quinta-feira, 13 de junho de 2013

Estando em Barcelona ou Toulouse, aproveite para conhecer Andorra

 


No verão, há muitas atividades ao ar livre, e para isso visite o parque Naturlandia e não perca o passeio no Tobotronc, o tobogã mais longo da Europa, com 5 km de extensão
 
Se fazer uma viagem e conhecer um país é bom, conhecer dois na mesma viagem é melhor ainda. Por isso queremos dar esta dica imperdível. Sabia que há só 200 Km entre Barcelona e o Principado de Andorra? São duas horas e meia de viagem por uma estrada  impecável, uma paisagem variada, com singelos povoados em varias partes do caminho, sempre tendo os montes Pirineus do seu lado direito. Estas montanhas tem formas muito características, não passarão despercebidas ao seu olhar.
Mas quem sabe você está na cidade de Toulouse, na França, e se entusiasmou com a idéia de conhecer Andorra. Bem, saiba que fica mais perto ainda que Barcelona, são só 180 km, ou duas horas e 25 minutos de carro, a uma velocidade media de 90 km por hora. Mais do que ideal para ir admirando as paisagens montanhosas, os bosques e também singelas vilas durante o caminho. E que fazer em Andorra? Vai se surpreender com tudo o que tem para mostrar este principado. No verão, há muitas atividades ao ar livre, e para isso visite o parque Naturlandia e não perca o passeio no Tobotronc, o tobogã mais longo da Europa, com 5 km de extensão. Excelente gastronomia, um comercio livre de impostos com preços sem concorrência, Caldea, o maior centro de águas termais da Europa e o Grupo de Hotéis Plaza o esperam.
Sobre a rede Plaza Andorra
Com cinco elegantes e sofisticados hotéis – Plaza, Carlton Plaza, Holiday Inn, Ski Plaza e Hotel Mu – a rede Plaza Andorra está situada no principado de Andorra, um país entre a Espanha e a França, bem no coração dos Pirineus. Além do conforto dos hotéis, a rede conta com um SPA, caracterizado pelo luxo e pelos qualificados serviços prestados aos clientes. Mais que uma excelente hospedagem, a Plaza Andorra oferece atividades em meio às estonteantes paisagens dos Pirineus, onde os hóspedes podem fazer roteiros pela floresta, escaladas, passeios de buggy, pescar e, claro, ter muita diversão na neve que, durante a temporada, cobre as montanhas de branco. Para quem busca aventura e proximidade com a neve, o Ski Plaza, está localizado próximo às estações de esqui de Grandvalira e com ligação ao complexo turístico por meio de um moderno teleférico.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Em audiência pública em Washington, Paul Hellyer defendeu durante 25 minutos a existência de vida extraterrestre na Terra

 

 

Shar
Extraterrestres existem? Para Paul Hellyer, ex-ministro da Defesa do Canadá, de 89 anos, sim. E eles estão entre nós. No início de maio, durante uma audiência pública que discutiu a existência de vida extraterrestre, realizada em Washington, nos Estados Unidos, o político falou durante 25 minutos sobre o assunto. 
Entre as afirmações surpreendentes feitas por Hellyer está a de que existem, pelo menos, quatro espécies de extraterrestres vivendo, atualmente, na Terra. Duas delas, segundo o ex-ministro, trabalham em parceria com o governo dos EUA.
Ele conta sobre uma conversa que teve com o ex-piloto da Força Aérea americana, Charles Hall. O militar teria trabalhado com uma espécie chamada Tall Whites, que ficava hospedada em uma propriedade do governo dos EUA, localizada no estado do Nebraska, e dividia com os humanos sua tecnologia. O relato dessa experiência, segundo o ex-ministro, deu origem ao livro "Millennium Hospitality", escrito por Hall.
"OVNIs são tão reais quanto os aviões que voam sobre as nossas cabeças", disse ele para um público de 40 pessoas formado por pesquisadores e testemunhas que já vivenciaram experiências extraterrestres.  Hellyer defende que os conhecimentos sobre E.T.s deveriam ser divididos com a população. Quer dizer, pelo menos parte deles: "Eu diria que de 95% a 98% dos conhecimentos que se tem. Há uma ou duas coisas que talvez ainda não possam estar no conhecimento público".
O político diz que começou a acreditar em OVNIs durante uma noite, quando ele, sua mulher e um grupo de amigos avistaram uma espaçonave. Apesar de não ter levado muito a sério no momento, ele conta que passou a tratar o assunto com seriedade. Há cerca de 10 anos, o ex-ministro começou a se interessar pelo assunto e hoje é um conhecido defensor da existência de extraterrestres.  Hellyer ocupou o principal posto do Ministério da Defesa do Canadá em 1957 e é hoje o membro mais antigo do Conselho Privado da Rainha para o Canadá, uma espécie de gabinete ministerial na monarquia constitucional do país.

"Assim como crianças sobrevivem ao saber que o Papai Noel e a Fada do Dente não existem, eu acho que os cidadãos que pagam impostos são plenamente capazes de aceitar essa nova realidade de que vivemos em um cosmo com vidas de vários tipos", disse durante a audiência.  "Talvez seja humilhante perceber que outras civilizações são mais avançadas que nós, mas este, talvez, seja um passo necessário", completou.

Bahrain paga US$ 2.6 milhões por mortes da revolta

 

O Bahrain dará uma compensação totalizando 2,6 milhões de dólares a famílias de 17 vítimas dos protestos da Primavera Árabe no ano passado que varreram a pequena ilha-nação.
Os pagamentos, de cerca de 153 mil dólares por caso em média, estão sendo entregues de acordo com um relatório de investigação independente que foi produzido por uma comissão no ano passado, segundo uma declaração do Reino de Bahrain. Ele não especificou que famílias receberiam o dinheiro.
“A iniciativa visa beneficiar as famílias dos falecidos que sofreram danos físicos e qualquer outro caso considerado adequado pelo Ministério da Justiça”, diz a declaração.
Ao mesmo tempo, o Bahrain também está acusando de assassinato três policiais envolvidos em mortes por tiro durante os protestos no ano passado.
O supremo tribunal emitiu “acusações contra três homens originalmente acusados de [...] homicídio culposo na morte de três homens em fevereiro e março de 2011″, disse a Autoridade dos Assuntos de Informação do Bahrain em duas mensagens do Twitter na terça-feira.
Cerca de 50 pessoas foram mortas quando a violência irrompeu durante protestos de rua no ano passado. Houve protestos quase diariamente durante meses, principalmente com os xiitas se manifestando contra a monarquia sunita.

"God Save The Queen": uma das músicas mais polêmicas do Rock

 

Os anos 1970 evidenciaram um dos objetivos principais do Rock n' Roll: chocar a sociedade. E um dos movimentos musicais que mais levaram a sério e tiveram sucesso ao levantar essa bandeira foi o Punk Rock, que através do minimalismo musical e das letras polêmicas, ia contra a política e os rumos exagerados que o Rock estava tomando com gêneros progressivos.


A ascensão do estilo se deu na década em questão, mas o seu embrião já era ensaiado nos anos 1960 com bandas como Stooges e MC5. O gênero só foi realmente concebido em sua essência com o Ramones, The Clash e Buzzcocks, entre várias outras.

Mas um quarteto chamava a atenção. Os Sex Pistols, surgidos em 1975, estavam em um dos países mais conservadores do mundo: a Inglaterra. Foram, justamente, os responsáveis por popularizar o Punk do Reino Unido para todo o mundo.

A subida meteórica dos Sex Pistols também teve uma queda considerável: a banda só existiu até em 1978 e lançou apenas um disco em outubro de 1977, intitulado "Never Mind the Bollocks, Here's the Sex Pistols". Foi o bastante para construir um legado.

Uma das músicas de maior destaque desse disco teve o seu single lançado no dia 27 de maio de 1977. Nessa semana, completam-se 36 anos de "God Save The Queen", talvez a canção que tenha causado o maior rebuliço na história dos estilos populares e na contemporaneidade da indústria cultural.

A música de pouco mais de 3 minutos tem um instrumental simples e vocais nada rebuscados. Mas a mensagem vociferada por Johnny Rotten é enfática. O título, que em português significa "Deus salve a Rainha", é completamente irônico. Assim como a letra, que "endeusa" a Elizabeth II em alguns momentos. Em outros, chama seu regime de "fascista", diz que os britânicos se tornaram "retardados" graças ao governo e afirma que a Inglaterra "não tem futuro".

O single da canção foi lançado justamente durante o Jubileu de Prata, ou seja, as comemorações dos 25 anos da ascensão da Rainha Elizabeth II ao trono do Reino Unido, o que causou enorme repercussão. Nas paradas da revista NME, a música chegou ao primeiro lugar, mas nos charts oficiais, UK Singles Charts, atingiu apenas a segunda posição. A manipulação é tida como misteriosa ainda nos dias de hoje.

Além disso, a BBC e a Autoridade Independente de Radiodifusão do Reino Unido se recusaram a reproduzir a música. Para potencializar a polêmica, os membros do Sex Pistols tentaram tocar a música em frente ao palácio de Westminster, em um barco no rio Tâmisa. Mas onze pessoas foram presas quando o barco ancorou, inclusive integrantes do staff da banda, devido a uma briga envolvendo um cinegrafista e um participante da plateia.

A controversa canção funcionou - e ainda funciona - como forma de protesto à monarquia britânica. Mesmo que a Rainha Elizabeth II não tenha se manifestado oficialmente, a música impactou o governo e deu voz aos populares que estavam descontentes com o atual modelo de gestão do país. O Punk Rock se impôs como uma forma de contracultura a partir de então, mesmo com o fim dos Sex Pistols no ano seguinte. Que Deus salve a Rainha.

Exportação de petróleo cria nações dependentes e vulneráveis

 

 


Sem potencial e espaço para ampliar suas vendas internas, uma extensa lista de países precisa recorrer ao mercado externo para estabilizar a economia. Tornam-se, assim, dependentes do comércio exterior e, pior, parte deles acaba colocando toda sua energia em um só produto: o petróleo, uma riqueza considerada vulnerável. É o caso da Venezula, de países do Oriente Médio e da Rússia. No Brasil, as exportações do produto não chegam a 2% do PIB.

Nas últimas décadas, a Venezuela passou a ser um país muito focado na produção agrícola e na exportação de petróleo. “Basicamente, tudo gira em torno do petróleo. Isso nunca refletiu, no entanto, no bem-estar e no conforto da população”, afirma o professor de Administração da ESPM Adriano Gomes. O país, que é a segunda maior reserva natural do óleo, tem um terço do seu PIB baseado na venda do produto. Segundo dados do índice Dow Jones, em 2012, foi o sétimo maior exportador de petróleo mundial, com 15,3 milhões de toneladas embarcadas.

Países do Oriente Médio, região que representa cerca de 60% das reservas mundiais de petróleo, também são obrigados a investir fortemente na exportação desse produto. Sem nenhum outro tipo de indústria expressivo, lugares como a Arábia Saudita e o Irã, integrantes da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), têm quase 80% da sua renda baseada no óleo. “A Arábia Saudita vive em um regime político baseado em uma monarquia, que não se preocupa em investir na economia. Portanto, não há outro bem de importância vital como o petróleo”, diz Gomes.

Caso semelhante ao da Rússia. Dono da segunda maior reserva de petróleo do mundo, o país tem 60% de suas exportações sustentadas pelo setor energético. Segundo o professor de Administração, a Rússia precisa investir em outros mercados se quiser melhorar sua economia. “Durante a revolução, o país tinha basicamente dois destinos para a renda: armamentos e corrida espacial. Nunca criou-se políticas de desenvolvimento da indústria. Por isso, a Rússia é totalmente dependente desta riqueza vulnerável”, afirma.

No caso do Brasil, os produtos mais exportados são minério de ferro, soja, petróleo bruto e açúcar. Em 2012, US$ 27 bilhões foram recebidos graças à exportação do petróleo no País. Esse número, no entanto, é pouco mais de 1% do PIB nacional. “As exportações promovem o crescimento do país. Portanto, se não capricharmos nesse lado, a nossa taxa de crescimento estará condenada a ficar nesse crescimento quase nulo, de apenas 3%”, explica Gomes.

Somados, Arábia Saudita, Estados Unidos, Rússia, Irã e México são responsáveis por aproximadamente 40% da produção de petróleo no mundo. Adriano gomes ressalta, porém, que ter grandes reservas não é garantia de prosperidade do país. “Se o petróleo, ou qualquer outra riqueza, não for bem empregado, a população vai sentir os efeitos. É preciso usá-lo para investir na educação e desenvolvimento do país.”

Rainha Isabel II visita quartel de Woolwich

 


A rainha Isabel II visitou esta sexta-feira o quartel a que pertencia o soldado Lee Rigby, atropelado e esfaqueado até à morte no dia 22 de maio.
A visita da monarca já estava prevista antes do homicídio mas ganhou uma dimensão especial depois do crime.
Após ser recebida pela guarda de honra, Isabel II encontrou-se com alguns militares que, entre outras funções, disparam as salvas nas cerimónias oficiais da monarquia.
Esta sexta-feira, foi aberto o inquérito judicial que visa estabelecer as circunstâncias exatas da morte do soldado. Segundo a Scotland Yard, Lee Rigby foi atropelado no passeio, a poucas centenas de metros do quartel, pelo carro em que seguiam os dois suspeitos que depois o esfaquearam até à morte.
No total 10 pessoas foram detidas por ligações a este caso. Duas foram libertadas sem acusação e outras seis estão em liberdade sob caução. Dos dois principais suspeitos, Michael Adebowale, de 22 anos, já foi acusado de homicídio, enquanto que o outro, Michael Adebolajo, de 28 anos, continua hospitalizado sob custódia policial.
O brutal homicídio de Lee Rigby, em plena luz do dia, nos subúrbios de Londres, chocou a Inglaterra e relançou as preocupações com a segurança e a radicalização do islamismo no país.

Princesa Letizia pela primeira vez sozinha na cerimónia de entrega de prémios em Oviedo

 


A Princesa Letizia protagonizou em Oviedo, a sua cidade natal, o primeiro acto institucional sem a companhia do príncipe Felipe.

A princesa assistiu, no auditório que tem o nome do marido, à entrega dos prémios solidários «ONCE Asturias», que assinalam o seu 75º aniversário.

Em representação do marido, presidiu às audiências com os representantes da União Mundial de Cegos (UMC) e inteirou-se das tarefas da Fundação para a América Latina (FOAL).

Felipe de Espanha, por sua vez, esteve em Valência, para atender à cerimónia dos prémios «Jaime I».

Os príncipes repartem assim a agenda, dividindo as tarefas reais acrescidas pelas inúmeras intervenções cirúrgicsa do rei de Espanha que têm obrigado o soberano a delegar as suas funções.

Recorde-se que reflexo da queda da popularidade da monarquia espanhola, os príncipes das Astúrias foram recentemente vaiados, em Barcelona, onde assistiram à ópera «O Elixir do Amor», o que representa um acontecimento sem precedentes.