terça-feira, 4 de setembro de 2012

Casal real PARTICIPAR serviço memorial para HM Rei Pedro I EM OPLENAC

Casal real PARTICIPAR serviço memorial para HM Rei Pedro I EM OPLENAC
A Real Alteza o Príncipe Alexander e Princesa Katherine participou de uma cerimônia em memória do 91 º aniversário da morte de Sua Majestade o Rei Pedro I, o Libertador, na Igreja de St. George em Oplenac, Topola.
O casal real foi acompanhada pelo Sr. Dragomir Acovic, presidente do Conselho da Coroa e membro do Conselho de Administração da Fundação em Oplenac, o Sr. Milorad Savicevic, membro do Gabinete Coroa, Dr. Cedomir Antic, membro do Gabinete da Coroa, eo Sr. Vladan Zivulovic, gerente interino da Fundação Peter King I em Oplenac e membro do Gabinete Coroa, prestaram suas homenagens ao bisavô Coroa príncipe em Sagrada Liturgia que foi presidida por Sua Graça Bispo Jovan de Sumadija, e depois que um cerimônia coroa postura que teve lugar no túmulo de SM o Rei Pedro I.
Além de Sua Alteza Real o Príncipe Alexandre coroas também foram estabelecidas por representante do Governo sérvio, o Sr. Miroslav Tasic, secretário de Estado no Ministério da cultura e da informação, a delegação sérvia Exército, delegações de Topola e municípios Arandjelovac, o Rei Pedro I Fundação em Oplenac e muitos cidadãos que ainda têm o rei Pedro I em seus corações também colocaram suas grinaldas.
Rei Pedro I, o Libertador, que faleceu no dia esta de volta em 1921, em Belgrado, foi um dos governantes mais importantes sérvios na nova era. Ele subiu ao trono após a reviravolta maio 1903. A regra do Rei Pedro I foi marcado pela crise anexo, uma guerra comercial com o Império Austro-Húngaro, a guerra dos Balcãs e Primeira Guerra Mundial. De todas estas guerras, a Sérvia saiu vitorioso após as batalhas em Kumanovo, na Bregalnica, Cer, Kolubara e Frente de Salónica, e trouxe a sua "condição de Estado ao Reino dos Sérvios, Croatas e Eslovenos.
SM o Rei Pedro I o Libertador é sempre muito respeitado e observado com uma grande simpatia entre as pessoas por causa de seu heroísmo franqueza, e frugalidade.

PRINCIPES DA SÉRVIA FAZEM EVENTO NO CHIPRE

A sua Alteza Real o Príncipe Alexander e Princesa Katherine da Sérvia, seus filhos Prince Philip, Alison e sua neta Stephanie através dos Hellas Lifeline organização humanitária realizou um evento humanitário em Paphos, Chipre, no sábado 01 de setembro, que foi patrocinado pelo Hotel Azia Resort & SPA.
O evento foi organizado sob os auspícios da Sra. Elsie Christofias, a esposa do Presidente da República de Chipre em ajuda de "Theotokos" fundação para crianças com retardo mental. Além disso, um leilão foi realizado para apoiar Convalescent Infantil da Cruz Vermelha Chipre.
Sua Alteza agradeceu em seu discurso aos participantes e enfatizou a alegria de dar, especialmente durante estes tempos difíceis. Ela agradeceu especialmente Economides Sr. e Sra. por sua grande generosidade para oferecer seu hotel eo jantar para o evento. Sra. Fotini Papadopoulos, viúva do falecido presidente de Chipre e presidente da Red Chipre Cruz saudou e agradeceu Suas Altezas Reais para a sua grande obra humanitária.
Grécia e Chipre têm sido tão favoráveis ​​e magnífico durante os tempos difíceis na Sérvia e agora é a sua vez.
A noite foi adornado com a voz única da famosa mezzo-soprano sérvio Jovanovic Jadranka que gentilmente se ofereceu para cantar para o evento.
Estiveram presentes o Sr. Andy e Economides Sra. Dora, com suas filhas Ira e Azia com seu marido Marwan Chatila, representantes da Embaixada da Sérvia, deputados da Sérvia Força de Paz das Nações Unidas, Sr. Manter Kypros Eliades que é o cônsul honorário da Sérvia em Chipre, com sua esposa Chara e muitos outros.
SAR a Princesa Katherine da Sérvia fundou a organização humanitária Lifeline www.lifelineaid.org em 1993 em Londres e depois em Atenas, Chicago, Nova York e Toronto, que parceria com a fundação "Sua Alteza Real Princesa Katherine" em Belgrado. Os dois últimos anos Hellas Lifeline tem se dedicado a Grécia por causa das necessidades importantes. Uma das atividades principais da organização é fornecer equipamentos médicos para hospitais infantis e fundações de apoio. obras tábua de salvação para o benefício de todos aqueles que precisam, independentemente da etnia ou religião uma vez que existem sem fronteiras no sofrimento.




sábado, 1 de setembro de 2012

AVÓS DA SUAZILÂNDIA PLANTAM MACONHA PARA VIVER

Depois que suas filhas morreram, Khathazile pegou os 11 netos órfãos para criar, sem hesitação. É o que uma gogo, ou avó, faz num país onde a mais alto índice de infecção pelo HIV no mundo deixou um mar de crianças sem mães.

- Deus nos ajude - disse ela.

Talvez, mas Khathazile tem um seguro para o caso de a intervenção divina falhar: Swazi Gold (Ouro Suazi), uma muito potente e valiosa variedade de maconha bastante procurada no próspero mercado da vizinha África do Sul. Numa área no interior da floresta, no topo de uma montanha distante nesse árido canto da minúscula Suazilândia, Khathazile cultiva Swazi Gold para alimentar, vestir e mandar os netos para a escola.

- Sem a erva nós estaríamos famintos - diz Khathazile, que pediu que apenas o seu nome do meio fosse utilizado.

Ela é uma das milhares de trabalhadores que, a duras penas, conseguem levar a - magra - vida das áreas rurais deste reino do sul da África plantando maconha, segundo membros de serviços humanitários. Abraçam o cultivo como uma turbinada - mais do que necessária - da renda.

Khathazile não se considera parte de uma vasta cadeia global de cultivo de drogas que inclua fazendeiros de papoula no Afeganistão e plantadores de coca na América Latina. Ela apenas tem netos de que cuidar e diz que começou a plantar quando as tentativas com outras culturas falharam.

- Se você plantar milho ou repolho,os babuínos roubam -, diz.


Preenchendo os vazio da Aids

Última monarquia absoluta da África, a Suazilândia é oficialmente um país de renda média. Mas a pobreza profunda continua a ser uma regra aqui nas áreas rurais ao redor de Piggs Peak, uma empoeirada cidade no Noroeste montanhoso do país. Pouca coisa cresce neste solo rochoso, e empregos são difíceis de encontrar. Muitos jovens fogem para as duas cidades grandes do país, Mbabane e Manzini, ou para a África do Sul, em busca de trabalho.

Ficam para trás diversas mulheres idosas e crianças. Uma campanha agressiva de terapia antirretroviral ajudou a controlar o índice de mortalidade por Aids, mas a doença causou vazios em praticamente todas as famílias de uma forma ou de outra, deixando filhos mais velhos com a responsabilidade de cuidar dos mais novos e frágeis avós lutando para, mais uma vez, criar crianças pequenas.

É a história da família de Khathazile. Em 2007, a filha Tensile morreu com 24 anos, deixando quatro órfãos para ela cuidar. Dois anos depois, outra filha, Spiwe, morreu, e deixou mais três bocas para serem alimentadas. Eles também, vieram morar com a gogo. Aí, em julho, sua filha Nomsa morreu - mais quatro crianças. Não havia nada a fazer a não ser abrigá-las, também, em sua cabana de um cômodo.

- Eu não posso abandonar esses meninos - diz a idosa.

Tais famílias lutam para conseguir se sustentar.

- Há muitos órfãos e viúvas que têm dificuldade para sobreviver - diz Tshepiso Mthimkhulu, um membro da Cruz Vermelha da Suazilândia.

Há, certamente, um mercado para a fonte de renda alternativa encontrada pelas avós. De acordo com a ONU, a África do Sul registrou aumento do consumo de maconha, e a Suazilândia parece ser um ávido fornecedor. O país, uma nação minúscula de aproximadamente 1,4 milhão de pessoas, tinha mais terras dedicadas ao cultivo de maconha em 2010 do que a Índia, um país com mais de 180 vezes seu tamanho.


Colheitas de até 11 kg, ganhos de US$ 400

Sibongile Nkosi, de 70 anos, diz que começou a cultivar maconha antes mesmo de sua filha morrer e a deixar com dois órfãos para alimentar. Ela tinha ouvido de outras mulheres do vilarejo, que fica no topo de uma montanha na periferia de Piggs Peak, que a planta poderia dar um dinheiro decente.

- Eu coloco as sementes na terra, rego, e elas crescem -, diz ela sobre sua primeira safra. - Eu consegui alimentar as minhas crianças.

O plantio de maconha pode prover uma rede de segurança, mas as avós de Piggs Peak dificilmente podem ser comparadas a barões da droga. Elas têm de encontrar um terreno secreto para plantar, normalmente floresta adentro, onde chegam após horas de caminhada. Limpá-lo é um trabalho árduo até mesmo para mulheres acostumadas com isso.

Elas têm que comprar as sementes, se estão se iniciando no plantio, e esterco. Se o fertilizante não for colocado em quantidade suficiente, a safra resultará menos lucrativa. A plantação tem de ser cuidadosamente limpa para produzir o tipo certo de flores. E é preciso tomar cuidado com as ervas daninhas.


- Ervas são muito ruins para a erva - diz Nkosi.

Há também a polícia, que normalmente sai em busca das plantações de maconha em março e abril, pouco antes da colheita, e ateiam fogo. Uma boa colheita pode render até 11 kg de maconha. Mas as avós vendem para os intermediários, que vêm às aldeias durante o período de safra, e têm pouco poder de barganha. Muitas ganham menos de US$ 400 por colheita.

- Os homens vêm da África do Sul para comprar, mas nos enganam -, diz Nkosi. - O que podemos fazer? Se você fala com a polícia, ela vem e te prende.

Agricultoras mais empreendedoras enterram na floresta parte da colheita, em barris impermeáveis, guardando parte da produção até dezembro, quando o fornecimento cai e os preços sobem. Mas a maioria precisa do dinheiro para ontem, e não para daqui a seis meses.

Nkosi diz que nunca se sentiu tentada a experimentar o que produz

- Faz você ficar bêbado -, diz ela quando perguntada se já fumou a droga. - Se eu tentar, eu caio no chão!
A maconha deu à família dela o suficiente para sobreviver, mas ela se questiona se realmente valeu a pena.
- Eu não quero plantar mais -, diz Nkosi. - Ganha-se muito pouco.

Mas, com o começo do período de plantio deste ano, ela começou a se preparar para uma nova safra. As taxas escolares para os dois netos que ainda continuam na sua casa vão lhe custar cerca de US$ 400 no próximo ano letivo, e ela não tem outra maneira de arrumar o dinheiro.

- Quando você está na pobreza deve fazer o que pode para sobreviver. Se eu ganhar um pouquinho, meu coração ficará feliz.

CONSTITUIÇÃO DE CÁDIS INFLUENCIOU OS MOVIMENTOS LATINOS AMERICANOS

A influência da Constituição de Cádis nos movimentos de emancipação dos países latino-americanos nas primeiras décadas do século 19, na expansão do pensamento liberal e dos ideais iluministas da Revolução Francesa (1789) e da Revolução Americana (1776) foi destacada pelo presidente do Senado, José Sarney, na abertura do seminário sobre o tema nesta segunda-feira (20). O evento é organizado pela Casa em parceria com a Secretaria Ibero-Americana para celebrar os 200 Anos do documento.

Oficialmente, a Constituição de Cádis - primeiro documento constitucional em sentido moderno aprovado na Península Ibérica e um dos primeiros do mundo - vigorou por dois anos, a partir do dia 19 de Março de 1812. A data, no calendário católico, é dedicada a São José, daí receber o apelido “La Pepa”, nome popular do santo, em sua versão feminina.

Apesar da curta vigência, observou Sarney, o texto exerceu profunda influência no desenvolvimento do constitucionalismo espanhol, português e latino-americano, servindo de inspiração às Constituições dos novos países. “La Pepa” chegou, inclusive, a vigorar por um dia – em abril de 1821 – como a Constituição do Brasil, jurada por D.João VI.

Inovações

Sarney destacou entre as inovações apresentadas pelo documento o princípio da separação dos poderes, a formação de uma representação popular e a garantia à liberdade individual.

- A repercussão americana da Constituição de Cádis foi uma força motora nos movimentos de independência que já se manifestavam nos vice-reinos e nas capitanias, enquanto suas ideias liberais impregnaram o pensamento e tornaram-se centrais no constitucionalismo que se seguiria. Tivemos em “La Pepa”, no mundo Latino-Americano, a fermentação das ideias liberais que passaram a viger – disse Sarney.

Segundo o presidente do Senado, esses dispositivos e outras ideias de caráter liberal como a liberdade de imprensa, os predicados da magistratura e a noção de habeas corpus, foram também amplamente discutidos durante a Constituinte de 1823, no Brasil, à luz de “La Pepa”.

Apesar da posterior dissolvição da Constituinte, pelo Imperador D. Pedro I, o presidente do Senado assinalou que os ideais da Constituição de Cádis foram mantidos na Constituição brasileira de 1824, outorgada pelo imperador.

- La Pepa é um marco na história constitucional do Brasil. Sua fórmula de monarquia liberal, com a modificação forte da introdução do Poder Neutro de Benjamin Constant, esteve na base da mais duradoura Constituição do País – disse Sarney, ao lembrar que a Carta de 1824 vigorou por 67 anos.

Independência

Ao comparar os processos de independência dos países da chamada América Espanhola com o do Brasil – todos influenciados por “La Pepa”, Sarney destacou que, ao contrário dos vizinhos de continente, cujos processos de emancipação foram marcados por guerras, o Brasil optou por um caminho político.

- Desde então, nunca deixamos de seguir o caminho civilista e hoje somos uma democracia consolidada – acrescentou Sarney.

HUMOR BELGA

Quer seja levado à letra na Flandres ou na brincadeira na Valónia, o humor belga reflete a complexidade e a as diferentes formas do país. Mas o que prevalece sobre o resto é uma combinação saudável de sentido crítico, modéstia e troça, escreve o "Le Monde", no oitado epísódio da série O Humor na Europa.
Existem muitas formas de humor na Bélgica - mas como continua a ser uma dúvida persistente sobre a identidade do país, evitaremos evocar um humor "belga". Primeiro, temos um humor involuntário que apimenta o quotidiano. Aqui, uma emissão televisiva pode anunciar em horário nobre o desaparecimento do país - "Bye Bye Belgium", como o fez a RTBF em 2006.
Um primeiro-ministro - Yves Leterme, em 2007 - pode entoar A Marselhesa quando é convidado a cantar o hino nacional. E a rainha Fabiola, ameaçada de morte por um suposto praticante de tiro com arco (!) em 2010, apresenta um chapéu com uma maça verde durante uma festa nacional...
Depois, temos um humor voluntário, com uma veia flamenga e outra valã. O primeiro é mais direto, mais "frontal" com duelos de flatulência e ataques frontais das religiões ou da monarquia. O segundo, adepto do sinónimo e da circunvolução, muitas vezes machista, marcado pelo sentido crítico, componente essencial da "identidade belga" e que, como o diz o humorista Bruno Coppens, reflete antes de mais uma falta de orgulho coletiva.

QUESTIONA-SE A ATUAL SEGURANÇA DOS REIS DA SUÉCIA

Ladrões roubaram na última quinta-feira um cofre de uma cafeteria anexa ao Palácio de Solliden, residência de verão da família real da Suécia na ilha de Öland. Segundo a polícia, os criminosos arrombaram a porta, levaram alguns itens de valor e fugiram em um carro roubado que estava estacionado próximo ao local. Os reis Carlos Gustavo e Silvia dormiam na residência principal no momento do assalto.
- Esta cafeteria está localizada do lado de fora da zona de alta segurança e funciona a pedido do rei - afirmou o porta-voz da coroa, Bertil Ternert. - Os reis foram informados do acontecido e uma investigação foi instaurada.
O incidente abriu o debate sobre as medidas de segurança da monarquia escandinava. A polícia encontrou o carro roubado, que foi abandonado na cidade de Borgholm, ao norte da ilha. Mas não há ainda informações sobre o paradeiro dos ladrões.
O Palácio Solliden é usado como residência de verão desde a conclusão da sua construção em 1906 e está situado próximo às ruínas do Castelo Borgholm na ilha de Öland, no Mar Báltico, costa leste da Suécia.
Carlos Gustavo e Silvia passavam férias com sua primogênita, a princesa Victoria, e seu marido, Daniel, assim como a pequena Estelle, terceira na linha de sucessão ao trono

JORDÂNIA QUER UMA SOLUÇÃO PACÍFICA PARA SIRIA


De acordo com o jornal The Jordan Times, o encontro sustentado nesta capital entre o rei Abdulá II e o secretário de Defesa estadunidense, Leon Panetta, foi proveitoso, mesmo que não tenha dado ao emissário de Washington o compromisso nos termos que esperava.

O monarca hashemita, conhecido por sua afinidade com a Casa Branca, abordou com Panetta as consequências da crise síria e a situação depois de uma hipotética queda do presidente Bashar al-Assad, mas defendeu uma "resolução pacífica", em lugar de armar a oposição.

A respeito, a Casa Real destacou em um comunicado divulgado pelo jornal que Abdulá II "reiterou a necessidade de uma solução que ponha fim ao derramamento de sangue e que não cause mais sofrimento aos sírios", linha que se afasta da Arábia Saudita e do Catar.

Fontes próximas à monarquia jordaniana indicaram que o rei defendeu que "qualquer fase de transição política na Síria tem que ajustar-se ao consenso árabe e internacional", ao expor a Panetta o impacto que tem na Jordânia o crescente fluxo de pessoas do país vizinho.

Dita posição revelou contradição com as fontes do Pentágono, segundo as quais, o rei e o secretário de Defesa "concordaram que a forte pressão internacional precisa ser sustentada para deixar claro que Al-Assad deve ser tirado do poder".

Para as autoridades de Amã, indicou o jornal, é de grande preocupação uma escalada da violência na Síria e a seguinte "ramificação perigosa" no Oriente Médio dessa crise, sobretudo depois da renúncia do enviado especial da ONU e da Liga Árabe.

O ex-secretário geral da ONU Kofi Annan renunciou a sua missão como emissário da organização mundial e a pan-árabe para encontrar uma saída pacífica ao conflito, depois do não-cumprimento de seu plano de seis pontos proposto em abril passado.

Panetta esteve apenas seis horas na capital jordaniana como parte de um giro iniciado segunda-feira na Tunísia e continuado depois no Egito e Israel, escalas nas quais – assim como fez na Jordânia – incentivou posturas mais hostis contra os governos de Al-Assad e do Irã.