terça-feira, 1 de maio de 2012
EX-PREMIÊ DA TAILANDIA É COMBATIDO PELOS MONARQUISTA S QUE SÃO CONTRA A SUA ANISTIA
O porta-voz da Aliança do Povo pela Democracia da Tailândia, Panthep Puapongpan, declarou ao canal de televisão nacional que o próximo 26 de abril demandarão também 416 ministros e deputados por seus projetos para emendar a Constituição de 2007.
Essa organização pró-monarquia, cujos membros são chamados "camisas amarelas", contribuiu com suas mobilizações à destituição de Thaksin em setembro do 2006 e à instauração do novo Governo que se formou em 2008.
Thaksin governou desde 2001 até o golpe de estado que o tirou do poder, foi condenado em rebeldia a dois anos de prisão por um delito de corrupção e comunicou que esperava voltar de Laos, onde está exilado, a Bangkok este ano.
Yingluck ganhou o cargo de premiê nas eleições de 2011, às quais se presentou como candidata do partido de seu irmão maior, o Puea Thai.
A Tailândia foi palco de multitudinários protestos de rua, protagonizados pelas "camisas amarelas" e outras entidades que em 2010 causaram 92 mortos e uns mil 800 feridos.
O NACIONALISTA NORUEGUES BREIVIK VISOU TAMBEM O PALÁCIO REAL DA NORUEGA
Renúncia coletiva do governo antecipará eleições gerais na Holanda
Apesar de integrar a base governista, o Partido da Liberdade apoiava o governo. No entanto, abandonou a discussão sobre a tentativa de cortar cerca de 16 bilhões de euros (cerca de R$ 39 bilhões) do orçamento do país, causando uma crise governista.
A Holanda é uma monarquia constitucional e o Poder Executivo é formado pelo Conselho de Ministros dos Países Baixos, comandado pelo primeiro-ministro e por uma equipe de ministros que varia de 13 a 16 integrantes. Desde os anos de 1970, o primeiro-ministro holandês também comanda a coalizão no Parlamento.
Dupla protesta em embaixada do Bahrein em Londres
domingo, 8 de abril de 2012
PAPA PEDE PAZ MUNDIAL NA PÁSCOA
"Que na Síria cesse o derramamento de sangue e se inicie sem demora a via do respeito, do diálogo e da reconciliação, como também defende a comunidade internacional", clamou o Papa durante a mensagem "urbi et orbi" (à cidade e ao mundo), pronunciada da sacada da basílica de São Pedro.
A Síria é cenário há mais de um ano de uma revolta popular duramente reprimidas pelo regime de Bashar al-Assad.
Na mensagem, pronunciada ao fim da missa solene celebrada na praça de São Pedro, o pontífice condenou "as discriminações e perseguições" sofridas pelos cristãos no mundo, em particular no Oriente Médio.
"Cristo é esperança e consolo de modo particular para as comunidades cristãs que mais provas sofrem por causa da fé, por discriminações e perseguições", disse ao mencionar os conflitos no Oriente Médio, Síria, Mali e Nigéria.
"Que ao Mali, que atravessa um momento político delicado, Cristo glorioso dê paz e estabilidade", disse o Papa, para em seguida condenar a violência na Nigéria, "cenário nos últimos tempos de sangrentos atentados terroristas" e onde neste domingo um ataque diante de uma igreja na cidade de Kaduna (norte do país) deixou pelo menos 20 mortos e vários feridos.
"Que a alegria pascoal lhe conceda as energias necessárias para recomeçar a construir uma sociedade pacífica e respeitosa da liberdade religiosa de seus cidadãos", completou.
Vestido com hábitos litúrgicos dourados, símbolo da festividade, o Papa presidiu diante de cardeais e bispos a missa do domingo de Páscoa em uma praça embelezada com mais de 400.000 flores e em um dia ensolarado.
O pontífice, que acaba de completar sete anos de pontificado e que fará 85 anos em poucos dias, parecia em bom estado físico.
Bento XVI pronunciou a mensagem em italiano, pouco antes de dar a bênção a todos católicos do mundo, durante a qual desejou "Feliz Páscoa" em 65 idiomas, entre eles árabe, japonês e hindu.
"Desejo a todos uma boa e feliz festa de Páscoa, com a paz e a alegria, a esperança e o amor de Jesus Cristo Ressuscitado", disse.
A missa foi transmitida ao vivo para vários países do mundo.
FUNERAL DE TIBETANO TRANSFORMA-SE EM ATO DE PROTESTO
Cerca de sete mil pessoas participaram no funeral de um trabalhador rural que se imolou, apelando à liberdade religiosa e regresso do líder espiritual exilado Dalai Lama, informou um jornalista norte-americano.
Segundo o grupo baseado em Londres "Free Tibet", o funeral terminou numa marcha, com milhares de tibetanos a pedirem o regresso do seu líder espiritual.
Segundo a Rádio Free Asia, Sonam Thargyal, de 44 anos, imolou-se pelo fogo depois de ter bebido e despejado querosene sobre o corpo, na cidade de Tongren, na província de Qinghai.
O incidente não foi confirmado por fontes independentes.
Cerca de 30 tibetanos, a maioria monges budistas, imolaram-se no ano passado em protesto contra a supressão da sua religião e cultura e em apelos sucessivos ao regresso do Dalai Lama, que se refugiou em Dharmsala, no norte da Índia, em 1959, na sequência de uma frustrada rebelião contra o governo chinês. O líder político e espiritual dos tibetanos tinha então 24 anos.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
REIS DA SUÉCIA PRESTIGIARAM PRÊMIOS DE CIÊNCIAS
Os prêmios foram apresentados desde 1991 pela Fundação Göran Gustafsson. Dos nove membros do conselho de administração da Fundação, cinco são nomeados pelo Real Academia Sueca de Ciências. Cada vencedor recebe SEK 4,5 milhões ao longo de três anos, bem como um prêmio pessoal de SEK 250.000.
Os Prémios 2012 Göran Gustafsson foram entregues a Andreas Strömbergsson da Universidade de Uppsala (matemática), Fredrik gancho de Chalmers University of Technology (física), Luca Jovine do Karolinska Institutet (química), Jarone Pinhassi de Linnaeus University (biologia molecular) e Martin de Bergo da Universidade de Gotemburgo (medicina).
Após a cerimônia de premiação, um jantar foi realizado no Museet Nordiska.