quarta-feira, 8 de maio de 2013

Arábia Saudita libera prática de esportes por mulheres em escolas


 

 
  O reino da Arábia Saudita vai permitir a prática de esportes por mulheres em escolas privadas do país. De acordo com a monarquia, alunas poderão ter aulas como futebol desde que usem "vestidos decentes". Em entrevista à agência estatal, o ministro da Educação do reino saudita, Mohammed al-Dakhini, afirmou que a medida é fundamentada no Islã.
- (A decisão) se baseia nos ensinamentos de nossa religião, que permite a prática de tais atividades por mulheres de acordo com a Sharia (lei islâmica) - afirmou o ministro.
Especialistas agora acreditam que a onda de maior liberdade chegue ao interior das universidades e escolas públicas do país, que ainda têm a segregação dos alunos por gênero.
Mas a relação da população feminina saudita com o esporte ainda é muito distante. Acadêmias de ginástica para mulheres chegaram a ser fechadas em 2010. O Comitê Olímpico Internacional repreendeu a Arábia Saudita por só enviar homens e times masculinos aos jogos olímpicos. Em resposta, a monarquia mandou duas atletas para as Olimpíadas de Londres de 2012.
A liberação da prática de esportes em escolas privadas é mais uma medida de flexibilização e garantia dos Direitos Humanos para as mulheres que a Arábia Saudita vêm adotando neste ano. No mês passado, a monarquia começou uma campanha contra a violência doméstica contra o sexo feminino e utilizou como slogan a frase: "Existem algumas coisas que não podem ser escondidas. Nem mesmo na Arábia Saudita".

Plebiscito sobre forma e sistema de governo completa 20 ano

 

 

Há 20 anos, os brasileiros foram às urnas em plebiscito nacional, por determinação constitucional, para escolher entre a forma de governo República ou Monarquia e entre Presidencialismo ou Parlamentarismo como sistema de governo a ser adotado no Brasil. O plebiscito ocorreu no dia 21 de abril de 1993, sendo que a República e o sistema presidencialista de governo foram mantidos pela população.

O plebiscito foi determinado pelo artigo 2º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) da Constituição Federal de 1988. Pelo artigo, a consulta popular estava marcada originalmente para ocorrer no dia 7 de setembro de 1993, mas foi antecipada para 21 de abril de 1993 pela Emenda Constitucional nº 2, de 25 de agosto de 1992.

De um universo de 90.256.461 eleitores na época, compareceram às urnas 66.209.385 (73,36%), sendo que 551.043 votaram em trânsito na ocasião. A República foi escolhida por 43.881.747 (66,28%) eleitores, sendo que a Monarquia recebeu 6.790.751 (10,26%) votos. Votaram em branco neste item 6.813.179 (10,29%) eleitores, e 8.741.289 (13,20%) anularam o voto.

Já 36.685.630 (55,41%) eleitores optaram pelo sistema presidencialista de governo, e 16.415.585 (24,79%), pelo parlamentarista. Votaram em branco neste item 3.193.763 (4,82%) eleitores, e 9.712.913 (14,67%) votaram nulo.

Primeiro referendo nacional

Em janeiro deste ano, completaram-se os 50 anos de realização da primeira consulta popular nacional por meio de referendo no país. No dia 6 de janeiro de 1963, os brasileiros foram convocados às urnas para opinar sobre a manutenção do regime parlamentarista, que então vigorava, ou se deveria retonar o presidencialismo. Venceu o presidencialismo.

A Justiça Eleitoral teve de preparar toda uma estrutura de eleição nacional para garantir que cada um dos eleitores espalhados pelos então 23 Estados e os territórios do Amapá, Roraima e Rondônia pudessem participar do referendo de 6 de janeiro de 1963 e opinar sobre os rumos da política nacional.

Na época, a seção eleitoral já era fixa para o eleitor, a cabine de votação era inviolável, havia uma cédula oficial de votação do referendo e uma urna padrão, fora todo o sistema de apuração organizado para garantir uma eleição mais segura, legítima e livre de fraudes.

Servidor aposentado da Justiça Eleitoral, Pedro Mattoso lembra que, originalmente, o referendo estava previsto para ocorrer em 1966, mas foi antecipado para 1963. “A Secretaria do TSE teve uma atuação muito grande na ocasião (do referendo)”, disse.

Ele lembra que, naquele tempo, o “máximo que se fazia”, em termos de tecnologia, era por telefone ou por telex. A Secretaria do TSE era composta, na ocasião, por aproximadamente 80 servidores, a maior parte transferida do Rio de Janeiro, e por alguns requisitados de outros órgãos públicos. “A confecção do material era toda manual, feita pelo Departamento de Imprensa Nacional”, relata.

Mattoso destaca que a apuração dos votos era feita manualmente, para a totalização do resultado: “De um eleitorado de 18 milhões, compareceram no referendo 12 milhões, sendo que 9,5 milhões foram favoráveis ao presidencialismo, e dois milhões votaram pela manutenção do parlamentarismo”.

Ele se recorda da precariedade dos meios de votação, em comparação às urnas eletrônicas atuais. “Hoje, você faz uma eleição de 135 milhões de votantes (a última eleição presidencial teve 135,8 milhões de eleitores) e, horas depois, tem o resultado definido”, diz Mattoso, ao salientar a evolução da Justiça Eleitoral nos últimos 50 anos.

Segundo referendo nacional

Em 23 de outubro de 2005, houve outro referendo nacional. Desta vez, para que a população opinasse sobre a proibição ou não do comércio de armas de fogo e munições no país.

Esses tipos de consulta popular (plebiscito e referendo) estão previstos no artigo 14 da Constituição Federal.

Consultas

A Justiça Eleitoral fez adaptações no software da urna eletrônica para que esta possa receber, ao mesmo tempo, os votos dos candidatos aos cargos eletivos e as respostas referentes às consultas de um plebiscito ou referendo. Antes, para se fazer uma consulta no mesmo dia da eleição, era preciso utilizar duas urnas diferentes, duas cabines, o que aumentava os custos, a exemplo do referendo regional do Acre de 2010.

Atualmente, com o sistema eletrônico de votação, já se pode fazer consultas (plebiscitos e referendos) junto com uma eleição, com o uso de uma única urna eletrônica. Foi o que aconteceu nas eleições municipais de 2012. No mesmo dia e na mesma urna em que escolhiam seus futuros prefeitos, vice-prefeitos e vereadores, eleitores de cinco municípios de dois Estados (Rondônia e Rio Grande do Norte) puderam responder também a três plebiscitos locais acerca de criação, desmembramento e mudança de nome de município.

Manifestantes bloqueiam estradas numa tentativa de boicote

 

 


 

Manifestantes xiitas bloquearam este domingo várias estradas do Bahrein, envolvendo-se em confrontos com a polícia, mas as autoridades asseguram que foram tomadas todas as medidas para garantir que o Grande Prémio de Formula 1 decorre sem incidentes.
A oposição xiita, que se considera marginalizada pelo poder sunita no reino do Bahrein, está a mobilizar há uma semana os seus apoiantes para que façam ouvir as suas reivindicações, numa altura em que vários visitantes e jornalistas estrangeiros se encontram no país para a tradicional prova de automobilismo.
A corrida, prevista para a tarde de hoje no circuito de Sakhir, a sul da capital Manama, verá partir da "pole position" o piloto alemão Nico Rosberg (Mercedes), ao lado do seu compatriota Sebastian Vettel (Red Bull) e à frente do espanhol Fernando Alonso (Ferrari).
Segundo testemunhas, citadas pelas agências noticiosas internacionais, jovens mascarados que protestavam contra a realização da corrida bloquearam hoje de madrugada várias estradas dos arredores de Manama, queimando pneus, mas não conseguiram impediram o acesso ao circuito de Sakhir.
Durante a noite, a polícia usou gás lacrimogéneo para dispersar centenas de manifestantes que protestavam em várias aldeias xiitas contra a «fórmula do sangue», como batizaram a corrida.
Os manifestantes respondiam ao apelo lançado pelo Coletivo 14 de fevereiro, que iniciou há vários dias a chamada operação "vulcões de fogo", que visa bloquear estradas com recurso a pneus incendidos.
O grupo clandestino, que organizou a contestação nas redes sociais, pediu aos seus apoiantes para que se manifestem nas ruas no momento da partida da corrida.
No sábado, o grupo tinha já convocado os seus apoiantes para uma manifestação na Praça da Pérola, em Manama, símbolo da revolta reprimida há dois anos pelo poder, mas a polícia dispersou os manifestantes com recurso a gás lacrimogéneo.
Os tradicionais partidos da oposição, liderados pela formação xiita Al Wefaq, demarcaram-se das manifestações violentas, dizendo que não se opoem à realização da corrida, mas que irão utilizar o evento para chamar à atenção sobre as suas reivindicações.
Os xiitas reclamam a instauração de uma «verdadeira monarquia constitucional», onde o governo resulte de uma maioria parlamentar.
O Coletivo 14 de fevereiro apela, por seu lado, à queda do regime.

sábado, 27 de abril de 2013

DOM BERTRAND RECEBE COMENDA DA REPÚBLICA BRASILEIRA

   O nosso blog não poderia deixar  parabenizar Dom Bertrand por ter recebido uma comenda da república , no  grau de comendador .A Ordem,  , visa agraciar militares, civis e instituições nacionais ou estrangeiras, que tenham prestado serviços relevantes à nação. 
   PARA MIM É O RECONHECIMENTO DE UMA PERSONALIDADE MARCANTE , QUE TEM OS SEUS POSICIONAMENTOS E OS DEFENDE PERANTE O PÚBLICO BRASILEIRO , MAS UMA VEZ PARABÉNS AO NOVO COMENDADOR BRASILEIRO

FILME DO IMPERADOR HIROHITO DE 2005

Assisti  neste mes um filme na tv educativa , sobre o imperador japonês , olha foi muito bom , aquele gestual da boca do imperador , o encontro com o alto comando japonês para rendição de se seu país , o encontro com Mcarthur , olha me impressionou

O filme, apresentado no Festival de Berlim , já rodou o mundo inteiro tendo sido bem recebido pela crítica especializada, mas ainda não tinha chegado na pátria do protagonista devido à controversa representação do Imperador Hirohito (1901-1989).

No filme, o soberano nipônico é apresentado como um "mortal comum", totalmente distante daquele status de divindade que oficialmente caracterizou a figura imperial japonesa desde a antiguidade até 1947, ano no qual a nova Constituição nascida dos destroços da guerra "rebaixou" o soberano de "Deus" para "símbolo" da nação. Na realidade, Hirohito já havia abandonado esta imagem, obrigado pelas circunstâncias, no histórico discurso pronunciado na rádio em 15 de agosto de 1945, quando pediu à população para "suportar o insuportável e tolerar o intolerável", confirmando a rendição do Japão.

A figura imperial é um assunto extremamente delicado no país, e especialmente quando se trata de Hirohito, que governou entre 1926 e 1989 um dos reinados mais longos e angustiantes que o Japão recorda. Apesar de ser chamado no país de Showa, ou "paz esplendente", a sua figura é ligada ao desastre da Segunda Guerra Mundial, como imperador que levou o país ao trágico acontecimento bélico e que depois soube aceitar a derrota.

Devido a esta situação histórico-cultural, o filme de Sokurov enfrentou notáveis dificuldades no arquipélago, principalmente pelos violentos movimentos de extrema direita, que no passado ameaçaram várias vezes de vingança os cinemas que projetassem este filme. A identidade do ator protagonista, Issei Ogata, foi mantida em segredo até o último momento, pelo temor de atentados.

A distribuidora do filme adiou por diversas vezes o lançamento nas salas japonesas, tanto pelas ameaças diretas recebidas por organizações de extrema direita, quanto pela falta de cinemas interessados em adquirir os direitos de projeção, dada a "periculosidade" da obra.
 
 

quinta-feira, 11 de abril de 2013

MARGARETH TACTHER A DAMA DE FERRO

A Margareth não era fácil ela era conservadora por convicção , era uma direitista que sabia o que fala tinha fundamento , acredito que era baseado  na escola de chicago ou na ala austriaca do pensamento economico.
Ela era a favor do Estado menor , mais forte , sem muita intervenção econômica , privatizações  , cortes do custo do Estado.
Como disse ela não era fácil ela tomava todas as medidas que achava , qaunto ministra da educação ela cortou os gastos , cortando o leite de graça as crianças.
Lembro-me da guerra que ela fez contra os sindicalistas ingleses , principalmente os mineiros , ela fechou várias minas do Reino Unido deficitárias , até me lembro que foram invernos sem que as famílias nao podiam se aquecer , ou porque nao tinha carvão ou era muito  caro, minha memória não é  tão boa assim.
Tacther fez uma dupla com Reagan que contribuiu em muito para acabar com  a cortina de ferro russa.
O que falar da guerra das Malvinas ,foi com tudo contra Argentina mandou uma esquadra contra um pais inteiro da Argentina e venceu  .
Mas era muito dura com seu Partido , com seus integrantes , nunca entrava numa reunião sem estudar bem os fatos .
Descanse em paz Dama lutadora

terça-feira, 9 de abril de 2013

Papa e secretário-geral da ONU abordaram conflitos na Coreia, Síria e África

 

 

   O Papa recebeu hoje no Vaticano o secretário-geral da ONU numa audiência privada que abordou situações de “conflito e grave emergência humana”, como as da Síria, Coreia e África. Segundo comunicado oficial da Santa Sé, o primeiro encontro entre Francisco e Ban Ki-moon foi marcado pela preocupação relativa às partes do mundo “em que a paz e a estabilidade estão ameaçadas”.
Os dois responsáveis discutiram ainda a questão do tráfico de seres humanos, “em particular das mulheres”, e os problemas dos refugiados e migrantes.
“O secretário geral da ONU, que iniciou recentemente o segundo mandato no cargo, expôs o seu programa para o quinquénio, centrado, entre outros temas, na prevenção de conflitos, a solidariedade internacional e o desenvolvimento equitativo e sustentável”, assinala a Santa Sé.
O Papa, por sua vez, lembrou o "contributo da Igreja Católica, a partir da sua identidade e com os meios que lhe são próprios, em favor da dignidade humana integral".
Segundo Francisco, é necessário promover "uma cultura do encontro que concorra para os mais altos fins institucionais da Organização" das Nações Unidas.
O encontro, explica o Vaticano, segue a "tradição das audiências concedidas pelos pontífices aos vários secretários-gerais das Nações Unidas" ao longo dos anos, e quer "exprimir o apreço que a Santa Sé tem pelo papel central da organização na preservação da paz no mundo, na defesa do bem comum da humanidade e na defea dos direitos fundamentais do homem".
“Nos cordiais colóquios, abordaram-se temas de interesse recíproco”, acrescenta a nota de imprensa sobre a visita de Ban Ki-Moon, que se reuniu ainda com o secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, acompanhado por monsenhor Antoine Camilleri, subsecretário para as relações com os Estados.
A visita ao Vaticano foi a última etapa de uma viagem do responsável da ONU por alguns países europeus.
O secretário-geral da ONU foi um dos primeiros líderes estrangeiros a felicitar o Papa após a sua eleição, a 13 de março, e pediu a sua colaboração para “a promoção da paz, da solidariedade e da dignidade humana, num mundo em constante mudança”.
Ban Ki-moon encontrou-se com Bento XVI em abril de 2007, no Vaticano, e recebeu o agora Papa emérito em Nova Iorque, na sede das Nações Unidas, um ano depois.