segunda-feira, 2 de junho de 2014

EMIR DO KUWAIT VISITA IRÃ EM BUSCA DE PAZ NO GOLFO

 
  Kuwait expressou suas esperanças na segunda-feira que uma visita histórica por Emir Sabah Al Shaikh Ahmad Al Sabah para visitar o Irã na próxima semana vai reforçar a segurança, a estabilidade ea paz no Golfo.
A visita ocorre em meio a um recente degelo nas relações entre Irã e países do Golfo apesar das altas tensões sectárias sobre os conflitos na Síria e no Iraque.
Shaikh Sabah, em sua primeira visita a Teerã como chefe de Estado, vai liderar uma delegação de alto nível, composto pelos Ministros das Relações Exteriores, petróleo, finanças e comércio e da indústria, o gabinete em um comunicado.
Ele disse esperar que a visita "iria impulsionar a cooperação em diversas áreas", bem como o reforço da "segurança, estabilidade e paz na região", no comunicado emitido após a reunião semanal de gabinete.
A visita de dois dias terá início em 1 de junho, disse o gabinete.
Recém-nomeado embaixador do Irã Ali Riza Kuwait disse a repórteres na segunda-feira a visita do emir "vai dar um impulso para a cooperação regional e consolidar os laços".
Ele disse que as negociações de Shaikh Sabah com o presidente iraniano, Hassan Rouhani vai tocar no conflito sírio e da situação no Golfo.
Kuwait atualmente detém a presidência rotativa do Conselho de Cooperação do Golfo, que inclui também Bahrein, Omã, Qatar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.
O enviado iraniano disse esperar que o número de acordos de cooperação em domínios como a aviação, turismo, esportes a serem assinados.
Durante anos, as relações do Irã com os países do Golfo têm sido gelado, com divergências sobre a agitação no Bahrein e do conflito na Síria, antes Rouhani, um presidente autodeclarado moderado, foi eleito presidente da República Islâmica em junho passado.
Em dezembro do ano passado, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif começou uma turnê de Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Omã e Qatar. Mas terminou sem Zarif viajar para o principal rival do Irã, a Arábia Saudita, ou Bahrein.
Há duas semanas, o ministro das Relações Exteriores Riad, príncipe Saud Al Faisal disse que convidou o seu homólogo iraniano a visitar.
Teerã saudou o plano e destacou a necessidade de reforçar as relações depois de anos de relações tensas.
Após sua eleição, Rouhani disse que queria chegar aos governos árabes do golfo Pérsico como parte dos esforços para acabar com o isolamento internacional de seu país.

GRÃ DUQUESA DE LUXEMBURGO É PADROEIRA DE UM LABORATÓRIO

 A grã-duquesa Stéphanie tornou-se a padroeira de um laboratório de estudante na Universidade do Luxemburgo, depois de uma visita às instalações no início deste ano.
Princesa Stéphanie visitou o Laboratório Scienteens em fevereiro, juntamente com o príncipe herdeiro Guillaume, desvelando o logotipo oficial do laboratório.
Parte da Universidade do Centro de Luxemburgo para Sistemas Biomedicina (LCSB), o Laboratório Scienteens visa estimular o interesse na ciência e na pesquisa biomédica entre os adolescentes, dando-lhes a experiência prática.
Durante a visita, o casal real vestiram jalecos e trabalhou em algumas experiências, juntamente com um grupo de estudantes.
O patrocínio foi bem recebida pelos organizadores de laboratório estudante. Diretor LCSB Dr. Rudi Balling comentou: "É um sinal maravilhoso para todos os alunos da escola que uma figura tão proeminente e grande modelo tornou-se envolvidos em nosso projeto. E é uma honra especial a todos os funcionários em LCSB saber que temos a princesa Stéphanie do nosso lado. "
Este é o segundo patrocínio da princesa Stéphanie, depois que ela se tornou padroeira da "Amis des Musées d'Art et d'Histoire Luxemburgo", em março do ano passado.

Exército tailandês anuncia eleições em 15 meses

 

  O chefe da junta militar que assumiu o governo na Tailândia, o general Prayuth Chon-ocha, defendeu nesta sexta-feira (30) o golpe de Estado e adiantou que as eleições previstas deverão ser realizadas em 15 meses. Em mensagem televisionada à nação, Prayuth anunciou que formará um governo interino no próximo mês de outubro e que a realização das eleições dependerá da reconciliação das forças políticas tailandesas. O militar pediu paciência à comunidade internacional enquanto a junta militar reforma o sistema político para as próximas eleições. Prayuth defendeu as medidas adotadas desde que assumiu o poder, tais como a censura, as detenções, a proibição de manifestações e o toque de recolher, e apontou que as mesmas se mostravam necessárias para separar os envolvidos na crise e frear o círculo de violência. O general assegurou que nenhuma das 270 pessoas convocadas pela junta militar -inclusive políticos e oposicionistas- para prestar depoimento permaneceu mais de sete dias detida. Ele garantiu que não houve nenhum tipo de tortura, intimidação ou qualquer outra violação dos direitos humanos. A Tailândia vive uma crise política desde o golpe militar que derrubou Thaksin Shinawatra em 2006, irmão da ex-premiê Yingluck. Os protestos contra Yingluck começaram há sete meses, período que registrou 28 mortes. DIVISÃO A monarquia da Tailândia, cujo rei é Bhumibol Adulyadej, 86, é divida politicamente entre os chamados "vermelhos" -seguidores de Yingluck e seu irmão, Thaksin- e os "amarelos", a oposição. Thaksin também foi premiê, mas foi derrubado por um golpe de Estado em 2006. Ele é considerado um populista, criador do movimento dos "Camisas Vermelhas", forte entre a população rural do norte e nordeste do país. Seu partido ganhou todas as eleições no país desde 2001. Os militares já deram 12 golpes de Estado bem-sucedidos na Tailândia (além de outros fracassados) desde o fim da fase absolutista da monarquia, em 1932. O chefe da junta militar recebeu na segunda-feira (26) a aprovação do rei.

Chefe do exército tailandês autoproclama-se primeiro-ministro


 
O chefe do exército tailandês, Prayuth Chan-ocha, autoproclamou-se hoje primeiro-ministro provisório, um dia depois de os militares terem tomado o poder num golpe de Estado.
O Conselho Nacional para a Paz e Ordem, nome oficial da junta militar liderada por Prayuth Chan-ocha, informou em comunicado que o general assumirá as funções administrativas do cargo até que seja encontrado um novo candidato definitivo.
Na quinta-feira, a nova junta militar no poder na Tailândia avisou hoje que bloqueará quaisquer plataformas de redes sociais no país cujo conteúdo considere que incite à violência ou que seja crítico dos seus líderes militares.
O general Prayuth Chan-ocha, um militar de carreira com fortes tendências monárquicas, liderou hoje o 12.º golpe de Estado na Tailândia desde a queda da monarquia absoluta em 1932.
Prayuth Chan-ocha, chefe do exército, declarou a lei marcial na terça-feira e obrigou os protagonistas da atual crise política tialandesa a negociar, mas perante o impasse anunciou que os militares assumiam a liderança do país.
Comandante respeitado nos meios militares, politicamente Chan-ocha é alinhado com o Partido Democrata, o principal rival do ex-primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, deposto num golpe militar em 2006, mas cujo legado político manteve um clima de instabilidade permanente.
Prayuth Chan-Ocha nasceu a 21 de março de 1954 e estudou na Academia Militar de Chulanchornklao.
A sua carreira ficou marcada pelos seus estudos iniciais na Academia Preparatória das Forças Armadas, onde criou uma forte amizade com Anupong Paochinda, participante no golpe militar de 2006.
Assim como Paochinda e o ex-ministro da Defesa Prawit Wongsuwan, Chan-ocha foi militante no grupo "Tigres Orientais", uma fação militar leal à monarquia, também conhecidos como os "guardas da rainha".
Após vários anos de carreira militar com distinções começou a ganhar notoriedade política depois do golpe de 2006, altura em que ocupava o cargo de segundo comandante da Primeira Área do exército tailandês, sendo promovido a primeiro comandante na sequência do golpe.
Em 2008 Prayuth Chan-ocha foi nomeado chefe de Estado-maior do exército e em janeiro de 2009 foi designado "adjunto honorário" do rei da Tailândia, Bhumibol Adulyadej.
Desde o golpe de Estado de 2006, Prayuth Chan-ocha foi também deputado, membro do Comité do meio Ambiente e dos Recursos Naturais da Tailândia, membro do conselho de administração da companhia estatal de eletricidade (MEA), diretor da petrolífera estatal Thai Oil Public Co. Ltd. e diretor do banco militar da Tailândia.

Militares dão golpe de Estado na Tailândia

 


O exército da Tailândia deu nesta quinta-feira um golpe de Estado, dois dias após declarar lei marcial sob o pretexto de solucionar a crise política no país após mais de oito meses de protestos antigovernamentais.
"Em nome da lei e a ordem, assumimos os poderes. Por favor, permaneçam calmos e continuem com seus afazeres diários", disse o chefe do Exército tailandês, Prayuth Chan-Ocha, em um anúncio transmitido pela televisão pouco antes das 17h locais (7h de Brasília).
Prayuth vai liderar o conselho militar que agora governa o país. O porta-voz do exército disse em um comunicado divulgado na TV, que a Constituição está suspensa, mas que o Senado e todos os tribunais continuariam com suas atividades normais.
"A Constituição de 2007 está suspensa, com exceção do capítulo sobre a monarquia, mas o Senado continua funcionando, enquanto o governo estiver suspenso", acrescentou.
O general Prayuth declarou que vai restaurar a ordem no país e pressionar por reformas no sistema político e disse que a tomada do governo não afetaria as relações internacionais.
O anúncio do golpe ocorreu após alguns líderes políticos do país - entre eles, o ministro da Justiça tailandês - terem sido levados pelo Exército enquanto participavam de uma reunião para discutir a crise no país.
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O toque de recolher, que entra em vigor na noite de hoje, será aplicado a partir das 22h locais (meio-dia de Brasília) até as 5h da madrugada (19h de Brasília).
Assembleias públicas foram proibidas e a censura aos meios de comunicação ampliada. De acordo com o porta-voz, está proibida toda reunião pública de mais de cinco pessoas. Além disso, as transmissões de emissoras internacioanais, como BBC e CNN foram suspensas.
Exército enviará tropas para tirar manifestantes das ruas
O Exército ordenou que os acampamentos de manifestantes fossem desfeitos, e soldados atiraram para o ar para dispersar ativistas pró-governo unidos nos arredores de Bangcoc, disse um porta-voz do grupo. 
"Nós vamos enviar tropas e veículos para ajudar os manifestantes a deixar todos os locais de protesto", disse à Reuters o general Teerachai Nakwanit, primeiro comandante regional do Exército.
 
Os manifestantes antigoverno exigem uma reforma do sistema político, que consideram corrupto, e propõem a criação de um conselho não eleito para que realize as mudanças antes de fazer novas eleições.
A Tailândia está imersa em uma grande luta pelo poder entre apoiadores do ex-premiê deposto Thaksin Shinawatra e seus oponentes, compostos por partidários da monarquia nacional. O conflito polarizou o país e afeta a economia nacional.
O Exército tailandês tem uma longa história de intervenção na política - já houve 18 golpes bem-sucedidos ou tentados desde que o país se tornou uma monarquia constitucional em 1932, e mais recentemente quando Thaksin foi deposto em 2006.

Espanha, um país sem um profundo sentimento monárquico

 


A Espanha, sacudida pela abdicação do rei Juan Carlos I em favor de seu filho Felipe de Bourbon nesta segunda-feira, é um país que nos últimos séculos mostrou um apoio volátil aos seus reis, substituídos em duas ocasiões por repúblicas ligadas a movimentos sociais.

"Para além do rei Juan Carlos", elogiado por seu importante papel na transição após a ditadura franquista (1939-1975), "na Espanha não há um sentimento profundamente monárquico", explica José Antonio Zarzalejos, ex-diretor do jornal conservador ABC.

Designado pelo próprio Franco para sucedê-lo, Juan Carlos, que chegou ao trono no dia 22 de novembro de 1975, instaurou a democracia vencendo a resistência da direita mais conservadora. Conquistou, com isso, uma legitimidade que, uma geração mais tarde, cabe ao seu filho defender.

Educado cuidadosamente para ser rei, com instrução militar, estudos de Direito e um mestrado em Relações Internacionais nos Estados Unidos, o futuro Felipe VI, que fala fluentemente vários idiomas, terá de lidar bem com essas forças para ganhar os espanhóis.

"A maioria dos cidadãos espanhóis não é nem monárquica, nem republicana. Consideram que são formas de governo e, de forma pragmática, consideram que se qualquer uma das duas formas funciona, está bem", afirma o historiador José Varela Ortega.

Ao contrário de países como a Grã-Bretanha, onde "a Coroa faz parte da ideia de país, é identificada com a nação", na Espanha "não há um sentimento monárquico" arraigado historicamente, afirma o neto do grande filósofo espanhol José Ortega y Gasset.

As dinastias dos Trastâmaras, dos Habsburgos e dos Bourbons se sucederam desde o século XIV, com o parêntese de José Bonaparte - imposto por seu irmão Napoleão entre 1808 e 1813 - e de um herdeiro da casa de Saboia, Amadeu I - que reinou pouco mais de dois anos até a proclamação da I República, em 1873.

"A Espanha teve muitas monarquias, mas nunca foram muito próximas da população, foram monarquias à força", explica Fermín Bouza, professor de Sociologia na Universidade Complutense de Madri.

"Tudo o que estiver vinculado à monarquia é um pouco forçado, por mais que em algum momento, como o da transição, tenha sido um agente tranquilizador para o povo", considera, lembrando que a Coroa não gozava de grande apoio popular na época da morte de Franco.

Desde a chegada dos Bourbons franceses, em 1700, e a criação com eles de um Estado centralizado, a popularidade dos reis foi volátil.

Embora alguns, como Carlos III (1759-1788), tenham gozado de um grande apoio, "existiram Bourbons que tiveram momentos de popularidade e de difamação", lembra Zarzalejos.

Fernando VII foi chamado de "Rei Desejado" quando chegou em 1808 ao trono, após a abdicação de seu pai Carlos IV, para reinar durante dois meses e ser preso por Napoleão. No entanto, após seu retorno, em 1813, sua imagem mudou pelo fato de ele ter revogado a Constituição liberal de 1812 e restaurado o absolutismo.

Sua filha Isabel II (1833-1868) também foi, a princípio, considerada uma rainha liberal frente aos carlistas, conservadores partidários de seu tio Carlos, mas terminou enfrentando um levante revolucionário que a levou ao exílio em Paris e acabou provocando a breve e instável I República, entre fevereiro de 1873 e dezembro de 1874.

Mais um exemplo é o de Alfonso XIII, avô de Juan Carlos, que ficou contra o país quando, depois de "conduzir muito bem a alternância entre liberais e conservadores" no governo durante anos, apoiou em 1923 a ditadura do militar Miguel Primo de Rivera, explica Zarzalejos.

Na época, lembra Bouza, ocorreu uma "explosão de republicanismo nas grandes cidades" que levou em 1931 à II República, encerrada com a Guerra Civil (1936-1939).

"Era algo que estava cantado, que se via que estava vindo e que a qualquer momento pode voltar a acontecer", se o mal-estar social crescer, adverte o sociólogo, porque na Espanha "a república sempre esteve atrelada a reivindicações sociais".

Os escândalos que marcaram os últimos anos do reinado de Juan Carlos, como os problemas judiciais de seu genro Iñaki Urdangarin, também colocaram em xeque a legitimidade da Coroa.

Essas questões provocaram "a reativação de um debate que há muitos anos não acontecia realmente: a respeito da república", afirma Bouza.

Duque de Bragança diz que rei abdica «por motivos de saúde»

 
 
O duque de Bragança considerou hoje que a decisão do rei de Espanha de abdicar do trono se deveu a problemas de saúde e defendeu que o sucessor tem vantagens em relação a Juan Carlos.

A razão da decisão do rei espanhol é, para Duarte Pio de Bragança, explicada pelas dificuldades que Juan Carlos tem sentido nos últimos tempos em cumprir a sua missão.

«Basta ver as fotografias dele, os problemas de saúde, a dificuldade em deslocar-se», afirmou o pretendente ao trono português, em declarações à Lusa.

«Cumprir as missões que tem cumprido tem sido um grande sacrifício pessoal», sublinhou, acrescentando que o rei de Espanha também teve «bons exemplos» na Europa.

«O rei da Bélgica, a rainha da Holanda, o próprio papa abdicaram quando acharam que a sua saúde não estava em condições para cumprirem as suas missões», lembrou.

Juan Carlos de Borbón y Borbón manifestou hoje a sua vontade de entregar a coroa ao filho, depois de um reinado de 39 anos, um dos mais longos da história, que começou na sua proclamação a 22 de novembro de 1975.

Para Duarte Pio de Bragança, o rei de Espanha teve um papel fundamental na História daquele país, conseguindo que a transição para a democracia fosse feita de forma pacífica.

«Creio que a grande vantagem da monarquia em países como a Espanha e como a Suécia é que a transição da chefia de Estado é feita de uma maneira tranquila, sem lutas políticas e com uma continuidade que permite ao futuro chefe de Estado continuar a obra que o pai fez», defendeu, adiantando que a Espanha deve ao atual rei «uma grande gratidão».

«Juan Carlos evitou os conflitos que, por exemplo, tivemos em Portugal na transição para a democracia ¿ que foi extremamente violenta, com grande destruição da economia, com milhares de mortos nos países que são hoje da CPLP, verdadeiros genocídios com a independência», referiu.

«Em Espanha, a transição fez-se de uma maneira pacífica e o rei sempre manteve a unidade nacional, que é muito questionada hoje pela Catalunha e pelos bascos», disse.

Apesar do papel político de Juan Carlos de Espanha, Duarte Pio de Bragança considera que o herdeiro tem melhores condições para exercer a liderança atual da monarquia naquele país.

«O príncipe Filipe tem algumas vantagens em relação ao pai», afirmou, sublinhando o facto de falar bem catalão e de estar casado «com uma espanhola de origem muito popular».

Estas características, aliadas ao facto de «ser um jovem muito simpático e caloroso» demonstram que Filipe de Bórbon está «muito integrado na realidade democrática da Espanha de hoje».

Por outro lado, «o príncipe Filipe teve uma preparação técnica e profissional para a sua missão [que foi] notável e tem um relacionamento pessoal com as elites políticas, culturais e militares espanholas que certamente o ajudarão na sua missão», concluiu.