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O
rei da Suazilândia classificou o seu regime como uma “democracia
monárquica”, causando a repulsa dos opositores no exílio, a poucas
semanas das eleições legislativas. “A Suazilândia é uma democracia monárquica, o casamento entre o monarca e as urnas”, declarou, esta segunda-feira, Mswati III, citado pelo porta-voz do Governo, Percy Simelane. Os opositores exilados na África do Sul classificaram como “louca e estranha” a declaração de Mswati III. “As monarquias não são democráticas”, assinalou um deles, Lucky Lukhele, porta-voz da organização Swaziland Solidarity Network, considerando “impossível democratizar a monarquia”. A Suazilândia, pequena monarquia com cerca de um milhão de habitantes, situada entre a África do Sul e Moçambique, vai a votos a 20 de Setembro para renovar a Câmara Baixa do seu Parlamento, que conta com 65 deputados, incluindo dez escolhidos directamente pelo Rei. Os opositores do regime apelam ao boicote às eleições que dizem ser uma hipocrisia. |
sábado, 14 de setembro de 2013
Mswati III diz que Suazilândia é uma “democracia monárquica”
Juiz saudita proíbe seus funcionários de se barbear e falar de esportes
- O presidente de um tribunal da Arábia Saudita proibiu seus
funcionários de falarem de esporte durante a jornada de trabalho e se
barbearem, informou neste sábado (14) o jornal local "Al Sharq".
O juiz da província de Huta Tamim, ao sul da capital Riad, ameaçou punir com as medidas que considerar pertinentes os trabalhadores que não cumprirem suas ordens.
Outra das ordens impostas pelo juiz é a obrigação dos funcionários usarem uma túnica que cubra até o tornozelo.
O magistrado elaborou uma lista com nove "irregularidades profissionais" que os empregados do tribunal cometem de forma reiterada, como falar em voz alta de esporte, principalmente de futebol.
A lista também cita o uso de ipad, o atraso para voltar ao trabalho após as refeições e a apresentação de atestados médicos falsos para faltar ao serviço.
Além disso, o juiz acusou os funcionários de "espionarem" o tribunal para favorecer determinadas pessoas.
A Arábia Saudita é governada por uma monarquia com poderes absolutos e o País é regido por uma rígida interpretação da sharia (lei islâmica).
O juiz da província de Huta Tamim, ao sul da capital Riad, ameaçou punir com as medidas que considerar pertinentes os trabalhadores que não cumprirem suas ordens.
Outra das ordens impostas pelo juiz é a obrigação dos funcionários usarem uma túnica que cubra até o tornozelo.
O magistrado elaborou uma lista com nove "irregularidades profissionais" que os empregados do tribunal cometem de forma reiterada, como falar em voz alta de esporte, principalmente de futebol.
A lista também cita o uso de ipad, o atraso para voltar ao trabalho após as refeições e a apresentação de atestados médicos falsos para faltar ao serviço.
Além disso, o juiz acusou os funcionários de "espionarem" o tribunal para favorecer determinadas pessoas.
A Arábia Saudita é governada por uma monarquia com poderes absolutos e o País é regido por uma rígida interpretação da sharia (lei islâmica).
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Onze países pedem 'resposta internacional firme' contra Síria, sendo muitas monarquias.
A declaração, assinada à margem da cimeira do grupo dos países mais ricos do mundo e das potências emergentes (G20), em São Petersburgo (Rússia), conta com o apoio da Austrália, Arábia Saudita, Canadá, Espanha, França, Itália, Japão, Reino Unido, Coreia do Sul, Turquia e dos Estados Unidos. A Alemanha é o único país europeu membro do G20 que não assinou o apelo.
“Apelamos a uma resposta internacional firme a esta grave violação das regras e da consciência mundial, que envie uma mensagem clara de que este tipo de atrocidade jamais poderá ser repetido”, indica o texto. O comunicado acrescenta que “aqueles que cometeram estes crimes têm que ser responsabilizados”.
Os 11 países qualificam o ataque do dia 21 de agosto nos arredores de Damasco como “horrível” e afirmam que “as provas indicam claramente o governo sírio como responsável”. As autoridades de Damasco negam qualquer envolvimento e acusam a oposição armada da autoria do ataque.
No mesmo texto, os 11 países signatários afirmam que têm apoiado de forma consistente “uma resolução forte do Conselho de Segurança das Nações Unidas”, mas reconhecem que este órgão “encontra-se paralisado, e assim tem permanecido durante os últimos dois anos e meio”, desde o início da guerra civil na Síria.
“O mundo não pode esperar por incessantes processos falhados, que apenas levam a um aumento do sofrimento na Síria e da instabilidade na região”, assinalam os países, segundo o comunicado divulgado por Washington.
Os signatários sublinham ainda que apoiam “os esforços empreendidos pelos Estados Unidos e outros países para reforçar a proibição do uso de armas químicas”, mas sem fazer uma menção explícita a uma eventual intervenção militar.
Neste sentido, os países exigem que “a missão de inspetores da ONU apresente as suas conclusões logo que possível” e que o Conselho de Segurança “atue em conformidade”.
O comunicado condena “veementemente” todas as violações dos direitos humanos em todas as partes, insistindo no compromisso de encontrar “uma solução política que resulte numa Síria unida, inclusiva e democrática”.
No final da declaração, os países europeus signatários afirmam que “irão continuar a promover uma posição comum da Europa”, numa altura em que os chefes da diplomacia dos 28 Estados-membros da União Europeia (UE) estão reunidos em Vilnius (Lituânia).
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Morte do principe Friso da Holanda
Primeiramente pesames a Famiília real Holandesa ,que descanse em paz , depois de meses em hospitais , este homem descansou , enquanto vivo ajudou a instituição monarquica em seu país , sofreu sua família e sofreu seu súditos , descanse em paz Príncipe Friso
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Grondona apela ao papa por fim da violência nos estádios argentinos
Grondona apela ao papa por fim da violência nos estádios argentinos
O presidente da AFA (Associação de Futebol Argentino), Julio Grondona, acompanhou a delegação do país na visita ao papa Francisco antes do amistoso contra a Itália, marcado para esta quarta-feira, em Roma. No Vaticano, o mandatário fez um apelo insólito ao líder da Igreja Católica e compatriota.- Pedimos que abençoe o futebol argentino e que os estádios voltem a ser como na época em que o senhor era torcedor. Queremos viver em paz com nossas famílias - apelou Dom Julio, que prometeu orar pelo papa.
Os episódios de violência fizeram que a AFA proibisse o ingresso de visitantes no estádio. No mês passado, dois torcedores do Boca Juniors foi morto em uma briga entre facções do próprio clube, antes de um amistoso contra o San Lorenzo.
Papa Francisco diz ter receio dos 'cristãos quietos'
"Sem perceber, progressivamente eles acabam fechando o coração ao Senhor e se concentram somente em si mesmos", afirmou o Pontífice, que na carta definiu esses fiéis como "cristãos para si próprios".
No texto, o papa lembrou os dias que passou na diocese quando era ainda arcebispo de Buenos Aires, e os padres que ouviram suas palavras. Quase retomando o dialogo interrompido, Francisco indicou na carta três palavras-chave "caminhar, se fazer discípulos e anunciar". "Anunciar que dizer ser missionários, levar o nome, os ensinos e os gestos de Jesus aos irmãos", escreveu o Pontífice, lembrando que "o cristão caminha, se deixa transformar em discípulo e anuncia".
O papa concluiu a carta com um pedido: "sejam inquietos, porque o amor de Jesus vale a pena ser vivido".
Hackers invadem site de Dalai Lama
O vírus foi detectado apenas na versão chinesa do site. Ele usa um buraco na plataforma de software Java para infectar os computadores dos usuários a fim de os controlar posteriormente.
Os
agressores, que invadiram o site de Dalai Lama, têm atacado o recurso
desde 2011. Esses hackers, de acordo com especialistas, estão envolvidos
em ataques contra os sites de grupos de direitos humanos na Ásia.
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