segunda-feira, 2 de junho de 2014

A Rainha Silvia celebra o 25 º aniversário da Agrenska Huset e do centenário da Fundação Agrenska

 

Na segunda-feira 26 Maio, A Rainha participou das comemorações do 25 º aniversário da Agrenska Huset e do centenário da Fundação Agrenska. Ministro da Saúde e dos Assuntos Sociais Göran Hägglund também participou das celebrações na Lilla Amundon perto de Gotemburgo.
Desde 1989, quando foi inaugurado pela Rainha, Agrenska Huset tem realizado pesquisas e programas para crianças e jovens com doenças raras. Isso incluiu uma semana de duração estadias para famílias de toda a Suécia. Desde 2005, Agrenska também executar o Centro de Competência Nacional para as Doenças Raras, em associação com Doenças Raras Suécia.
A Fundação Agrenska foi fundada em 1914 por Axel e Louise Ågren, com a renda indo para a casa de repouso que o casal construiu em Lilla Amundon. As atividades da fundação cresceu ao longo dos anos e, hoje, seu trabalho muitas vezes recebe reconhecimento internacional.
Como a fundação comemora o seu centenário, suas operações estão sendo desenvolvidas ainda mais através de uma doação de 50 milhões de coroas suecas da Fundação Sten A Olsson de Pesquisa e Cultura para o planejamento, projeto e construção de Stenhuset. O novo edifício irá complementar as operações existentes da fundação, e vai permitir que ela cresça. A doação foi apresentado por Madeleine Olsson Eriksson para o CEO da Agrenska Robert Hejdenberg.
A Rainha também apresentou o prêmio Agrenska Maior para Elisabeth Wallenius, presidente da Doenças Raras Suécia. O primeiro relvado para Stenhuset foi então cortado.

O rei sueco atende reunião anual da WWF

 

Na segunda-feira 26 Maio, O Rei participou de reunião anual da WWF no Malma Gård em Värmdö. Em conexão com a reunião anual, O Rei abriu nova área de zonas húmidas do Hemmesta Sjöäng.
O rei foi recebido no Malma Gård pelo gerente Maria Wagberg, secretário-geral do WWF Håkan Wirtén e Presidente do Conselho Axel Wenblad.
O rei, em seguida, saudou os participantes da reunião anual. O Rei é Presidente Honorário do Conselho WWF.
Após o almoço, os participantes Rei ea reunião viajou de ônibus até Hemmesta Sjöäng. Durante a viagem, Tom Arnbom falou sobre o projeto de criação de zonas húmidas.
O projeto começou em 2012 em Värmdö, resultando na criação de uma nova área de pântanos no Condado de Estocolmo. O site tem se mostrado extremamente popular com peixes, aves e pessoas. Nesta primavera, centenas de milhares de lúcio e poleiro desovado lá, e mais de uma centena de espécies de aves foram avistadas.
No Hemmesta Sjöäng, O Rei abriu nova área de zonas húmidas.

Grão-Duque Henri do Luxemburgo visita soldados no Kosovo

 

 Grão-Duque Henri fez uma viagem ao Kosovo na quarta-feira para visitar soldados Luxemburgo baseados lá, sua quarta visita desde o primeiro pelotão foi implantada de volta em abril de 2000 como parte de uma unidade belga. Após bombardeios da Otan em 1999, que teve como objetivo parar de aumentar a repressão pelas forças de segurança sérvias e pôr fim a uma situação de quase guerra civil, uma de manutenção de paz da NATO-KFOR vigor foi implantado ao Kosovo para estabilizar a situação em conformidade com a Resolução 1244 do Conselho de Segurança da ONU.
Em 2008, a nova República do Kosovo foi declarado independente.
Reunião com soldados Luxemburgo
Grão-Duque Henri e sua comitiva visitaram Novo Selo, a 30 km ao norte de Pristina, perto de Mitrovica, onde está o contingente Luxemburgo tem sido baseada desde setembro de 2006. Eles foram recebidos pelo comandante do campo, o coronel Pierre Lecomte.
Após a apresentação de autoridades do campo, o Grão-Duque Henri e e Étienne Schneider participou de um desfile montado pelo Luxemburgo contingente da KFOR 42, estacionados em Kosovo desde fevereiro deste ano.
Na hora do almoço, eles tiveram a oportunidade de discutir com os 22 soldados de Luxemburgo, os papéis de suas várias missões.
A visita do contingente Luxemburgo terminou com uma inspeção dos equipamentos utilizados pelos militares Luxemburgo como parte de sua missão.

EMIR DO KUWAIT VISITA IRÃ EM BUSCA DE PAZ NO GOLFO

 
  Kuwait expressou suas esperanças na segunda-feira que uma visita histórica por Emir Sabah Al Shaikh Ahmad Al Sabah para visitar o Irã na próxima semana vai reforçar a segurança, a estabilidade ea paz no Golfo.
A visita ocorre em meio a um recente degelo nas relações entre Irã e países do Golfo apesar das altas tensões sectárias sobre os conflitos na Síria e no Iraque.
Shaikh Sabah, em sua primeira visita a Teerã como chefe de Estado, vai liderar uma delegação de alto nível, composto pelos Ministros das Relações Exteriores, petróleo, finanças e comércio e da indústria, o gabinete em um comunicado.
Ele disse esperar que a visita "iria impulsionar a cooperação em diversas áreas", bem como o reforço da "segurança, estabilidade e paz na região", no comunicado emitido após a reunião semanal de gabinete.
A visita de dois dias terá início em 1 de junho, disse o gabinete.
Recém-nomeado embaixador do Irã Ali Riza Kuwait disse a repórteres na segunda-feira a visita do emir "vai dar um impulso para a cooperação regional e consolidar os laços".
Ele disse que as negociações de Shaikh Sabah com o presidente iraniano, Hassan Rouhani vai tocar no conflito sírio e da situação no Golfo.
Kuwait atualmente detém a presidência rotativa do Conselho de Cooperação do Golfo, que inclui também Bahrein, Omã, Qatar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.
O enviado iraniano disse esperar que o número de acordos de cooperação em domínios como a aviação, turismo, esportes a serem assinados.
Durante anos, as relações do Irã com os países do Golfo têm sido gelado, com divergências sobre a agitação no Bahrein e do conflito na Síria, antes Rouhani, um presidente autodeclarado moderado, foi eleito presidente da República Islâmica em junho passado.
Em dezembro do ano passado, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif começou uma turnê de Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Omã e Qatar. Mas terminou sem Zarif viajar para o principal rival do Irã, a Arábia Saudita, ou Bahrein.
Há duas semanas, o ministro das Relações Exteriores Riad, príncipe Saud Al Faisal disse que convidou o seu homólogo iraniano a visitar.
Teerã saudou o plano e destacou a necessidade de reforçar as relações depois de anos de relações tensas.
Após sua eleição, Rouhani disse que queria chegar aos governos árabes do golfo Pérsico como parte dos esforços para acabar com o isolamento internacional de seu país.

GRÃ DUQUESA DE LUXEMBURGO É PADROEIRA DE UM LABORATÓRIO

 A grã-duquesa Stéphanie tornou-se a padroeira de um laboratório de estudante na Universidade do Luxemburgo, depois de uma visita às instalações no início deste ano.
Princesa Stéphanie visitou o Laboratório Scienteens em fevereiro, juntamente com o príncipe herdeiro Guillaume, desvelando o logotipo oficial do laboratório.
Parte da Universidade do Centro de Luxemburgo para Sistemas Biomedicina (LCSB), o Laboratório Scienteens visa estimular o interesse na ciência e na pesquisa biomédica entre os adolescentes, dando-lhes a experiência prática.
Durante a visita, o casal real vestiram jalecos e trabalhou em algumas experiências, juntamente com um grupo de estudantes.
O patrocínio foi bem recebida pelos organizadores de laboratório estudante. Diretor LCSB Dr. Rudi Balling comentou: "É um sinal maravilhoso para todos os alunos da escola que uma figura tão proeminente e grande modelo tornou-se envolvidos em nosso projeto. E é uma honra especial a todos os funcionários em LCSB saber que temos a princesa Stéphanie do nosso lado. "
Este é o segundo patrocínio da princesa Stéphanie, depois que ela se tornou padroeira da "Amis des Musées d'Art et d'Histoire Luxemburgo", em março do ano passado.

Exército tailandês anuncia eleições em 15 meses

 

  O chefe da junta militar que assumiu o governo na Tailândia, o general Prayuth Chon-ocha, defendeu nesta sexta-feira (30) o golpe de Estado e adiantou que as eleições previstas deverão ser realizadas em 15 meses. Em mensagem televisionada à nação, Prayuth anunciou que formará um governo interino no próximo mês de outubro e que a realização das eleições dependerá da reconciliação das forças políticas tailandesas. O militar pediu paciência à comunidade internacional enquanto a junta militar reforma o sistema político para as próximas eleições. Prayuth defendeu as medidas adotadas desde que assumiu o poder, tais como a censura, as detenções, a proibição de manifestações e o toque de recolher, e apontou que as mesmas se mostravam necessárias para separar os envolvidos na crise e frear o círculo de violência. O general assegurou que nenhuma das 270 pessoas convocadas pela junta militar -inclusive políticos e oposicionistas- para prestar depoimento permaneceu mais de sete dias detida. Ele garantiu que não houve nenhum tipo de tortura, intimidação ou qualquer outra violação dos direitos humanos. A Tailândia vive uma crise política desde o golpe militar que derrubou Thaksin Shinawatra em 2006, irmão da ex-premiê Yingluck. Os protestos contra Yingluck começaram há sete meses, período que registrou 28 mortes. DIVISÃO A monarquia da Tailândia, cujo rei é Bhumibol Adulyadej, 86, é divida politicamente entre os chamados "vermelhos" -seguidores de Yingluck e seu irmão, Thaksin- e os "amarelos", a oposição. Thaksin também foi premiê, mas foi derrubado por um golpe de Estado em 2006. Ele é considerado um populista, criador do movimento dos "Camisas Vermelhas", forte entre a população rural do norte e nordeste do país. Seu partido ganhou todas as eleições no país desde 2001. Os militares já deram 12 golpes de Estado bem-sucedidos na Tailândia (além de outros fracassados) desde o fim da fase absolutista da monarquia, em 1932. O chefe da junta militar recebeu na segunda-feira (26) a aprovação do rei.

Chefe do exército tailandês autoproclama-se primeiro-ministro


 
O chefe do exército tailandês, Prayuth Chan-ocha, autoproclamou-se hoje primeiro-ministro provisório, um dia depois de os militares terem tomado o poder num golpe de Estado.
O Conselho Nacional para a Paz e Ordem, nome oficial da junta militar liderada por Prayuth Chan-ocha, informou em comunicado que o general assumirá as funções administrativas do cargo até que seja encontrado um novo candidato definitivo.
Na quinta-feira, a nova junta militar no poder na Tailândia avisou hoje que bloqueará quaisquer plataformas de redes sociais no país cujo conteúdo considere que incite à violência ou que seja crítico dos seus líderes militares.
O general Prayuth Chan-ocha, um militar de carreira com fortes tendências monárquicas, liderou hoje o 12.º golpe de Estado na Tailândia desde a queda da monarquia absoluta em 1932.
Prayuth Chan-ocha, chefe do exército, declarou a lei marcial na terça-feira e obrigou os protagonistas da atual crise política tialandesa a negociar, mas perante o impasse anunciou que os militares assumiam a liderança do país.
Comandante respeitado nos meios militares, politicamente Chan-ocha é alinhado com o Partido Democrata, o principal rival do ex-primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, deposto num golpe militar em 2006, mas cujo legado político manteve um clima de instabilidade permanente.
Prayuth Chan-Ocha nasceu a 21 de março de 1954 e estudou na Academia Militar de Chulanchornklao.
A sua carreira ficou marcada pelos seus estudos iniciais na Academia Preparatória das Forças Armadas, onde criou uma forte amizade com Anupong Paochinda, participante no golpe militar de 2006.
Assim como Paochinda e o ex-ministro da Defesa Prawit Wongsuwan, Chan-ocha foi militante no grupo "Tigres Orientais", uma fação militar leal à monarquia, também conhecidos como os "guardas da rainha".
Após vários anos de carreira militar com distinções começou a ganhar notoriedade política depois do golpe de 2006, altura em que ocupava o cargo de segundo comandante da Primeira Área do exército tailandês, sendo promovido a primeiro comandante na sequência do golpe.
Em 2008 Prayuth Chan-ocha foi nomeado chefe de Estado-maior do exército e em janeiro de 2009 foi designado "adjunto honorário" do rei da Tailândia, Bhumibol Adulyadej.
Desde o golpe de Estado de 2006, Prayuth Chan-ocha foi também deputado, membro do Comité do meio Ambiente e dos Recursos Naturais da Tailândia, membro do conselho de administração da companhia estatal de eletricidade (MEA), diretor da petrolífera estatal Thai Oil Public Co. Ltd. e diretor do banco militar da Tailândia.