"A família é o caminho da Igreja" – foi o que disse o Papa, nesta sexta-feira, aos participantes da 20ª Assembleia Plenária do Pontifício Conselho para a Família, por ocasião do 30° aniversário desse organismo vaticano e da Exortação Apostólica Familiaris Consortio, do Beato João Paulo II.
"A nova evangelização depende em grande parte da Igreja doméstica. A família é o caminho da Igreja porque é um espaço humano de encontro com Cristo. Os casais não só recebem o amor de Cristo, mas são também chamados a transmitir aos irmãos esse amor, tornando-se comunidade salvadora" – frisou o Papa.
Os casais cristãos são chamados a evangelizar com o testemunho de vida e com a participação nas atividades pastorais. "A família é riqueza para o casal, bem insubstituível para os filhos, fundamento indispensável da sociedade, comunidade vital para o caminho da Igreja" – disse Bento XVI.
"A família fundamentada no Sacramento do Matrimônio é atuação particular da Igreja, comunidade salvífica e salvadora, evangelizada e evangelizadora. Como a Igreja, a família é chamada a acolher, irradiar e manifestar no mundo o amor e a presença de Cristo" - acrescentou o Papa.
"O acolhimento e a transmissão do amor divino se praticam na dedicação recíproca dos cônjuges, na procriação generosa e responsável, no cuidado e na educação dos filhos, no trabalho e nas relações sociais, na atenção às necessidades, na participação nas atividades eclesiais e no compromisso civil" – sublinhou o pontífice.
Segundo Bento XVI, "a família cristã, na medida em que, através de um caminho de conversão permanente sustentado pela graça de Deus, consegue viver o amor como comunhão e serviço, como dom recíproco e abertura aos outros, reflete no mundo o esplendor de Cristo e a beleza da Trindade Divina".
O Papa concluiu seu discurso recordando o 7° Encontro Mundial das Famílias que se realizará em Milão, Itália, de 30 de maio a 3 de junho de 2012, e manifestou sua alegria de participar desse encontro .
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
CHINA SUSPENDEU O DIALOGO COM INDIA DEVIDO A CONGRESSO PRESIDIDO PELO DALI LAMA
Devido à realização de um congresso budista liderado pelo Dalai Lama na Índia, o governo da China suspendeu esta segunda-feira um diálogo com o país vizinho sobre a fronteira entre ambos e pediu o fim do que classifica como «actividades separatistas» do líder espiritual tibetano.
«Gostaria de destacar que o Dalai Lama não é puramente uma figura religiosa, mas alguém que esteve envolvido com actividades separatistas durante muito tempo», afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Externas chinês, Hong Lei, ao ser questionado se o cancelamento do diálogo com a Índia tinha relação com o monge.
«Não apoiamos iniciativas de qualquer país que facilite as actividades do Dalai Lama contra a China em qualquer formato», alegou o porta-voz.
Sobre a 15ª reunião entre China e Índia pelo seu conflito na demarcação fronteiriça, Hong explicou que o seu governo mantém contacto com Nova Deli para marcar uma nova data.
A reunião entre os dois países estava prevista para os dias 28 e 29 de Novembro na capital indiana, mas foi cancelada depois de o governo de Nova Deli ter dito que não iria ceder às exigências de Pequim para suspendê-la pela realização da conferência budista.
A Índia defendeu que o carácter do evento era «religioso», e não político, mas a China não aceitou as explicações.
«Gostaria de destacar que o Dalai Lama não é puramente uma figura religiosa, mas alguém que esteve envolvido com actividades separatistas durante muito tempo», afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Externas chinês, Hong Lei, ao ser questionado se o cancelamento do diálogo com a Índia tinha relação com o monge.
«Não apoiamos iniciativas de qualquer país que facilite as actividades do Dalai Lama contra a China em qualquer formato», alegou o porta-voz.
Sobre a 15ª reunião entre China e Índia pelo seu conflito na demarcação fronteiriça, Hong explicou que o seu governo mantém contacto com Nova Deli para marcar uma nova data.
A reunião entre os dois países estava prevista para os dias 28 e 29 de Novembro na capital indiana, mas foi cancelada depois de o governo de Nova Deli ter dito que não iria ceder às exigências de Pequim para suspendê-la pela realização da conferência budista.
A Índia defendeu que o carácter do evento era «religioso», e não político, mas a China não aceitou as explicações.
REI LEKA ZOG DA ALBANIA MORREU AOS 72 ANOS
Leka Zog, cujo pai foi o rei da Albânia Zog I até que o país foi ocupado pela Itália na era fascista em 1939, e que voltou duas vezes ao país natal para reclamar sem sucesso sua coroa, morreu nesta quarta-feira aos 72 anos no Hospital Madre Teresa em Tirana. A informação partiu de Julinda Kamberi, a porta-voz da família Zog Murat. Kamberi disse que Zog, último herdeiro da extinta coroa albanesa, morreu de ataque cardíaco.
O pai de Leka Zog, Ahmet Zog, ou rei Zog I, governou a Albânia quando o país foi uma monarquia entre 1928 e 1939. Leka Zog nasceu em 1939, alguns dias antes de Benito Mussolini invadir a Albânia. O rei Zog I fugiu com o príncipe herdeiro e a família para Paris e depois Londres, onde Zog passou parte da sua vida. Em 1946, com a expulsão dos italianos, o regime comunista foi declarado por Enver Hodja na Albânia e a família real continuou banida.
Após a queda do regime comunista albanês em 1990, Leka Zog fez duas tentativas desastradas de voltar à Albânia - ele foi deportado em 1993 e em 1997 foi acusado de tentar liderar uma rebelião no exército. Após viver na África do Sul, ele finalmente conseguiu voltar à Albânia em 2002, onde viveu tranquilamente com sua mulher australiana e seu filho. Leka Zog não reclamou mais a monarquia albanesa, extinta em 1946.
O pai de Leka Zog, Ahmet Zog, ou rei Zog I, governou a Albânia quando o país foi uma monarquia entre 1928 e 1939. Leka Zog nasceu em 1939, alguns dias antes de Benito Mussolini invadir a Albânia. O rei Zog I fugiu com o príncipe herdeiro e a família para Paris e depois Londres, onde Zog passou parte da sua vida. Em 1946, com a expulsão dos italianos, o regime comunista foi declarado por Enver Hodja na Albânia e a família real continuou banida.
Após a queda do regime comunista albanês em 1990, Leka Zog fez duas tentativas desastradas de voltar à Albânia - ele foi deportado em 1993 e em 1997 foi acusado de tentar liderar uma rebelião no exército. Após viver na África do Sul, ele finalmente conseguiu voltar à Albânia em 2002, onde viveu tranquilamente com sua mulher australiana e seu filho. Leka Zog não reclamou mais a monarquia albanesa, extinta em 1946.
DOM DUARTE PREOCUPADO COM ASOBERANIA DE PORTUGUAL
"Portugal atravessa uma das maiores crises da sua longa vida". É com esta frase que D. Duarte abre a sua mensagem anual aos monárquicos, no Jantar dos Conjurados, na noite de quarta-feira, no Centro Cultural de Belém.
No tradicional jantar que junta os monárquicos portugueses na véspera das comemorações do Dia da Restauração da Independência, Duarte Nuno de Bragança menciona a possibilidade de ser este um dos feriados a extinguir pelo Governo.
Considerando o 1.º de Dezembro "o dia que mais deveria unir todos os portugueses", aproveita a oportunidade para se referir às consequências da actual crise.
Soberania ameaçada
"A soberania de Portugal está gravemente ameaçada" diz D. Duarte, considerando que a História tem demonstrado que "sempre que o país ficou enfraquecido aumentou a vulnerabilidade à perda da sua independência".
O duque de Bragança compara mesmo "a atual e humilhante dependência" do país face aos seus credores à crise financeira que Portugal enfrentou e que levou à queda da monarquia.
D. Duarte vê nesta crise sinais de que cada vez mais os portugueses "não se reveem no modelo de representatividade política em vigor" e aponta como caminhos para melhorar a situação económica nacional o aprofundamento das relações com os países lusófonos.
"Acredito que a CPLP deveria evoluir para uma Confederação de Estados Lusófonos", defende.
No tradicional jantar que junta os monárquicos portugueses na véspera das comemorações do Dia da Restauração da Independência, Duarte Nuno de Bragança menciona a possibilidade de ser este um dos feriados a extinguir pelo Governo.
Considerando o 1.º de Dezembro "o dia que mais deveria unir todos os portugueses", aproveita a oportunidade para se referir às consequências da actual crise.
Soberania ameaçada
"A soberania de Portugal está gravemente ameaçada" diz D. Duarte, considerando que a História tem demonstrado que "sempre que o país ficou enfraquecido aumentou a vulnerabilidade à perda da sua independência".
O duque de Bragança compara mesmo "a atual e humilhante dependência" do país face aos seus credores à crise financeira que Portugal enfrentou e que levou à queda da monarquia.
D. Duarte vê nesta crise sinais de que cada vez mais os portugueses "não se reveem no modelo de representatividade política em vigor" e aponta como caminhos para melhorar a situação económica nacional o aprofundamento das relações com os países lusófonos.
"Acredito que a CPLP deveria evoluir para uma Confederação de Estados Lusófonos", defende.
PRINCIPE DOM BERTRAND FALOU PERANTE A CAMARA MUNICIPAL DE CAMPINA GRANDE
A Câmara Municipal de Campina Grande realizou, na manhã desta segunda-feira (21), uma sessão especial para receber o príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança. A sessão atendeu a uma propositura do vereador Fernando Carvalho (PT do B), em solicitação da Sociedade São Bento, Revista Vila Nova e os acadêmicos dos cursos de Direito, Comunicação Social e História. Em seu discurso, o príncipe agradeceu as honras da CMCG e defendeu o retorno da Monarquia.
“Considero que o Brasil tem uma estrutura fundamentalmente municipalista e eu gosto muito das Câmaras Municipais, porque nos municípios a representação política é mais autêntica do que no Estado e na Federação”, falou o príncipe, ao comentar o fato da CMCG abrir as portas para recebê-lo. “Por isso agradeço por essa sessão em Campina Grande e agradeço ao vereador Fernando Carvalho, à presidência da Casa e todos que me convidaram”.
A sessão contou com a presença de vereadores, autoridades políticas de Campina Grande e região, além de estudantes campinenses. Como autor da propositura, o vereador Fernando Carvalho deu as boas vindas ao membro da realeza e destacou a importância histórica do momento, e convidou o príncipe D. Bertrand para conhecer melhor a cidade de Campina Grande e todo o seu potencial.
“Desejamos que durante esses três dias (de visita a CG) tenha a oportunidade de conhecer nossa cidade, que é pólo tecnológico e educacional, que exporta tecnologia para todo mundo, além de possuir grandes e importantes instituições de ensino superior. Enfim, desejamos que conheça melhor nossa amada Campina Grande”, desejou Carvalho.
Em conversa com a imprensa, o príncipe Dom Bertrand destacou os valores da Monarquia e disse esperar seu retorno um dia. “Não duvido que a Monarquia possa voltar, porque de fato está provado que a República não deu certo”, declarou. “Compare o Brasil do Século 19 com o Brasil de hoje, no conceito de honestidade, progresso e etc., naquele tempo éramos primeiro mundo. Então defendo a Monarquia não por interesse individual, mas porque o Brasil deu certo na Monarquia
“Considero que o Brasil tem uma estrutura fundamentalmente municipalista e eu gosto muito das Câmaras Municipais, porque nos municípios a representação política é mais autêntica do que no Estado e na Federação”, falou o príncipe, ao comentar o fato da CMCG abrir as portas para recebê-lo. “Por isso agradeço por essa sessão em Campina Grande e agradeço ao vereador Fernando Carvalho, à presidência da Casa e todos que me convidaram”.
A sessão contou com a presença de vereadores, autoridades políticas de Campina Grande e região, além de estudantes campinenses. Como autor da propositura, o vereador Fernando Carvalho deu as boas vindas ao membro da realeza e destacou a importância histórica do momento, e convidou o príncipe D. Bertrand para conhecer melhor a cidade de Campina Grande e todo o seu potencial.
“Desejamos que durante esses três dias (de visita a CG) tenha a oportunidade de conhecer nossa cidade, que é pólo tecnológico e educacional, que exporta tecnologia para todo mundo, além de possuir grandes e importantes instituições de ensino superior. Enfim, desejamos que conheça melhor nossa amada Campina Grande”, desejou Carvalho.
Em conversa com a imprensa, o príncipe Dom Bertrand destacou os valores da Monarquia e disse esperar seu retorno um dia. “Não duvido que a Monarquia possa voltar, porque de fato está provado que a República não deu certo”, declarou. “Compare o Brasil do Século 19 com o Brasil de hoje, no conceito de honestidade, progresso e etc., naquele tempo éramos primeiro mundo. Então defendo a Monarquia não por interesse individual, mas porque o Brasil deu certo na Monarquia
tailandes pegou vinte anso por mensagens por celular contra a monarquia
Um tailandês acusado de enviar mensagens consideradas ensultuosas contra a monarquia foi hoje, quarta-feira, condenado a 20 anos de prisão por um tribunal de Banguecoque, soube-se através do seu advogado.
Ampon Tangnoppakul foi preso em Agosto de 2010 por ter enviado em Maio do mesmo ano várias mensagens ao secretário pessoal do primeiro ministro na época, Abhisit Vejajiva.
"O tribunal reconheceu o réu culpado e condenou a 20 anos de prisão" indicou o advogado Anon Nampa.
A família real na Tailândia não tem nenhum papel político oficial, mas é um tema bastante sensível.
O Rei Bhumibol Adulyadej, de 83 anos que é tido em alguns meios como um meio-deus, é protegido por uma das leis mais severas do mundo.
Ampon Tangnoppakul foi preso em Agosto de 2010 por ter enviado em Maio do mesmo ano várias mensagens ao secretário pessoal do primeiro ministro na época, Abhisit Vejajiva.
"O tribunal reconheceu o réu culpado e condenou a 20 anos de prisão" indicou o advogado Anon Nampa.
A família real na Tailândia não tem nenhum papel político oficial, mas é um tema bastante sensível.
O Rei Bhumibol Adulyadej, de 83 anos que é tido em alguns meios como um meio-deus, é protegido por uma das leis mais severas do mundo.
O SULTANATO DO KUWAIT PEDIU AOS EUA IMPRIMIR MAIOR VELOCIDADE NA RETIRADA DAS TROPAS AMERICANAS DO ORIENTE MEDIO
O Pentágono ordenou hoje aumentar a velocidade de recuo das tropas no Iraque e Kuwait, no meio de queixas da monarquia deste último país pela estância de soldados estadunidenses em seu território.
A Comandância Militar distribuiu uma instrução para os efetivos cruzarem do Iraque para Kuwait e daí para os Estados Unidos no modo mais discreto e no menor tempo possível, informou a cadeia CNN.
O movimento do Departamento de Defesa tem sido analisado por analistas de imprensa como uma resposta de Washington a recentes comunicados de autoridades de Kuwait na contra do incremento de unidades estacionarias norte-americanas.
A ordem também segue à decisão do presidente Barack Obama em outubro, quando decretou que virtualmente todos os elementos castrenses nessa zona do Oriente Médio deviam regressar a Estados Unidos antes de 31 de dezembro.
Atualmente ficam 11 mil soldados estadunidenses no Iraque, quase a quinta parte dos 50 mil que estavam desempregados faz três meses, e segundo a Casa Branca a partir de janeiro permanecerão somente 150 militares.
Embora, fontes do Pentágono esclareceram que ao menos uns dois mil assessores civis do Exército, além de centenas de contratistas privados -qualificados como mercenários por vários especialistas- cumprirão desde 2012 com muitas funções de envolvimento militar.
Desde finais de outubro, ao começo da evacuação, uns três mil soldados norte-americanos foram reagrupados na base Camp Virginia, instalada em uma região do Kuwait próxima no ponto fronteiriço desde onde se iniciou a agressão contra Iraque em 2003.
O presidente Obama autorizou em 21 de outubro o recuo total de tropas estadunidenses do Iraque, no capítulo final de uma invasão iniciada faz nove anos com a desculpa de neutralizar armas atômicas ilegais que jamais apareceram.
Assim concluiria uma guerra desigual que causou ao redor de 100 mil mortos entre civis e militares de ambas as nações, e um furo no bolso do contribuinte norte-americano quase impossível de medir pela quantidade de dígitos.
Durante o mandato do ex presidente George W. Bush, comitês do Congresso indicaram que a intervenção a Iraque custaria 50 mil milhões de dólares. Embora, em maio deste ano o Departamento de Defesa admitiu que os custos reais foram de 12 mil 500 milhões mensais.
A Comandância Militar distribuiu uma instrução para os efetivos cruzarem do Iraque para Kuwait e daí para os Estados Unidos no modo mais discreto e no menor tempo possível, informou a cadeia CNN.
O movimento do Departamento de Defesa tem sido analisado por analistas de imprensa como uma resposta de Washington a recentes comunicados de autoridades de Kuwait na contra do incremento de unidades estacionarias norte-americanas.
A ordem também segue à decisão do presidente Barack Obama em outubro, quando decretou que virtualmente todos os elementos castrenses nessa zona do Oriente Médio deviam regressar a Estados Unidos antes de 31 de dezembro.
Atualmente ficam 11 mil soldados estadunidenses no Iraque, quase a quinta parte dos 50 mil que estavam desempregados faz três meses, e segundo a Casa Branca a partir de janeiro permanecerão somente 150 militares.
Embora, fontes do Pentágono esclareceram que ao menos uns dois mil assessores civis do Exército, além de centenas de contratistas privados -qualificados como mercenários por vários especialistas- cumprirão desde 2012 com muitas funções de envolvimento militar.
Desde finais de outubro, ao começo da evacuação, uns três mil soldados norte-americanos foram reagrupados na base Camp Virginia, instalada em uma região do Kuwait próxima no ponto fronteiriço desde onde se iniciou a agressão contra Iraque em 2003.
O presidente Obama autorizou em 21 de outubro o recuo total de tropas estadunidenses do Iraque, no capítulo final de uma invasão iniciada faz nove anos com a desculpa de neutralizar armas atômicas ilegais que jamais apareceram.
Assim concluiria uma guerra desigual que causou ao redor de 100 mil mortos entre civis e militares de ambas as nações, e um furo no bolso do contribuinte norte-americano quase impossível de medir pela quantidade de dígitos.
Durante o mandato do ex presidente George W. Bush, comitês do Congresso indicaram que a intervenção a Iraque custaria 50 mil milhões de dólares. Embora, em maio deste ano o Departamento de Defesa admitiu que os custos reais foram de 12 mil 500 milhões mensais.
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