quinta-feira, 13 de junho de 2013

Estátuas roubadas na década de 1970 voltam ao Camboja





 Duas estátuas Khmer do século X que, segundo o governo de Phnom Penh, foram roubadas de um templo da selva, voltaram ao Camboja nesta terça-feira, vindas do Metropolitan Museum of Art (Met), em Nova York, um momento considerado histórico pelo governo cambojano.

O Met havia anunciado em maio que as duas esculturas de pedra Koh Ker seriam devolvidas ao Camboja, depois de terem sido expostas durante 20 anos na ala asiática do museu.

Vários monges budistas proferiram uma bênção pelas estátuas durante uma cerimônia religiosa em Phnom Penh, que foi assistida por representantes do governo e do museu norte-americano.

"O retorno dessas estátuas é um evento histórico para nós", disse  o diretor-geral no ministério da Cultura, Hab Touch, que esperava que outros objetos de arte cambojanos voltem do exterior.

"Foi um grande privilégio poder mostrar a arte Khmer em Nova York, mas também estamos muito felizes de ver estas peças retornarem legitimamente ao Camboja", comentou Maxwell K. Hearn, do departamento de arte asiática do Met.

As duas esculturas foram roubadas no templo de Koh Ker no começo dos anos 1970, quando o país estava em plena guerra civil. A região está localizada a 80 km dos templos de Angkor, classificados como patrimônio mundial pela Unesco.

As estátuas foram doadas ao Met no fim da década de 80 e, durante os anos 90 foram consideradas legalmente adquiridas. Porém, o museu americano informou em maio ter "conseguido recentemente novos documentos de investigação que não estavam disponíveis quando os objetos foram adquiridos".

A princípio, as esculturas serão expostas no Palácio da Paz de Phnom Penh, durante a reunião anual do Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco que começa no domingo, informou  um porta-voz do governo, Ek Tha.

Após isso, as estátuas deverão ir para o Museu Nacional da capital ou para um museu de Siem Reap, cidade vizinha de Angkor.
 



 

Manifestantes protestam contra de líder da oposição

 


Cerca de 10 mil cambojanos protestaram na capital Phnom Penh neste domingo (9) após um líder da oposição supostamente descrever a prisão de Tuol Sleng, durante a ditadura do Khmer Vermelho, como uma invenção do Vietnã. Os manifestantes marcharam nos arredores da sede do Partido Nacional de Resgate do Camboja. Notícias locais também dão conta de que milhares protestaram em outras províncias.

Conforme uma gravação publicada em um site do governo no mês passado, o vice-chefe do partido, Kem Sokha, teria dito que a prisão de Tuol Sleng, em Phnom Penh, foi encenada por soldados vietnamitas que derrubaram a ditadura do Khmer Vermelho em 1979. Sobreviventes solicitam pedidos de desculpas por parte de Kem Sokha. Ele nega ter feito as declarações.

O principal partido da aposição alegou que a manifestação foi encenada por simpatizantes do primeiro ministro Hun Sen para intimidar os rivais antes das eleições de julho. Na sexta, o legislativo do Camboja aprovou uma lei que considera crime atos que negam as atrocidades cometidas durante o regime do Khmer Vermelho. Críticos dizem que a lei pode ser usada contra os adversários políticos de Hun Sen.

Aproximadamente 15 mil homens, mulheres e crianças foram torturados e executados durante o regime do Khmer Vermelho na prisão de Tuol Sleng. Liderado por Pol Pot, morto em 1998, o Khmer Vermelho eliminou quase um quarto da população do Camboja por inanição, excesso de trabalho e tortura.

Dia da Raiva no Camboja




No Camboja assinala-se esta segunda feira o Dia da Raiva, dia em que se presta homenagem às vítimas do Khmer Vermelho: estima-se que tenham morrido 1,7 milhões de pessoas nas mãos do regime comunista que liderou o país entre 1975 e 79. Sobreviventes e familiares das vítimas assistiram a uma representação da execução e tortura dos civís.

Butão elege governo pela segunda vez em sua história

 

 

 


Os habitantes do Butão faziam fila em frente aos centros eleitorais nesta sexta-feira (31) para votar e escolher um novo governo, pela segunda vez na história deste pequeno reino budista himalaio.
No total, 400.000 eleitores foram convocados às urnas para participar do primeiro turno de uma votação para eleger a câmara baixa do Parlamento (Assembleia Nacional).
Os eleitores decidirão qual dos quatro partidos em disputa formará o próximo governo na Assembleia Nacional.
Após este primeiro turno, os dois partidos que lideram a disputa se enfrentarão novamente em um segundo turno, marcado para 13 de julho.
Em março de 2008, o Butão colocou fim a um século de monarquia absoluta com a realização das primeiras eleições legislativas, que terminaram com uma vitória esmagadora do partido de centro-direita de um ex-primeiro-ministro formado nos Estados Unidos, Druk Phuensum Tshogpa (DPT).
O DPT assumiu 45 dos 47 assentos da Assembleia Nacional.

C0- PRINCIPE DO ANDORRA ELOGIA EMIGRANTES PORTUGUESES

 

O bispo de Urgell e copríncipe de Andorra, D. Joan Enric Vives, afirmou hoje que os mais de 10 mil portugueses presentes no principado formam uma “comunidade jovem e empreendedora” “É uma comunidade trabalhadora, que veio em busca de trabalho, para melhorar a sua vida e encontrar oportunidades, em particular para as crianças”, referiu o prelado, em declarações à
D. Joan Enric Vives disse que a comunidade lusa pediu a sua “mediação” por causa das representações diplomáticas nos dois países.
“Lamentamos que se tenha tido de encerrar, certamente por motivos económicos, a Embaixada de Portugal em Andorra, mas isso não foi obstáculo para que os dois Governos procurassem soluções”, mantendo consulados.
O bispo diz que as paróquias do principado têm “muitos portugueses”, os quais procuram superar a “dificuldade” que o catalão representa, sobretudo para os mais velhos, bem como o facto de os dias de trabalho se alargarem, muitas vezes, aos sábados e domingos.
“É algo difícil que a família tenha festa no mesmo dia, mas vejo os portugueses com vontade de manter a sua fé, é uma comunidade muito fervorosa, com grande devoção à Senhora de Fátima”, relata.
Custódia do Céu, natural de Arcos de Valdevez, vive no principado há mais de 20 anos e não pensa num regresso a Portugal, porque tem a vida “estabilizada” no principado.
“Para viver está muito difícil”, confessa.
Ana Neto, da Mealhada, está em Andorra há 13 anos e admite que a situação ali está agora “mais difícil”, sobretudo para quem chega de Portugal.
D. Joan Enric Vives espera que seja possível que a Conferência Episcopal Portuguesa destine um sacerdote para a comunidade emigrante em Andorra, de forma fixa, numa capelania e colaborando noutras atividades.
“Estamos muito gratos à comunidade portuguesa”, confessa.

Estando em Barcelona ou Toulouse, aproveite para conhecer Andorra

 


No verão, há muitas atividades ao ar livre, e para isso visite o parque Naturlandia e não perca o passeio no Tobotronc, o tobogã mais longo da Europa, com 5 km de extensão
 
Se fazer uma viagem e conhecer um país é bom, conhecer dois na mesma viagem é melhor ainda. Por isso queremos dar esta dica imperdível. Sabia que há só 200 Km entre Barcelona e o Principado de Andorra? São duas horas e meia de viagem por uma estrada  impecável, uma paisagem variada, com singelos povoados em varias partes do caminho, sempre tendo os montes Pirineus do seu lado direito. Estas montanhas tem formas muito características, não passarão despercebidas ao seu olhar.
Mas quem sabe você está na cidade de Toulouse, na França, e se entusiasmou com a idéia de conhecer Andorra. Bem, saiba que fica mais perto ainda que Barcelona, são só 180 km, ou duas horas e 25 minutos de carro, a uma velocidade media de 90 km por hora. Mais do que ideal para ir admirando as paisagens montanhosas, os bosques e também singelas vilas durante o caminho. E que fazer em Andorra? Vai se surpreender com tudo o que tem para mostrar este principado. No verão, há muitas atividades ao ar livre, e para isso visite o parque Naturlandia e não perca o passeio no Tobotronc, o tobogã mais longo da Europa, com 5 km de extensão. Excelente gastronomia, um comercio livre de impostos com preços sem concorrência, Caldea, o maior centro de águas termais da Europa e o Grupo de Hotéis Plaza o esperam.
Sobre a rede Plaza Andorra
Com cinco elegantes e sofisticados hotéis – Plaza, Carlton Plaza, Holiday Inn, Ski Plaza e Hotel Mu – a rede Plaza Andorra está situada no principado de Andorra, um país entre a Espanha e a França, bem no coração dos Pirineus. Além do conforto dos hotéis, a rede conta com um SPA, caracterizado pelo luxo e pelos qualificados serviços prestados aos clientes. Mais que uma excelente hospedagem, a Plaza Andorra oferece atividades em meio às estonteantes paisagens dos Pirineus, onde os hóspedes podem fazer roteiros pela floresta, escaladas, passeios de buggy, pescar e, claro, ter muita diversão na neve que, durante a temporada, cobre as montanhas de branco. Para quem busca aventura e proximidade com a neve, o Ski Plaza, está localizado próximo às estações de esqui de Grandvalira e com ligação ao complexo turístico por meio de um moderno teleférico.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Em audiência pública em Washington, Paul Hellyer defendeu durante 25 minutos a existência de vida extraterrestre na Terra

 

 

Shar
Extraterrestres existem? Para Paul Hellyer, ex-ministro da Defesa do Canadá, de 89 anos, sim. E eles estão entre nós. No início de maio, durante uma audiência pública que discutiu a existência de vida extraterrestre, realizada em Washington, nos Estados Unidos, o político falou durante 25 minutos sobre o assunto. 
Entre as afirmações surpreendentes feitas por Hellyer está a de que existem, pelo menos, quatro espécies de extraterrestres vivendo, atualmente, na Terra. Duas delas, segundo o ex-ministro, trabalham em parceria com o governo dos EUA.
Ele conta sobre uma conversa que teve com o ex-piloto da Força Aérea americana, Charles Hall. O militar teria trabalhado com uma espécie chamada Tall Whites, que ficava hospedada em uma propriedade do governo dos EUA, localizada no estado do Nebraska, e dividia com os humanos sua tecnologia. O relato dessa experiência, segundo o ex-ministro, deu origem ao livro "Millennium Hospitality", escrito por Hall.
"OVNIs são tão reais quanto os aviões que voam sobre as nossas cabeças", disse ele para um público de 40 pessoas formado por pesquisadores e testemunhas que já vivenciaram experiências extraterrestres.  Hellyer defende que os conhecimentos sobre E.T.s deveriam ser divididos com a população. Quer dizer, pelo menos parte deles: "Eu diria que de 95% a 98% dos conhecimentos que se tem. Há uma ou duas coisas que talvez ainda não possam estar no conhecimento público".
O político diz que começou a acreditar em OVNIs durante uma noite, quando ele, sua mulher e um grupo de amigos avistaram uma espaçonave. Apesar de não ter levado muito a sério no momento, ele conta que passou a tratar o assunto com seriedade. Há cerca de 10 anos, o ex-ministro começou a se interessar pelo assunto e hoje é um conhecido defensor da existência de extraterrestres.  Hellyer ocupou o principal posto do Ministério da Defesa do Canadá em 1957 e é hoje o membro mais antigo do Conselho Privado da Rainha para o Canadá, uma espécie de gabinete ministerial na monarquia constitucional do país.

"Assim como crianças sobrevivem ao saber que o Papai Noel e a Fada do Dente não existem, eu acho que os cidadãos que pagam impostos são plenamente capazes de aceitar essa nova realidade de que vivemos em um cosmo com vidas de vários tipos", disse durante a audiência.  "Talvez seja humilhante perceber que outras civilizações são mais avançadas que nós, mas este, talvez, seja um passo necessário", completou.