O relatório anual de 2012 para o Royal Court está entregue à
Presidência, Ministério da Reforma do Governo, Administração e Assuntos
da Igreja e do Auditor Geral.
O
relatório contém uma visão geral do Rei programa oficial da Casa, uma
apresentação da Corte Real e as atividades judiciais, e as contas para a
lista real civil, Suas Altezas ReaisO príncipe herdeiro e pessoal Crown Princess e do Castelo Open.
Sua Majestade o Rei em 2012 com a participação de 225 eventos oficiais
na Noruega e internacionalmente, enquanto a Rainha Sonja com a
participação de 102 eventos oficiais, o príncipe herdeiro com a
participação de 161 eventos oficiais e coroa Princesa em 90 eventos
oficiais.
Um total de 53 municípios em 17 municípios e visitou Svalbard, enquanto ele foi realizado várias visitas a países estrangeiros. Rei e Rainha County foi para Vestfold em junho, enquanto Kronprinsparets County acrescentou og Romsdal em maio.
Suas Majestades O Rei ea Rainha realizou uma visita de Estado à Polónia, em maio, enquanto Altezas Reais O Príncipe Herdeiro ea Princesa estava em visita oficial à Indonésia, em abril.
A utilização de dotações de Parlamentares para a Corte Real (Lista Civil) e Suas Altezas Reais O príncipe herdeiro e pessoal Princesa relatou anualmente. Apanasjen respectivamente Majestades O rei ea rainha e Suas Altezas Reais
O Príncipe Herdeiro ea Princesa irá abranger a gestão, operação,
manutenção e desenvolvimento (FDVU) das propriedades privadas, traje
oficial, e despesas pessoais.
As demonstrações financeiras para a lista real civil é composta com um resultado que mostra um déficit de R $. 3 699 858.
O déficit é planejado e abrangidos pelas disposições dos lucros em
2011, £ 1.286.853, das disposições para projetos especiais e 2413005
dólares das disposições comuns.
As demonstrações financeiras de Suas Altezas Reais O príncipe herdeiro e pessoal Princesa mostra um déficit de 466.072 coroas. O déficit é planejado e abrangidos pelas disposições anteriores.
As demonstrações financeiras relativas Castelos Abertos mostrar uma perda de 44.162 coroas. O déficit é feita na íntegra. A lista real civil fornecer liquidez suficiente dispositivo para operações posteriores.
Sua Alteza Real o Príncipe Alexander declaração sobre Belgrado-Pristina negociações
Sua Alteza Real o Príncipe Alexander II apela para a direção estadual
da Sérvia para manter pelo supremo ato legal, a Constituição da
República da Sérvia, um mandado de interesses de todos os seus cidadãos,
em Belgrado - a Pristina fala.
Suas Altezas Reais o Príncipe Alexander e Princesa Katherine juntamente
com Sua Excelência o Sr. Ministro Bratislav Petkovic da Cultura e
Informação, o Sr. Dragoljub cabeça Kojcic do Departamento de Livros e
Dusan Sr. diretor Babac do palácio real Fundo lançou o livro "The Royal
Complexo palácios em Dedinje ", publicado pela Zavod za udzbenike no
Palácio Real, em Belgrado, esta noite.
Jovens Empresários sérvios apresentar suas idéias no Palácio Real
Os jovens empresários sérvios apresentaram as suas ideias e as empresas
a maior acelerador e mais bem sucedido da Europa de sementes fundo -
Seedcamp - no palácio real hoje e concorreu para o investimento. Seedcamp primeira visita à Sérvia foi organizado pela SEE TIC em parceria com o príncipe Alexander Fundação para a Educação.
Real Composto aberto para 2013 Temporada de sábado, 6 de abril O Palácio Real, juntamente com a Organização de Turismo de Belgrado (TOB) anunciou início da temporada turística para 2013.
Suas Altezas Reais o Príncipe Alexander II e Princesa Katherine o
prazer de informar todos os cidadãos interessados se quiserem visitar o
Composto Real, que a organização de excursões regulares continua em
cooperação com a Organização de Turismo de Belgrado cada fim de semana
de 6 de abril a 26 de outubro 2013.
Casal Real na abertura da 12 ª Tradicional Bazar de Páscoa Refugiados Mulheres
Suas Altezas Reais o Príncipe Alexander II e Princesa Katherine, e sua
filha Sra. Alison Andrews, juntamente com o Sr. Vladimir Cucic,
Comissário para os Refugiados do Governo da Sérvia, abriu a vigésima
Bazar de Páscoa tradicional de artesanato de mulheres refugiadas, na
Câmara de Comércio de Belgrado.
Apesar dos pedidos por clemência e da condenação internacional, a Arábia Saudita executou, ontem, sete homens em praça pública.
Eles haviam sido sentenciados à morte em 2009 por crimes de roubo
armado cometidos em 2005 e 2006. De acordo com grupos de defesa dos
direitos humanos, alguns deles eram menores de 18 anos na ocasião do
delito.
Um dos executados afirmou anteriormente às agências de notícias ter
15 anos quando participou do roubo e não ter tido nenhum acesso a um
advogado de defesa.
Os relatos a respeito do modo de execução são contraditórios. Há
testemunhas que afirmam que os homens foram mortos por um esquadrão de
tiro. Outras relatam que os condenados foram decapitados por três homens
portando espadas.
A variação de penas foi alvo de ironia na internet, com tuítes
dizendo que a monarquia saudita trocou, devido às considerações
humanitárias, o esquadrão de tiros pelas espadas dos carrascos.
O Ocidente frequentemente critica a Arábia Saudita pelos julgamentos
considerados inadequados segundo padrões internacionais. A monarquia
conservadora segue uma interpretação rigorosa da "sharia", lei islâmica.
"Todos foram condenados após julgamentos injustos", afirmaram
especialistas da ONU, anteontem. Eric Goldstein, vice-diretor regional
do Human Rights Watch, afirmou que as execuções de ontem foram
"desumanas".
"A Arábia Saudita tem executado dezenas de pessoas, entre elas
trabalhadores imigrantes e mulheres", diz Goldstein em entrevista à
Folha. "As acusações vão de roubo à prática de bruxaria."
Os executados de ontem eram vindos da província sulista de Asir, cujo
baixo desenvolvimento contrasta com a região central, em que estão
localizadas as cidades sagradas de Meca e Medina.
A execução estava a princípio prevista para a semana passada. As
autoridades, no entanto, revisavam o caso. Parentes afirmaram na semana
passada à agência Reuters que eles foram forçados a confessar outros
crimes não solucionados na região.
Uma das confissões teria sido obtida após tortura. A Arábia Saudita,
aliado mais próximo dos EUA no golfo Pérsico, nega a prática.
A monarquia saudita havia sido alvo de outra polêmica em janeiro, ao
executar uma mulher do Sri Lanka, acusada de matar uma criança sob seus
cuidados. Na ocasião, o rei Abdullah afirmou que tinha total confiança
no sistema de Justiça do país.
Após o
cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio ter sido escolhido pelo conclave
como o novo papa, Francisco, nesta quarta-feira (13) especialistas
acreditam que o pontífice deve ter uma administração conservadora à
frente da Igreja Católica. Segundo eles, seu perfil é de tino administrativo mesclado com uma hábil capacidade de comunicação, além da austeridade jesuíta.
Bergoglio
torna-se o primeiro latino-americano a ocupar o cargo máximo na
hierarquia da Igreja, o que para teólogos pode trazer ares de renovação
no sistema de administração do Vaticano, que passa por duras críticas após os recentes escândalos de lavagem de dinheiro e crimes sexuais. A escolha do papa Francisco pode dar novos contornos à atual gestão do VaticanoAtualmente,
ocupam cargos de alta patente dentro da estrutura do estado muitos
italianos, que atuam na área administrativa. De acordo com o próprio
site do Vaticano, o Estado é governado como uma monarquia absoluta, ou
seja, o chefe de estado, o papa, possui poderes executivo, legislativo e
judicial. Durante o período de sucessão de um papa para outro, estes
poderes são exercidos pelo Colégio de Cardeais. Sendo assim, o papa
Francisco tem livre influência para nomear para os altos cargos do
Vaticano, possibilitando uma renovação do quadro administrativo e político.
O
secretário geral Governatoratre da Cidade do Vaticano, Giuseppe
Sciacca, foi nomeado para o cargo em setembro de 2011, enquanto o atual
presidente da Governatoratre da Cidade do Vaticano, Giuseppe Bertello,
assumiu a posição em outubro do mesmo ano. Já o Presidente-emérito,
cardeal Giovanni Lajolo, foi Presidente do Governatorato da Cidade do
Vaticano de 2006 a 2011, e desde então ocupa o atual cargo.
Dos
sete integrantes da Pontifícia Comissão para o Estado do Vaticano, por
exemplo, cinco são italianos, um é francês, e outro argentino. Chama
atenção o fato de um italiano, o Cardeal Giovanni Battista, ocupar o
cargo de Presidente da Pontifícia Comissão para a América Latina, e não
alguém nascido na região.
Apesar disso, especialistas e
vaticanistas afirmam que há uma gradual internacionalização dos postos
de trabalho no Vaticano desde os tempos do papa João Paulo II e a
escolha do papa Francisco pode dar novos contornos à atual gestão. Posições firmes
Segundo Maria Clara Bingemer, teóloga e professora do Centro de Teologia e Ciências Humanas da PUC-Rio e articulista do Jornal do Brasil, o
papa Francisco, que atuou por muitos anos à frente da arquidioceses de
Buenos Aires, na Argentina, é um homem firme em suas decisões e
posições. A especialista acredita que é preciso aguardar para saber como
será feita a nomeação dos assessores imediatos, e assegura que o
conclave é soberano em suas decisões:
"Os nomes falados pela
mídia não deram conta do resultado. Acho que a mídia não consegue
penetrar esse segredo que a Igreja guarda. Tanto o cardeal Odilo e
Scola, que estavam entre os mais cotados, não foram escolhidos. Acho que
tudo se decide mesmo entre os cardeais", afirmou. Dos 115 que
participaram do conclave, 25 são italianos, segundo o site do Vaticano.
Edson Sampel, doutor em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade
Lateranense, do Vaticano, e professor da PUC-SP, faz coro à teóloga e
afirma que "não há lugar" para tal disputa política no conclave. "O voto
é secreto. Sua natureza (do conclave) é diferente, não
é puramente política. Os cardeais estão em clima de oração. Isso faz
com que a situação toda tenha uma característica diferente", destacou.
Bingermer
e Sampel ainda acrescentam que a escolha de um jesuíta representa uma
característica de manter fidelidade à Igreja. "Não haverá mudanças
descabeladas. A identidade da Igreja será protegida com Francisco.
Imagino que ele tenha uma linha teológica moderada, que deve dar
continuidade à que seguia Bento XVI. Ele não dará passos imprudentes nem
despreparados", projetou a professora da PUC-RJ.
Ambos concordam
que existem princípios da fé católica que não podem ser mudados, por se
correr o risco de distorcer todo o pensamento. Sambel acredita que o
movimento que denomina de "protestantização da Igreja Católica", que, em
suas palavras, seria uma menor ênfase a temas tipicamente inerentes à
doutrina católica e à relativização de seu conteúdo, será combatido pelo
novo papa.
"A Igreja não pode mudar essas questões polêmicas,
porque toda a interpretação que ela faz do livro vem de Jesus. Um papa
que aceitasse (tais mudanças), seria herege e deixaria de ser
papa. Agora, o que um papa deve fazer é sempre recrudescer o diálogo,
encontrar novas formas de comunicação do evangelho", avaliou Sambel.
O
Padre Sérgio Cavalcante Muniz, doutor em Antropologia Teológica e
professor da faculdade de Teologia do Mosteiro de São Bento, ressaltou a
firmeza do novo papa nos atritos que teve com o governo argentino em
questões relacionadas ao matrimônio homossexual.
Segundo ele, a
internacionalização dos cargos no Vaticano não tem privilegiado apenas
italianos, embora seja natural, pela localização e relação histórica do
país com a Igreja, que haja mais italianos dentro do quadro.
Padre
Sérgio também avalia que o fato de ser eleito um papa latino-americano
demonstra um reconhecimento do continente pela Igreja, tanto pelo número
de fiéis quanto à sua vitalidade. "A igreja na América Latina tem um
papel importante, é vista com seriedade e prestígio. Essa escolha
demonstra a esperança depositada", avaliou.Após o
cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio ter sido escolhido pelo conclave
como o novo papa, Francisco, nesta quarta-feira (13) especialistas
acreditam que o pontífice deve ter uma administração conservadora à
frente da Igreja Católica. Segundo eles, seu perfil é de tino administrativo mesclado com uma hábil capacidade de comunicação, além da austeridade jesuíta.
Bergoglio
torna-se o primeiro latino-americano a ocupar o cargo máximo na
hierarquia da Igreja, o que para teólogos pode trazer ares de renovação
no sistema de administração do Vaticano, que passa por duras críticas após os recentes escândalos de lavagem de dinheiro e crimes sexuais. A escolha do papa Francisco pode dar novos contornos à atual gestão do VaticanoAtualmente,
ocupam cargos de alta patente dentro da estrutura do estado muitos
italianos, que atuam na área administrativa. De acordo com o próprio
site do Vaticano, o Estado é governado como uma monarquia absoluta, ou
seja, o chefe de estado, o papa, possui poderes executivo, legislativo e
judicial. Durante o período de sucessão de um papa para outro, estes
poderes são exercidos pelo Colégio de Cardeais. Sendo assim, o papa
Francisco tem livre influência para nomear para os altos cargos do
Vaticano, possibilitando uma renovação do quadro administrativo e político.
O
secretário geral Governatoratre da Cidade do Vaticano, Giuseppe
Sciacca, foi nomeado para o cargo em setembro de 2011, enquanto o atual
presidente da Governatoratre da Cidade do Vaticano, Giuseppe Bertello,
assumiu a posição em outubro do mesmo ano. Já o Presidente-emérito,
cardeal Giovanni Lajolo, foi Presidente do Governatorato da Cidade do
Vaticano de 2006 a 2011, e desde então ocupa o atual cargo.
Dos
sete integrantes da Pontifícia Comissão para o Estado do Vaticano, por
exemplo, cinco são italianos, um é francês, e outro argentino. Chama
atenção o fato de um italiano, o Cardeal Giovanni Battista, ocupar o
cargo de Presidente da Pontifícia Comissão para a América Latina, e não
alguém nascido na região.
Apesar disso, especialistas e
vaticanistas afirmam que há uma gradual internacionalização dos postos
de trabalho no Vaticano desde os tempos do papa João Paulo II e a
escolha do papa Francisco pode dar novos contornos à atual gestão. Posições firmes
Segundo Maria Clara Bingemer, teóloga e professora do Centro de Teologia e Ciências Humanas da PUC-Rio e articulista do Jornal do Brasil, o
papa Francisco, que atuou por muitos anos à frente da arquidioceses de
Buenos Aires, na Argentina, é um homem firme em suas decisões e
posições. A especialista acredita que é preciso aguardar para saber como
será feita a nomeação dos assessores imediatos, e assegura que o
conclave é soberano em suas decisões:
"Os nomes falados pela
mídia não deram conta do resultado. Acho que a mídia não consegue
penetrar esse segredo que a Igreja guarda. Tanto o cardeal Odilo e
Scola, que estavam entre os mais cotados, não foram escolhidos. Acho que
tudo se decide mesmo entre os cardeais", afirmou. Dos 115 que
participaram do conclave, 25 são italianos, segundo o site do Vaticano.
Edson Sampel, doutor em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade
Lateranense, do Vaticano, e professor da PUC-SP, faz coro à teóloga e
afirma que "não há lugar" para tal disputa política no conclave. "O voto
é secreto. Sua natureza (do conclave) é diferente, não
é puramente política. Os cardeais estão em clima de oração. Isso faz
com que a situação toda tenha uma característica diferente", destacou.
Bingermer
e Sampel ainda acrescentam que a escolha de um jesuíta representa uma
característica de manter fidelidade à Igreja. "Não haverá mudanças
descabeladas. A identidade da Igreja será protegida com Francisco.
Imagino que ele tenha uma linha teológica moderada, que deve dar
continuidade à que seguia Bento XVI. Ele não dará passos imprudentes nem
despreparados", projetou a professora da PUC-RJ.
Ambos concordam
que existem princípios da fé católica que não podem ser mudados, por se
correr o risco de distorcer todo o pensamento. Sambel acredita que o
movimento que denomina de "protestantização da Igreja Católica", que, em
suas palavras, seria uma menor ênfase a temas tipicamente inerentes à
doutrina católica e à relativização de seu conteúdo, será combatido pelo
novo papa.
"A Igreja não pode mudar essas questões polêmicas,
porque toda a interpretação que ela faz do livro vem de Jesus. Um papa
que aceitasse (tais mudanças), seria herege e deixaria de ser
papa. Agora, o que um papa deve fazer é sempre recrudescer o diálogo,
encontrar novas formas de comunicação do evangelho", avaliou Sambel.
O
Padre Sérgio Cavalcante Muniz, doutor em Antropologia Teológica e
professor da faculdade de Teologia do Mosteiro de São Bento, ressaltou a
firmeza do novo papa nos atritos que teve com o governo argentino em
questões relacionadas ao matrimônio homossexual.
Segundo ele, a
internacionalização dos cargos no Vaticano não tem privilegiado apenas
italianos, embora seja natural, pela localização e relação histórica do
país com a Igreja, que haja mais italianos dentro do quadro.
Padre
Sérgio também avalia que o fato de ser eleito um papa latino-americano
demonstra um reconhecimento do continente pela Igreja, tanto pelo número
de fiéis quanto à sua vitalidade. "A igreja na América Latina tem um
papel importante, é vista com seriedade e prestígio. Essa escolha
demonstra a esperança depositada", avaliou.
O reforço foi anunciado um dia depois de o governo
britânico fazer novos cortes em benefícios sociais pagos às famílias de
contribuintes, uma nova medida de austeridade contra a crise.
O Palácio de Buckingham não indicou como a quantia extra será usada.
Os planos incluiriam uma reforma no Castelo de Windsor, onde a realeza
passa os fins de semana.
No ano passado, a rainha tinha recebido 30 milhões de libras (cerca
de 35,46 milhões de euros) em «salários», sem contar com um bónus de 1
milhão de libras para as festas do seu jubileu.
O aumento deste ano deve-se a uma mudança no sistema que financia a
Coroa. A chamada lista cívica deu lugar a um fundo soberano, alimentado
por lucros obtidos com as propriedades reais.
A rainha receberá agora 15% deste montante, que no último ano foi de 240,2 milhões de libras.
Os defensores da monarquia usam esses números para sustentar que o
sistema dá lucro ao país, embora a família real seja remunerada sem
trabalhar. Para os republicanos, a verba deveria ir toda para o
contribuinte.
Sondagens mostram que os republicanos continua em baixa: só 16% dos britânicos querem eleger o chefe de Estado.
Proibidas de conduzir carros nas ruas do reino, as mulheres sauditas
estão a partir de agora autorizadas a andar de bicicleta e de
motorizadas, desde que estejam completamente cobertas pela vestimenta
tradicional "abaya" e sob supervisão de um guardião masculino.
A
notícia, divulgada nesta segunda-feira pelo jornal saudita "Al-Yawm",
foi recebida com ironia pelos activistas de direitos humanos no país.
"Não é para o transporte, é para a diversão", diz à Folha Zaki Safar.
"Não está relacionada com a questão da direcção."
Safar foi um dos activistas responsáveis pelo movimento Women2Drive, que, em 2011, levou mulheres sauditas aos volantes para desafiar a regra que as proíbe de conduzir, levando diversas delas a prisão.
A
proibição de que mulheres dirijam carros, oficializada em 1990,
tornou-se um dos exemplos de violação dos direitos das mulheres na
monarquia saudita, que aplica uma interpretação conservadora da
"sharia", a lei islâmica por exemplo, segregando homens e mulheres em
espaços públicos.
As mulheres também não podem viajar para fora da Arábia Saudita sem a autorização de um homem da família ou de um tutor.
A permissão para conduzir bicicletas e motocicletas, como nota Safar, vale apenas para o entretenimento.
A
direcção deve ocorrer em áreas destinadas ao lazer e sob supervisão de
um homem. Não está permitido que uma mulher use uma bicicleta como um
meio de transporte.
"Mulheres estão livres para dirigir bicicletas em parques e diante do mar, entre outras áreas, desde que estejam vestindo-se modestamente,
e um guardião masculino tem de estar presente para o caso de
acidentes", disse ao "Al-Yawm" uma fonte do Comité para a Promoção da
Virtude e a Prevenção do Vício.
As autoridades sauditas advertem as mulheres também para que evitem as regiões que sejam frequentadas por jovens, sob risco de serem alvos de assédio.
Os
direitos femininos são um dos temas da tímida abertura saudita. O rei
Abdullah bin Abdulaziz Al Saud ordenou que mulheres possam ser
candidatas e eleitoras nas eleições municipais e que possam participar
do conselho consultivo saudit
O Duque de Palma, apesar do processo judicial em que se
encontra investigado, não hesita e continua a programar a sua vida.
Jogador de andebol do Barcelona durante catorze anos, terá chegado a
acordo com o seu antigo treinador, Valero Rivera, para integrar a equipa
do novo selecionador de andebol do Qatar. Rivera está prestes a ser
nomeado selecionador nacional de andebol do Qatar e é nessa perspetiva
que fez o convite ao genro de D. Juan e que este aceitou.
Valero Rivero foi o único treinador de Urdangarin durante os 14 anos em
que este jogou andebol em Barcelona. A sua amizade vem desse tempo e
Rivero foi mesmo um dos seis membros da equipa do Barcelona que foi
convidado para o casamento de Inaki com Cristina.
A decisão de Iñaki Urdangarin já terá sido comunicada ao Rei e a Infanta
Cristina e os seus filhos acompanharão o marido e pai para o Qatar, mas
apenas no final do ano quando os jovens acabarem o ano letivo, para não
interromperem as aulas. Tribunal anuncia que Urdangarin não tem a sua liberdade restringida
O Tribunal Superior de Justiça das Baleares que está a julgar o caso
“noos” já fez saber entretanto, que o “Duque de Palma não está sujeito a
nenhuma medida cautelar que restrinja a sua liberdade de movimento”
acrescentando que, como qualquer arguido, apenas terá de notificar o
Tribunal da mudança de domicílio.
Até ao momento, nenhuma das partes envolvidas no processo pediu a
imposição de qualquer medida cautelar a qualquer um dos co-arguidos, que
será analisada quando, e se, for pedida.
Tanto Iñaki Undangarin como o seu sócio Diego Torres estão apenas
sujeito ao Termo de Identidade e Residência, que serve apenas para que o
Tribunal saiba onde notificar os arguidos das diligências a encetar. Credibilidade da Monarquia atingida por escândalos
Este escândalo, que com outros está a abalar a Espanha monárquica, lança
uma enorme preocupação no seio dos principais partidos políticos
espanhóis pelos seus efeitos nocivos na imagem institucional do país e
pela redução do apoio à monarquia que as últimas sondagens revelam.
Ontem mesmo [domingo] se conheceu a decisão de colocar os gastos do
Palácio, as viagens e os contratos do Rei ao conhecimento público com
uma gestão semelhante ao do Congresso dos Deputados. Os socialistas
reclamam mesmo que se vá mais longe na Lei da Transparência e se coloque
mesmo no conhecimento público o património particular dos reis de
Espanha. Socialistas adeptos da "transparência radical"
Após reunião da Comissão Executiva permanente do Partido Socialista
Operário Espanhol (PSOE) a vice-secretária-geral dos socialistas Elena
Valenciano, revelou que, pela primeira vez na história do partido, este
irão apostar na “transparência radical” na vida pública porque, dizem,
“os corruptos florescem na obscuridade”.
Os socialistas decidiram negociar com o partido no Poder a Lei da
Transparência mas apertar as exigências do conteúdo da reforma. “Apenas
deve ser excluído o que afeta a segurança nacional e das pessoas” diz
Valenciano acrescentando que o resto “deve ser uma casa de cristal”.
Questão que tem conhecido grande polémica em Espanha é o envolvimento de
vários membros da família real em escândalos investigados pela justiça
espanhola.
Talvez por causa disso, a socialista foi questionada pela comunicação
social se a Lei da Transparência deveria abranger também a família
reinante em Espanha e se sim, em que medida a deveria atingir.
Elena Valenciano foi clara na resposta. “Sim. Somos partidários de que
se conheça o património privado dos membros da família real”. Família Real atingida por vários escândalos
A decisão dos socialistas espanhóis surge numa altura em que a Espanha,
país de que se chegou a falar necessitar de resgate europeu dada a crise
financeira em que se encontrava, vive uma ocasião em que várias figuras
ligadas à família Bourbon aparecem ligadas a escândalos investigados
pela justiça.
Há umas semanas, o semanário “El Mundo” publicava um artigo em que
denunciava que o pai do Rei, D. João de Bourbom, deixou umas quantas
contas bancárias na Suíça como herança que chegariam ao montante de Mil
milhões de pesetas que o Rei terá herdado parcialmente.
A investigação jornalística deixava no ar a dúvida se esse dinheiro
herdado pelo monarca espanhol teria sido alvo de impostos em Espanha, ou
não, dúvida que até ao momento presente ainda foi esclarecida pelo
Palácio da Zarzuela.
Mas o principal escândalo atinge o genro consorte Iñaki Undangarin
constituído arguido no caso “Noos”. Urdangarin e o ex-sócio Diego Torres
estão a ser investigados por suspeita de apropriação indevida de fundos
públicos.
A esposa de Inaki, a Infanta Cristina, chegou a ser convocada pelo
tribunal para ir prestar declarações por alegado envolvimento na receção
de emails mas no dia seguinte ao da convocatória viu o tribunal anular a
decisão e prescindir do depoimento.
O afastamento de Urdangarin e de Cristina de Madrid poderá ajudar a
resolver ou pelo menos atenuar o problema causado à imagem do Rei e da
Monarquiz o caso "noos". Recorde-se que, numa determinada fase do
processo, Cristina chegou mesmo a ser aconselhada a divorciar-se de
Urdangarin para preservar a imagem da família real. Apenas o facto de
serem, aparentemente, um casal feliz e realizado impediu a infanta de
aceitar o conselho. O afastamento físico pode agora funcionar como
escape e permitir que o enfoque da comunicação social e da opinião
pública mude para outros destinos.