marcos originais ou não”, apela.
Foram identificados nove locais de onde desapareceram os marcos. Um desses locais fica na extremidade da freguesia com Guisande, que foi precisamente onde D. Duarte Pio inaugurou ontem a réplica.
As réplicas, em granito, foram esculpidas por um artista da terra, Marcelino Bezerra. Foi também ele o autor de uma réplica mais pequena que foi oferecida a D. Duarte.
Nesta visita, o Duque de Bragança ficou ainda a conhecer o Penedo das Letras, local onde a 6 de Dezembro de 1832 esteve o seu bisavô, D. Miguel I, como testemunha uma inscrição no local. O Duque de Bragança (que pernoitou no Hotel Alves, em Penso S. Vicente), visitou ainda a capela de S. Bento, o padroeiro de Oliveira S. Pedro, e participou num almoço em sua honra.
portugual quer fechar representacao diplomatica no Principado de Andorra
A decisão saiu da reunião de quarta-feira da recém-criada plataforma contra o encerramento da embaixada, onde também foi decidido enviar a Lisboa, em data a definir, uma delegação para sensibilizar o Presidente da República, o ministro dos Negócios Estrangeiros e o secretário de Estado das Comunidades para a necessidade de manter uma representação oficial naquele principado.
O embaixador de Portugal em Andorra, Mário Damas Nunes, revelou há duas semana que a embaixada portuguesa no Principado encerrará até ao final do ano. Apesar de não ter sido confirmada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal, a informação está a mobilizar a comunidade portuguesa e as autoridades de Andorra, que pretendem manter em funcionamento pelo menos um posto consular.
A 18 de Outubro cerca de duas centenas de portugueses concentraram-se pela primeira vez junto à embaixada de Portugal para contestar o seu eventual encerramento. O conselheiro da comunidade José Manuel da Silva, que também preside à Plataforma contra o encerramento da embaixada disse à Agência Lusa que na reunião de quarta-feira foi também feito um balanço da recolha de assinaturas para um abaixo-assinado contra o fecho da embaixada, cujo número ascende já a 1500.
"Não vamos ficar por aqui", declarou José da Silva, adiantando que a campanha de recolha de assinaturas vai continuar e que, também no Facebook, foram recebidas até agora mais de 900 mensagens de apoio. Em Andorra vivem cerca de 13 mil portugueses, o que representa quase 16 por cento da população do Principado.
O embaixador de Portugal em Andorra, Mário Damas Nunes, revelou há duas semana que a embaixada portuguesa no Principado encerrará até ao final do ano. Apesar de não ter sido confirmada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal, a informação está a mobilizar a comunidade portuguesa e as autoridades de Andorra, que pretendem manter em funcionamento pelo menos um posto consular.
A 18 de Outubro cerca de duas centenas de portugueses concentraram-se pela primeira vez junto à embaixada de Portugal para contestar o seu eventual encerramento. O conselheiro da comunidade José Manuel da Silva, que também preside à Plataforma contra o encerramento da embaixada disse à Agência Lusa que na reunião de quarta-feira foi também feito um balanço da recolha de assinaturas para um abaixo-assinado contra o fecho da embaixada, cujo número ascende já a 1500.
"Não vamos ficar por aqui", declarou José da Silva, adiantando que a campanha de recolha de assinaturas vai continuar e que, também no Facebook, foram recebidas até agora mais de 900 mensagens de apoio. Em Andorra vivem cerca de 13 mil portugueses, o que representa quase 16 por cento da população do Principado.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
AMERICANO INSULTA MONARQUIA TAILANDEZA
A Tailândia, onde o rei é considerado praticamente uma divindade, é o país do mundo com legislação mais apertada contra os crimes de lesa-majestade, ou insultos à monarquia.
Lerpong Wichaikhammat, que tem também o nome de Joe W. Gordon, de 55 anos, nasceu na Tailândia mas tem igualmente cidadania americana. Foi acusado divulgar informação considerada insultuosa e ameaçadora para a monarquia, depois de ter traduzido e colocado no seu blogue excertos do livro “The King Never Smiles”, uma controversa biografia do rei Bhumibol Adulyadej (que aos 83 anos é o monarca do mundo há mais tempo no poder), escrita por um autor americano e que foi proibida na Tailândia.
Os crimes de que é acusado foram cometidos há vários anos, ainda nos Estados Unidos, onde Gordon viveu cerca de 30 anos, no estado de Colorado, trabalhando como vendedor de carros, adianta a AP. Em Março regressou à Tailândia para um tratamento médico. O caso levanta preocupações sobre o alcance da lei tailandesa e da forma como é aplicada, tanto a cidadãos tailandeses como a visitantes estrangeiros, continua a agência.
Quando foi detido, em Maio, Joe Gordon começou por negar as acusações. Esta segunda-feira mudou de posição. “Apresento-me como culpado porque ninguém conseguirá vencer o processo... Não tenho hipóteses”, disse aos jornalistas que se concentraram no tribunal “Quero que o Governo americano ajude a libertar-me. Este é um caso de liberdade de expressão” . O veredicto dos juízes será conhecido no dia 9 de Novembro.
A embaixada dos Estados Unidos em Banguecoque ofereceu-lhe apoio, e afirmou que irá continuar a garantir-lhe assistência diplomática. “Iremos também continuar a abordar o seu caso junto das autoridades tailandesas, salientando em todas as oportunidades os seus direitos como cidadão americano. Pedimos às autoridades tailandesas que garantam que a liberdade de expressão seja respeitada”, afirmou Walter Braunohler, porta-voz da embaixada, num comunicado. E adiantou: “Os Estados Unidos mantêm o mais alto respeito pela monarquia e também pelo sistema judicial tailandês”.
O número de crimes de lesa-majestade tem vindo a aumentar. Os críticos afirmam que a lei está a ser usada nos últimos cinco anos para calar activistas e políticos. Os generais que derrubaram o antigo primeiro-ministro Thaksin Shinawatra em 2006 apontaram para um alegado desrespeito pela monarquia, entre outras razões.
David Streckfuss, um académico que vive no país e monitoriza os casos de lesa-majestade, afirmou à Reuters que 397 acusações foram apresentadas a tribunal entre 2006 e 2009. Nos 15 anos anteriores, havia apenas quatro ou cinco casos por ano.
Lerpong Wichaikhammat, que tem também o nome de Joe W. Gordon, de 55 anos, nasceu na Tailândia mas tem igualmente cidadania americana. Foi acusado divulgar informação considerada insultuosa e ameaçadora para a monarquia, depois de ter traduzido e colocado no seu blogue excertos do livro “The King Never Smiles”, uma controversa biografia do rei Bhumibol Adulyadej (que aos 83 anos é o monarca do mundo há mais tempo no poder), escrita por um autor americano e que foi proibida na Tailândia.
Os crimes de que é acusado foram cometidos há vários anos, ainda nos Estados Unidos, onde Gordon viveu cerca de 30 anos, no estado de Colorado, trabalhando como vendedor de carros, adianta a AP. Em Março regressou à Tailândia para um tratamento médico. O caso levanta preocupações sobre o alcance da lei tailandesa e da forma como é aplicada, tanto a cidadãos tailandeses como a visitantes estrangeiros, continua a agência.
Quando foi detido, em Maio, Joe Gordon começou por negar as acusações. Esta segunda-feira mudou de posição. “Apresento-me como culpado porque ninguém conseguirá vencer o processo... Não tenho hipóteses”, disse aos jornalistas que se concentraram no tribunal “Quero que o Governo americano ajude a libertar-me. Este é um caso de liberdade de expressão” . O veredicto dos juízes será conhecido no dia 9 de Novembro.
A embaixada dos Estados Unidos em Banguecoque ofereceu-lhe apoio, e afirmou que irá continuar a garantir-lhe assistência diplomática. “Iremos também continuar a abordar o seu caso junto das autoridades tailandesas, salientando em todas as oportunidades os seus direitos como cidadão americano. Pedimos às autoridades tailandesas que garantam que a liberdade de expressão seja respeitada”, afirmou Walter Braunohler, porta-voz da embaixada, num comunicado. E adiantou: “Os Estados Unidos mantêm o mais alto respeito pela monarquia e também pelo sistema judicial tailandês”.
O número de crimes de lesa-majestade tem vindo a aumentar. Os críticos afirmam que a lei está a ser usada nos últimos cinco anos para calar activistas e políticos. Os generais que derrubaram o antigo primeiro-ministro Thaksin Shinawatra em 2006 apontaram para um alegado desrespeito pela monarquia, entre outras razões.
David Streckfuss, um académico que vive no país e monitoriza os casos de lesa-majestade, afirmou à Reuters que 397 acusações foram apresentadas a tribunal entre 2006 e 2009. Nos 15 anos anteriores, havia apenas quatro ou cinco casos por ano.
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