O secretário-geral do Partido da Justiça e Desenvolvimento (PJD) do Marrocos, Abdelilah Benkirane, foi escolhido pelo rei Mohammed VI para chefiar o governo do país magrebino nesta terça-feira. Mohammed VI recebeu Benkirane na cidade montanhosa de Midelt e o nomeou chefe de governo, com a missão de formar uma coalizão governista. O Partido da Justiça e Desenvolvimento, considerado islâmico moderado, conquistou 107 das 395 cadeiras do Parlamento marroquino, quase o dobro do segundo partido nas eleições da sexta-feira passada.
Sob mudanças feitas em meados deste ano na Constituição do Marrocos, o primeiro-ministro agora é uma figura política mais forte que antes, com a função de "chefe de governo" e ele precisa ser escolhido dentro do partido que obtém o maior número de cadeiras no Parlamento. O PJD, assim, deverá testar os limites do novo cargo, uma vez que é o primeiro partido que saiu das urnas a ocupá-lo.
O PJD é considerado "moderado" no espectro das organizações islâmicas marroquinas e não insistiu em questões como a obrigatoriedade do uso do véu para as mulheres e também não proibiu a venda de bebidas alcoólicas, em grande parte consumidas por turistas europeus que visitam o país.
O PJD, ao invés disso, baseou sua plataforma eleitoral na luta contra a corrupção, na reforma do sistema educacional e no combate ao amplo desemprego.
A vitória do PJD no Marrocos se segue ao triunfo do Hizb al-Nahda (Partido Ennahda, ou Partido da Renascença) na Tunísia, no final de outubro. E os eleitores no Egito, que votam durante esse dias para escolher seu Parlamento, tendem a preferir a Irmandade Muçulmana egípcia, a qual poderá conquistar entre 30% e 40% dos votos.
Benkirane, eleito chefe do PJD em 2008, comanda uma facção mais simpática à monarquia e repetidamente manifestou apoio a um rei forte, mesmo que vários dos seus colegas prefiram um rei Mohammed VI com poderes enfraquecidos.
Apenas 6 milhões de eleitores, entre 13,5 milhões de eleitores inscritos e 21 milhões potenciais, votaram nas eleições da sexta-feira.
"O PJD sabe que a situação política no Marrocos é muito tensa", disse Benkirane no domingo. "Eu prometo um governo forte que dará esperança aos marroquinos", ele disse. Ele afirmou que os ministros serão escolhidos pela competência e não por indicações políticas
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
XIITS REPRIMIDOS NO BAHREIN NOVAMENTE
Opositores bareinitas denunciaram hoje a repressão policial contra xiitas no povoado de Aali, três dias depois de um relatório independente acusar à dinastia Al-Khalifa de emprego excessivo da força contra manifestantes.
Os ativistas de diferentes grupos políticos organizaram marchas na sexta-feira e preveem repeti-las neste sábado para desafiar os obstáculos interpostos pelas autoridades desta ilha do Golfo Pérsico governada pelo rei Hamad bin Isa Al Khalifa.
Foram registradas concentrações em massa em Aali durante o enterro de um homem morto supostamente por agressões das forças de segurança quando participava em manifestações anti-governamentais.
Na quinta-feira, as tropas do Bahrein abriram fogo contra milhares de pessoas que foram ao funeral, ignorando as críticas e recomendações feitas no dia anterior por um painel de pesquisadores independentes encabeçado pelo jurista egípcio Cherif Bassiouni.
Além de exigir a abdicação do monarca, os inconformados repudiaram ontem a demissão de milhares de trabalhadores do setor público por seu envolvimento nas revoltas de fevereiro deste ano, severamente sufocadas um mês depois com apoio militar da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos.
Inicialmente, os opositores pertencentes à maioritária população xiita marchavam desde meados de fevereiro para demandar reformas políticas e um sistema de monarquia constitucional que permita eleger o primeiro-ministro, em vez de este ser escolhido pelo rei.
No entanto, a brutal repressão fez com que o movimento reivindicativo se radicalizasse e agora reclamasse a derrubada da família real Al-Khalifa, membro da minoria sunita.
O já conhecido como Informe Bassiouni concluiu que as forças policiais fizeram uso de " força excessiva", o que provocou a morte de 35 opositores e milhares de feridos neste país, que serve de base à Quinta Frota estadunidense no Golfo Pérsico.
Ademais, torturaram física e mentalmente detentos para arrancar-lhes confissões que depois usaram contra eles nos julgamentos, e praticaram detenções ilegais junto a outras violações dos direitos humanos.
Ainda que o rei tenha prometido reformar as leis e impedir a repetição do que chamou "acontecimentos dolorosos, um dia depois de seu discurso a polícia disparou gases lacrimogêneos contra os anti-governamentais em Nuwaidrat, ao sul de Manama, e na aldeia do norte, Abu Saiba.
Os ativistas de diferentes grupos políticos organizaram marchas na sexta-feira e preveem repeti-las neste sábado para desafiar os obstáculos interpostos pelas autoridades desta ilha do Golfo Pérsico governada pelo rei Hamad bin Isa Al Khalifa.
Foram registradas concentrações em massa em Aali durante o enterro de um homem morto supostamente por agressões das forças de segurança quando participava em manifestações anti-governamentais.
Na quinta-feira, as tropas do Bahrein abriram fogo contra milhares de pessoas que foram ao funeral, ignorando as críticas e recomendações feitas no dia anterior por um painel de pesquisadores independentes encabeçado pelo jurista egípcio Cherif Bassiouni.
Além de exigir a abdicação do monarca, os inconformados repudiaram ontem a demissão de milhares de trabalhadores do setor público por seu envolvimento nas revoltas de fevereiro deste ano, severamente sufocadas um mês depois com apoio militar da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos.
Inicialmente, os opositores pertencentes à maioritária população xiita marchavam desde meados de fevereiro para demandar reformas políticas e um sistema de monarquia constitucional que permita eleger o primeiro-ministro, em vez de este ser escolhido pelo rei.
No entanto, a brutal repressão fez com que o movimento reivindicativo se radicalizasse e agora reclamasse a derrubada da família real Al-Khalifa, membro da minoria sunita.
O já conhecido como Informe Bassiouni concluiu que as forças policiais fizeram uso de " força excessiva", o que provocou a morte de 35 opositores e milhares de feridos neste país, que serve de base à Quinta Frota estadunidense no Golfo Pérsico.
Ademais, torturaram física e mentalmente detentos para arrancar-lhes confissões que depois usaram contra eles nos julgamentos, e praticaram detenções ilegais junto a outras violações dos direitos humanos.
Ainda que o rei tenha prometido reformar as leis e impedir a repetição do que chamou "acontecimentos dolorosos, um dia depois de seu discurso a polícia disparou gases lacrimogêneos contra os anti-governamentais em Nuwaidrat, ao sul de Manama, e na aldeia do norte, Abu Saiba.
BAHREIN DESMASNTELA CELULA TERRORRISTA
O Ministério do Interior do Bahrein anunciou no sábado a detenção de uma suposta célula terrorista que planeava ataques contra personalidades e importantes instalações do país, bem como contra a embaixada saudita em Manama.
Numa conferência, o porta-voz oficial do Ministério, Tareq al-Hassan, afirmou que a célula era composta por cinco pessoas de nacionalidade bareinita e que deviam ser xiitas, embora não tenham confessado as informações.
Entre os alvos do grupo estava o Ministério do Interior, a ponte que liga o Bahrein à Arábia Saudita e a embaixada saudita em Manama, o que lembra a suposta conspiração iraniana em Outubro contra a embaixada da Arábia Saudita no estado de Washington.
O porta-voz relatou que quatro integrantes do grupo foram detidos pelas forças de segurança no Qatar, aonde chegaram da Arábia Saudita, enquanto o quinto foi capturado mesmo no Bahrein.
No veículo dos primeiros presos foi encontrada documentação e informações sobre várias instalações vitais localizadas naquele Estado.
Al-Hassan revelou que dentro do carro havia passagens de avião com destino à Síria e quantidade não especificada de dólares. As autoridades do Qatar interrogaram os presos, que confessaram que o seu objectivo era criar uma organização para lançar ataques contra instituições e personalidades bareinitas.Os detidos saíram ilegalmente do Bahrein, instigados por outras pessoas, com destino ao Irão através do território do Qatar e da Síria, segundo o porta-voz. O desmantelamento desta suposta célula aconteceu depois que dezenas de opositores, em grande parte xiitas, terem sido detidos nos últimos meses, acusados de querer derrubar o regime bareinita.
As detenções foram realizadas após os protestos políticos que começaram em Fevereiro deste ano e evidenciaram a fractura confessional no país, onde 70 por cento da população é xiita, mas o governodo país está nas mãos de uma monarquia sunita, o que é posto em causa.
Numa conferência, o porta-voz oficial do Ministério, Tareq al-Hassan, afirmou que a célula era composta por cinco pessoas de nacionalidade bareinita e que deviam ser xiitas, embora não tenham confessado as informações.
Entre os alvos do grupo estava o Ministério do Interior, a ponte que liga o Bahrein à Arábia Saudita e a embaixada saudita em Manama, o que lembra a suposta conspiração iraniana em Outubro contra a embaixada da Arábia Saudita no estado de Washington.
O porta-voz relatou que quatro integrantes do grupo foram detidos pelas forças de segurança no Qatar, aonde chegaram da Arábia Saudita, enquanto o quinto foi capturado mesmo no Bahrein.
No veículo dos primeiros presos foi encontrada documentação e informações sobre várias instalações vitais localizadas naquele Estado.
Al-Hassan revelou que dentro do carro havia passagens de avião com destino à Síria e quantidade não especificada de dólares. As autoridades do Qatar interrogaram os presos, que confessaram que o seu objectivo era criar uma organização para lançar ataques contra instituições e personalidades bareinitas.Os detidos saíram ilegalmente do Bahrein, instigados por outras pessoas, com destino ao Irão através do território do Qatar e da Síria, segundo o porta-voz. O desmantelamento desta suposta célula aconteceu depois que dezenas de opositores, em grande parte xiitas, terem sido detidos nos últimos meses, acusados de querer derrubar o regime bareinita.
As detenções foram realizadas após os protestos políticos que começaram em Fevereiro deste ano e evidenciaram a fractura confessional no país, onde 70 por cento da população é xiita, mas o governodo país está nas mãos de uma monarquia sunita, o que é posto em causa.
PRINCIPE WILLIAM SERA EMBAIXADOR DOS JOGOS DE LONDRES
Representantes do governo britânico informaram nesta quinta-feira que o príncipe William Arthur Philip Louis e a sua esposa, Catherine Middleton, que se tornaram duque e duquesa de Cambridge após se casarem em abril, serão embaixadores oficiais dos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres. Além do casal, o príncipe Harry, irmão de William, foi nomeado como outro embaixador da competição.
O trio foi escolhido para ajudar a desempenhar um papel ativo na missão de encorajar e inspirar o povo britânico a apoiar a realização da Olimpíada e da Paraolimpíada que serão disputadas na capital inglesa no próximo ano.
Por meio de mensagem enviada pelo Palácio St. James, residência oficial da monarquia britânica, William afirmou que toda a sua família está ansiosa pelos próximos Jogos Olímpicos, que estão marcados para acontecer entre 27 de julho e 12 de agosto de 2012.
Com o anúncio oficial desta quinta-feira, William, Catherine e Harry se juntaram a 27 atletas olímpicos que foram nomeados anteriormente como embaixadores da competição pela Associação Olímpica Britânica.
O trio foi escolhido para ajudar a desempenhar um papel ativo na missão de encorajar e inspirar o povo britânico a apoiar a realização da Olimpíada e da Paraolimpíada que serão disputadas na capital inglesa no próximo ano.
Por meio de mensagem enviada pelo Palácio St. James, residência oficial da monarquia britânica, William afirmou que toda a sua família está ansiosa pelos próximos Jogos Olímpicos, que estão marcados para acontecer entre 27 de julho e 12 de agosto de 2012.
Com o anúncio oficial desta quinta-feira, William, Catherine e Harry se juntaram a 27 atletas olímpicos que foram nomeados anteriormente como embaixadores da competição pela Associação Olímpica Britânica.
GOVERNO DO KUWAIT EH DEMISSIONARIO ACUSADO DE CORRUPCAO
O emir do Kuwait, Sabah al-Sabah, aceitou esta tarde a proposta de demissão apresentada pelo governo do seu sobrinho Nasser al-Sabah. A par da decisão, o emir ditou que o parlamento permanecerá em funções até serem convocadas eleições antecipadas num prazo máximo de 60 dias.
No seio da oposição, a decisão do emir de manter o governo em gestão espoletou reacções negativas, já que o objectivo máximo dos últimos protestos tem sido o apelo à demissão do primeiro-ministro, acusado de corrupção.
Na origem das manifestações está o escândalo de corrupção que rebentou no passado mês de Junho. Em causa estão as alegações de que o primeiro-ministro terá subornado membros do parlamento com o intuito de os levar a transferir dinheiro para contas bancárias no estrangeiro.
Para além de condenar o alegado esquema de corrupção, a oposição do Kuwait, que vai desde islamitas a liberais, tem vindo a acusar as autoridades de limitarem a abertura política e de recorrerem a pesadas medidas para silenciar as vozes dissidentes do regime.
Mas a renúncia do governo não parece estar a calar os ecos da oposição. A verdade é que a família al-Sabah, que governa o país, se tem mostrado muito resistente ao cenário político pouco favorável dos últimos tempos. O primeiro-ministro sobreviveu inclusivamente a três moções de censura e iria apresentar-se amanhã para mais um interrogatório sobre assuntos do governo.
Na sombra fica a especulação de que o emir Sabah al-Sabah poderá reconduzir Nasser al-Sabah para o lugar de primeiro-ministro depois das novas eleições legislativas, ainda por agendar.
Apesar da demissão do governo, permanece portanto fraca a esperança de que os tumultos possam desafiar o sistema político do Kuwait - uma monarquia constitucional com grandes raízes familiares e com um parlamento que tem o maior poder de todos os órgãos eleitos na generalidade dos países do Golfo.
A Primavera Árabe continua, agora com o país do petróleo a juntar-se à saga de protestos e violência contra os regimes autocráticos em vigor que assombrou o mundo árabe .
No seio da oposição, a decisão do emir de manter o governo em gestão espoletou reacções negativas, já que o objectivo máximo dos últimos protestos tem sido o apelo à demissão do primeiro-ministro, acusado de corrupção.
Na origem das manifestações está o escândalo de corrupção que rebentou no passado mês de Junho. Em causa estão as alegações de que o primeiro-ministro terá subornado membros do parlamento com o intuito de os levar a transferir dinheiro para contas bancárias no estrangeiro.
Para além de condenar o alegado esquema de corrupção, a oposição do Kuwait, que vai desde islamitas a liberais, tem vindo a acusar as autoridades de limitarem a abertura política e de recorrerem a pesadas medidas para silenciar as vozes dissidentes do regime.
Mas a renúncia do governo não parece estar a calar os ecos da oposição. A verdade é que a família al-Sabah, que governa o país, se tem mostrado muito resistente ao cenário político pouco favorável dos últimos tempos. O primeiro-ministro sobreviveu inclusivamente a três moções de censura e iria apresentar-se amanhã para mais um interrogatório sobre assuntos do governo.
Na sombra fica a especulação de que o emir Sabah al-Sabah poderá reconduzir Nasser al-Sabah para o lugar de primeiro-ministro depois das novas eleições legislativas, ainda por agendar.
Apesar da demissão do governo, permanece portanto fraca a esperança de que os tumultos possam desafiar o sistema político do Kuwait - uma monarquia constitucional com grandes raízes familiares e com um parlamento que tem o maior poder de todos os órgãos eleitos na generalidade dos países do Golfo.
A Primavera Árabe continua, agora com o país do petróleo a juntar-se à saga de protestos e violência contra os regimes autocráticos em vigor que assombrou o mundo árabe .
AUSTRALIA RECEB MARINERS AMERICANOS
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta quarta-feira (16) que vai enviar fuzileiros navais para o Norte da Austrália. Em visita ao país, Obama disse que aproximadamente 2,5 mil militares equipados vão operar a partir da cidade de Darwin - a principal e maior da Região Norte australiana.
Segundo Obama, o envio dos militares é a confirmação de seu compromisso com o Norte da Austrália. Porém, o governo da China, por meio do Ministério das Relações Exteriores, reagiu. Para os chineses, há dúvidas sobre a necessidade de enviar os militares para a Austrália.
Nos últimos anos, a Austrália se aproximou mais dos Estados Unidos por meio do pacto Anzus (que reúne a Austrália, a Nova Zelândia e os Estados Unidos, a sigla usa as iniciais em inglês dos três países). O objetivo dos Anzus é formar uma aliança militar defensiva no Pacífico Sul. O grupo fo criada em 1951, com sede em Camberra, na Austrália.
Paralelamente, o governo australiano tenta incrementar as relações com a Ásia e com o Pacífico por meio da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), que engloba dez países, e do Fórum das Ilhas do Pacífico. A Austrália é uma monarquia parlamentarista vinculada ao Reino Unido, considerando a Rainha Elizabeth II como sua monarca.
Segundo Obama, o envio dos militares é a confirmação de seu compromisso com o Norte da Austrália. Porém, o governo da China, por meio do Ministério das Relações Exteriores, reagiu. Para os chineses, há dúvidas sobre a necessidade de enviar os militares para a Austrália.
Nos últimos anos, a Austrália se aproximou mais dos Estados Unidos por meio do pacto Anzus (que reúne a Austrália, a Nova Zelândia e os Estados Unidos, a sigla usa as iniciais em inglês dos três países). O objetivo dos Anzus é formar uma aliança militar defensiva no Pacífico Sul. O grupo fo criada em 1951, com sede em Camberra, na Austrália.
Paralelamente, o governo australiano tenta incrementar as relações com a Ásia e com o Pacífico por meio da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), que engloba dez países, e do Fórum das Ilhas do Pacífico. A Austrália é uma monarquia parlamentarista vinculada ao Reino Unido, considerando a Rainha Elizabeth II como sua monarca.
PELA FRONTEIRA JORDANIANA PASSAM MUITO ARMAMENTO PARA SIRIA
As detenções ocorreram em vários pontos desse estado fronteiriço com a Jordânia, e entre os apetrechos bélicos mostrados hoje pela televisão síria estão lança foguetes do modelo RPG, fuzis e pistolas de vários tipos, granadas de mão, munições diversas, explosivos.
A agência de informas SANA informa, por sua vez, que foram aprendidos também com os bandidos métodos de treinamento e de seguimento destes, planos para realizar emboscadas, mapas detalhados para ataques na província de Daraa de distintos pontos contra propriedades públicas e privadas e postos das forças de segurança.
O ministro de Estado para Assuntos de Imprensa e Comunicação da Jordânia, Rakan a o-Majali, que atua como o porta-voz oficial deste governo, expressou na quinta-feira que ocorreram operações de infiltração de armamento do território jordaniano para a Síria, e que as autoridades começaram a trabalhar para detê-lo.
O governo do presidente Bashar al-Assad vem denunciando que a partir de países vizinhos se canalizaram e se infiltram apetrechos bélicos para os grupos armados. Inclusive, o presidente disse à televisão russa que existem muitas evidências e que se investiga se existe uma conexão entre essas operações e as autoridades desses estados.
Al-Majali afirmou que um acontecimento na cidade jordaniana de Ramtha (norte deste país) serve de prova sobre esse tráfico clandestino de armamento, e que esse acontecimento não é único.
O porta-voz da monarquia que encabeça o Rei Abdullah II disse que as autoridades de Amã estão preocupadas e conscientes desse problema, e que rechaçam o contrabando de armas para a Síria.
A agência de informação Cham Press informa que indivíduos armados assassinaram o diretor da escola el-Halhoul em Me a'arrat el-Numan, na província de Idleb fronteiriça com a Turquia.
Segundo relata a fonte, o docente encontrava-se na porta do centro escolar quando dois indivíduos mascarados dispararam de uma moto.
A televisão apresentou Adham Samir Hassan Agha, outro dos chefes desses grupos preso, que confessou ter participado em ataques contra postos das forças de segurança, sequestros e assassinatos de civis, bem como também em chantagens e roubos.
Em suas confissões, disse que participou nos protestos anti-governamentais desde o início da crise por instigação do emir Abdul Bari el-Kunn, muezin da mesquita de Riyad el-Salihin por 10 dólares por cada manifestação.
Muezim, também chamado almuadem ou almuédão, é o membro de uma mesquita encarregado de realizar o chamado à oração o 'adhan' cinco vezes ao dia a partir do minarete (torre) do templo muçulmano.
Os outros integrantes do grupo de Hassan Agha, identificados como Abdul Bari, Mohammad el-Hassan, Abdul-Mon'em Kolko e Kahled Zaarour, também capturados, usaram lança-foguetes RPG para atacar pontos de controle das forças de segurança, manifestou o declarante.
Disse que ajudaram a infiltrar as armas através de el-Qseir, entre elas 10 lança-foguetes RPG, 13 rifles automáticos e três escopetas de carregamento manual. Usaram-nas também na comunidade de o-Insha'at, na província de Homs.
Em um novo informe, as autoridades sírias informaram ontem à noite da morte de outros 12 efetivos do Exército, da Polícia e dos corpos de Segurança, que foram sepultados no dia anterior.
Com isso somam-se 43 mortos desde o último domingo, quando se informou o falecimento de 16.
Entre os últimos 12 figuram o tenente coronel Salem Yunus el-Salem, de Homs, e o primeiro tenente Khaldoun Jamil Ghalieh, oriundo de Lattakia.
A agência de informas SANA informa, por sua vez, que foram aprendidos também com os bandidos métodos de treinamento e de seguimento destes, planos para realizar emboscadas, mapas detalhados para ataques na província de Daraa de distintos pontos contra propriedades públicas e privadas e postos das forças de segurança.
O ministro de Estado para Assuntos de Imprensa e Comunicação da Jordânia, Rakan a o-Majali, que atua como o porta-voz oficial deste governo, expressou na quinta-feira que ocorreram operações de infiltração de armamento do território jordaniano para a Síria, e que as autoridades começaram a trabalhar para detê-lo.
O governo do presidente Bashar al-Assad vem denunciando que a partir de países vizinhos se canalizaram e se infiltram apetrechos bélicos para os grupos armados. Inclusive, o presidente disse à televisão russa que existem muitas evidências e que se investiga se existe uma conexão entre essas operações e as autoridades desses estados.
Al-Majali afirmou que um acontecimento na cidade jordaniana de Ramtha (norte deste país) serve de prova sobre esse tráfico clandestino de armamento, e que esse acontecimento não é único.
O porta-voz da monarquia que encabeça o Rei Abdullah II disse que as autoridades de Amã estão preocupadas e conscientes desse problema, e que rechaçam o contrabando de armas para a Síria.
A agência de informação Cham Press informa que indivíduos armados assassinaram o diretor da escola el-Halhoul em Me a'arrat el-Numan, na província de Idleb fronteiriça com a Turquia.
Segundo relata a fonte, o docente encontrava-se na porta do centro escolar quando dois indivíduos mascarados dispararam de uma moto.
A televisão apresentou Adham Samir Hassan Agha, outro dos chefes desses grupos preso, que confessou ter participado em ataques contra postos das forças de segurança, sequestros e assassinatos de civis, bem como também em chantagens e roubos.
Em suas confissões, disse que participou nos protestos anti-governamentais desde o início da crise por instigação do emir Abdul Bari el-Kunn, muezin da mesquita de Riyad el-Salihin por 10 dólares por cada manifestação.
Muezim, também chamado almuadem ou almuédão, é o membro de uma mesquita encarregado de realizar o chamado à oração o 'adhan' cinco vezes ao dia a partir do minarete (torre) do templo muçulmano.
Os outros integrantes do grupo de Hassan Agha, identificados como Abdul Bari, Mohammad el-Hassan, Abdul-Mon'em Kolko e Kahled Zaarour, também capturados, usaram lança-foguetes RPG para atacar pontos de controle das forças de segurança, manifestou o declarante.
Disse que ajudaram a infiltrar as armas através de el-Qseir, entre elas 10 lança-foguetes RPG, 13 rifles automáticos e três escopetas de carregamento manual. Usaram-nas também na comunidade de o-Insha'at, na província de Homs.
Em um novo informe, as autoridades sírias informaram ontem à noite da morte de outros 12 efetivos do Exército, da Polícia e dos corpos de Segurança, que foram sepultados no dia anterior.
Com isso somam-se 43 mortos desde o último domingo, quando se informou o falecimento de 16.
Entre os últimos 12 figuram o tenente coronel Salem Yunus el-Salem, de Homs, e o primeiro tenente Khaldoun Jamil Ghalieh, oriundo de Lattakia.
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