O Ministério do Interior do Bahrein anunciou no sábado a detenção de uma suposta célula terrorista que planeava ataques contra personalidades e importantes instalações do país, bem como contra a embaixada saudita em Manama.
Numa conferência, o porta-voz oficial do Ministério, Tareq al-Hassan, afirmou que a célula era composta por cinco pessoas de nacionalidade bareinita e que deviam ser xiitas, embora não tenham confessado as informações.
Entre os alvos do grupo estava o Ministério do Interior, a ponte que liga o Bahrein à Arábia Saudita e a embaixada saudita em Manama, o que lembra a suposta conspiração iraniana em Outubro contra a embaixada da Arábia Saudita no estado de Washington.
O porta-voz relatou que quatro integrantes do grupo foram detidos pelas forças de segurança no Qatar, aonde chegaram da Arábia Saudita, enquanto o quinto foi capturado mesmo no Bahrein.
No veículo dos primeiros presos foi encontrada documentação e informações sobre várias instalações vitais localizadas naquele Estado.
Al-Hassan revelou que dentro do carro havia passagens de avião com destino à Síria e quantidade não especificada de dólares. As autoridades do Qatar interrogaram os presos, que confessaram que o seu objectivo era criar uma organização para lançar ataques contra instituições e personalidades bareinitas.Os detidos saíram ilegalmente do Bahrein, instigados por outras pessoas, com destino ao Irão através do território do Qatar e da Síria, segundo o porta-voz. O desmantelamento desta suposta célula aconteceu depois que dezenas de opositores, em grande parte xiitas, terem sido detidos nos últimos meses, acusados de querer derrubar o regime bareinita.
As detenções foram realizadas após os protestos políticos que começaram em Fevereiro deste ano e evidenciaram a fractura confessional no país, onde 70 por cento da população é xiita, mas o governodo país está nas mãos de uma monarquia sunita, o que é posto em causa.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
PRINCIPE WILLIAM SERA EMBAIXADOR DOS JOGOS DE LONDRES
Representantes do governo britânico informaram nesta quinta-feira que o príncipe William Arthur Philip Louis e a sua esposa, Catherine Middleton, que se tornaram duque e duquesa de Cambridge após se casarem em abril, serão embaixadores oficiais dos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres. Além do casal, o príncipe Harry, irmão de William, foi nomeado como outro embaixador da competição.
O trio foi escolhido para ajudar a desempenhar um papel ativo na missão de encorajar e inspirar o povo britânico a apoiar a realização da Olimpíada e da Paraolimpíada que serão disputadas na capital inglesa no próximo ano.
Por meio de mensagem enviada pelo Palácio St. James, residência oficial da monarquia britânica, William afirmou que toda a sua família está ansiosa pelos próximos Jogos Olímpicos, que estão marcados para acontecer entre 27 de julho e 12 de agosto de 2012.
Com o anúncio oficial desta quinta-feira, William, Catherine e Harry se juntaram a 27 atletas olímpicos que foram nomeados anteriormente como embaixadores da competição pela Associação Olímpica Britânica.
O trio foi escolhido para ajudar a desempenhar um papel ativo na missão de encorajar e inspirar o povo britânico a apoiar a realização da Olimpíada e da Paraolimpíada que serão disputadas na capital inglesa no próximo ano.
Por meio de mensagem enviada pelo Palácio St. James, residência oficial da monarquia britânica, William afirmou que toda a sua família está ansiosa pelos próximos Jogos Olímpicos, que estão marcados para acontecer entre 27 de julho e 12 de agosto de 2012.
Com o anúncio oficial desta quinta-feira, William, Catherine e Harry se juntaram a 27 atletas olímpicos que foram nomeados anteriormente como embaixadores da competição pela Associação Olímpica Britânica.
GOVERNO DO KUWAIT EH DEMISSIONARIO ACUSADO DE CORRUPCAO
O emir do Kuwait, Sabah al-Sabah, aceitou esta tarde a proposta de demissão apresentada pelo governo do seu sobrinho Nasser al-Sabah. A par da decisão, o emir ditou que o parlamento permanecerá em funções até serem convocadas eleições antecipadas num prazo máximo de 60 dias.
No seio da oposição, a decisão do emir de manter o governo em gestão espoletou reacções negativas, já que o objectivo máximo dos últimos protestos tem sido o apelo à demissão do primeiro-ministro, acusado de corrupção.
Na origem das manifestações está o escândalo de corrupção que rebentou no passado mês de Junho. Em causa estão as alegações de que o primeiro-ministro terá subornado membros do parlamento com o intuito de os levar a transferir dinheiro para contas bancárias no estrangeiro.
Para além de condenar o alegado esquema de corrupção, a oposição do Kuwait, que vai desde islamitas a liberais, tem vindo a acusar as autoridades de limitarem a abertura política e de recorrerem a pesadas medidas para silenciar as vozes dissidentes do regime.
Mas a renúncia do governo não parece estar a calar os ecos da oposição. A verdade é que a família al-Sabah, que governa o país, se tem mostrado muito resistente ao cenário político pouco favorável dos últimos tempos. O primeiro-ministro sobreviveu inclusivamente a três moções de censura e iria apresentar-se amanhã para mais um interrogatório sobre assuntos do governo.
Na sombra fica a especulação de que o emir Sabah al-Sabah poderá reconduzir Nasser al-Sabah para o lugar de primeiro-ministro depois das novas eleições legislativas, ainda por agendar.
Apesar da demissão do governo, permanece portanto fraca a esperança de que os tumultos possam desafiar o sistema político do Kuwait - uma monarquia constitucional com grandes raízes familiares e com um parlamento que tem o maior poder de todos os órgãos eleitos na generalidade dos países do Golfo.
A Primavera Árabe continua, agora com o país do petróleo a juntar-se à saga de protestos e violência contra os regimes autocráticos em vigor que assombrou o mundo árabe .
No seio da oposição, a decisão do emir de manter o governo em gestão espoletou reacções negativas, já que o objectivo máximo dos últimos protestos tem sido o apelo à demissão do primeiro-ministro, acusado de corrupção.
Na origem das manifestações está o escândalo de corrupção que rebentou no passado mês de Junho. Em causa estão as alegações de que o primeiro-ministro terá subornado membros do parlamento com o intuito de os levar a transferir dinheiro para contas bancárias no estrangeiro.
Para além de condenar o alegado esquema de corrupção, a oposição do Kuwait, que vai desde islamitas a liberais, tem vindo a acusar as autoridades de limitarem a abertura política e de recorrerem a pesadas medidas para silenciar as vozes dissidentes do regime.
Mas a renúncia do governo não parece estar a calar os ecos da oposição. A verdade é que a família al-Sabah, que governa o país, se tem mostrado muito resistente ao cenário político pouco favorável dos últimos tempos. O primeiro-ministro sobreviveu inclusivamente a três moções de censura e iria apresentar-se amanhã para mais um interrogatório sobre assuntos do governo.
Na sombra fica a especulação de que o emir Sabah al-Sabah poderá reconduzir Nasser al-Sabah para o lugar de primeiro-ministro depois das novas eleições legislativas, ainda por agendar.
Apesar da demissão do governo, permanece portanto fraca a esperança de que os tumultos possam desafiar o sistema político do Kuwait - uma monarquia constitucional com grandes raízes familiares e com um parlamento que tem o maior poder de todos os órgãos eleitos na generalidade dos países do Golfo.
A Primavera Árabe continua, agora com o país do petróleo a juntar-se à saga de protestos e violência contra os regimes autocráticos em vigor que assombrou o mundo árabe .
AUSTRALIA RECEB MARINERS AMERICANOS
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta quarta-feira (16) que vai enviar fuzileiros navais para o Norte da Austrália. Em visita ao país, Obama disse que aproximadamente 2,5 mil militares equipados vão operar a partir da cidade de Darwin - a principal e maior da Região Norte australiana.
Segundo Obama, o envio dos militares é a confirmação de seu compromisso com o Norte da Austrália. Porém, o governo da China, por meio do Ministério das Relações Exteriores, reagiu. Para os chineses, há dúvidas sobre a necessidade de enviar os militares para a Austrália.
Nos últimos anos, a Austrália se aproximou mais dos Estados Unidos por meio do pacto Anzus (que reúne a Austrália, a Nova Zelândia e os Estados Unidos, a sigla usa as iniciais em inglês dos três países). O objetivo dos Anzus é formar uma aliança militar defensiva no Pacífico Sul. O grupo fo criada em 1951, com sede em Camberra, na Austrália.
Paralelamente, o governo australiano tenta incrementar as relações com a Ásia e com o Pacífico por meio da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), que engloba dez países, e do Fórum das Ilhas do Pacífico. A Austrália é uma monarquia parlamentarista vinculada ao Reino Unido, considerando a Rainha Elizabeth II como sua monarca.
Segundo Obama, o envio dos militares é a confirmação de seu compromisso com o Norte da Austrália. Porém, o governo da China, por meio do Ministério das Relações Exteriores, reagiu. Para os chineses, há dúvidas sobre a necessidade de enviar os militares para a Austrália.
Nos últimos anos, a Austrália se aproximou mais dos Estados Unidos por meio do pacto Anzus (que reúne a Austrália, a Nova Zelândia e os Estados Unidos, a sigla usa as iniciais em inglês dos três países). O objetivo dos Anzus é formar uma aliança militar defensiva no Pacífico Sul. O grupo fo criada em 1951, com sede em Camberra, na Austrália.
Paralelamente, o governo australiano tenta incrementar as relações com a Ásia e com o Pacífico por meio da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), que engloba dez países, e do Fórum das Ilhas do Pacífico. A Austrália é uma monarquia parlamentarista vinculada ao Reino Unido, considerando a Rainha Elizabeth II como sua monarca.
PELA FRONTEIRA JORDANIANA PASSAM MUITO ARMAMENTO PARA SIRIA
As detenções ocorreram em vários pontos desse estado fronteiriço com a Jordânia, e entre os apetrechos bélicos mostrados hoje pela televisão síria estão lança foguetes do modelo RPG, fuzis e pistolas de vários tipos, granadas de mão, munições diversas, explosivos.
A agência de informas SANA informa, por sua vez, que foram aprendidos também com os bandidos métodos de treinamento e de seguimento destes, planos para realizar emboscadas, mapas detalhados para ataques na província de Daraa de distintos pontos contra propriedades públicas e privadas e postos das forças de segurança.
O ministro de Estado para Assuntos de Imprensa e Comunicação da Jordânia, Rakan a o-Majali, que atua como o porta-voz oficial deste governo, expressou na quinta-feira que ocorreram operações de infiltração de armamento do território jordaniano para a Síria, e que as autoridades começaram a trabalhar para detê-lo.
O governo do presidente Bashar al-Assad vem denunciando que a partir de países vizinhos se canalizaram e se infiltram apetrechos bélicos para os grupos armados. Inclusive, o presidente disse à televisão russa que existem muitas evidências e que se investiga se existe uma conexão entre essas operações e as autoridades desses estados.
Al-Majali afirmou que um acontecimento na cidade jordaniana de Ramtha (norte deste país) serve de prova sobre esse tráfico clandestino de armamento, e que esse acontecimento não é único.
O porta-voz da monarquia que encabeça o Rei Abdullah II disse que as autoridades de Amã estão preocupadas e conscientes desse problema, e que rechaçam o contrabando de armas para a Síria.
A agência de informação Cham Press informa que indivíduos armados assassinaram o diretor da escola el-Halhoul em Me a'arrat el-Numan, na província de Idleb fronteiriça com a Turquia.
Segundo relata a fonte, o docente encontrava-se na porta do centro escolar quando dois indivíduos mascarados dispararam de uma moto.
A televisão apresentou Adham Samir Hassan Agha, outro dos chefes desses grupos preso, que confessou ter participado em ataques contra postos das forças de segurança, sequestros e assassinatos de civis, bem como também em chantagens e roubos.
Em suas confissões, disse que participou nos protestos anti-governamentais desde o início da crise por instigação do emir Abdul Bari el-Kunn, muezin da mesquita de Riyad el-Salihin por 10 dólares por cada manifestação.
Muezim, também chamado almuadem ou almuédão, é o membro de uma mesquita encarregado de realizar o chamado à oração o 'adhan' cinco vezes ao dia a partir do minarete (torre) do templo muçulmano.
Os outros integrantes do grupo de Hassan Agha, identificados como Abdul Bari, Mohammad el-Hassan, Abdul-Mon'em Kolko e Kahled Zaarour, também capturados, usaram lança-foguetes RPG para atacar pontos de controle das forças de segurança, manifestou o declarante.
Disse que ajudaram a infiltrar as armas através de el-Qseir, entre elas 10 lança-foguetes RPG, 13 rifles automáticos e três escopetas de carregamento manual. Usaram-nas também na comunidade de o-Insha'at, na província de Homs.
Em um novo informe, as autoridades sírias informaram ontem à noite da morte de outros 12 efetivos do Exército, da Polícia e dos corpos de Segurança, que foram sepultados no dia anterior.
Com isso somam-se 43 mortos desde o último domingo, quando se informou o falecimento de 16.
Entre os últimos 12 figuram o tenente coronel Salem Yunus el-Salem, de Homs, e o primeiro tenente Khaldoun Jamil Ghalieh, oriundo de Lattakia.
A agência de informas SANA informa, por sua vez, que foram aprendidos também com os bandidos métodos de treinamento e de seguimento destes, planos para realizar emboscadas, mapas detalhados para ataques na província de Daraa de distintos pontos contra propriedades públicas e privadas e postos das forças de segurança.
O ministro de Estado para Assuntos de Imprensa e Comunicação da Jordânia, Rakan a o-Majali, que atua como o porta-voz oficial deste governo, expressou na quinta-feira que ocorreram operações de infiltração de armamento do território jordaniano para a Síria, e que as autoridades começaram a trabalhar para detê-lo.
O governo do presidente Bashar al-Assad vem denunciando que a partir de países vizinhos se canalizaram e se infiltram apetrechos bélicos para os grupos armados. Inclusive, o presidente disse à televisão russa que existem muitas evidências e que se investiga se existe uma conexão entre essas operações e as autoridades desses estados.
Al-Majali afirmou que um acontecimento na cidade jordaniana de Ramtha (norte deste país) serve de prova sobre esse tráfico clandestino de armamento, e que esse acontecimento não é único.
O porta-voz da monarquia que encabeça o Rei Abdullah II disse que as autoridades de Amã estão preocupadas e conscientes desse problema, e que rechaçam o contrabando de armas para a Síria.
A agência de informação Cham Press informa que indivíduos armados assassinaram o diretor da escola el-Halhoul em Me a'arrat el-Numan, na província de Idleb fronteiriça com a Turquia.
Segundo relata a fonte, o docente encontrava-se na porta do centro escolar quando dois indivíduos mascarados dispararam de uma moto.
A televisão apresentou Adham Samir Hassan Agha, outro dos chefes desses grupos preso, que confessou ter participado em ataques contra postos das forças de segurança, sequestros e assassinatos de civis, bem como também em chantagens e roubos.
Em suas confissões, disse que participou nos protestos anti-governamentais desde o início da crise por instigação do emir Abdul Bari el-Kunn, muezin da mesquita de Riyad el-Salihin por 10 dólares por cada manifestação.
Muezim, também chamado almuadem ou almuédão, é o membro de uma mesquita encarregado de realizar o chamado à oração o 'adhan' cinco vezes ao dia a partir do minarete (torre) do templo muçulmano.
Os outros integrantes do grupo de Hassan Agha, identificados como Abdul Bari, Mohammad el-Hassan, Abdul-Mon'em Kolko e Kahled Zaarour, também capturados, usaram lança-foguetes RPG para atacar pontos de controle das forças de segurança, manifestou o declarante.
Disse que ajudaram a infiltrar as armas através de el-Qseir, entre elas 10 lança-foguetes RPG, 13 rifles automáticos e três escopetas de carregamento manual. Usaram-nas também na comunidade de o-Insha'at, na província de Homs.
Em um novo informe, as autoridades sírias informaram ontem à noite da morte de outros 12 efetivos do Exército, da Polícia e dos corpos de Segurança, que foram sepultados no dia anterior.
Com isso somam-se 43 mortos desde o último domingo, quando se informou o falecimento de 16.
Entre os últimos 12 figuram o tenente coronel Salem Yunus el-Salem, de Homs, e o primeiro tenente Khaldoun Jamil Ghalieh, oriundo de Lattakia.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
DALAI LAMA REZA PELOS IMOLADOS PELO TIBETE
O dalai-lama, líder espiritual do Tibete, jejuou e liderou preces nesta quarta-feira em homenagem aos nove tibetanos que se auto imolaram com fogo em protesto contra o domínio chinês no Tibete, enquanto o regime de Pequim criticou o líder tibetano por incitar o "terrorismo camuflado".
O serviço religioso do dalai-lama durou 90 minutos no Templo de Tsuglakhang, na cidade no norte da Índia de Dharmsala, onde ele vive no exílio. O serviço lembrou os nove monges, ex-monges e uma monja que se mataram com fogo desde março, a maioria numa província do oeste da China e perto da fronteira tibetana.
O novo primeiro-ministro do governo do Tibete no exílio, Lobsang Sangay, fez um apelo à China para que pare de controlar a religião no Tibete e pediu às Nações Unidas que enviem uma missão investigadora ao Himalaia. "Nós pedimos ao governo chinês que interrompa imediatamente suas políticas repressivas no Tibete e resolva a questão por meios pacíficos", disse Sangay.
Também ocorreram preces em homenagem aos tibetanos em Nova Délhi, capital da Índia.
Em Pequim, o Ministério das Relações Exteriores da China condenou as imolações mas dirigiu suas críticas ao dalai-lama, ao afirmar que ele incita ao terrorismo.
"Logo após os incidentes, as forças de independência do Tibete e o dalai-lama não criticaram os casos, mas ao contrário glorificaram os incidentes e incitaram mais pessoas a seguirem esse caminho", disse a porta-voz da chancelaria chinesa, Jiang Yu. "Como sabemos, essa atividade feita ao custo de vidas humanas é um terrorismo camuflado".
.
O serviço religioso do dalai-lama durou 90 minutos no Templo de Tsuglakhang, na cidade no norte da Índia de Dharmsala, onde ele vive no exílio. O serviço lembrou os nove monges, ex-monges e uma monja que se mataram com fogo desde março, a maioria numa província do oeste da China e perto da fronteira tibetana.
O novo primeiro-ministro do governo do Tibete no exílio, Lobsang Sangay, fez um apelo à China para que pare de controlar a religião no Tibete e pediu às Nações Unidas que enviem uma missão investigadora ao Himalaia. "Nós pedimos ao governo chinês que interrompa imediatamente suas políticas repressivas no Tibete e resolva a questão por meios pacíficos", disse Sangay.
Também ocorreram preces em homenagem aos tibetanos em Nova Délhi, capital da Índia.
Em Pequim, o Ministério das Relações Exteriores da China condenou as imolações mas dirigiu suas críticas ao dalai-lama, ao afirmar que ele incita ao terrorismo.
"Logo após os incidentes, as forças de independência do Tibete e o dalai-lama não criticaram os casos, mas ao contrário glorificaram os incidentes e incitaram mais pessoas a seguirem esse caminho", disse a porta-voz da chancelaria chinesa, Jiang Yu. "Como sabemos, essa atividade feita ao custo de vidas humanas é um terrorismo camuflado".
.
PAPA RECONHECE O USO DESFORCO PELO CRISTIANISMO
O Papa Bento XVI, declarou, durante um evento ecumênico na Basílica de Assis, que é fato que o cristianismo usou a força ao longo de sua história.
Bento XVI quer Maior Diálogo com Protestantes e Muçulmanos
Papa Bento XVI se diz ‘Perplexo’ com Avanço das Igrejas Petencostais
"Como Cristão lhes direi: sim, na história recorremos à violência em nome da fé cristã. Reconhecemos isso com vergonha, cheios de vergonha. Isto foi uma utilização abusiva da fé cristã, em oposição evidente à verdadeira natureza" da religião, disse o Pap.
O evento teve a participação de 300 líderes religiosos de todo o mundo entre cristãos, judeus, muçulmanos e budistas.
Seu antecessor, João Paulo II já havia reconhecido a culpa de Cristãos e se desculpado por atos de violência abusivos praticados ao longo da história.
Bento XVI também condenou o terrorismo e reconheceu que a religião é um dos principais focos deste tipo de agressão.
"Sabemos que às vezes o terrorismo tem motivação religiosa e precisamente o caráter religioso dos ataques serve de justificativa para a crueldade implacável, que acredita poder relegar as regras do direito a favor do objetivo buscado", disse o pontífice.
O Papa fez as afirmações referindo-se aos atos de violência praticados em nome da religião por cristãos, muçulmanos, judeus, hindus fundamentalistas que são intolerantes com relação à construção de locais de culto, bem como com que professa sua fé de forma particular e até mesmo com relação à expressão pública de outra religiões.
De acordo com a Band News, o pontífice acrescentou em seu discurso que a negação de Deus também pode levar a um nível de violência que não conhece fronteiras. Os campos de concentração nazistas, na Segunda Guerra Mundial são um exemplo que ele aponta.
Bento XVI quer Maior Diálogo com Protestantes e Muçulmanos
Papa Bento XVI se diz ‘Perplexo’ com Avanço das Igrejas Petencostais
"Como Cristão lhes direi: sim, na história recorremos à violência em nome da fé cristã. Reconhecemos isso com vergonha, cheios de vergonha. Isto foi uma utilização abusiva da fé cristã, em oposição evidente à verdadeira natureza" da religião, disse o Pap.
O evento teve a participação de 300 líderes religiosos de todo o mundo entre cristãos, judeus, muçulmanos e budistas.
Seu antecessor, João Paulo II já havia reconhecido a culpa de Cristãos e se desculpado por atos de violência abusivos praticados ao longo da história.
Bento XVI também condenou o terrorismo e reconheceu que a religião é um dos principais focos deste tipo de agressão.
"Sabemos que às vezes o terrorismo tem motivação religiosa e precisamente o caráter religioso dos ataques serve de justificativa para a crueldade implacável, que acredita poder relegar as regras do direito a favor do objetivo buscado", disse o pontífice.
O Papa fez as afirmações referindo-se aos atos de violência praticados em nome da religião por cristãos, muçulmanos, judeus, hindus fundamentalistas que são intolerantes com relação à construção de locais de culto, bem como com que professa sua fé de forma particular e até mesmo com relação à expressão pública de outra religiões.
De acordo com a Band News, o pontífice acrescentou em seu discurso que a negação de Deus também pode levar a um nível de violência que não conhece fronteiras. Os campos de concentração nazistas, na Segunda Guerra Mundial são um exemplo que ele aponta.
Assinar:
Postagens (Atom)