sábado, 4 de agosto de 2012

ZARA PHILIPS NETA DA RAINHA ELIZABETH GANHOU UM MEDALHA DE PRATA

Zara Phillips da Grã-Bretanha ganhou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Londres ontem (31.07.12).
  A neta mais velha da rainha Elizabeth - ajudou a equipe GB terminar em segundo para a Alemanha na competição de três dias de eventos, e ela ficou muito feliz com ele resultará.
. Zara - que batiam em um muro durante a seção showjumping de ontem do evento - disse: "Queríamos o ouro, mas para obter uma medalha olímpica é incrível de qualquer maneira Nós tivemos uma semana incrível, tem sido uma competição grande, irreal e quando você obter um destes rodada colocar o seu pescoço você percebe tudo valeu a pena.
"No ano passado eu nem acho que eu ia estar aqui. Tivemos a maior equipe esta semana, uma equipe incrível."
Zara - que se juntou na equipe por Nicola Wilson Kristina Cook, Mary Rei e William Fox-Pitt - foi presenteado com a medalha de prata por sua mãe, a princesa Anne, o único outro membro da família real para competir em uma Olimpíada.
Zara - que estava andando de cavalo alto Unido durante os três dias - foi aplaudida por muitos membros da família real, incluindo o Duque ea Duquesa de Cambridge, príncipe Harry, a duquesa de Cornwall e seu marido, Mike Tindall.
No entanto, ela não queria ser feitas perguntas sobre sua família famosa, dizendo a um repórter: ". Vamos falar sobre a minha família o tempo todo Todo mundo da família está aqui também"

Resolver disputas territoriais no Mar da China



A secretaria de Estado americana e o ministro chinês dos estrangeiros reuniram no Camboja para debater a melhor forma de resolver disputas territoriais no sul do Mar da China.
A China afirma-se preparada para conversações sobre um código de conduta para resolver as reivindicações.
Funcionários norte americanos indicaram que os dois responsáveis debateram o conflito na Síria, e questões internacionais sobre os programas nucleares no Irão e na Coreia do Norte.
As conversações à margem do encontro da Associação das Nações do Sudeste Asiático – ASEAN – foram dominadas pelas disputas territoriais no sul do Mar da China.
A China, o Vietname, o Brunei, a Malásia e as Filipinas reivindicam partes das mesmas águas. Os ministros dos estrangeiros da ASEAN tentam desenvolver um código de conduta para reger o comportamento resultante do impasse.
Fontes dos Estados Unidos indicaram que o ministro dos estrangeiros chinês deu à secretaria Clinton uma indicação directa de que Pequim aceita aderir, no futuro, ao diálogo sobre o código de conduta.
Tal pode acontecer já por altura da cimeira da ASEAN em Novembro.
No início do encontro, a secretaria Clinton sublinhou a importância da cooperação Sino-americana com os membros da ASEAN
“Trata-se de um sinal importante que os Estados Unidos e a China podem, e desejam, trabalhar juntos na Ásia”.
O ministro dos estrangeiros chinês referiu que as duas nações estão construir uma parceria de cooperação baseada no respeito e no benefício mútuo.
O ministro indicou que a parceria assinala a forma como vão avançar os laços chino-americanos agora, e no futuro, enquanto Pequim e Washington continuam a alargar a base comum, a respeitarem-se um ao outro, e resolver as diferenças e as questões sensíveis.
Na antecipação do encontro desta semana da ASEAN, os analistas previam que as tensões no sul do Mar da China iriam constituir a maior parte das discussões. A disputa coloca quatro nações da ASEAN a reivindicar território contra a China, que por seu lado reclama a maior parte daquela área.
No entanto, outra controvérsia emergiu para lá das fronteiras da ASEAN.
O Japão anunciou ter apresentado um protesto formal contra a China, após embarcações chinesas se terem aproximado das ilhas de Senkaku, um grupo de ilhas remotas reivindicadas pelos dois países.
Tanto o Japão como a China são parceiros no diálogo, entre as nações que não pertencem à ASEAN.
A embaixada chinesa em Phnom Penh confirmou que o ministro chinês dos estrangeiros se tinha encontrado com o seu homólogo japonês e que as duas nações tinham indicado que a disputa sobre aquelas ilhas não vai ensombrar o relacionamento mútuo.

Vietnã, Laos e Camboja impulsionam triângulo de desenvolvimento

  
  Vietnã, Laos e Camboja se estabeleceram hoje o objetivo de promover um triângulo de desenvolvimento em suas extensas fronteiras comuns, cujos primeiros resultados avaliam ainda como modestos.

  O impulso a esse processo, de interesse comum, foi ratificado na província central de Nghe An, a uns 300 quilômetros de Hanói, onde tiveram reunião conjunta os comitês de relações exteriores da respectivas Assembleias Nacionais.

Representantes dos órgãos legislativos, reunidos em sua quarta conferência desse gênero, se propuseram estabelecer um grupo tripartito, que apoie ativamente o mencionado propósito central, incluindo todas populações vizinhas.

Os chefes das delegações concordaram ao realçar a importância do desenvolvimento do chamado triângulo para a sociedade, economia, segurança e defesa nacional dos três países.

Na abertura do encontro, o vice-presidente do parlamento vietnamita, Uong Chu Luu, propôs que o comitê de relações exteriores supervise o cumprimento de um plano mestre nas áreas limítrofes próximas, acordado entre Hanói, Vientiane e Phnom Penh.

O triângulo projetado cobre uma extensão de 114 mil 600 quilômetros quadrados, através de 13 províncias dos três países, por onde correm importantes rios em termos de manejo ambiental, segurança e defesa.

As áreas em questão se beneficiaram devido a prioridades outorgadas pelos governos envolvidos em matéria de investimento e ajuda com participação de organizações internacionais, mas segundo representantes vietnamitas, os avanços são ainda modestos, e os recursos destinados a infraestrutura fluem com lentidão.

Este novo empurrão triangular é realizado em momentos em que as três nações da Indochina dão especial importância aos aniversários de estabelecimentos de relações mútuas, forjadas sobretudo durante os anos de enfrentamento à agressão estadunidense. Ao longo de 2012, Vietnã e Camboja concluíram a marcação definitiva de suas fronteiras enquanto que ao Vietnã e Laos ficam menos trechos por demarcar, em um mesmo esforço a favor da paz, segurança e estabilidade.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

BUTÃO AJUDA COM ENERGIA PRODUZIDA NO SEU TERRITÓRIO PARA INDIA




A rede elétrica do norte da Índia deixou de funcionar nesta segunda-feira, parando centenas de trens, forçando hospitais e aeroportos a usarem geradores e deixando 370 milhões de pessoas - mais do que a população dos Estados Unidos e Canadá combinadas - sofrendo com o calor do verão.

O blecaute, um dos piores a atingir a Índia em uma década, ressalta a incapacidade do país em suprir a demanda de energia enquanto tenta se tornar uma potência econômica regional. A Confederação da Indústria Indiana disse que o apagão é um lembrete de que o governo precisa urgentemente reformar o sistema elétrico, garantir um suprimento contínuo de carvão para as usinas de energia e reformar as instalações elétricas. Perdas na transmissão e distribuição em alguns Estados chegam a até 50% devido à roubos e corrupção.

A rede elétrica caiu por volta das 2h30 da manhã (horário local) pois não conseguia mais suprir a enorme demanda causada pelo verão, disseram autoridades do Estado de Uttar Pradesh. No entanto, o ministro de Energia Sushil Kumar Shinde afirmou que não tinha certeza do porquê do colapso e criou um comitê de investigação.

Foram afetadas as regiões de Punjab, que é celeiro do pais, a instável Caxemira, a capital Nova Délhi, Dharmsala (o quartel-general do Dalai Lama, no Himalai), e o Estado mais populoso do mundo, o pobre Uttar Pradesh.

No final da manhã, 60% da energia foi restabelecida, afirmou o ministro. Foi necessário puxar eletricidade das redes do leste e oeste, bem como comprar energia hidrelétrica do país vizinho Butão.

Os moradores de Nova Délhi foram acordados quando seus ventiladores e ar-condicionados pararam de funcionar. A temperatura na cidade estava em cerca de 35º, com umidade em 89%. O sistema de metrô, que transporta 1,8 milhões de pessoas diariamente, parou por horas durante a manhã.

Shinde quis escapar dos questionamentos criticando outros países, incluindo o Brasil. "Eu peço que vocês olhem a situação em outros países", disse ele. Um terço das residências na Índia não têm eletricidade nem mesmo para acender uma lâmpada, de acordo com o último censo.
Butão com suas hidroletricas ajudou a abastecer  a India  com energia eletrica os lugares da Capital a se movimentar principalmente o metro , foi de grande ajuda nesta apagão horrivel

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

PRINCIPE FELIPE II VISITOU O BATAHÃO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIA


Don Felipe II visitou as instalações do Batalhão de Operações de Emergência (BIEM) da Unidade Militar de Emergência (UME), que se baseia na Base Aérea de Morón.
Intervenções recentes de esta unidade ter sido incêndios e Vilaflor Adeje (Tenerife), em julho de 2012 fogos em San Mateo (Las Palmas de Gran Canaria), em junho de 2012, os incêndios na Serra do Retin (Cadiz) em março e maio de 2012; fogo Arbo, Vilariño Couso, Peruxa e Monterramo (Galiza), em outubro de 2011, terremotos e erupções vulcânicas na ilha de El Hierro, em setembro de 2011 e terremotos em Lorca (Murcia) maio 2011.
O Príncipe das Astúrias, que estava acompanhado pelo chefe da UEM, tenente-general José Emilio Sanz Roldan, eo chefe do BIEM II, tenente-coronel Thomas Garcia Palacios, foi capaz de aprender o material e métodos utilizados no combate a incêndios e situações de atividade sísmica, entre outras ações. Houve também uma apresentação que informou Don Felipe de recursos e atividades recentes da UEM e do II BIEM.
O II BIEM, cujo âmbito de acção abrange as regiões da Andaluzia e das Canárias, a província de Badajoz e as cidades autónomas de Ceuta e Melilla, consiste das seguintes unidades: o Comando Geral do Pessoal (Pimm), uma empresa de Pessoal e Serviços (MPM), duas empresas de Intervenção de Emergência Natural (CIEN 21 e 22), uma Sociedade de Engenheiros (Cing 23), duas Unidades de Emergência (HO "Gando" e HO "Los Rodeos"), todos com sede na base de Morón de la Frontera, exceto HO "Gando" em Gran Canaria, e "Los Rodeos" em Tenerife.
Unidade de Emergência Militar (UME) é uma unidade das Forças Armadas, criado por resolução do Conselho de Ministros em Outubro de 2005, com o maior potencial e capacidade de resposta para intervir em situações extremas, tais como serviços de saúde de emergência, incêndios florestais, uma forte nevasca, desabamentos, inundações, riscos tecnológicos, e assim por diante.
Sua finalidade é a salvaguarda do bem-estar dos cidadãos nos casos de risco grave, catástrofe, calamidade ou outras necessidades públicas. É constituída por cerca de 4.000 soldados, com um monte de preparação e especialização em sete locais: Torrejón de Ardoz (Madrid), Morón de la Frontera (Sevilha), Bétera (Valencia), Zaragoza, San Andrés del Rabanedo (Leon) Gando (Las Palmas) e Los Rodeos (Tenerife).
Material disponível significa que hidroavião bombeiros, helicópteros, motores de todo-terreno de incêndio, ambulâncias, veículos leves, caminhões, máquinas de terraplanagem, máquinas de neve, barcos e instalações de descontaminação. Além de seus próprios dispositivos, será capaz de usar outro tipo de emergência, tanto das Forças Armadas e da Guarda Civil.

PARLAMENTO DO KUWAIT

Entre todas as monarquias do Golfo, o Kuwait tem facilmente o mais poderoso parlamento up-to ao ponto em que colide diretamente com os interesses da família governante Sabah Al. Isso tem levado com freqüência crescente a sua dissolução resumo. Em 20 de junho, aconteceu de novo, pela quinta vez em seis anos. Mas a reacção era muito mais robusto que antes. Kuwaitianos Muitos estão cansados ​​de votar em outro grupo de candidatos que não são susceptíveis de sobreviver tempo suficiente no escritório para fazer qualquer coisa. Uma semana depois da última dissolução 30.000 estranho kuwaitianos protestaram na capital. Os líderes da oposição pediu a reintegração do parlamento, uma monarquia constitucional e uma democracia plena. Sem essas coisas existem em nenhum outro lugar no Golfo.
No papel, era um tribunal, não a decisão emir, xeque Sabah Al Ahmed Al Sabah, que ordenou a dissolução última. Mas o tribunal tinha sido provavelmente se inclinou diante, porque o emir tinha apenas suspenso Parlamento para um mês depois de membros dela tinham ameaçado para transportar no ministro do Interior para questionar sobre algumas questões embaraçosas a ver com a corrupção; uma perspectiva semelhante solicitado várias demissões ministeriais em no passado. Além disso, por decreto do tribunal fez com que o parlamento eleito em fevereiro foi anulada, o anterior, eleito em novembro com os islamistas e membros menos mais em favor do governo nomeado emir teria que ser reintegrado.

Efeito Kate rende doação de 384 mil euros

A entrada de Kate Middleton para a família real britânica tem-se revelado uma enorme vantagem económica. E quem ganha com isso não é só o cofre da monarquia.
O Palácio de Buckingham doou, recentemente, mais de 384 mil euros à fundação humanitária dos duques de Cambridge (Kate e William) e do príncipe Harry, como agradecimento pelo facto de o vestido de noiva de Kate ter estado em exibição, no Verão passado, no palácio. É que o crédito do estrondoso aumento de visitantes vai todo para o vestido de noiva da nova figura querida da família real britânica. Segundo o diário britânico The Telegraph o vestido da duquesa é o principal responsável pelo aumento de visitantes do palácio, que recebeu mais 191 mil pessoas do que no ano anterior. Para os cofres reais, isto significou um recheio de mais de 12 milhões de euros — mais quatro milhões do que no ano anterior. E isto apenas em entradas, mas a venda de recordações do palácio também cresceu.