quarta-feira, 14 de agosto de 2013

REI DA JORDÂNIA É UM DOS PRIMEIROS CHEFES DE ESTADOA VISITAR O EGIRO DEPOIS DO GOLPE

O monarca foi dos primeiros líderes mundiais a felicitar os egípcios depois de o Exército ter deposto o presidente islamita Mohamed Morsi na sequência de protestos generalizados a pedir a sua resignação.
Abdullah, que no seu próprio país tem sido desafiado pelos islamitas, foi recebido no aeroporto pelo primeiro-ministro interino, Hazem al-Beblawi, segundo a agência de notícias oficial MENA.
A Jordânia e o Egito têm sido mediadores do processo de paz israelo-palestiniano, cujas negociações, segundo os Estados Unidos, deverão ser retomadas em breve.
Abdullah deverá discutir com as autoridades egípcias essa possibilidade, mas a viagem está também a ser encarada como forma de confirmar legitimidade ao novo regime dos militares, que está a enfrentar dificuldades em demostrar a sua legitimidade no estrangeiro.
O Egito mergulhou na violência após o afastamento de Morsi, a 03 de julho, e poucos dias depois mais de 50 pessoas foram mortas durante uma manifestação de apoio ao presidente deposto realizada no Cairo.
A Irmandade Muçulmana, que apoiou a candidatura presidencial de Morsi e defende o regresso do presidente deposto, considerou que os confrontos foram "um massacre" e que soldados e polícias dispararam sobre a multidão.
O exército deu uma outra versão, afirmando que "terroristas armados" atacaram as instalações da guarda.

Família real dos Emirados Árabes Unidos tem o maior iate do mundo

 


O xeque Khalifa bin Zayed Al Nahyan, da família real dos Emirados Árabes Unidos, é agora o proprietário do maior iate do mundo.

De acordo com a revista «Yacht France», «Azzam» tem 180 metros de comprimento, seis pontes e uma sala com 550 metros quadrados.

«Azzam» destronou assim «Eclipse», do milionário russo Roman Abramovich, que, com 163,5 metros, ocupa agora o segundo lugar do ranking.

Já na terceira posição está «Dubai», com 162 metros, que é propriedade do Emir do Dubai, o xeque Mohammed bin Rashid al-Maktoum.

Embaixada dos Emirados Árabes em Trípoli foi atacada

 

A embaixada dos Emirados Árabes na capital da Líbia sofreu ataques nesta quinta-feira pela madrugada, comunicou o representante do ministério do Interior da Líbia.

Segundo as informações das autoridades, ninguém sofreu danos.
Segundo as informações dos recursos diplomáticos, o prédio da embaixada dos Emirados Árabes sofreu disparos de um lançador de granadas.
Na terça-feira, em Trípoli, um foguete atingiu áreas residenciais situadas perto do hotel Corinthia, o principal da capital, onde em geral, ficam hospedados empresários estrangeiros.
 

NEOZELANDESES APOSENTADOS DANÇAM HIP HOP COMO FORMA DE VALORIZAÇÃO

Aposentados neozelandeses se uniram para participar de um grupo de hip-hop inusitado, em que os integrantes tem todos entre 66 e 96 anos.
Grupo se reúne como um flashmob de dança para idosos
São 37 dançarinos, todos vizinhos e moradores de Waiheke, uma pequena ilha na costa leste da Nova Zelândia.
O nome do grupo é Hip Op-eration, um trocadilho entre hip hop e as palavras em inglês para operação no quadril.
Billie Jordan, a criadora do Hip-operation, disse que o grupo começou com uma iniciativa de tirar os idosos de casa na forma de um flashmob (evento espontâneo em que diversas pessoas se reúnem) de dança para maiores de 65 anos.
Entre os participantes estão seis pessoas que precisam de bengalas e andadores, muitos que são surdos e um membro cego. Mas isto não impediu que o grupo fosse convidado a se apresentar no Campeonato Mundial de Hip-Hop que ocorreu neste mês em Las Vegas.
O objetivo é mudar a atitude da sociedade em relação aos idosos.

Canadá deve seguir exemplos da economia brasileira

 

  Ressalta que o Brasil merece atenção especial, por ser um dos maiores produtores mundiais de alimentos, energia e minerais, bem como o número que representa como produtor de café, cana-de-açúcar e suco de laranja. “Abundantemente rico em recursos naturais, o Brasil tem aproveitado esses dons para uma maior prosperidade. Ele também está engajado globalmente com determinados países e regiões ao longo das últimas duas décadas, como parte de uma estratégia para garantir um crescimento econômico sustentável, tática que o Canadá faria bem em imitar. O Brasil também tem usado os seus recursos naturais e estratégicos ao longo da última década para se transformar em uma potência mundial, a sexta maior economia do mundo, que apresenta como um forte senso de propósito social de poder econômico”, diz a matéria.
  Cita o Brasil na década de 90, durante o governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso, quando atingiu uma participação ativa na ordem econômica e política global, que foi essencial para a consolidação livre da democracia no confronto contra a desigualdade, segundo o veículo.  Continua avaliando o desenvolvimento brasileiro, no período do governo Lula, que produziu um impacto social que deu continuidade ao crescimento econômico, retirando cerca de 12 milhões de pessoas da pobreza, iniciativa que teve o apoio de lideranças regional e global.
Segundo Jennifer Jeffs, atualmente o Brasil possui uma das maiores taxas de investimento estrangeiro no mundo, ativo no Fórum Econômico Mundial, em Davos, assim como no Fórum Social Mundial, em Porto Alegre. O processo de crescimento, de acordo com a autora, ganhou força no governo Lula, período em que o país abriu 33 novas embaixadas, 19 consulados e cinco novas missões diplomáticas, consolidando sua presença global. O artigo diz que os recentes protestos no Brasil resultam das expectativas da nova classe média, o que representa “o ritmo acelerado do social, bem como o desenvolvimento econômico”, destaca o texto.

Malásia com índice "alarmante" de mortes sob custódia policial - Anistia

 

 
  A Anistia Internacional (AI) instou hoje as autoridades da Malásia a tomarem medidas, de imediato, perante o "alarmante" índice de mortes sob custódia policial, alguns das quais devido a tortura e a maus tratos.
Pelo menos 12 pessoas morreram em centros de detenção policial desde o início deste ano, mais três do que em todo o ano de 2012, valor que eleva para 230 o total de vítimas mortais desde 2000, informou a AI, num comunicado conjunto com a organização local, Suara Rakyat Malaysia.
"O aumento de mortes sob custódia é escandaloso e envia uma inquietante mensagem a todos os que se encontram em risco de serem detidos pela polícia", disse Hazel Galang, da AI na Malásia.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Moscou rejeitou trocar apoio à Síria por contrato com a Arábia Saudita


Putin recebeu no Kremlin, no dia 31 de julho, a visita do príncipe Bandar ben Sultan, chefe dos serviços secretos da Arábia Saudita mas não foi feito qualquer comentário oficial sobre o encontro.
Um diplomata europeu com ligações em Beirute e Damasco disse  que o príncipe, que tinha reuniões normais com os homólogos dos serviços secretos de Moscovo, "desta vez" pediu para ser recebido pelo presidente.
Ben Sultan propôs à Rússia um contrato de armamento no valor de 15 milhões de dólares, além de investimentos "consideráveis" sauditas no país.
Uma outra fonte disse que o príncipe comunicou a Putin que "qualquer que seja o regime" que venha a suceder a Assad, na Síria, "vai ficar inteiramente nas mãos dos sauditas, que não vão permitir aos países do Golfo a passagem de gasodutos através da Síria para que a concorrência do gás russo consumido pela Europa fosse preservada".
Em 2009, Assad recusou a assinatura de um projeto do Qatar para construção em território sírio de um gasoduto entre o Golfo e a Europa, para proteger a Rússia, o principal fornecedor de gás à Europa.
De acordo com um diplomata árabe com contactos em Moscovo "o presidente Putin escutou de forma polida o interlocutor e fez saber que o país não vai alterar a estratégia, apesar das propostas".
"Bandar ben Sultan pediu depois aos russos para compreenderem que se a única opção é militar é preciso esquecer Genebra", acrescentou o mesmo diplomata.
As conversações de paz de Genebra são defendidas pela Rússia e pelos Estados Unidos mas não se conhecem êxitos até ao momento.
Questionado pela AFP sobre os restantes objetivos do encontro de Moscovo, um político sírio que não foi identificado respondeu que tal como aconteceu com o Qatar, a Arábia Saudita considera que a política consiste na compra de pessoas ou do país e que os sauditas não compreendem que a Rússia é "uma grande potência" que não determina a política dessa forma.
"A Síria e a Rússia têm relações estreitas há mais de meio século em todos os domínios e não são os sauditas que vão fazer alterações", acrescentou.
As relações entre Moscovo e Riade estão a ficar marcadas por alguma tensão provocada pelo conflito na Síria, tendo Moscovo acusado Riade de "financiar e armar os grupos terroristas e os grupos extremistas" presentes num conflito que, segundo as Nações Unidas, já fizeram mais de 100 mil mortos.
Especialistas russos também acreditam que Putin rejeitou a oferta dos sauditas.
"Um acordo tão extremo como esse é pouco provável" disse Alexandre Goltz, especialista em questões militares do jornal online russo da oposição Ejednevny , acrescentando que para Putin, "Assad é uma questão de princípio".
"Apesar de 15 milhões de dólares, uma quantia considerável e que representa um número igual aos lucros de dois anos para a Rosobornext (agência russa de exportação de armas) não têm qualquer efeito", acrescentou.
"Este tipo de desinformação serve sobretudo para destabilizar Assad e o círculo de poder em Damasco", disse Andrei Soldatov especialista independente sobre questões de segurança.
"A posição de Assad está a reforçar-se e o Kremlin está consciente de que a traição neste quadro é demasiado forte", sublinhou o especialista.