O emir do Kuwait, Sabah al-Sabah, aceitou esta tarde a proposta de demissão apresentada pelo governo do seu sobrinho Nasser al-Sabah. A par da decisão, o emir ditou que o parlamento permanecerá em funções até serem convocadas eleições antecipadas num prazo máximo de 60 dias.
No seio da oposição, a decisão do emir de manter o governo em gestão espoletou reacções negativas, já que o objectivo máximo dos últimos protestos tem sido o apelo à demissão do primeiro-ministro, acusado de corrupção.
Na origem das manifestações está o escândalo de corrupção que rebentou no passado mês de Junho. Em causa estão as alegações de que o primeiro-ministro terá subornado membros do parlamento com o intuito de os levar a transferir dinheiro para contas bancárias no estrangeiro.
Para além de condenar o alegado esquema de corrupção, a oposição do Kuwait, que vai desde islamitas a liberais, tem vindo a acusar as autoridades de limitarem a abertura política e de recorrerem a pesadas medidas para silenciar as vozes dissidentes do regime.
Mas a renúncia do governo não parece estar a calar os ecos da oposição. A verdade é que a família al-Sabah, que governa o país, se tem mostrado muito resistente ao cenário político pouco favorável dos últimos tempos. O primeiro-ministro sobreviveu inclusivamente a três moções de censura e iria apresentar-se amanhã para mais um interrogatório sobre assuntos do governo.
Na sombra fica a especulação de que o emir Sabah al-Sabah poderá reconduzir Nasser al-Sabah para o lugar de primeiro-ministro depois das novas eleições legislativas, ainda por agendar.
Apesar da demissão do governo, permanece portanto fraca a esperança de que os tumultos possam desafiar o sistema político do Kuwait - uma monarquia constitucional com grandes raízes familiares e com um parlamento que tem o maior poder de todos os órgãos eleitos na generalidade dos países do Golfo.
A Primavera Árabe continua, agora com o país do petróleo a juntar-se à saga de protestos e violência contra os regimes autocráticos em vigor que assombrou o mundo árabe .
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
AUSTRALIA RECEB MARINERS AMERICANOS
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta quarta-feira (16) que vai enviar fuzileiros navais para o Norte da Austrália. Em visita ao país, Obama disse que aproximadamente 2,5 mil militares equipados vão operar a partir da cidade de Darwin - a principal e maior da Região Norte australiana.
Segundo Obama, o envio dos militares é a confirmação de seu compromisso com o Norte da Austrália. Porém, o governo da China, por meio do Ministério das Relações Exteriores, reagiu. Para os chineses, há dúvidas sobre a necessidade de enviar os militares para a Austrália.
Nos últimos anos, a Austrália se aproximou mais dos Estados Unidos por meio do pacto Anzus (que reúne a Austrália, a Nova Zelândia e os Estados Unidos, a sigla usa as iniciais em inglês dos três países). O objetivo dos Anzus é formar uma aliança militar defensiva no Pacífico Sul. O grupo fo criada em 1951, com sede em Camberra, na Austrália.
Paralelamente, o governo australiano tenta incrementar as relações com a Ásia e com o Pacífico por meio da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), que engloba dez países, e do Fórum das Ilhas do Pacífico. A Austrália é uma monarquia parlamentarista vinculada ao Reino Unido, considerando a Rainha Elizabeth II como sua monarca.
Segundo Obama, o envio dos militares é a confirmação de seu compromisso com o Norte da Austrália. Porém, o governo da China, por meio do Ministério das Relações Exteriores, reagiu. Para os chineses, há dúvidas sobre a necessidade de enviar os militares para a Austrália.
Nos últimos anos, a Austrália se aproximou mais dos Estados Unidos por meio do pacto Anzus (que reúne a Austrália, a Nova Zelândia e os Estados Unidos, a sigla usa as iniciais em inglês dos três países). O objetivo dos Anzus é formar uma aliança militar defensiva no Pacífico Sul. O grupo fo criada em 1951, com sede em Camberra, na Austrália.
Paralelamente, o governo australiano tenta incrementar as relações com a Ásia e com o Pacífico por meio da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), que engloba dez países, e do Fórum das Ilhas do Pacífico. A Austrália é uma monarquia parlamentarista vinculada ao Reino Unido, considerando a Rainha Elizabeth II como sua monarca.
PELA FRONTEIRA JORDANIANA PASSAM MUITO ARMAMENTO PARA SIRIA
As detenções ocorreram em vários pontos desse estado fronteiriço com a Jordânia, e entre os apetrechos bélicos mostrados hoje pela televisão síria estão lança foguetes do modelo RPG, fuzis e pistolas de vários tipos, granadas de mão, munições diversas, explosivos.
A agência de informas SANA informa, por sua vez, que foram aprendidos também com os bandidos métodos de treinamento e de seguimento destes, planos para realizar emboscadas, mapas detalhados para ataques na província de Daraa de distintos pontos contra propriedades públicas e privadas e postos das forças de segurança.
O ministro de Estado para Assuntos de Imprensa e Comunicação da Jordânia, Rakan a o-Majali, que atua como o porta-voz oficial deste governo, expressou na quinta-feira que ocorreram operações de infiltração de armamento do território jordaniano para a Síria, e que as autoridades começaram a trabalhar para detê-lo.
O governo do presidente Bashar al-Assad vem denunciando que a partir de países vizinhos se canalizaram e se infiltram apetrechos bélicos para os grupos armados. Inclusive, o presidente disse à televisão russa que existem muitas evidências e que se investiga se existe uma conexão entre essas operações e as autoridades desses estados.
Al-Majali afirmou que um acontecimento na cidade jordaniana de Ramtha (norte deste país) serve de prova sobre esse tráfico clandestino de armamento, e que esse acontecimento não é único.
O porta-voz da monarquia que encabeça o Rei Abdullah II disse que as autoridades de Amã estão preocupadas e conscientes desse problema, e que rechaçam o contrabando de armas para a Síria.
A agência de informação Cham Press informa que indivíduos armados assassinaram o diretor da escola el-Halhoul em Me a'arrat el-Numan, na província de Idleb fronteiriça com a Turquia.
Segundo relata a fonte, o docente encontrava-se na porta do centro escolar quando dois indivíduos mascarados dispararam de uma moto.
A televisão apresentou Adham Samir Hassan Agha, outro dos chefes desses grupos preso, que confessou ter participado em ataques contra postos das forças de segurança, sequestros e assassinatos de civis, bem como também em chantagens e roubos.
Em suas confissões, disse que participou nos protestos anti-governamentais desde o início da crise por instigação do emir Abdul Bari el-Kunn, muezin da mesquita de Riyad el-Salihin por 10 dólares por cada manifestação.
Muezim, também chamado almuadem ou almuédão, é o membro de uma mesquita encarregado de realizar o chamado à oração o 'adhan' cinco vezes ao dia a partir do minarete (torre) do templo muçulmano.
Os outros integrantes do grupo de Hassan Agha, identificados como Abdul Bari, Mohammad el-Hassan, Abdul-Mon'em Kolko e Kahled Zaarour, também capturados, usaram lança-foguetes RPG para atacar pontos de controle das forças de segurança, manifestou o declarante.
Disse que ajudaram a infiltrar as armas através de el-Qseir, entre elas 10 lança-foguetes RPG, 13 rifles automáticos e três escopetas de carregamento manual. Usaram-nas também na comunidade de o-Insha'at, na província de Homs.
Em um novo informe, as autoridades sírias informaram ontem à noite da morte de outros 12 efetivos do Exército, da Polícia e dos corpos de Segurança, que foram sepultados no dia anterior.
Com isso somam-se 43 mortos desde o último domingo, quando se informou o falecimento de 16.
Entre os últimos 12 figuram o tenente coronel Salem Yunus el-Salem, de Homs, e o primeiro tenente Khaldoun Jamil Ghalieh, oriundo de Lattakia.
A agência de informas SANA informa, por sua vez, que foram aprendidos também com os bandidos métodos de treinamento e de seguimento destes, planos para realizar emboscadas, mapas detalhados para ataques na província de Daraa de distintos pontos contra propriedades públicas e privadas e postos das forças de segurança.
O ministro de Estado para Assuntos de Imprensa e Comunicação da Jordânia, Rakan a o-Majali, que atua como o porta-voz oficial deste governo, expressou na quinta-feira que ocorreram operações de infiltração de armamento do território jordaniano para a Síria, e que as autoridades começaram a trabalhar para detê-lo.
O governo do presidente Bashar al-Assad vem denunciando que a partir de países vizinhos se canalizaram e se infiltram apetrechos bélicos para os grupos armados. Inclusive, o presidente disse à televisão russa que existem muitas evidências e que se investiga se existe uma conexão entre essas operações e as autoridades desses estados.
Al-Majali afirmou que um acontecimento na cidade jordaniana de Ramtha (norte deste país) serve de prova sobre esse tráfico clandestino de armamento, e que esse acontecimento não é único.
O porta-voz da monarquia que encabeça o Rei Abdullah II disse que as autoridades de Amã estão preocupadas e conscientes desse problema, e que rechaçam o contrabando de armas para a Síria.
A agência de informação Cham Press informa que indivíduos armados assassinaram o diretor da escola el-Halhoul em Me a'arrat el-Numan, na província de Idleb fronteiriça com a Turquia.
Segundo relata a fonte, o docente encontrava-se na porta do centro escolar quando dois indivíduos mascarados dispararam de uma moto.
A televisão apresentou Adham Samir Hassan Agha, outro dos chefes desses grupos preso, que confessou ter participado em ataques contra postos das forças de segurança, sequestros e assassinatos de civis, bem como também em chantagens e roubos.
Em suas confissões, disse que participou nos protestos anti-governamentais desde o início da crise por instigação do emir Abdul Bari el-Kunn, muezin da mesquita de Riyad el-Salihin por 10 dólares por cada manifestação.
Muezim, também chamado almuadem ou almuédão, é o membro de uma mesquita encarregado de realizar o chamado à oração o 'adhan' cinco vezes ao dia a partir do minarete (torre) do templo muçulmano.
Os outros integrantes do grupo de Hassan Agha, identificados como Abdul Bari, Mohammad el-Hassan, Abdul-Mon'em Kolko e Kahled Zaarour, também capturados, usaram lança-foguetes RPG para atacar pontos de controle das forças de segurança, manifestou o declarante.
Disse que ajudaram a infiltrar as armas através de el-Qseir, entre elas 10 lança-foguetes RPG, 13 rifles automáticos e três escopetas de carregamento manual. Usaram-nas também na comunidade de o-Insha'at, na província de Homs.
Em um novo informe, as autoridades sírias informaram ontem à noite da morte de outros 12 efetivos do Exército, da Polícia e dos corpos de Segurança, que foram sepultados no dia anterior.
Com isso somam-se 43 mortos desde o último domingo, quando se informou o falecimento de 16.
Entre os últimos 12 figuram o tenente coronel Salem Yunus el-Salem, de Homs, e o primeiro tenente Khaldoun Jamil Ghalieh, oriundo de Lattakia.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
DALAI LAMA REZA PELOS IMOLADOS PELO TIBETE
O dalai-lama, líder espiritual do Tibete, jejuou e liderou preces nesta quarta-feira em homenagem aos nove tibetanos que se auto imolaram com fogo em protesto contra o domínio chinês no Tibete, enquanto o regime de Pequim criticou o líder tibetano por incitar o "terrorismo camuflado".
O serviço religioso do dalai-lama durou 90 minutos no Templo de Tsuglakhang, na cidade no norte da Índia de Dharmsala, onde ele vive no exílio. O serviço lembrou os nove monges, ex-monges e uma monja que se mataram com fogo desde março, a maioria numa província do oeste da China e perto da fronteira tibetana.
O novo primeiro-ministro do governo do Tibete no exílio, Lobsang Sangay, fez um apelo à China para que pare de controlar a religião no Tibete e pediu às Nações Unidas que enviem uma missão investigadora ao Himalaia. "Nós pedimos ao governo chinês que interrompa imediatamente suas políticas repressivas no Tibete e resolva a questão por meios pacíficos", disse Sangay.
Também ocorreram preces em homenagem aos tibetanos em Nova Délhi, capital da Índia.
Em Pequim, o Ministério das Relações Exteriores da China condenou as imolações mas dirigiu suas críticas ao dalai-lama, ao afirmar que ele incita ao terrorismo.
"Logo após os incidentes, as forças de independência do Tibete e o dalai-lama não criticaram os casos, mas ao contrário glorificaram os incidentes e incitaram mais pessoas a seguirem esse caminho", disse a porta-voz da chancelaria chinesa, Jiang Yu. "Como sabemos, essa atividade feita ao custo de vidas humanas é um terrorismo camuflado".
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O serviço religioso do dalai-lama durou 90 minutos no Templo de Tsuglakhang, na cidade no norte da Índia de Dharmsala, onde ele vive no exílio. O serviço lembrou os nove monges, ex-monges e uma monja que se mataram com fogo desde março, a maioria numa província do oeste da China e perto da fronteira tibetana.
O novo primeiro-ministro do governo do Tibete no exílio, Lobsang Sangay, fez um apelo à China para que pare de controlar a religião no Tibete e pediu às Nações Unidas que enviem uma missão investigadora ao Himalaia. "Nós pedimos ao governo chinês que interrompa imediatamente suas políticas repressivas no Tibete e resolva a questão por meios pacíficos", disse Sangay.
Também ocorreram preces em homenagem aos tibetanos em Nova Délhi, capital da Índia.
Em Pequim, o Ministério das Relações Exteriores da China condenou as imolações mas dirigiu suas críticas ao dalai-lama, ao afirmar que ele incita ao terrorismo.
"Logo após os incidentes, as forças de independência do Tibete e o dalai-lama não criticaram os casos, mas ao contrário glorificaram os incidentes e incitaram mais pessoas a seguirem esse caminho", disse a porta-voz da chancelaria chinesa, Jiang Yu. "Como sabemos, essa atividade feita ao custo de vidas humanas é um terrorismo camuflado".
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PAPA RECONHECE O USO DESFORCO PELO CRISTIANISMO
O Papa Bento XVI, declarou, durante um evento ecumênico na Basílica de Assis, que é fato que o cristianismo usou a força ao longo de sua história.
Bento XVI quer Maior Diálogo com Protestantes e Muçulmanos
Papa Bento XVI se diz ‘Perplexo’ com Avanço das Igrejas Petencostais
"Como Cristão lhes direi: sim, na história recorremos à violência em nome da fé cristã. Reconhecemos isso com vergonha, cheios de vergonha. Isto foi uma utilização abusiva da fé cristã, em oposição evidente à verdadeira natureza" da religião, disse o Pap.
O evento teve a participação de 300 líderes religiosos de todo o mundo entre cristãos, judeus, muçulmanos e budistas.
Seu antecessor, João Paulo II já havia reconhecido a culpa de Cristãos e se desculpado por atos de violência abusivos praticados ao longo da história.
Bento XVI também condenou o terrorismo e reconheceu que a religião é um dos principais focos deste tipo de agressão.
"Sabemos que às vezes o terrorismo tem motivação religiosa e precisamente o caráter religioso dos ataques serve de justificativa para a crueldade implacável, que acredita poder relegar as regras do direito a favor do objetivo buscado", disse o pontífice.
O Papa fez as afirmações referindo-se aos atos de violência praticados em nome da religião por cristãos, muçulmanos, judeus, hindus fundamentalistas que são intolerantes com relação à construção de locais de culto, bem como com que professa sua fé de forma particular e até mesmo com relação à expressão pública de outra religiões.
De acordo com a Band News, o pontífice acrescentou em seu discurso que a negação de Deus também pode levar a um nível de violência que não conhece fronteiras. Os campos de concentração nazistas, na Segunda Guerra Mundial são um exemplo que ele aponta.
Bento XVI quer Maior Diálogo com Protestantes e Muçulmanos
Papa Bento XVI se diz ‘Perplexo’ com Avanço das Igrejas Petencostais
"Como Cristão lhes direi: sim, na história recorremos à violência em nome da fé cristã. Reconhecemos isso com vergonha, cheios de vergonha. Isto foi uma utilização abusiva da fé cristã, em oposição evidente à verdadeira natureza" da religião, disse o Pap.
O evento teve a participação de 300 líderes religiosos de todo o mundo entre cristãos, judeus, muçulmanos e budistas.
Seu antecessor, João Paulo II já havia reconhecido a culpa de Cristãos e se desculpado por atos de violência abusivos praticados ao longo da história.
Bento XVI também condenou o terrorismo e reconheceu que a religião é um dos principais focos deste tipo de agressão.
"Sabemos que às vezes o terrorismo tem motivação religiosa e precisamente o caráter religioso dos ataques serve de justificativa para a crueldade implacável, que acredita poder relegar as regras do direito a favor do objetivo buscado", disse o pontífice.
O Papa fez as afirmações referindo-se aos atos de violência praticados em nome da religião por cristãos, muçulmanos, judeus, hindus fundamentalistas que são intolerantes com relação à construção de locais de culto, bem como com que professa sua fé de forma particular e até mesmo com relação à expressão pública de outra religiões.
De acordo com a Band News, o pontífice acrescentou em seu discurso que a negação de Deus também pode levar a um nível de violência que não conhece fronteiras. Os campos de concentração nazistas, na Segunda Guerra Mundial são um exemplo que ele aponta.
RAINHA ELIZABETH VOLTA AO REINO UNIDO
Rainha Elizabeth 2ª e seu marido, o príncipe Philip, encerraram neste sábado sua visita oficial à Austrália após dezenas de milhares de pessoas terem se reunido para se despedir dos dois em um churrasco realizado na beira de um rio.
A monarca disse à multidão que acompanhou o almoço no Swan River, na cidade de Perth, na costa oeste do país, que ela retornará a Londres com boas lembranças de sua 16ª visita à Austrália desde 1954. Depois do evento, Elizabeth 2ª embarcou em um voo fretado para uma viagem de 18 horas de volta à Inglaterra.
O principal objetivo da visita que durou dez dias era participar da abertura da reunião bienal da Comunidade Britânica (Commonwealth) na sexta-feira. No evento, os líderes presentes dos países membros decidiram modificar as leis sobre os direitos ao trono britânico.
Mais de mil anos de história real mudarão para dar a homens e mulheres as mesmas chances de assumir a coroa. Além disso, será anulada também a proibição ao monarca de ter um cônjuge católico
A monarca disse à multidão que acompanhou o almoço no Swan River, na cidade de Perth, na costa oeste do país, que ela retornará a Londres com boas lembranças de sua 16ª visita à Austrália desde 1954. Depois do evento, Elizabeth 2ª embarcou em um voo fretado para uma viagem de 18 horas de volta à Inglaterra.
O principal objetivo da visita que durou dez dias era participar da abertura da reunião bienal da Comunidade Britânica (Commonwealth) na sexta-feira. No evento, os líderes presentes dos países membros decidiram modificar as leis sobre os direitos ao trono britânico.
Mais de mil anos de história real mudarão para dar a homens e mulheres as mesmas chances de assumir a coroa. Além disso, será anulada também a proibição ao monarca de ter um cônjuge católico
RAINHA ELIZABETH FAZ VISITA A AUSTRALIA
A rainha Elizabeth II da Inglaterra foi recebida nesta quarta-feira por 21 salvas de canhão e centenas de estudantes que agitavam bandeiras em seu desembarque em Canberra, para sua 16ª visita à Austrália.
A rainha de 85 anos desceu do Boeing 777 decorado com a bandeira da monarquia britânica e foi recepcionada pela governadora geral Quentin Bryce, representante da coroa na Austrália.
Bryce apresentou a rainha e seu marido, o príncipe Philip, à primeira-ministra australiana Julia Gillard, uma republicana intransigente que apertou a mão da monarca, mas não fez uma reverência.
Uma banda de uniforme vermelho tocou o hino "God save the Queen", enquanto a rainha, vestida de verde e azul, revistava as tropas.
Margaret Cunningham, que quando era criança entregou um ramo de flores a Elizabeth II em sua primeira visita, em 1954, também presenteou a rainha com flores nesta ocasião.
A rainha de 85 anos desceu do Boeing 777 decorado com a bandeira da monarquia britânica e foi recepcionada pela governadora geral Quentin Bryce, representante da coroa na Austrália.
Bryce apresentou a rainha e seu marido, o príncipe Philip, à primeira-ministra australiana Julia Gillard, uma republicana intransigente que apertou a mão da monarca, mas não fez uma reverência.
Uma banda de uniforme vermelho tocou o hino "God save the Queen", enquanto a rainha, vestida de verde e azul, revistava as tropas.
Margaret Cunningham, que quando era criança entregou um ramo de flores a Elizabeth II em sua primeira visita, em 1954, também presenteou a rainha com flores nesta ocasião.
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