O nosso blog não poderia deixar parabenizar Dom Bertrand por ter recebido uma comenda da república , no grau de comendador .A Ordem, , visa agraciar militares,
civis e instituições nacionais ou estrangeiras, que tenham prestado serviços
relevantes à nação.
PARA MIM É O RECONHECIMENTO DE UMA PERSONALIDADE MARCANTE , QUE TEM OS SEUS POSICIONAMENTOS E OS DEFENDE PERANTE O PÚBLICO BRASILEIRO , MAS UMA VEZ PARABÉNS AO NOVO COMENDADOR BRASILEIROsábado, 27 de abril de 2013
FILME DO IMPERADOR HIROHITO DE 2005
Assisti neste mes um filme na tv educativa , sobre o imperador japonês , olha foi muito bom , aquele gestual da boca do imperador , o encontro com o alto comando japonês para rendição de se seu país , o encontro com Mcarthur , olha me impressionou
O filme, apresentado no Festival de Berlim , já rodou o mundo inteiro tendo sido bem recebido pela crítica especializada, mas ainda não tinha chegado na pátria do protagonista devido à controversa representação do Imperador Hirohito (1901-1989).
No filme, o soberano nipônico é apresentado como um "mortal comum", totalmente distante daquele status de divindade que oficialmente caracterizou a figura imperial japonesa desde a antiguidade até 1947, ano no qual a nova Constituição nascida dos destroços da guerra "rebaixou" o soberano de "Deus" para "símbolo" da nação. Na realidade, Hirohito já havia abandonado esta imagem, obrigado pelas circunstâncias, no histórico discurso pronunciado na rádio em 15 de agosto de 1945, quando pediu à população para "suportar o insuportável e tolerar o intolerável", confirmando a rendição do Japão.
A figura imperial é um assunto extremamente delicado no país, e especialmente quando se trata de Hirohito, que governou entre 1926 e 1989 um dos reinados mais longos e angustiantes que o Japão recorda. Apesar de ser chamado no país de Showa, ou "paz esplendente", a sua figura é ligada ao desastre da Segunda Guerra Mundial, como imperador que levou o país ao trágico acontecimento bélico e que depois soube aceitar a derrota.
Devido a esta situação histórico-cultural, o filme de Sokurov enfrentou notáveis dificuldades no arquipélago, principalmente pelos violentos movimentos de extrema direita, que no passado ameaçaram várias vezes de vingança os cinemas que projetassem este filme. A identidade do ator protagonista, Issei Ogata, foi mantida em segredo até o último momento, pelo temor de atentados.
A distribuidora do filme adiou por diversas vezes o lançamento nas salas japonesas, tanto pelas ameaças diretas recebidas por organizações de extrema direita, quanto pela falta de cinemas interessados em adquirir os direitos de projeção, dada a "periculosidade" da obra.
O filme, apresentado no Festival de Berlim , já rodou o mundo inteiro tendo sido bem recebido pela crítica especializada, mas ainda não tinha chegado na pátria do protagonista devido à controversa representação do Imperador Hirohito (1901-1989).
No filme, o soberano nipônico é apresentado como um "mortal comum", totalmente distante daquele status de divindade que oficialmente caracterizou a figura imperial japonesa desde a antiguidade até 1947, ano no qual a nova Constituição nascida dos destroços da guerra "rebaixou" o soberano de "Deus" para "símbolo" da nação. Na realidade, Hirohito já havia abandonado esta imagem, obrigado pelas circunstâncias, no histórico discurso pronunciado na rádio em 15 de agosto de 1945, quando pediu à população para "suportar o insuportável e tolerar o intolerável", confirmando a rendição do Japão.
A figura imperial é um assunto extremamente delicado no país, e especialmente quando se trata de Hirohito, que governou entre 1926 e 1989 um dos reinados mais longos e angustiantes que o Japão recorda. Apesar de ser chamado no país de Showa, ou "paz esplendente", a sua figura é ligada ao desastre da Segunda Guerra Mundial, como imperador que levou o país ao trágico acontecimento bélico e que depois soube aceitar a derrota.
Devido a esta situação histórico-cultural, o filme de Sokurov enfrentou notáveis dificuldades no arquipélago, principalmente pelos violentos movimentos de extrema direita, que no passado ameaçaram várias vezes de vingança os cinemas que projetassem este filme. A identidade do ator protagonista, Issei Ogata, foi mantida em segredo até o último momento, pelo temor de atentados.
A distribuidora do filme adiou por diversas vezes o lançamento nas salas japonesas, tanto pelas ameaças diretas recebidas por organizações de extrema direita, quanto pela falta de cinemas interessados em adquirir os direitos de projeção, dada a "periculosidade" da obra.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
MARGARETH TACTHER A DAMA DE FERRO
A Margareth não era fácil ela era conservadora por convicção , era uma direitista que sabia o que fala tinha fundamento , acredito que era baseado na escola de chicago ou na ala austriaca do pensamento economico.
Ela era a favor do Estado menor , mais forte , sem muita intervenção econômica , privatizações , cortes do custo do Estado.
Como disse ela não era fácil ela tomava todas as medidas que achava , qaunto ministra da educação ela cortou os gastos , cortando o leite de graça as crianças.
Lembro-me da guerra que ela fez contra os sindicalistas ingleses , principalmente os mineiros , ela fechou várias minas do Reino Unido deficitárias , até me lembro que foram invernos sem que as famílias nao podiam se aquecer , ou porque nao tinha carvão ou era muito caro, minha memória não é tão boa assim.
Tacther fez uma dupla com Reagan que contribuiu em muito para acabar com a cortina de ferro russa.
O que falar da guerra das Malvinas ,foi com tudo contra Argentina mandou uma esquadra contra um pais inteiro da Argentina e venceu .
Mas era muito dura com seu Partido , com seus integrantes , nunca entrava numa reunião sem estudar bem os fatos .
Descanse em paz Dama lutadora
Ela era a favor do Estado menor , mais forte , sem muita intervenção econômica , privatizações , cortes do custo do Estado.
Como disse ela não era fácil ela tomava todas as medidas que achava , qaunto ministra da educação ela cortou os gastos , cortando o leite de graça as crianças.
Lembro-me da guerra que ela fez contra os sindicalistas ingleses , principalmente os mineiros , ela fechou várias minas do Reino Unido deficitárias , até me lembro que foram invernos sem que as famílias nao podiam se aquecer , ou porque nao tinha carvão ou era muito caro, minha memória não é tão boa assim.
Tacther fez uma dupla com Reagan que contribuiu em muito para acabar com a cortina de ferro russa.
O que falar da guerra das Malvinas ,foi com tudo contra Argentina mandou uma esquadra contra um pais inteiro da Argentina e venceu .
Mas era muito dura com seu Partido , com seus integrantes , nunca entrava numa reunião sem estudar bem os fatos .
Descanse em paz Dama lutadora
terça-feira, 9 de abril de 2013
Papa e secretário-geral da ONU abordaram conflitos na Coreia, Síria e África
O Papa recebeu hoje no Vaticano o secretário-geral da ONU numa audiência privada que abordou situações de “conflito e grave emergência humana”, como as da Síria, Coreia e África. Segundo comunicado oficial da Santa Sé, o primeiro encontro entre Francisco e Ban Ki-moon foi marcado pela preocupação relativa às partes do mundo “em que a paz e a estabilidade estão ameaçadas”.
Os dois responsáveis discutiram ainda a questão do tráfico de seres humanos, “em particular das mulheres”, e os problemas dos refugiados e migrantes.
“O secretário geral da ONU, que iniciou recentemente o segundo mandato no cargo, expôs o seu programa para o quinquénio, centrado, entre outros temas, na prevenção de conflitos, a solidariedade internacional e o desenvolvimento equitativo e sustentável”, assinala a Santa Sé.
O Papa, por sua vez, lembrou o "contributo da Igreja Católica, a partir da sua identidade e com os meios que lhe são próprios, em favor da dignidade humana integral".
Segundo Francisco, é necessário promover "uma cultura do encontro que concorra para os mais altos fins institucionais da Organização" das Nações Unidas.
O encontro, explica o Vaticano, segue a "tradição das audiências concedidas pelos pontífices aos vários secretários-gerais das Nações Unidas" ao longo dos anos, e quer "exprimir o apreço que a Santa Sé tem pelo papel central da organização na preservação da paz no mundo, na defesa do bem comum da humanidade e na defea dos direitos fundamentais do homem".
“Nos cordiais colóquios, abordaram-se temas de interesse recíproco”, acrescenta a nota de imprensa sobre a visita de Ban Ki-Moon, que se reuniu ainda com o secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, acompanhado por monsenhor Antoine Camilleri, subsecretário para as relações com os Estados.
A visita ao Vaticano foi a última etapa de uma viagem do responsável da ONU por alguns países europeus.
O secretário-geral da ONU foi um dos primeiros líderes estrangeiros a felicitar o Papa após a sua eleição, a 13 de março, e pediu a sua colaboração para “a promoção da paz, da solidariedade e da dignidade humana, num mundo em constante mudança”.
Ban Ki-moon encontrou-se com Bento XVI em abril de 2007, no Vaticano, e recebeu o agora Papa emérito em Nova Iorque, na sede das Nações Unidas, um ano depois.
Papa apela por espírito pacífico e sem fofocas
O papa Francisco apelou nesta terça-feira para que os cristãos sejam “pacíficos” e não “bisbilhotem” sobre a vida alheia. O apelo é feito no momento em que há a ameaça de uma guerra nuclear na Península Coreana, envolvendo várias nações, e que o Irã promove testes com o desenvolvimento da produção de urânio. Francisco se dirigiu aos cristãos durante missa na Casa de Santa Marta, onde mora, no Vaticano.
O papa citou, como exemplo, o diálogo entre Jesus e Nicodemos, presente no Livro de João, que está na Bíblia. No diálogo, Nicodemos diz a Jesus que não entende como o homem pode “nascer de novo”. Jesus responde que a referência “nascer de novo” significa nascer sob a inspiração do Espírito Santo.
Francisco ressaltou que o desafio do homem é se abrir para a vida espiritual e compreender seu significado. “É um caminho difícil porque depende principalmente do Espírito, mas também de nossa capacidade de nos abrirmos a seu sopro”, disse o papa. “Os primeiros cristãos viviam na unidade, em um só coração e alma, no amor mútuo”, acrescentou.
O papa alertou que as fofocas são o primeiro inimigo desse comportamento. “Bisbilhotar, fofocar sobre o próximo, criticar, que são coisas do cotidiano, que ocorrem também comigo, são tentações do maligno, que não quer que o Espírito [Santo] traga paz e harmonia às comunidades cristãs”.
Segundo Francisco, o comportamento correto é claro. “Não julgar ninguém, porque o único juiz é o Senhor. Ficar calado ou se tivermos que dizer algo, dizê-lo apenas aos interessados, e não a todo o bairro. Esse seria um passo adiante, que faria bem a todos nós” – completou.
Papa escolhe franciscano para governo da Igreja
Naquela que é a sua primeira nomeação para o governo
da Igreja Católica, o Papa escolheu um franciscano, o ministro geral da
Ordem Franciscana dos Frades Menores, o homem que é considerado o
sucessor do fundador, São Francisco de Assis.
Numa entrevista, durante sua reeleição como chefe da Ordem dos Frades Menores em 2009, disse ter sido inspirado, quando era jovem, por um monge que era "simples e próximo das pessoas", e acrescentou que "a Europa secular precisa, mais do que nunca, dos valores evangélicos franciscanos".
De recordar que o argentino Jorge Bergoglio escolheu o nome Francisco por causa de São Francisco de Assis. O Papa é um defensor de uma "Igreja pobre para os pobres" e mostra um estilo informal incomum no Vaticano. Contudo, ainda não deu pistas sobre as medidas que tenciona tomar para reformar a Igreja Católica.
O espanhol José Rodriguez
Carballo, de 59 anos, é agora o número dois da Congregação para os
Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, que
supervisiona todas as ordens religiosas. A nomeação foi este sábado,
anunciou o Vaticano. A congregação é dirigida pelo cardeal brasileiro João Braz de Aviz. Carballo foi ainda promovido à categoria de arcebispo da sede titular de Belcastro.
José Rodriguez Carballo é oriundo de uma família de camponeses galegos que emigraram para a Alemanha.Numa entrevista, durante sua reeleição como chefe da Ordem dos Frades Menores em 2009, disse ter sido inspirado, quando era jovem, por um monge que era "simples e próximo das pessoas", e acrescentou que "a Europa secular precisa, mais do que nunca, dos valores evangélicos franciscanos".
De recordar que o argentino Jorge Bergoglio escolheu o nome Francisco por causa de São Francisco de Assis. O Papa é um defensor de uma "Igreja pobre para os pobres" e mostra um estilo informal incomum no Vaticano. Contudo, ainda não deu pistas sobre as medidas que tenciona tomar para reformar a Igreja Católica.
Dalai-Lama «comovido» pelo Papa ter escolhido o nome de Francisco
O líder espiritual tibetano, que se refugiou na Índia em 1959, na sequência de uma revolta fracassada contra a autoridade da China no Tibete, expressou a «sensação de alegria» numa carta ao primeiro Papa da América Latina.
«Transmito os meus cumprimentos e sensação de alegria pela histórica eleição», escreveu o prémio Nobel da Paz, a partir da sede do Governo tibetano no exílio em Dharamsala, no norte da Índia.
«Embora não esteja muito familiarizado com muitos santos católicos, conheço São Francisco, dado que visitei Assis e participei em encontros inter-religiosos que aí decorreram», acrescentou o Dalai-Lama.
«Fiquei comovido ao saber que o nome dele [Francisco] tinha sido escolhido para o pontificado», disse, lembrando os encontros mantidos com antecessores do arcebispo de Buenos Aires, eleito papa à quinta votação, no segundo dia do conclave.
A decisão do cardeal Jorge Mario Bergoglio de ser o primeiro Papa Francisco é vista como uma homenagem e identificação com o legado de São Francisco de Assis, que no século XIII fundou a ordem dos franciscanos, nos princípios da pobreza, austeridade, humildade, Jesus Cristo, natureza, amor a Deus e às suas criaturas.
Muitos países ocidentais, tal como a Índia, reconhecem o Dalai-Lama, de 77 anos, como o líder espiritual dos tibetanos, mas a China considera o monge budista como perigoso.
O cardeal argentino jesuíta Jorge Mario Bergoglio, de 76 anos, foi eleito papa na quarta-feira pelos 115 cardeais reunidos em Roma, assumindo o nome de Francisco.
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