O príncipe Philipp Erasmus, de Liechtenstein, realiza uma visita a Díli, Timor-Leste, entre quinta-feira e sábado para assinar um memorando de entendimento para o estabelecimento de um acordo de cooperação e fortalecer as relações comerciais.
"Durante a visita, o príncipe Philipp, que representa a LGT Group Foundation, deverá assinar um memorando de entendimento com o ministério das Finanças para permitir a cooperação, bem como para fortalecer o relacionamento comercial para benefício de ambas as partes", refere um comunicado do ministério das Finanças timorense.
Segundo o documento, divulgado no sítio oficial na Internet daquele ministério, o memorando de entendimento poderá também "incluir transferência de know-how técnico e
actividades de investimento conjunto".
Durante a sua estada em Díli, o príncipe Philipp Erasmus terá encontros com o Presidente timorense, José Ramos-Horta, o primeiro-ministro, Xanana Gusmão, bem como com outros elementos do governo timorense.
A Fundação do Grupo LGT, instituição bancária, é propriedade do principado do Liechtenstein e é especializada em aconselhamento de gestão, planificação e
estruturação do património financeiro.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
BUTAO SEDIA ENCONTRO DOS HIMALAIAS SOBRE MUDANCA CLIMATICA
Quatro países dos Himalaias ameaçados pelas alterações climáticas vão colaborar em matéria de energia, alimentação e biodiversidade, de forma a adaptarem-se às mudanças, um acordo alcançado após uma cimeira de dois dias no Butão.
Índia, Nepal, Bangladesh e Butão participaram na conferência, que decorreu na capital do Butão, Thimphu, acordando quanto à cooperação a nível de energia, água, alimentação e biodiversidade.
"O sucesso da nossa iniciativa não terá apenas benefícios diretos e imediatos para os nossos povos, mas podemos estar a criar um precedente valioso para outros países que partilham condições semelhantes", disse o primeiro-ministro do Butão, Lyonchhoen Thinley, numa declaração à imprensa citada pela Associated Press.
Paquistão, China e Afeganistão não participaram na cimeira, mas estas ausências foram desvalorizadas pela organização, que justificou que o encontro estava focado em garantir segurança aos ecossistemas, espécies ameaçadas e recursos de água e alimentação apenas para a região leste dos Himalaias.
Os participantes da cimeira apelaram à ação face à incapacidade da comunidade internacional para chegar a um acordo para limitar as emissões de gases com efeitos de estufa, responsáveis pela alterações climáticas mundiais.
Os quatros países concordaram em trabalhar juntos para melhorar o acesso a recursos energéticos "acessíveis e de confiança" e a tecnologias através de um mecanismo de partilha do conhecimento regional, segundo uma declaração da organização ambientalista World Wildlife Fund (WWF).
Índia, Nepal, Bangladesh e Butão participaram na conferência, que decorreu na capital do Butão, Thimphu, acordando quanto à cooperação a nível de energia, água, alimentação e biodiversidade.
"O sucesso da nossa iniciativa não terá apenas benefícios diretos e imediatos para os nossos povos, mas podemos estar a criar um precedente valioso para outros países que partilham condições semelhantes", disse o primeiro-ministro do Butão, Lyonchhoen Thinley, numa declaração à imprensa citada pela Associated Press.
Paquistão, China e Afeganistão não participaram na cimeira, mas estas ausências foram desvalorizadas pela organização, que justificou que o encontro estava focado em garantir segurança aos ecossistemas, espécies ameaçadas e recursos de água e alimentação apenas para a região leste dos Himalaias.
Os participantes da cimeira apelaram à ação face à incapacidade da comunidade internacional para chegar a um acordo para limitar as emissões de gases com efeitos de estufa, responsáveis pela alterações climáticas mundiais.
Os quatros países concordaram em trabalhar juntos para melhorar o acesso a recursos energéticos "acessíveis e de confiança" e a tecnologias através de um mecanismo de partilha do conhecimento regional, segundo uma declaração da organização ambientalista World Wildlife Fund (WWF).
DESTINO ANDORRA
Dezembro é tempo de curtir o sol escaldante na praia, apreciar os longos dias ensolarados à beira da piscina ou a bordo de luxuosos navios. Certo? Nem sempre. É agora também que o hemisfério norte se prepara para a temporada de esqui. Destinos como Estados Unidos, Canadá, França, Áustria e Suíça abrem as portas para receber esquiadores profissionais e amadores em suas paisagens formadas por céu azul e neve branca e fofa.
E quem poderia imaginar que um país minúsculo entre a Espanha e a França poderia se tornar um dos destinos mais promissores para o inverno no lado norte do globo? A pequena Andorra tem o calendário marcado por 180 dias de neve e tem potencial para se tornar o destino queridinho dos brasileiros pela facilidade com que se escuta o nosso idioma no país. Pelo menos por enquanto, não é diagnóstico da presença de turistas brasileiros, mas é porque o português é falado por pelo menos 15% da população. Estima-se que 38% fale catalão, 35% castelhano e 5% francês.
Andorra fica a 208 quilômetros de Barcelona, na Espanha, e a 180 km de Toulouse, na França. Encravado nas montanhas dos Pirineus, é o point ideal para a prática de esportes ao ar livre com suas paisagens de sonhos. Com pouco mais de 84 mil habitantes, Andorra atrai cerca de 10 milhões de visitantes por ano. A neve é de longe a maior atração. Fora das pistas de esqui, o país dos Pirineus ainda oferece programas culturais para lá de convidativos.
Os 468 quilômetros quadrados do Principado ainda abrigam museus, igrejas antigas de arquitetura romana e monumentos históricos construídos em pedra cinza. É possível descobrir os costumes e as tradições de Andorra visitando museus como a Casa Cristo onde é possível conhecer como era uma casa Andorrana no século 19, A Casa Areny-Plandolit único exemplo de casa de família nobre, com edificação que data do século 17. O Museu do Tabaco, instalado na antiga fábrica de tabaco Reig, que encerrou as atividades em 1957, durante a visita, tem um sistema multimídia que guia o visitante pela fábrica, explicando os diferentes processos elaboração dos produtos até a sua comercialização e o Museu do Perfume, totalmente interativo, oferece a oportunidade de mergulhar e explorar o fascinante universo dos aromas.
A proximidade com a Espanha e a França também influencia no cardápio. A partir de produtos locais e receitas tradicionais e internacionais, os restaurantes combinam técnicas e experiências inovadoras para criar uma cozinha de personalidade própria. O turista tem à disposição mais de 400 opções de restaurantes para aguçar todos os sentidos. Entre os pratos, destacam-se o Ensopado de Javali e o Pato com Pêra, típicos da montanha.
Como se não bastasse, Andorra também é um paraíso das compras. Muitos produtos saem mais em conta do que na Espanha ou na França, já que os mesmos encontram-se livres de impostos, com limite de 900 euros por pessoa. Nos mais de 1200 estabelecimentos comerciais pode encontrar uma ampla variedade de produtos dos cinco continentes das renomadas marcas internacionais.
Artigos de moda com as últimas tendências, cosméticos, artigos esportivos, joalherias e produtos de tecnologia são alguns dos itens mais procurados nas lojas que estão concentradas, em sua maioria, mas regiões de Andorra La Vella, Escaldes-Engordany e Pas de La Casa. Outro atrativo do comércio andorrano é o horário, como muitos turistas passam o dia nas estações de esqui, os estabelecimentos comerciais estendem o horário durante a alta temporada até às 22h.
180 dias de neve
Andorra fica ainda mais espetacular quando sua paisagem é coberta por uma generosa camada de neve, que chega aos Pirineus, de novembro até abril. Para a diversão dos esquiadores, três ou quatro nevadas fortes caem todos os anos. A média das mínimas anuais é de -2°C e a das máximas é de 14°C. Ao entardecer é quando há mais precipitações. No inverno ao invés de chuva, há neve.
O clima do Principado é semelhante ao clima temperado dos vizinhos, mas a sua altitude mais elevada traz como consequência mais neve no inverno e clima mais fresco no verão, além de uma porcentagem muito alta de dias ensolarados e clima seco.
Andorra possui duas principais estações de esqui: Vallnord e Grand Valira que oferecem toda a estrutura para quem deseja momentos de tirar o fôlego com quase 300 km de percursos esquiáveis.
Grand Valira, a principal estação de esqui dos Pirineus e a maior da Europa depois dos Alpes, oferece uma estrutura gigante que compreende atrações para todas as idades. São 110 pistas com diferentes níveis de dificuldade, áreas de freestyle, boardercross (deslizar pelos vales sobre uma prancha), circuitos infantis, circuitos de mushing (trenó de cães), teleféricos, base de parapente, além de escolas de esqui e snowboard com 450 instrutores que atendem adultos e crianças e dois bares de gelo
E quem poderia imaginar que um país minúsculo entre a Espanha e a França poderia se tornar um dos destinos mais promissores para o inverno no lado norte do globo? A pequena Andorra tem o calendário marcado por 180 dias de neve e tem potencial para se tornar o destino queridinho dos brasileiros pela facilidade com que se escuta o nosso idioma no país. Pelo menos por enquanto, não é diagnóstico da presença de turistas brasileiros, mas é porque o português é falado por pelo menos 15% da população. Estima-se que 38% fale catalão, 35% castelhano e 5% francês.
Andorra fica a 208 quilômetros de Barcelona, na Espanha, e a 180 km de Toulouse, na França. Encravado nas montanhas dos Pirineus, é o point ideal para a prática de esportes ao ar livre com suas paisagens de sonhos. Com pouco mais de 84 mil habitantes, Andorra atrai cerca de 10 milhões de visitantes por ano. A neve é de longe a maior atração. Fora das pistas de esqui, o país dos Pirineus ainda oferece programas culturais para lá de convidativos.
Os 468 quilômetros quadrados do Principado ainda abrigam museus, igrejas antigas de arquitetura romana e monumentos históricos construídos em pedra cinza. É possível descobrir os costumes e as tradições de Andorra visitando museus como a Casa Cristo onde é possível conhecer como era uma casa Andorrana no século 19, A Casa Areny-Plandolit único exemplo de casa de família nobre, com edificação que data do século 17. O Museu do Tabaco, instalado na antiga fábrica de tabaco Reig, que encerrou as atividades em 1957, durante a visita, tem um sistema multimídia que guia o visitante pela fábrica, explicando os diferentes processos elaboração dos produtos até a sua comercialização e o Museu do Perfume, totalmente interativo, oferece a oportunidade de mergulhar e explorar o fascinante universo dos aromas.
A proximidade com a Espanha e a França também influencia no cardápio. A partir de produtos locais e receitas tradicionais e internacionais, os restaurantes combinam técnicas e experiências inovadoras para criar uma cozinha de personalidade própria. O turista tem à disposição mais de 400 opções de restaurantes para aguçar todos os sentidos. Entre os pratos, destacam-se o Ensopado de Javali e o Pato com Pêra, típicos da montanha.
Como se não bastasse, Andorra também é um paraíso das compras. Muitos produtos saem mais em conta do que na Espanha ou na França, já que os mesmos encontram-se livres de impostos, com limite de 900 euros por pessoa. Nos mais de 1200 estabelecimentos comerciais pode encontrar uma ampla variedade de produtos dos cinco continentes das renomadas marcas internacionais.
Artigos de moda com as últimas tendências, cosméticos, artigos esportivos, joalherias e produtos de tecnologia são alguns dos itens mais procurados nas lojas que estão concentradas, em sua maioria, mas regiões de Andorra La Vella, Escaldes-Engordany e Pas de La Casa. Outro atrativo do comércio andorrano é o horário, como muitos turistas passam o dia nas estações de esqui, os estabelecimentos comerciais estendem o horário durante a alta temporada até às 22h.
180 dias de neve
Andorra fica ainda mais espetacular quando sua paisagem é coberta por uma generosa camada de neve, que chega aos Pirineus, de novembro até abril. Para a diversão dos esquiadores, três ou quatro nevadas fortes caem todos os anos. A média das mínimas anuais é de -2°C e a das máximas é de 14°C. Ao entardecer é quando há mais precipitações. No inverno ao invés de chuva, há neve.
O clima do Principado é semelhante ao clima temperado dos vizinhos, mas a sua altitude mais elevada traz como consequência mais neve no inverno e clima mais fresco no verão, além de uma porcentagem muito alta de dias ensolarados e clima seco.
Andorra possui duas principais estações de esqui: Vallnord e Grand Valira que oferecem toda a estrutura para quem deseja momentos de tirar o fôlego com quase 300 km de percursos esquiáveis.
Grand Valira, a principal estação de esqui dos Pirineus e a maior da Europa depois dos Alpes, oferece uma estrutura gigante que compreende atrações para todas as idades. São 110 pistas com diferentes níveis de dificuldade, áreas de freestyle, boardercross (deslizar pelos vales sobre uma prancha), circuitos infantis, circuitos de mushing (trenó de cães), teleféricos, base de parapente, além de escolas de esqui e snowboard com 450 instrutores que atendem adultos e crianças e dois bares de gelo
PAPA DISSE QUE A FAMILIA EH O CAMINHO DA IGREJA
"A família é o caminho da Igreja" – foi o que disse o Papa, nesta sexta-feira, aos participantes da 20ª Assembleia Plenária do Pontifício Conselho para a Família, por ocasião do 30° aniversário desse organismo vaticano e da Exortação Apostólica Familiaris Consortio, do Beato João Paulo II.
"A nova evangelização depende em grande parte da Igreja doméstica. A família é o caminho da Igreja porque é um espaço humano de encontro com Cristo. Os casais não só recebem o amor de Cristo, mas são também chamados a transmitir aos irmãos esse amor, tornando-se comunidade salvadora" – frisou o Papa.
Os casais cristãos são chamados a evangelizar com o testemunho de vida e com a participação nas atividades pastorais. "A família é riqueza para o casal, bem insubstituível para os filhos, fundamento indispensável da sociedade, comunidade vital para o caminho da Igreja" – disse Bento XVI.
"A família fundamentada no Sacramento do Matrimônio é atuação particular da Igreja, comunidade salvífica e salvadora, evangelizada e evangelizadora. Como a Igreja, a família é chamada a acolher, irradiar e manifestar no mundo o amor e a presença de Cristo" - acrescentou o Papa.
"O acolhimento e a transmissão do amor divino se praticam na dedicação recíproca dos cônjuges, na procriação generosa e responsável, no cuidado e na educação dos filhos, no trabalho e nas relações sociais, na atenção às necessidades, na participação nas atividades eclesiais e no compromisso civil" – sublinhou o pontífice.
Segundo Bento XVI, "a família cristã, na medida em que, através de um caminho de conversão permanente sustentado pela graça de Deus, consegue viver o amor como comunhão e serviço, como dom recíproco e abertura aos outros, reflete no mundo o esplendor de Cristo e a beleza da Trindade Divina".
O Papa concluiu seu discurso recordando o 7° Encontro Mundial das Famílias que se realizará em Milão, Itália, de 30 de maio a 3 de junho de 2012, e manifestou sua alegria de participar desse encontro .
"A nova evangelização depende em grande parte da Igreja doméstica. A família é o caminho da Igreja porque é um espaço humano de encontro com Cristo. Os casais não só recebem o amor de Cristo, mas são também chamados a transmitir aos irmãos esse amor, tornando-se comunidade salvadora" – frisou o Papa.
Os casais cristãos são chamados a evangelizar com o testemunho de vida e com a participação nas atividades pastorais. "A família é riqueza para o casal, bem insubstituível para os filhos, fundamento indispensável da sociedade, comunidade vital para o caminho da Igreja" – disse Bento XVI.
"A família fundamentada no Sacramento do Matrimônio é atuação particular da Igreja, comunidade salvífica e salvadora, evangelizada e evangelizadora. Como a Igreja, a família é chamada a acolher, irradiar e manifestar no mundo o amor e a presença de Cristo" - acrescentou o Papa.
"O acolhimento e a transmissão do amor divino se praticam na dedicação recíproca dos cônjuges, na procriação generosa e responsável, no cuidado e na educação dos filhos, no trabalho e nas relações sociais, na atenção às necessidades, na participação nas atividades eclesiais e no compromisso civil" – sublinhou o pontífice.
Segundo Bento XVI, "a família cristã, na medida em que, através de um caminho de conversão permanente sustentado pela graça de Deus, consegue viver o amor como comunhão e serviço, como dom recíproco e abertura aos outros, reflete no mundo o esplendor de Cristo e a beleza da Trindade Divina".
O Papa concluiu seu discurso recordando o 7° Encontro Mundial das Famílias que se realizará em Milão, Itália, de 30 de maio a 3 de junho de 2012, e manifestou sua alegria de participar desse encontro .
CHINA SUSPENDEU O DIALOGO COM INDIA DEVIDO A CONGRESSO PRESIDIDO PELO DALI LAMA
Devido à realização de um congresso budista liderado pelo Dalai Lama na Índia, o governo da China suspendeu esta segunda-feira um diálogo com o país vizinho sobre a fronteira entre ambos e pediu o fim do que classifica como «actividades separatistas» do líder espiritual tibetano.
«Gostaria de destacar que o Dalai Lama não é puramente uma figura religiosa, mas alguém que esteve envolvido com actividades separatistas durante muito tempo», afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Externas chinês, Hong Lei, ao ser questionado se o cancelamento do diálogo com a Índia tinha relação com o monge.
«Não apoiamos iniciativas de qualquer país que facilite as actividades do Dalai Lama contra a China em qualquer formato», alegou o porta-voz.
Sobre a 15ª reunião entre China e Índia pelo seu conflito na demarcação fronteiriça, Hong explicou que o seu governo mantém contacto com Nova Deli para marcar uma nova data.
A reunião entre os dois países estava prevista para os dias 28 e 29 de Novembro na capital indiana, mas foi cancelada depois de o governo de Nova Deli ter dito que não iria ceder às exigências de Pequim para suspendê-la pela realização da conferência budista.
A Índia defendeu que o carácter do evento era «religioso», e não político, mas a China não aceitou as explicações.
«Gostaria de destacar que o Dalai Lama não é puramente uma figura religiosa, mas alguém que esteve envolvido com actividades separatistas durante muito tempo», afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Externas chinês, Hong Lei, ao ser questionado se o cancelamento do diálogo com a Índia tinha relação com o monge.
«Não apoiamos iniciativas de qualquer país que facilite as actividades do Dalai Lama contra a China em qualquer formato», alegou o porta-voz.
Sobre a 15ª reunião entre China e Índia pelo seu conflito na demarcação fronteiriça, Hong explicou que o seu governo mantém contacto com Nova Deli para marcar uma nova data.
A reunião entre os dois países estava prevista para os dias 28 e 29 de Novembro na capital indiana, mas foi cancelada depois de o governo de Nova Deli ter dito que não iria ceder às exigências de Pequim para suspendê-la pela realização da conferência budista.
A Índia defendeu que o carácter do evento era «religioso», e não político, mas a China não aceitou as explicações.
REI LEKA ZOG DA ALBANIA MORREU AOS 72 ANOS
Leka Zog, cujo pai foi o rei da Albânia Zog I até que o país foi ocupado pela Itália na era fascista em 1939, e que voltou duas vezes ao país natal para reclamar sem sucesso sua coroa, morreu nesta quarta-feira aos 72 anos no Hospital Madre Teresa em Tirana. A informação partiu de Julinda Kamberi, a porta-voz da família Zog Murat. Kamberi disse que Zog, último herdeiro da extinta coroa albanesa, morreu de ataque cardíaco.
O pai de Leka Zog, Ahmet Zog, ou rei Zog I, governou a Albânia quando o país foi uma monarquia entre 1928 e 1939. Leka Zog nasceu em 1939, alguns dias antes de Benito Mussolini invadir a Albânia. O rei Zog I fugiu com o príncipe herdeiro e a família para Paris e depois Londres, onde Zog passou parte da sua vida. Em 1946, com a expulsão dos italianos, o regime comunista foi declarado por Enver Hodja na Albânia e a família real continuou banida.
Após a queda do regime comunista albanês em 1990, Leka Zog fez duas tentativas desastradas de voltar à Albânia - ele foi deportado em 1993 e em 1997 foi acusado de tentar liderar uma rebelião no exército. Após viver na África do Sul, ele finalmente conseguiu voltar à Albânia em 2002, onde viveu tranquilamente com sua mulher australiana e seu filho. Leka Zog não reclamou mais a monarquia albanesa, extinta em 1946.
O pai de Leka Zog, Ahmet Zog, ou rei Zog I, governou a Albânia quando o país foi uma monarquia entre 1928 e 1939. Leka Zog nasceu em 1939, alguns dias antes de Benito Mussolini invadir a Albânia. O rei Zog I fugiu com o príncipe herdeiro e a família para Paris e depois Londres, onde Zog passou parte da sua vida. Em 1946, com a expulsão dos italianos, o regime comunista foi declarado por Enver Hodja na Albânia e a família real continuou banida.
Após a queda do regime comunista albanês em 1990, Leka Zog fez duas tentativas desastradas de voltar à Albânia - ele foi deportado em 1993 e em 1997 foi acusado de tentar liderar uma rebelião no exército. Após viver na África do Sul, ele finalmente conseguiu voltar à Albânia em 2002, onde viveu tranquilamente com sua mulher australiana e seu filho. Leka Zog não reclamou mais a monarquia albanesa, extinta em 1946.
DOM DUARTE PREOCUPADO COM ASOBERANIA DE PORTUGUAL
"Portugal atravessa uma das maiores crises da sua longa vida". É com esta frase que D. Duarte abre a sua mensagem anual aos monárquicos, no Jantar dos Conjurados, na noite de quarta-feira, no Centro Cultural de Belém.
No tradicional jantar que junta os monárquicos portugueses na véspera das comemorações do Dia da Restauração da Independência, Duarte Nuno de Bragança menciona a possibilidade de ser este um dos feriados a extinguir pelo Governo.
Considerando o 1.º de Dezembro "o dia que mais deveria unir todos os portugueses", aproveita a oportunidade para se referir às consequências da actual crise.
Soberania ameaçada
"A soberania de Portugal está gravemente ameaçada" diz D. Duarte, considerando que a História tem demonstrado que "sempre que o país ficou enfraquecido aumentou a vulnerabilidade à perda da sua independência".
O duque de Bragança compara mesmo "a atual e humilhante dependência" do país face aos seus credores à crise financeira que Portugal enfrentou e que levou à queda da monarquia.
D. Duarte vê nesta crise sinais de que cada vez mais os portugueses "não se reveem no modelo de representatividade política em vigor" e aponta como caminhos para melhorar a situação económica nacional o aprofundamento das relações com os países lusófonos.
"Acredito que a CPLP deveria evoluir para uma Confederação de Estados Lusófonos", defende.
No tradicional jantar que junta os monárquicos portugueses na véspera das comemorações do Dia da Restauração da Independência, Duarte Nuno de Bragança menciona a possibilidade de ser este um dos feriados a extinguir pelo Governo.
Considerando o 1.º de Dezembro "o dia que mais deveria unir todos os portugueses", aproveita a oportunidade para se referir às consequências da actual crise.
Soberania ameaçada
"A soberania de Portugal está gravemente ameaçada" diz D. Duarte, considerando que a História tem demonstrado que "sempre que o país ficou enfraquecido aumentou a vulnerabilidade à perda da sua independência".
O duque de Bragança compara mesmo "a atual e humilhante dependência" do país face aos seus credores à crise financeira que Portugal enfrentou e que levou à queda da monarquia.
D. Duarte vê nesta crise sinais de que cada vez mais os portugueses "não se reveem no modelo de representatividade política em vigor" e aponta como caminhos para melhorar a situação económica nacional o aprofundamento das relações com os países lusófonos.
"Acredito que a CPLP deveria evoluir para uma Confederação de Estados Lusófonos", defende.
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