sábado, 1 de setembro de 2012

LADY DY PARA SEMPRE NO CORAÇÃO DO POVO

Há 15 anos, no dia 31 de agosto de 1997, o mundo dava adeus à "Rosa da Inglaterra", Lady Di: "Eu gostaria de me ver como uma rainha nos corações das pessoas", disse, em entrevista a BBC, em 1995. Dois anos depois, foi vítima de um acidente de carro no túnel Pont de l'Alma, em Paris. Seu namorado na época, Dodi Fayed, e seu motorista e guarda-costas, Henri Paul, também morreram na tragédia. Hoje, 31 de agosto de 2012, 15 anos após sua morte, Diana Spencer deixa seu legado em seus filhos, Príncipe William e Príncipe Harry, além do frescor de Kate Middleton, que chegou à monarquia inglesa com ares de "nova Diana".
Após sua morte, o público que ama a "Rainha dos Corações Ingleses" faz a peregrinação anual para a "Fonte Memorial de Diana", inaugurada em julho de 2004, perto do local em que a princesa vivia. Além disto, nesta data, toda a Grã-Bretanha presta homenagens, principalmente ao redor do Palácio de Buckingham.
Ao longo de seus 11 anos como Princesa, Diana revolucionou a instituição em que se casou. Ela não era atriz de Hollywood ou rockstar, mas apenas uma professora que se casou com um nobre, vivendo uma verdadeira história de conto de fadas. Mas apesar de sua imagem de boa menina, sempre com aparência impecável e comportada, era rebelde e não gostava de seguir as regras da realeza britânica, bem semelhante ao seu filho mais novo, Harry.
Foi esta rigidez da família real e a falta de amor no casamento que culminou em seu divórcio de Charles, em 1992. Após a separação, Diana pode respirar livre e liberar sua personalidade irreverente, até então reprimida. Dedicou-se ao trabalho com obras de caridade e, principalmente, às campanhas contra minas terrestres e no combate à AIDS. Com a liberdade, começou a estampar capas de revista como Vanity Fair e Vogue e estreitou sua amizade com o cantor Elton John, mostrando que nasceu para fazer história.
Em seu funeral, Elton homenageou Lady Di com a canção "Candle in the Wind", ou "Vela ao Vento" e, após o luto, William e Harry continuaram o legado de sua mãe, seguindo seus passos em causas humanitárias e obras de caridade. Além disto, os príncipes herdaram a docilidade e o bom-humor de Diana.
Com passar dos anos, Will relembrou a memória de sua mãe ao presentear Kate com o anel usado por ela durante seu matrimônio. E, com o casamento, surgiu o frescor da novidade para a realeza britânica, pois a Princesa de Cambridge era uma plebéia, como sua sogra, o que gerou alvoroço ao redor do mundo. Seria um novo conto de fadas? Kate foi recebida como "a nova Diana" pela sociedade e pela imprensa.
Confirmando sua importância para o mundo, a atriz Naomi Watts será a estrela do longa biográfico que contará como foram os últimos anos de Diana, ainda sem previsão de estreia.
Não há duvidas de que Lady Di, mesmo após 15 anos de ausência, continua a ser um objeto de fascinação. Tornou-se um ícone pelos seus cabelos curtos, sua marca registrada e pelo bom gosto em seus looks pensados e bem compostos. Como seu irmão observou em seu funeral: "Diana Spencer era a própria essência da compaixão, do dever, do estilo e da beleza. Ela não precisava de título real para continuar a deixar sua marca no mundo". Quinze anos depois, ela continua a ser a princesa do povo. Vida longa à Rainha dos Corações!

DOM BERTRAND VISITA SÃO JOÃO DEL REI


Nos dias 19 e 20 de agosto, São João del-Rei recebe a visita do Príncipe imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, organizada pelo Círculo Monárquico de Minas Gerais em parceria com o Movimento da Juventude Monárquica de Minas Gerais. Na oportunidade o príncipe ministrará, na Academia de Letras da cidade, um curso gratuito e aberto ao público sobre Monarquia.

Além do curso, Bragança realizará visitas a igrejas e museus são-joanenses. Em sua homenagem, será celebrada uma missa na Catedral Basílica do Pilar, no domingo, 19. No dia seguinte, ele será apresentado às autoridades municipais e dará uma entrevista coletiva à imprensa. Bisneto da princesa Isabel e filho do príncipe dom Pedro Henrique de Orleans e Bragrança e da princesa Maria Elisabeth de Baviera, o nobre é o segundo na linha sucessória do trono do Brasil, caso o país volte a adotar o regime político da monarquia.

Dois tailandeses condenados por insultos à monarquia libertados por perdão real


Dois tailandeses condenados por insultos à monarquia foram hoje libertados depois de terem recebido perdão real, informou um porta-voz do estabelecimento prisional.

Os dois condenados a três anos de prisão pelo crime de lesa-majestade são Warawut Thanungkorn, ativista pró-democracia, e Suriyan Kokpeuay, sapateiro.
Warawut foi condenado por ter insultado a monarquia num discurso proferido em 2010, e Suriyan foi condenado por ter lançado uma ameaça de bomba através de uma chamada telefónica para o hospital onde o rei Bhumibol Adulyadej está internado desde 2009.
O crime de lesa-majestade na Tailândia é punido com penas entre os três e os 15 anos de prisão.
Normalmente a família real concede perdão aos presos que revelarem bom comportamento

Bahrein adia o veredicto do julgamento de ativistas


Um tribunal em Bahrein adiou para o mês que vem o veredicto do segundo julgamento dos 20 proeminentes ativistas condenados por uma corte de justiça militar. Eles foram presos por liderar a revolta contra a monarquia que governa o país.

O caso dos ativistas é um dos mais importantes processos que resultaram da repressão contra os protestos. A decisão dos juízes será uma indicação de que caminho a monarquia sunita tomará para encerrar a crise.

No julgamento original, Abdulhadi al-Khawaja e sete outros líderes da oposição foram condenados à prisão perpétua. Outros 12 presos foram sentenciados a penas menores, sete deles à revelia, por crimes contra o Estado. Por meses, os ativistas presos combateram as sentenças, denunciando violações de direitos legais e tortura. Khawaja iniciou então uma greve de fome que durou 100 dias.

Autoridades descartaram as sentenças dos militares em abril e ordenaram um novo julgamento pela mais alta corte de apelação do país, que afirmou que emitirá o veredicto em 4 de setembro. Familiares e grupos de direitos humanos expressaram desapontamento com o atraso.

A maioria xiita de Bahrein, inspirada pelos protestos da Primavera Árabe, começaram uma revolta no ano passado, buscando limitar os amplos poderes da monarquia sunita. Pelo menos 50 pessoas foram mortas nos distúrbios.

Em um discurso televisionado  para todo o país nesta quinta-feira, o rei Hamad bin Isa Al Khalifa declarou seu compromisso com o "progresso, prosperidade e boa governança", e disse que apoia a ideia de diálogo. Ele não falou sobre a crise que já dura 17 meses, mencionando apenas os desafios que os cidadãos suportaram durante o ano. Durante o discurso o monarca não ofereceu novas ideias para conciliar a nação nem comentou a questão dos ativistas. As informações são da Associated Press.

CRISE EUROPEIA ATINGE AS MONARQUIAS LOCAIS

Pouco depois de ter dito para a nação espanhola que não conseguia dormir preocupado com o desemprego de jovens no país, o rei Juan Carlos secretamente escapuliu para um avião e foi fazer um safári em Botsuana, onde foi flagrado caçando elefantes.
Quando as imagens vazaram para a mídia, os espanhóis se sentiram ultrajados. Jornais locais calcularam que a viagem da família real custou o dobro da média do salário anual no país. Tomas Gomez, líder do partido socialista, chegou a pedir que o rei escolhesse entre suas "responsabilidades públicas ou sua abdicação". Agora, críticos pedem que o monarca abra suas contas e revele como ele gasta seu dinheiro.
A revolta contra Juan Carlos, de 74 anos, é parte de uma onda de questões levantadas na Europa sobre o papel e relevância das monarquias em um momento delicado, no qual a crise econômica no continente se intensifica. Enquanto o conto de fadas da realeza continua - os palácios, as roupas de alta-costura e os relacionamentos amorosos - o sentimento de extravagância em relação a tal estilo de vida parece ter tomado o lugar do encantamento.
Políticos, a mídia local e cidadãos comuns começaram a se perguntar porque pagar impostos para sustentar a conta da monarquia, que consome dezenas de milhões de dólares por ano enquanto o resto da população do continente sofre com cortes de benefícios, salários, pensões e no serviço de saúde.
- Todos os problemas com as finanças públicas tem se intensificado, assim como as questões relacionadas à monarquias e seus gastos - diz Herman Matthijs, professor da Universidade de Ghent e da Universidade de Bruxelas. Ele é responsável por um estudo anual de custos associados aos líderes de Estado da Europa.
Na Bélgica, o rei Albert II, ficou em uma saia justa esse ano após a divulgação de seu orçamento, que cresceu 3% em 2011. Temendo uma onda de críticas, ele prometeu que iria pagar por algumas de suas despesas pelos próximos dois anos, economizando o equivalente a U$ 616 mil aos cofres públicos. A rainha Beatrix, que enfrentava reclamações sobre a manutenção de seu iate - paga pelo Ministério da Defesa, disse que iria começar a arcar com o gasto.
Até a rainha britânica Elizabeth II, que celebrou seu Jubileu de Diamante perante a uma multidão de 1 milhão de cidadãos "apaixonados" não está imune à pressão por cortes no orçamento das monarquias. Ela congelou o salário de funcionários reais, postergou a manutenção de residências da realeza e dispensou o esquema de segurança em tempo integral para as princesas Beatrice e Eugenie.
Esta semana, fotos do príncipe Harry nu em uma festa em Las Vegas geraram uma onda de críticas à família real. A imprensa destacou o uso de dinheiro público para pagar pela segurança em tempo integral do filho mais novo de Lady Di, que provavelmente não estava sendo vigiado quando tirou a roupa ao lado de jovens seminuas nos EUA.
Nas redes sociais, um britânico comentou no Twitter que não tinha nada contra a diversão de Harry, mas contra "pagar a conta da festa". Rod McPhee, colunista local, se perguntou: "Será pequeno, médio ou grande o tamanho da cidade britânica que teve que pagar pela festa do príncipe em Las Vegas?".
Um monarca amado
Apesar das polêmicas, o rei Juan Carlos tem mostrado em seus índices de popularidade ser o monarca mais popular da Europa. Não difícil achar espanhóis que sejam contra a monarquia, mas pró-Juan Carlos. Escolhido com cuidado por ditador Francisco Franco como sucessor, o monarca seguiu outro caminho em impulsionou o país em direção a uma monarquia parlamentar, depois da morte do ditador, em 1975.

Monarquia saudita anuncia detenção de "duas redes terroristas"

  
  A monarquia saudita assegurou hoje ter preso membros de "redes terroristas" nessa capital e na cidade de Yedá, que preparavam atentados contra as forças de segurança, cidadãos e estrangeiros.

  Os detidos, "vinculados com a organização perversa no exterior" são seis iemenitas e dois sauditas que recrutavam pessoas para a execução de atentados, sempre segundo o comunicado, segundo o qual duas pessoas são procuradas para serem interrogadas.

A nota do Ministério do Interior afirma que as investigações demonstram que os suspeitos "estavam em uma fase avançada (de seus planos) e já haviam preparado e testado explosivos".

Durante as investigações, o chefe da rede, que é apenas identificado como um saudita, forneceu informações detalhadas que permitiram a captura dos seis iemenitas, o confisco de produtos químicos para preparar explosivos e dispositivos de detonação à distância.

No Iêmen, que faz fronteira com o reino saudita, opera um grupo armada que se autodenomina Al Qaeda da Península Arábica, e cujo propósito é derrubar pela violência o governo, sendo combatida pelas autoridades de Sana com o apoio aéreo e logístico dos Estados Unidos.

Ainda que as autoridades sauditas exercem um estrito controle sobre a sociedade e mal abram suas portas aos estrangeiros, exceção feita aos peregrinos no mês sagrado islâmico do Ramadã, no país já ocorreram vários atentados contra a família real.

O mais recente foi a tentativa em 2009 de um suicida quem detonou uma carga explosiva que levava presa ao corpo próximo ao ministro do Interior, príncipe Mohamed bin Nayefse, que apenas sofreu ferimentos leves.

No reino encontram-se as cidades de Meca e Medina, os dois lugares mais sagrados do Islã e em seu território nasceu Maomé, o profeta que criou o Islã, a religião monoteísta com mais seguidores no mundo.

Fotos de Harry minam a imagem do PrÍncipe


 





Depois de ter sido fotografado nu em um luxuoso quarto de hotel em Las Vegas, o príncipe Harry não tomará bronca sozinho. Segundo o site TMZ, a família real também está furiosa com os seguranças e assessores do príncipe, que não se esforçaram para proteger a imagem do jovem.

A publicação das fotos do príncipe nu revertem os resultados dos esforços recentes do príncipe e seus assessores para mudar a imagem de festeiro e inconsequente talhada por escândalos do passado, segundo comentaristas que acompanham a trajetória da Família Real britânica.

"(Essas fotos) minam o trabalho que ele vinha fazendo nos últimos seis meses, com seus projetos de caridade na África do Sul e avanços em sua carreira militar, que decolou de uma forma surpreendente", acredita Ken Wharfe, ex-chefe da segurança de integrantes da Família Real e hoje escritor e comentarista de assuntos da monarquia em entrevista à BBC.

"Houve um tempo em que Harry era conhecido como o "príncipe das festas", que saía de casas noturnas ao amanhecer, se metia em confusões e em geral não tinha bom senso", aponta Nicholas Witchell, responsável pela cobertura da Família Real na BBC. "Recentemente, porém, Harry transformou sua imagem. Por isso, esse episódio certamente é um constrangimento e decepção para sua família e, imagina-se, para o próprio Harry."


Horas antes de ficar nu durante uma partida de "strip bilhar", o príncipe Harry e mais dois amigos conheceram algumas meninas e as convidaram para uma festinha na suíte de Harry. Os celulares das garotas, no entanto, não foram confiscados na entrada do quarto.

Durante a festa, as convidadas começaram a tirar fotos com seus celulares e um dos assessores disse apenas: "Oh, oh, oh...vamos lá, sem fotos". Depois de mais bebedeira, mais fotos foram tiradas, mas a equipe de Harry não fez nada. Fontes ainda disseram ao TMZ que os assessores estavam curtindo a festa mais do que proteger o príncipe de si mesmo.

Príncipe nu

Em uma das duas fotos publicadas nos Estados Unidos , o príncipe Harry, terceiro na linha de sucessão ao trono da Inglaterra, aparece sem roupa alguma, tapando as partes íntimas com as mãos. Está em frente a uma pessoa também nua. Em outra foto aparece de costas abraçando uma pessoa também sem roupas.

A família real pediu à imprensa britânica que não publique as fotos por considerar que sua difusão constituiria uma violação da vida privada do príncipe. Os meios de comunicação ingleses já haviam optado por não divulgar as imagens.

Em entrevista a um canal de TV norte-americano, o nadador americano Ryan Lochte contou que esteve ao lado de Harry na festa da piscina, mas esclareceu que não foi convidado para participar do "strip bilhar" mais tarde. "Me disseram que ele gostaria de me conhecer", disse ele. Os dois ainda teriam apostado uma corrida na água e seguiram para caminhos opostos.