sábado, 18 de maio de 2013

menino de 9 anos se torna maraja

 


Though the old feudal order has become a thing of the past, the former royalties still like to follow certain traditions like anointment of heads and titular heads of erstwhile princely states.

In line with tradition, the nine-year-old younger prince of Jaipur, Rajkumar Lakshya Raj Singh is now the titular Maharaja of Sirmaur, an erstwhile princely state located in the hills of southern Himachal Pradesh.

At the elegant Nahan Palace, the Raj Tilak (coronation) of the younger prince of Jaipur was held on Wednesday morning reviving the memory of old regal splendour.
The new Maharaja with yesteryears Bollywood actor Dimple Kapadia.


As per the tradition of the family, the Raj Tilak was attended by members of the erstwhile princely states, Tazmi Sirdars, Jagirdars, Thikanedars, businessmen, film stars, politicians and well wishers of the family, said a spokesman of the Jaipur royals. The ceremony took place in front of the Durbar Hall of the palace.

Besides family friends of the Jaipur royal family, Bollywood actress Dimple Kapadia and Sunanda Pushkar also attended the function.

Now known as the Maharaja Lakshya Raj Prakash of Sirmaur, he is the younger son of Princess Diya Kumari of Jaipur and Maharaj Narendra Singh and is the maternal grandson of Rajmata Padmani Devi - who is the daughter of the former and last Maharaja of Sirmaur, Rajendra Prakash who passed away in 1964.
The new Maharaja with Sunanda Tharoor.


Since Rajmata Padmini Devi hails from Sirmaur the erstwhile nobles of the area had requested that Lakshya Raj be anointed as the new Maharaja and the head of the Sirmaur family as there is no male heir to the erstwhile State. Padmini Devi had agreed to the request.

On the occasion today, the sword of Guru Gobind Singh, the tenth Guru of the Sikhs, which was with the family of Sirmaur, was also presented by Ajay Bhadur Singh of the Sirmaur family to now Maharaja Lakshya Raj Prakash, as he would now be known.

The story goes that Guru Gobind Singh had taken shelter from the Mughals at Nahan and as a goodwill gesture had presented his personal sword to the then Maharaja Madheni Prakash of Sirmaur before leaving.

List of erstwhile members of royal family who attended the Wednesday's  ceremony   included : Maharani of Jodhpur Hemlata  ; Maharaja of Kapurthala Brig  Sukhjit Singh ; Rani Uma Devi of Patiala; Raja Chandravijay of Sehespur Bilari, Princess Krishna Kumari of Panna; Rajkumar Ratanjit Singh of Kapurthala and Maharaj Kumar Brijraj Singh Maiyar.  Also present were ex-royals of over a dozen former princely states.

 

domingo, 12 de maio de 2013

Primeiro-ministro da Malásia vence disputada eleição




 
O primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, venceu uma disputada eleição neste domingo, que deve capacitá-lo a dar continuidade a uma série de ambiciosos planos de gastos designados a acelerar o crescimento econômico e ajudar o país asiático a alcançar os vizinhos mais ricos. Um número recorde de malaios foi às urnas neste domingo manifestar a preferência na disputa entre Razak e a oposição, liderada pelo carismático Anwar Ibrahim.

À medida que os resultados mostravam a vantagem da coalizão Frente Nacional, de Razak, apoiadores comemoravam em motocicletas nas ruas de Kuala Lumpur, com bandeiras e buzinaço. Nas primeiras horas de segunda-feira (06), no horário local, a comissão eleitoral do país mostrou que a Frente Nacional obteve 123 das 222 cadeiras do Parlamento, o suficiente para formar um governo. Já a oposição ficou com 74 cadeiras, enquanto outras 25 ainda são computadas.

A comissão eleitoral informou que cerca de 80% dos 13,3 milhões de eleitores aptos a votar exerceram o direito, porcentual maior do que os 76% que foram às urnas nas eleições gerais de 2008. A população da Malásia é de 28 milhões de habitantes. A contagem teve início assim que as urnas foram fechadas, às 5 horas (horário de Brasília).

"A média de comparecimento às urnas era de 70% a 75% no passado. Oitenta por cento é um número muito bom, mas a questão é quantos deles são eleitores legítimos", disse o professor-doutor Andrew Aeria, que leciona Ciência Política na Universidade Malaysia Sarawak.

Embora a eleição tenha se encerrado de forma pacífica, o pleito atraiu críticas pela falta de probidade. Alguns cidadãos disseram que a tinta aplicada no dedo indicador dos eleitores, para impedir que votassem várias vezes, podia ser retirada facilmente, acusação negada pela comissão eleitoral. "Mesmo tentando retirar a tinta com força, uma pessoa não conseguiria retirá-la completamente", declarou o vice-presidente da Comissão Eleitoral, Wan Ahmad Wan Omar, ao jornal "The Wall Street Journal".

Os eleitores decidiram manter no poder a Frente Nacional, a coalizão que governa o país, ininterruptamente, desde a independência do Reino Unido, em 1957 - em meio ao período de forte crescimento econômico -, privando a oposição da chance de pôr em prática as promessas de erradicar a corrupção, elevar os salários e melhorar as condições de vida.

Razak, filho de um ex-primeiro-ministro que estudou na Grã-Bretanha, busca apoio para levar adiante o ambicioso Programa de Transformação Econômica, avaliado em US$ 444 bilhões, cujo objetivo é elevar a Malásia para o nível da vizinha Cingapura até 2020. Já o opositor Anwar, de 65 anos, disse que esta era a última tentativa de chegar ao poder.

Desde que assumiu o cargo, quatro anos atrás, Razak, de 59 anos, tem implementado reformas com o objetivo de superar as propostas de Anwar. Ele eliminou uma antiga lei que permitia que as forças de segurança detivessem críticos sem um julgamento e começou a suprimir um programa de ações afirmativas, ao mesmo tempo em que acelerou um projeto de vendas de ativos para reduzir o peso do governo na economia.

Razak afirma que apenas a Frente Nacional pode manter a estabilidade na Malásia, um país multirracial de maioria muçulmana. Investidores estrangeiros detêm quase metade da dívida do governo, um testemunho da confiança no contínuo progresso da economia, fato que tem ajudado a retirar milhões de cidadãos da pobreza. 

Austrália atualiza acordo com Suíça para reprimir evasão

 Austrália atualiza acordo com Suíça para reprimir evasão
A Austrália revisou um tratado que tem com a Suíça que irá conferir às autoridades locais novos poderes contra sonegadores milionários. O acordo original, aprovado em 1980, permitiu o acesso a informações suspeitas de sonegadores de impostos por meio de disposições de sigilo bancário, e será atualizado.

"Este tratado significa que nós vamos ser capazes de compartilhar informações com as autoridades suíças para que possamos rastrear aqueles que estão escondendo dinheiro no exterior", disse o tesoureiro australiano Wayne Swan em nota.

O governo da premiê Julia Gillard, que busca a reeleição em setembro, tinha sido forçado a abandonar a promessa eleitoral no ano passado, após receber menos receita em impostos do que o esperado de empresas de mineração do país.

Para compensar o declínio das receitas, o governo está intensificando os esforços para reprimir a evasão fiscal. Um acordo parecido feito com Cingapura, em 2010, rendeu novas receitas.

Japão quer desenvolver supercomputador


 

 
  O Japão decidiu nesta quarta-feira investir 100 bilhões de ienes (770 milhões de euros) para tentar desenhar a partir de 2014 um novo supercomputador mais potente que seu atual modelo "K", ou seja, com uma potência de cálculo da ordem de um exaflop (um quadrilhão de operações por segundo).

Este supercomputador permitiria, entre outras coisas, realizar simulações consideradas úteis por exemplo para o desenvolvimento de medicamentos ou a realização de previsões de danos causados por desastres naturais, explicou o Ministério da Ciência.

China e Estados Unidos já anunciaram programas para tentar desenvolver um supercomputador de um exaflop em 2020.

"Há uma grande diferença entre as tecnologias que tentam ocupar o primeiro lugar e as que se conformam com o segundo", reforçou o presidente de uma comissão de especialistas, designados pelo ministério japonês.

Titan, supercomputador da empresa americana Cray e situado no Laboratório Nacional Oak Ridge, do governo americano, foi considerado em novembro do ano passado o mais rápido do mundo, superando outro dispositivo da IBM que está em outro centro de pesquisas.

O ranking publicado por cientistas de Estados Unidos e Alemanha sustenta que Titan alcançou 17,59 petaflops, o equivalente a pouco menos de 18 trilhões de cálculos por segundo.

Titan, que conta com financiamento do Departamento de Energia americano, é usado para fazer pesquisas sobre energia, mudanças climáticas e motores eficientes, entre outros temas.

Este supercomputador desbancou para o segundo lugar o modelo Sequoia, da IBM, e situado no Laboratório Nacional Lawrence Liver, na Califórnia (oeste dos Estados Unidos), que alcançava apenas 16,32 petaflops.

Completando o grupo dos cinco primeiros estavam o computador K, da Fujitsu, no Instituto Avançado RIKEN de Ciências da Computação, na cidade de Kobe, Japão; Mira, um sistema BlueGene/Q da IBM no Laboratório Nacional Argonne de Chicago, e outro sistema BlueGene/Q da IBM chamado Juqueen no centro de pesquisas Forschungszentrum Juelich na Alemanha.

O supercomputador japonês "K", criado pelo grupo informático Fujitsu e um instituto japonês de pesquisas, conservou até 2012 o primeiro lugar mundial em termos de resultados, após pulverizar a marca dos 10 petaflops.

Este supercomputador instalado em Kobe (oeste do Japão) foi "inteiramente fabricado no Japão, da pesquisa ao desenvolvimento dos processadores, passando pela concepção do sistema e sua fabricação", segundo seus criadores.

Um em cada cinco residentes no Canadá são imigrantes



 

 

 

Um total de 20% da população do Canadá é imigrante, referem os censos nacionais, que colocam o país com maior número de cidadãos estrangeiros do G8.
De acordo com um estudo divulgado pelas Estatísticas do Canadá, dos 6,8 milhões de imigrantes no país, 54,7 % falam dois idiomas, sendo que 20% fala três idiomas.
O Canadá tem cerca de 200 etnias e 100 religiões. Dos 78,3% da população de cidadãos canadianos por nascimento, 15,8% são naturalizados, enquanto 5,9% não tem cidadania canadiana.
Este estudo revelou ainda que apenas 2,9 % dos imigrantes mantiveram a dupla cidadania.
Entre 2006 e 2011, o Canadá recebem mais 1,2 milhões de imigrantes, a maior parte dois quais da Asia e Médio Oriente, mas as autoridades registam aumentos de novos residentes vindos de África, Caraíbas, América Central e do Sul.
O Ontário continua a ser a província preferida, com cerca de 3,6 milhões de imigrantes.
 
 

Papa Francisco proclama primeiras santas e pede 'proteção do embrião'

 

 

No dia em que proclamou as duas primeiras santas de seu pontificado, o papa Francisco pediu, hoje, que "seja garantida a proteção jurídica do embrião", de forma que "o ser humano seja protegido desde o primeiro instante de sua existência". Trata-se da primeira vez que o Papa se pronuncia publicamente sobre este controverso tema que provoca debate em muitos países europeus ao defender o "caráter sagrado da vida" desde sua concepção, uma condenação indireta ao aborto.
O Papa saudou os participantes em Roma de uma grande marcha popular que contou com a participação de pessoas de diferentes paróquias e de membros de organizações pró-vida provenientes de vários pontos da Europa. Francisco, que já havia mostrado suas posturas conservadoras sobre estes temas quando era arcebispo de Buenos Aires, convidou a manter "viva a atenção de todos sobre o tema tão importante do respeito à vida desde a concepção".
Santas
Em seu discurso, o Papa também santificou a freira colombiana Laura Montoya y Upegui (1874-1949) e a mexicana Guadalupe García Zavala (1878-1963) que, segundo Francisco, "são dois exemplos de caridade que se opunham ao aburguesamento do coração". Durante a cerimônia solene na Praça de São Pedro, marcada pela música sacra, o Papa lembrou a vida exemplar das duas religiosas latino-americanas que viveram na primeira metade do século 20.
A nova santa colombiana alcança a glória dos altares por seu trabalho com os indígenas e a mexicana porque, "renunciando a uma vida confortável para seguir o chamado de Jesus, ensinava a amar a pobreza, para poder amar mais os pobres e os doentes", disse o papa Francisco. "Madre Lupita se ajoelhava no chão do hospital diante dos doentes e os abandonados para servi-los com ternura e compaixão", afirmou. "Esta nova santa mexicana nos convida a amar como Jesus nos amou e isso nos leva a não nos fecharmos em nós mesmos, nos próprios problemas, nas próprias ideias, nos próprios interesses, mas a sair e ir ao encontro dos que precisam de atenção, compreensão e ajuda, para levar a eles a quente proximidade do amor de Deus através de gestos concretos de delicadeza e de afeto sincero", acrescentou.
As duas santas foram fundadoras de ordens religiosas. Durante a cerimônia, também foram canonizados um modesto sapateiro italiano, Antonio Primado, decapitado em Otranto (sul da Itália), junto com 800 mártires, por terem se negado em 1480 a se converter ao Islã por ordem do comandante otomano Ahmed Gelik Pascia.

Papa copta e Francisco rezam juntos


 

   Dois papas rezaram juntos na sexta-feira no Vaticano, um católico e outro ortodoxo, num sinal da melhora dos laços após a eleição dos novos líderes para as duas igrejas. O papa Francisco saudou o líder da igreja ortodoxa copta do Egito, papa Tawadros II, na primeira reunião desse tipo no Vaticano em 40 anos, dizendo que a visita do colega “fortalece os laços de amizade e fraternidade entre as duas igrejas”. As igrejas copta e católica se separaram no século 5º, por causa de diferenças teocráticas.

Os cristãos são cerca de 10% da população egípcia. A igreja copta ortodoxa do Egito conta com cerca de 10 milhões de fiéis, enquanto a igreja católica copta no Egito - cujos fiéis são leais ao papa Francisco, têm cerca de 165 mil seguidores.

As duas igrejas têm reclamado a respeito da crescente discriminação e dos ataques contra eles desde 2011, ano em que o presidente Hosni Mubarak foi derrubado e teve início o aumento de poder da Irmandade Muçulmana no Egito. Os dois papas rezaram juntos pela paz  na moderna capela Redemptoris Mater (Mãe do Redentor), localizada no interior do Palácio Apostólico.

A visita celebra os 40 anos da assinatura da declaração de melhoria de relações, de 1973, pelo papa Paulo VI e o antecessor de Tawadros, papa Shenouda III, que morreu no ano passado. O papa João Paulo II visitou Shenouda no Cairo em 2000.

Francisco citou o “sofrimento” dos cristãos, dizendo que seu sofrimento compartilhado pode ser uma fonte de força e união. “Do sofrimento compartilhado pode florescer o perdão, a reconciliação e a paz, com a ajuda de Deus”, disse ele.

Desde que assumiu o cargo no ano passado, Tawadros tem se aproximado da comunidade católica egípcia, participando da posse do novo patriarca católico e ajudando na formação de um conselho de igrejas cristãs no Egito. Francisco, por sua vez, tem se aproximado da igreja ortodoxa. O patriarca ecumênico de Constantinopla, Bartholomew, participou da cerimônia de posse de Francisco, o que representa um importante gesto de unidade.

Tawadros já havia declarado que queria ir a Roma para parabenizar Francisco por sua eleição, convidá-lo para ir ao Egito e tentar construir a unidade entre as igrejas e a paz na região.