O dalai-lama, líder espiritual do Tibete, jejuou e liderou preces nesta quarta-feira em homenagem aos nove tibetanos que se auto imolaram com fogo em protesto contra o domínio chinês no Tibete, enquanto o regime de Pequim criticou o líder tibetano por incitar o "terrorismo camuflado".
O serviço religioso do dalai-lama durou 90 minutos no Templo de Tsuglakhang, na cidade no norte da Índia de Dharmsala, onde ele vive no exílio. O serviço lembrou os nove monges, ex-monges e uma monja que se mataram com fogo desde março, a maioria numa província do oeste da China e perto da fronteira tibetana.
O novo primeiro-ministro do governo do Tibete no exílio, Lobsang Sangay, fez um apelo à China para que pare de controlar a religião no Tibete e pediu às Nações Unidas que enviem uma missão investigadora ao Himalaia. "Nós pedimos ao governo chinês que interrompa imediatamente suas políticas repressivas no Tibete e resolva a questão por meios pacíficos", disse Sangay.
Também ocorreram preces em homenagem aos tibetanos em Nova Délhi, capital da Índia.
Em Pequim, o Ministério das Relações Exteriores da China condenou as imolações mas dirigiu suas críticas ao dalai-lama, ao afirmar que ele incita ao terrorismo.
"Logo após os incidentes, as forças de independência do Tibete e o dalai-lama não criticaram os casos, mas ao contrário glorificaram os incidentes e incitaram mais pessoas a seguirem esse caminho", disse a porta-voz da chancelaria chinesa, Jiang Yu. "Como sabemos, essa atividade feita ao custo de vidas humanas é um terrorismo camuflado".
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011
PAPA RECONHECE O USO DESFORCO PELO CRISTIANISMO
O Papa Bento XVI, declarou, durante um evento ecumênico na Basílica de Assis, que é fato que o cristianismo usou a força ao longo de sua história.
Bento XVI quer Maior Diálogo com Protestantes e Muçulmanos
Papa Bento XVI se diz ‘Perplexo’ com Avanço das Igrejas Petencostais
"Como Cristão lhes direi: sim, na história recorremos à violência em nome da fé cristã. Reconhecemos isso com vergonha, cheios de vergonha. Isto foi uma utilização abusiva da fé cristã, em oposição evidente à verdadeira natureza" da religião, disse o Pap.
O evento teve a participação de 300 líderes religiosos de todo o mundo entre cristãos, judeus, muçulmanos e budistas.
Seu antecessor, João Paulo II já havia reconhecido a culpa de Cristãos e se desculpado por atos de violência abusivos praticados ao longo da história.
Bento XVI também condenou o terrorismo e reconheceu que a religião é um dos principais focos deste tipo de agressão.
"Sabemos que às vezes o terrorismo tem motivação religiosa e precisamente o caráter religioso dos ataques serve de justificativa para a crueldade implacável, que acredita poder relegar as regras do direito a favor do objetivo buscado", disse o pontífice.
O Papa fez as afirmações referindo-se aos atos de violência praticados em nome da religião por cristãos, muçulmanos, judeus, hindus fundamentalistas que são intolerantes com relação à construção de locais de culto, bem como com que professa sua fé de forma particular e até mesmo com relação à expressão pública de outra religiões.
De acordo com a Band News, o pontífice acrescentou em seu discurso que a negação de Deus também pode levar a um nível de violência que não conhece fronteiras. Os campos de concentração nazistas, na Segunda Guerra Mundial são um exemplo que ele aponta.
Bento XVI quer Maior Diálogo com Protestantes e Muçulmanos
Papa Bento XVI se diz ‘Perplexo’ com Avanço das Igrejas Petencostais
"Como Cristão lhes direi: sim, na história recorremos à violência em nome da fé cristã. Reconhecemos isso com vergonha, cheios de vergonha. Isto foi uma utilização abusiva da fé cristã, em oposição evidente à verdadeira natureza" da religião, disse o Pap.
O evento teve a participação de 300 líderes religiosos de todo o mundo entre cristãos, judeus, muçulmanos e budistas.
Seu antecessor, João Paulo II já havia reconhecido a culpa de Cristãos e se desculpado por atos de violência abusivos praticados ao longo da história.
Bento XVI também condenou o terrorismo e reconheceu que a religião é um dos principais focos deste tipo de agressão.
"Sabemos que às vezes o terrorismo tem motivação religiosa e precisamente o caráter religioso dos ataques serve de justificativa para a crueldade implacável, que acredita poder relegar as regras do direito a favor do objetivo buscado", disse o pontífice.
O Papa fez as afirmações referindo-se aos atos de violência praticados em nome da religião por cristãos, muçulmanos, judeus, hindus fundamentalistas que são intolerantes com relação à construção de locais de culto, bem como com que professa sua fé de forma particular e até mesmo com relação à expressão pública de outra religiões.
De acordo com a Band News, o pontífice acrescentou em seu discurso que a negação de Deus também pode levar a um nível de violência que não conhece fronteiras. Os campos de concentração nazistas, na Segunda Guerra Mundial são um exemplo que ele aponta.
RAINHA ELIZABETH VOLTA AO REINO UNIDO
Rainha Elizabeth 2ª e seu marido, o príncipe Philip, encerraram neste sábado sua visita oficial à Austrália após dezenas de milhares de pessoas terem se reunido para se despedir dos dois em um churrasco realizado na beira de um rio.
A monarca disse à multidão que acompanhou o almoço no Swan River, na cidade de Perth, na costa oeste do país, que ela retornará a Londres com boas lembranças de sua 16ª visita à Austrália desde 1954. Depois do evento, Elizabeth 2ª embarcou em um voo fretado para uma viagem de 18 horas de volta à Inglaterra.
O principal objetivo da visita que durou dez dias era participar da abertura da reunião bienal da Comunidade Britânica (Commonwealth) na sexta-feira. No evento, os líderes presentes dos países membros decidiram modificar as leis sobre os direitos ao trono britânico.
Mais de mil anos de história real mudarão para dar a homens e mulheres as mesmas chances de assumir a coroa. Além disso, será anulada também a proibição ao monarca de ter um cônjuge católico
A monarca disse à multidão que acompanhou o almoço no Swan River, na cidade de Perth, na costa oeste do país, que ela retornará a Londres com boas lembranças de sua 16ª visita à Austrália desde 1954. Depois do evento, Elizabeth 2ª embarcou em um voo fretado para uma viagem de 18 horas de volta à Inglaterra.
O principal objetivo da visita que durou dez dias era participar da abertura da reunião bienal da Comunidade Britânica (Commonwealth) na sexta-feira. No evento, os líderes presentes dos países membros decidiram modificar as leis sobre os direitos ao trono britânico.
Mais de mil anos de história real mudarão para dar a homens e mulheres as mesmas chances de assumir a coroa. Além disso, será anulada também a proibição ao monarca de ter um cônjuge católico
RAINHA ELIZABETH FAZ VISITA A AUSTRALIA
A rainha Elizabeth II da Inglaterra foi recebida nesta quarta-feira por 21 salvas de canhão e centenas de estudantes que agitavam bandeiras em seu desembarque em Canberra, para sua 16ª visita à Austrália.
A rainha de 85 anos desceu do Boeing 777 decorado com a bandeira da monarquia britânica e foi recepcionada pela governadora geral Quentin Bryce, representante da coroa na Austrália.
Bryce apresentou a rainha e seu marido, o príncipe Philip, à primeira-ministra australiana Julia Gillard, uma republicana intransigente que apertou a mão da monarca, mas não fez uma reverência.
Uma banda de uniforme vermelho tocou o hino "God save the Queen", enquanto a rainha, vestida de verde e azul, revistava as tropas.
Margaret Cunningham, que quando era criança entregou um ramo de flores a Elizabeth II em sua primeira visita, em 1954, também presenteou a rainha com flores nesta ocasião.
A rainha de 85 anos desceu do Boeing 777 decorado com a bandeira da monarquia britânica e foi recepcionada pela governadora geral Quentin Bryce, representante da coroa na Austrália.
Bryce apresentou a rainha e seu marido, o príncipe Philip, à primeira-ministra australiana Julia Gillard, uma republicana intransigente que apertou a mão da monarca, mas não fez uma reverência.
Uma banda de uniforme vermelho tocou o hino "God save the Queen", enquanto a rainha, vestida de verde e azul, revistava as tropas.
Margaret Cunningham, que quando era criança entregou um ramo de flores a Elizabeth II em sua primeira visita, em 1954, também presenteou a rainha com flores nesta ocasião.
KMERS VERMELHOS SAO JULGADOS NO REINO DO CAMBOJA
O grande julgamento dos Khmers Vermelhos se abriu em junho em Camboja, mas está longe de terminar. Novas audiências estão marcadas para o dia 21 de novembro, quando os principais dirigentes do regime ainda vivos, alguns octogenários, devem responder pela morte de cerca de dois milhões de pessoas.
Além de crimes de guerra e contra a humanidade, Khieu Samphan, antigo presidente da Kampuchea democrática; Nuon Chea, "Irmão número 2"; ex-ministros; e sua mulher Thirith, também são acusados de genocídio contra os vietnamitas e os chams, uma etnia muçulmana.
Trinta anos depois da época mais escura de Camboja, uma pergunta volta sempre nas conversas com os cambojanos: "Por que Khmers mataram Khmers?"
"É a grande pergunta", diz Youkh Chang, diretor do DC-CAM (Centro de Documentação de Camboja). "Nós construímos Angkor, fomos uma magnífica civilização. Por que nos matamos? É difícil compreender".
Latt Ky, da Associação pelos Direitos Humanos e o Desenvolvimento em Camboja, diz acreditar que "o tribunal tem a capacidade para estabelecer os fatos". "A verdade pode ajudar as vítimas a se sentirem melhor", afirma.
A criação do tribunal foi fruto de um acordo de 2006 entre o governo de Phnom Penh e a ONU, que não acreditava na independência da Justiça cambojana. O tribunal é misto, com dois cojuízes (um cambojano e um internacional) que devem entrar em um consenso sobre suas decisões.
O primeiro-ministro Hun Sen, responsável pelo fim dos Khmers Vermelhos, sempre afirmou que um julgamento poderia quebrar a paz social.
"Onde estão as vítimas em tudo isso?", diz Chang. "Cada parte quer aparecer como o libertador do povo cambojano".
Em 2009 teve lugar o primeiro julgamento do tribunal. Douch, o diretor da tristemente famosa penitenciária S-21, foi condenado a 35 anos de prisão. Mais dois julgamentos estão previstos, mas as pressões do governo podem impedi-los.
A organização do tribunal prevê a participação ativa das vítimas no juízo através da acusação particular, uma novidade na Justiça penal internacional. É o caso de Prak Sarin, 76, que ficou três anos na prisão e perdeu muitos familiares. "Eu quero ter respostas e que os jovens saibam o que aconteceu", diz.
A história dos Khmers Vermelhos não é ensinada nas escolas. "Minha mãe sempre me falava da dureza daquela época, mas eu não acreditava até visitar a prisão S-21", diz Tina Sem, 20, que trabalha como voluntária no DC-Cam.
Até hoje, cerca de 4.000 pessoas aderiram à acusação particular, uma cifra que alguns observadores consideram baixa. Para Brice Poirier, da organização Advogados Sem Fronteiras, "há uma deficiência na informação ao público; é um sistema que permite a participação das vítimas mas não lhes dá os meios para se defenderem".
Além de crimes de guerra e contra a humanidade, Khieu Samphan, antigo presidente da Kampuchea democrática; Nuon Chea, "Irmão número 2"; ex-ministros; e sua mulher Thirith, também são acusados de genocídio contra os vietnamitas e os chams, uma etnia muçulmana.
Trinta anos depois da época mais escura de Camboja, uma pergunta volta sempre nas conversas com os cambojanos: "Por que Khmers mataram Khmers?"
"É a grande pergunta", diz Youkh Chang, diretor do DC-CAM (Centro de Documentação de Camboja). "Nós construímos Angkor, fomos uma magnífica civilização. Por que nos matamos? É difícil compreender".
Latt Ky, da Associação pelos Direitos Humanos e o Desenvolvimento em Camboja, diz acreditar que "o tribunal tem a capacidade para estabelecer os fatos". "A verdade pode ajudar as vítimas a se sentirem melhor", afirma.
A criação do tribunal foi fruto de um acordo de 2006 entre o governo de Phnom Penh e a ONU, que não acreditava na independência da Justiça cambojana. O tribunal é misto, com dois cojuízes (um cambojano e um internacional) que devem entrar em um consenso sobre suas decisões.
O primeiro-ministro Hun Sen, responsável pelo fim dos Khmers Vermelhos, sempre afirmou que um julgamento poderia quebrar a paz social.
"Onde estão as vítimas em tudo isso?", diz Chang. "Cada parte quer aparecer como o libertador do povo cambojano".
Em 2009 teve lugar o primeiro julgamento do tribunal. Douch, o diretor da tristemente famosa penitenciária S-21, foi condenado a 35 anos de prisão. Mais dois julgamentos estão previstos, mas as pressões do governo podem impedi-los.
A organização do tribunal prevê a participação ativa das vítimas no juízo através da acusação particular, uma novidade na Justiça penal internacional. É o caso de Prak Sarin, 76, que ficou três anos na prisão e perdeu muitos familiares. "Eu quero ter respostas e que os jovens saibam o que aconteceu", diz.
A história dos Khmers Vermelhos não é ensinada nas escolas. "Minha mãe sempre me falava da dureza daquela época, mas eu não acreditava até visitar a prisão S-21", diz Tina Sem, 20, que trabalha como voluntária no DC-Cam.
Até hoje, cerca de 4.000 pessoas aderiram à acusação particular, uma cifra que alguns observadores consideram baixa. Para Brice Poirier, da organização Advogados Sem Fronteiras, "há uma deficiência na informação ao público; é um sistema que permite a participação das vítimas mas não lhes dá os meios para se defenderem".
REI JUAN CARLOS TENTOU EVITAR O MAXIMO DE FALTAS DOS PRESIDENTES NA CUPULA IBERO AMERICANA
Os chefes de Estado da Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Honduras, Nicarágua, República Dominicana, Venezuela e Uruguai não se deslocaram até Assunção. Trata-se de uma ausência generalizada sem precedentes.
No ano passado, em Mar del Plata (Argentina) já se notaram algumas ausências, mas então foram apenas cinco os presidentes que faltaram à chamada.
O Presidente português, Aníbal Cavaco Silva, desvalorizou estas ausências e garantiu que Portugal tem ganho muito com estas cimeiras.
“Eu penso que Portugal tem beneficiado da participação nestas cimeiras. Desde logo na nossa eleição para o Conselho de Segurança das Nações Unidas em que tivemos o apoio de quase todos os países que fazem parte da Cimeira Ibero-Americana. Depois não podemos esquecer que, deste conjunto de países, encontram-se algum que são potenciais clientes de Portugal de uma forma que não podemos ignorar”, disse Cavaco Silva aos microfones da SIC.
Cavaco Silva comentou ainda a agenda paralela de Passos Coelho no Brasil (só hoje o primeiro-ministro chega a Assunção), país por onde passou antes de se deslocar para o Paraguai: “Ontem (ou anteontem) os líderes europeus até abriram a possibilidade de recorrer a um fundo especial com participação de países emergentes onde se destaca a participação do Brasil. Quem diria há dez anos atrás que a Europa poderia vir a solicitar a um país da América Latina - um país muito especial, irmão de Portugal, o Brasil - apoio para ultrapassar as actuais dificuldades?”, inquiriu o Presidente da República.
Rei Juan Carlos apela, em vão, à participação
Quando se tornou evidente que esta Cimeira Ibero-Americana seria marcada pelas ausências de muitos chefes de Estado, o rei Juan Carlos de Espanha tentou apelar à participação.
Segundo o “El País” o monarca telefonou à Presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, dando-lhe os parabéns pela sua reeleição e pedindo-lhe que não faltasse ao encontro. Esta acabou por explicar que não poderia estar presente uma vez que passa um ano desde que o seu marido morreu.
O rei ligou igualmente ao ex-Presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, pedindo-lhe que instasse a sua sucessora, Dilma Rousseff, a estar presente. Tudo em vão.
Para o anfitrião do encontro, o paraguaio Fernando Lugo, estas ausências são uma “sonora bofetada diplomática”, escreve o “El País”. “Especialmente humilhante são as ausências dos seus três parceiros do Mercosur (Argentina, Brasil e Uruguai) cujos presidentes não fizeram o esforço de eliminarem os “poucos” quilómetros que os separam de Assunção.
O Paraguai mantém contenciosos com os seus vizinhos - incluindo o veto paraguaio à entrada da Venezuela no Mercosur -, mas fontes diplomáticas preferem salientar que estas ausências se devem ao escasso peso regional do Paraguai e também ao facto de Fernando Lugo não se ter empenhado no sucesso da reunio.
No ano passado, em Mar del Plata (Argentina) já se notaram algumas ausências, mas então foram apenas cinco os presidentes que faltaram à chamada.
O Presidente português, Aníbal Cavaco Silva, desvalorizou estas ausências e garantiu que Portugal tem ganho muito com estas cimeiras.
“Eu penso que Portugal tem beneficiado da participação nestas cimeiras. Desde logo na nossa eleição para o Conselho de Segurança das Nações Unidas em que tivemos o apoio de quase todos os países que fazem parte da Cimeira Ibero-Americana. Depois não podemos esquecer que, deste conjunto de países, encontram-se algum que são potenciais clientes de Portugal de uma forma que não podemos ignorar”, disse Cavaco Silva aos microfones da SIC.
Cavaco Silva comentou ainda a agenda paralela de Passos Coelho no Brasil (só hoje o primeiro-ministro chega a Assunção), país por onde passou antes de se deslocar para o Paraguai: “Ontem (ou anteontem) os líderes europeus até abriram a possibilidade de recorrer a um fundo especial com participação de países emergentes onde se destaca a participação do Brasil. Quem diria há dez anos atrás que a Europa poderia vir a solicitar a um país da América Latina - um país muito especial, irmão de Portugal, o Brasil - apoio para ultrapassar as actuais dificuldades?”, inquiriu o Presidente da República.
Rei Juan Carlos apela, em vão, à participação
Quando se tornou evidente que esta Cimeira Ibero-Americana seria marcada pelas ausências de muitos chefes de Estado, o rei Juan Carlos de Espanha tentou apelar à participação.
Segundo o “El País” o monarca telefonou à Presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, dando-lhe os parabéns pela sua reeleição e pedindo-lhe que não faltasse ao encontro. Esta acabou por explicar que não poderia estar presente uma vez que passa um ano desde que o seu marido morreu.
O rei ligou igualmente ao ex-Presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, pedindo-lhe que instasse a sua sucessora, Dilma Rousseff, a estar presente. Tudo em vão.
Para o anfitrião do encontro, o paraguaio Fernando Lugo, estas ausências são uma “sonora bofetada diplomática”, escreve o “El País”. “Especialmente humilhante são as ausências dos seus três parceiros do Mercosur (Argentina, Brasil e Uruguai) cujos presidentes não fizeram o esforço de eliminarem os “poucos” quilómetros que os separam de Assunção.
O Paraguai mantém contenciosos com os seus vizinhos - incluindo o veto paraguaio à entrada da Venezuela no Mercosur -, mas fontes diplomáticas preferem salientar que estas ausências se devem ao escasso peso regional do Paraguai e também ao facto de Fernando Lugo não se ter empenhado no sucesso da reunio.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
PRINCESA KATHERINE FEZ NOVAS DOACOES EM SUBOTICA
Doações valiosas para casa para crianças com deficiência "Kolevka", Hospital, em Subotica e todas as escolas primárias e secundárias
Belgrado, 28 de outubro de 2011 - Sua Alteza Real Princesa Katherine visitou Subotica hoje, onde ela fez doações valiosas obtidas graças a Organização Humanitária Lifeline Chicago, trabalhando sob o patrocínio da Princesa e do Atlântico Euro Corporação de Belgrado.
Princesa Katherine visitou pela primeira vez casa para crianças com deficiência "Kolevka", onde ela entregou um Van Peugeot Boxer, brinquedos para as crianças e dispensadores com gel sanitizante mão. At “Kolevka” HRH Crown Princess Katherine was welcomed by Mrs. Mirjana Cabric, Em "Kolevka" HRH Princesa Katherine foi recebido pela Sra. Mirjana Cabric, diretor do Lar, o Sr. Sasa Vucinic, Prefeito de Subotica, Mr. Slavko Parac, Presidente da Assembléia Subotica e Natasa Mrs. Aleksic, Presidente da Comissão Executiva do Kolevka, e muitos beneficiários com quem ela passou um tempo lindo na conversa.
Apesar de enfrentar o presente a princesa enfatizou: "Estou muito feliz por ter a oportunidade de apresentar-lhe esta doação valiosa de Van Peugeot, obtida graças aos esforços dos meus Lifeline Foundation, que generosamente forneceu gel sanitizante para a higiene que é muito importante como prevenção de doenças ".
. Sua Alteza Real Princesa Katherine anunciou projeto conjunto entre a Fundação e seu lar para crianças "Kolevka", para equipar sala sensorial lá. Este projeto é de um valor total de cerca de 2 milhões de dinares, e Sua Alteza Real Princesa Katherine Foundation usará o dinheiro arrecadado durante a participação príncipe Filipe em Belgrado, Marathon.
. Depois, HRH Princesa Katherine visitou Ginecologia do Departamento de Subotica Hospital onde foi recebida pelo Dr. Goran Bicanin, Diretor do Hospital Dr. Luka e Andjelic, Chefe do Departamento de Ginecologia. Sua Alteza fez uma doação valiosa de cadeiras de rodas, bombas de infusão e dispensadores com gel sanitizante de mão.
Sua Alteza Real Princesa Katherine dirigida médicos e enfermeiros no hospital e disse: "Estou muito feliz de ver que graças aos esforços de médicos e funcionários deste departamento é muito bem sucedido em ajudar as mulheres e bebês em Subotica.
. Princesa Katherine também visitou a escola primária e secundária "Zarko Zrenjanin", onde ela entregou aso administradores gel sanitizante de mão. Sua Alteza, com o apoio da Euro Atlantic Corporação empenhada em instalar dispensadores com gel sanitizante mão em todas as escolas primárias e secundárias em Subotica.
Belgrado, 28 de outubro de 2011 - Sua Alteza Real Princesa Katherine visitou Subotica hoje, onde ela fez doações valiosas obtidas graças a Organização Humanitária Lifeline Chicago, trabalhando sob o patrocínio da Princesa e do Atlântico Euro Corporação de Belgrado.
Princesa Katherine visitou pela primeira vez casa para crianças com deficiência "Kolevka", onde ela entregou um Van Peugeot Boxer, brinquedos para as crianças e dispensadores com gel sanitizante mão. At “Kolevka” HRH Crown Princess Katherine was welcomed by Mrs. Mirjana Cabric, Em "Kolevka" HRH Princesa Katherine foi recebido pela Sra. Mirjana Cabric, diretor do Lar, o Sr. Sasa Vucinic, Prefeito de Subotica, Mr. Slavko Parac, Presidente da Assembléia Subotica e Natasa Mrs. Aleksic, Presidente da Comissão Executiva do Kolevka, e muitos beneficiários com quem ela passou um tempo lindo na conversa.
Apesar de enfrentar o presente a princesa enfatizou: "Estou muito feliz por ter a oportunidade de apresentar-lhe esta doação valiosa de Van Peugeot, obtida graças aos esforços dos meus Lifeline Foundation, que generosamente forneceu gel sanitizante para a higiene que é muito importante como prevenção de doenças ".
. Sua Alteza Real Princesa Katherine anunciou projeto conjunto entre a Fundação e seu lar para crianças "Kolevka", para equipar sala sensorial lá. Este projeto é de um valor total de cerca de 2 milhões de dinares, e Sua Alteza Real Princesa Katherine Foundation usará o dinheiro arrecadado durante a participação príncipe Filipe em Belgrado, Marathon.
. Depois, HRH Princesa Katherine visitou Ginecologia do Departamento de Subotica Hospital onde foi recebida pelo Dr. Goran Bicanin, Diretor do Hospital Dr. Luka e Andjelic, Chefe do Departamento de Ginecologia. Sua Alteza fez uma doação valiosa de cadeiras de rodas, bombas de infusão e dispensadores com gel sanitizante de mão.
Sua Alteza Real Princesa Katherine dirigida médicos e enfermeiros no hospital e disse: "Estou muito feliz de ver que graças aos esforços de médicos e funcionários deste departamento é muito bem sucedido em ajudar as mulheres e bebês em Subotica.
. Princesa Katherine também visitou a escola primária e secundária "Zarko Zrenjanin", onde ela entregou aso administradores gel sanitizante de mão. Sua Alteza, com o apoio da Euro Atlantic Corporação empenhada em instalar dispensadores com gel sanitizante mão em todas as escolas primárias e secundárias em Subotica.
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