sábado, 14 de setembro de 2013

PRINCESA SUECA PARTICIPA DE SEMINÁRIO SOBRE MARES SUSTENTÁVEIS

 

 
Na quinta-feira 05 de setembro, The Crown Princess participou do seminário Iniciativa Seas Sustentável Kastellholmen em Estocolmo.
Durante a manhã, houve uma discussão sobre substâncias químicas no ambiente marinho, e como o aumento do uso de produtos farmacêuticos, cosméticos e outros produtos químicos está tendo um impacto crescente sobre o Mar Báltico.
 
Durante a tarde, uma mesa redonda debateu questões relacionadas com diferentes pontos de vista do trabalho, no interesse do mar Báltico, incluindo questões como: "Existe uma coordenação para chegar a 85 milhões de pessoas?" e "Quais são os objectivos concretos para um mar sustentável - eles têm sido suficientemente claramente formulada?"
 
O seminário foi realizado pelo terceiro ano consecutivo no centro de conferências Kolskjulet em Kastellholmen em Estocolmo, e foi organizada pelas coroas Tre Brig.
 
A iniciativa Sustainable Seas link externo, abre em uma nova janela reúne representantes de investigação, a indústria, o setor público e as associações profissionais, com o objetivo de salvar o Mar Báltico. Aqui, as coroas Tre Brig desempenha um papel importante através de iniciativas para aumentar a cooperação entre os vários actores, fornecer energia interdisciplinar e influência decisores.
 

OBAMA VISITA REI DA SUÉCIA

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Na quinta-feira 05 de setembro, o rei realizou uma audiência com o presidente dos EUA, Barack Obama, no Palácio Real de Estocolmo.
O presidente Barack Obama visitou a Suécia, em 4-5 de setembro, a convite do primeiro-ministro Fredrik Reinfeldt. Na quarta-feira 04 de setembro, o primeiro-ministro recebeu o presidente Obama em Rosenbad para discussões bilaterais, seguido de uma conferência de imprensa conjunta. O Primeiro-Ministro eo Presidente em seguida, visitou Estocolmo Sinagoga para comemorar os esforços de Raoul Wallenberg. Isto foi seguido por uma visita ao Instituto Real de Tecnologia, com foco em inovações suecas dentro energia renovável e meio ambiente.

Rainha Sofia da Espanha aceita Prêmio dos Direitos dos Deficientes

 

  A rainha Sofia visitou a sede da ONU na segunda-feira a aceitar o Prêmio de Direitos Franklin D. Roosevelt International Disability em nome da Espanha.

O Instituto Franklin e Eleanor Roosevelt ea Fundação Lantos de Direitos Humanos e Justiça honrado Espanha por seus esforços "em direção à melhoria dos direitos humanos e inclusão de pessoas com deficiência em seu país."

A rainha recebeu o prêmio de David B. Roosevelt, neto do presidente Franklin Delano Roosevelt.

"Este prêmio nos serve como um estímulo para continuar a fazer progresso em direção a uma sociedade totalmente igualitária", disse Sofia.

David Roosevelt disse que a Espanha leva em garantir os direitos dos cidadãos com deficiência e é um exemplo para outros países, dando como um exemplo concreto de uma série de medidas legislativas aprovadas em 2006.

Ele chegou a dizer que o seu avô, que sofria de poliomielite, teria sido gratificado pelos avanços da Espanha.

Saúde da Espanha, Serviço Social e Ministro da Igualdade Ana Mato chamado o prêmio ", uma fonte de enorme satisfação" para a nação ibérica, que estabeleceu a meta de "plena integração, não-discriminação e melhorar a qualidade de vida das pessoas de forma diferente habilitado."

O prêmio inclui um prêmio em dinheiro de US $ 50.000 (cerca de € 38.000) para uma organização não-governamental no país premiado, que foi concedido ao Comitê Espanhol de Representantes de Pessoas com Deficiência ou CERMI, cujo presidente, Luis Cayo Perez Bueno, aceitou o cheque.

Sofia planejado para atender final masculina do torneio de tênis Aberto dos EUA nesta segunda-feira em Nova York para animar o compatriota Rafael Nada

PRINCIPADO DE MONACO É UM DESAFIO URBANISTICO

Dois quilómetros quadrados entre o mar e a montanha. Trinta e seis mil habitantes, uma das maiores densidades populacionais do mundo: bem-vindo ao Monaco. Uma mistura de prosperidade e dinamismo que todos os anos atrai estrangeiros milionários.
Para hospedar os novos residentes, os monegascos tiveram de reinventar uma cidade saturada, mas quando não há lugar, há ideias.
A ministra do equipamento, ambiente e planeamento urbano, Marie-Pierre Gramaglia, explicou à euronews os novos projetos.
“Um dos maiores desafios do principado é a necessidade de expansão. Um estudo demonstra que precisamos de 350 mil metros quadrados suplementares a cada dez anos e somos obrigados reinventar as nossas estruturas. A nossa politica de urbanização, que se estende sobre o mar, passa por reconstruir a cidade com imóveis cada vez mais altos.”
Em 1965, o príncipe Rainier criou a mais ambiciosa extensão marítima na história do Monaco: o bairro de Fontevieille. Sete milhões de metros cúbicos que resultaram em 22 hectares de terreno, correspondentes a 15 campos de futebol, repletos de luxo. Um dos primeiros progessos da engenharia no Mónaco.
“Há muitas restrições no Monaco e a nossa intervenção é necessária não só nos trabalhos subterrâneos, como nos marítimos, que aqui são mais avançados do que no resto do mundo. Ninguém fez algo comparável ao que nós realizamos no Mónaco”, observou René Bouchet, engenheiro consultor do Principado, que foi um dos responsáveis pela última extensão de território sobre o mar do Mónaco, um dique que prótege o porto de Hércules das ondas e enchentes.
“Perante uma profundidade de 45 a 55 metros não podíamos sequer pensar em construir um dique clássico. Pesquisamos durante muito tempo técnicas e materiais que respeitassem o ecossistema marítimo e que simultânemanete travassem a energia das ondas na parte superficial da água do mar”, contou.
O resultado foi um dique de betão semi flutuante, que foi construído em Gibraltar e transportado para o Mónaco, por vía marítima, em 2002. Hoje é preciso descer até ao quarto andar do subsolo do estacionamento para perceber como é que este dique se liga à terra.
“É uma estrutura metálica que fixa o dique ao chão e permite suportar os esforços das grandes tempestades marítimas”, explicou René Bouchet.
Mónaco espande nas alturas
Depois deste projeto vencedor no mar, o Mónaco voltou a reinventar-se com o objetivo de aumentar a qualidade de vida dos habitantes do principado. Situado numa montanha, o Mónaco fintou os desníveis e as estradas íngremes com a criação de elevadores públicos e escadas rolantes por todo o lado. No total, cerca de 40 ligações mecânicas complementam as tradicionais longas escadarias.
De um ponto de vista arquitetónico, os monegascos costumam dizer que a França começa lá, onde os edifícios terminam. Em pleno século XXI, o principado revive a tentação das alturas. Ainda em fase de construção, a luxuosa torre Odéon irá bater um novo recorde de 170 metros de altura. De acordo com o arquiteto monegasco, Alexandre Giraldi, o edifício ficará pronto no próximo verão.
“Este projeto marca um ponto de viragem para o Principado do ponto de vista da arquitetura, porque estamos a revitalizar prédios abandonados durante vinte anos, seguindo um linha contemporânea”, explicou Giraldi.
Com 49 andares, vista panorâmica sobre o mar e piscina exterior no último andar, o preço de um apartamento no novo edifício ronda os 40, 90 mil euros por metro quadrado. Em breve, a Torre Odéon irá bater mais um recorde e será o apartamento mais caro do mundo. Um preço que se justifica pelo desafio técnicos desta construção que teve início em 2009.
“Praticamente arrancamos um lado da montanha para suportar os primeiros 70 metros, o que para um prédio que não é de ordem pública, é já um recorde. Evidentemente, terrenos virgens para construção já não existem. Nós estamos constantemente em operações de demolição e reconstrução”, afirma Giraldi.
Uma renovação que, em parte, afeta preservação do património monegasco. Mesmo que os novos edifícios respeitem as normas ambientais, o principado está em constante mudança e modernização e os monegascos recordam com nostalgia o passado arquitetónico que foi sacrificado.
É o caso de Nathalie Rosticher-Giordano, conservadora do novo museu nacional do Mónaco que passou dois anos a recolher imagens do principado para a exposição Monacopolis.
“Seria muito ingénuo pensar que nós vamos conseguir proteger eternamente as nossas construções mais antigas e tradicionais. Isso não vai acontecer, porque a falta de terrenos obriga realmente a uma ampliação. Porém, talvez devêssemos refletir, que em algum momento, não vamos poder ir mais além. Para construir prédios cada vez mais altos, com mais andares e apartamentos, vamos invadir as nossas montanhas. Mas a beleza deste sítio é precisamente porque fica entre o mar e a montanha”, observa Nathalie.
Para tentar mediar a ampliação do território, o Príncipe Alberto II está empenhado em estudar os projetos para novos edifícios e dar resposta aos requisitos de espaço, sem que com isso o Mónaco perca a sua alma.

Descoberto engenho explosivo perto do parlamento do Camboja

 
 
A polícia do Camboja anunciou ter descoberto e detonado hoje, em segurança, um engenho explosivo encontrado perto do parlamento, na capital Phnom Penh.

A bomba, de fabrico artesanal, foi detonada em segurança por especialistas em explosivos, provocando um estrondo que, segundo testemunhas, abalou edifícios adjacentes, indicou o porta-voz da polícia militar, Kheng Tito,
Foram também recolhidos três lança-granadas M79 numa outra zona da capital perto de um parque, palco de protestos da oposição contra a recente reeleição do primeiro-ministro, Hun Sen.
"Estes dispositivos foram colocados para causar insegurança, caos e para intimidar as pessoas", disse Kheng Tito.
A oposição cambojana planeia realizar mais protestos massivos em Phnom Penh no próximo domingo, segunda e terça-feira.
No início do mês, a Comissão Eleitoral do Camboja confirmou a distribuição dos assentos do parlamento e a vitória, por maioria absoluta, do Partido do Povo do Camboja (PPC), no poder, liderado pelo primeiro-ministro, Hun Sen, nas eleições do dia 28 de julho.
Depois de conhecer os resultados definitivos, o líder da oposição Sam Rainsy, que regressou ao país, em julho, com um indulto, depois de ter permanecido vários anos no exílio, disse que os membros eleitos da sua formação vão boicotar a sessão de abertura do parlamento.
O parlamento do Camboja deve iniciar a legislatura no prazo de 60 dias a contar da data das eleições, ou seja, antes do próximo dia 27.

Comitê eleitoral confirma vitória de Hun Sen no Camboja


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A comissão eleitoral do Camboja ratificou neste domingo a vitória do primeiro-ministro Hun Sen no pleito realizado no dia 28 de julho. Um dia após mais de 20 mil pessoas se reunirem na capital Phnom Penh para um dos mais fortes protestos no país nos últimos anos, o Comitê Eleitoral Nacional confirmou que o Partido do Povo do Camboja, de Hun Sen, ficou com 68 assentos, enquanto o opositor Partido para o Resgate Nacional do Camboja (PRNC) conseguiu 55.
O resultado oficial deste domingo fechou as portas para mais ações legais sobre o resultado da eleição, marcada por alegações de fraude. Analistas argumentam que o impasse político pode durar meses, caso o PRNC tente atrasar a formação de um novo governo ao boicotar o Parlamento.
Em entrevista à imprensa, o líder da oposição, Sam Rainsy, rejeitou o resultado oficial e prometeu convocar mais protestos para pressionar por uma investigação, pelas Nações Unidas, sobre as supostas irregularidades na eleição

Memorando Timor-Leste e Camboja assinam acordo de cooperação

 

Segundo a mesma fonte, a assinatura do memorando de entendimento ocorreu durante a visita que o primeiro-ministro timorense, Xanana Gusmão, realizou àquele país entre quinta-feira e domingo.
Durante a sua estada no Camboja, Xanana Gusmão reuniu-se com o seu homólogo, Hun Sen, com o presidente da Assembleia Nacional e visitou alguns monumentos e museus.
No encontro com o primeiro-ministro do Camboja, segundo o comunicado, ficou acordado "explorar novas áreas de cooperação" entre os dois países.
"O Camboja manifestou especial interesse em aprender com a experiência de Timor-Leste na gestão dos seus recursos de petróleo e gás", refere o comunicado.
O documento acrescenta que o Camboja "manifestou, também, o seu total apoio à candidatura de Timor-Leste à ASEAN (Associação das Nações do Sudeste Asiático)".
Do Camboja, Xanana Gusmão seguiu para o Laos, onde vai estar até quarta-feira, seguindo depois para a Birmânia.
As visitas do primeiro-ministro timorense àqueles países ocorrem no âmbito do reforço da cooperação bilateral com Estados-membros da ASEAN.