terça-feira, 28 de junho de 2016

Ouvido o Conselho do Comité das United World Colleges Fundação espanhol, patrocina bolsas e bolsistas

 


Don Felipe e Letizia cumprimentou os membros da Fundação Comitê Espanhol do World Colleges United, chefiada pelo seu presidente, Alberto Aza Arias, juntamente com representantes das organizações patrocinadoras bolsas e bolsistas este ano .

 

Einstituição sta, cuja Altos Patronos são Suas Majestades, é essencial emordem a promover a paz através da educação multicultural. O Conselho é o órgão da instituição responsável pela sua governação e representação.
United World Colleges é uma organização internacional sem fins lucrativos com presença em mais de 125 países que promove a paz através da educação multicultural. Rainha Noor da Jordânia é o presidente internacional e teve Nelson Mandela como presidente de honra.

  • Suas Majestades pelo Conselho do Comité das United World Colleges Fundação espanhola, patrocina bolsas e bolsistas
Ele tem 12 centros de excelência acadêmica propagação em toda a América, Ásia, Europa e África. Em cada uma dessas escolas que estudar o Bacharelado Internacional cerca de 200 estudantes de 16 a 19 anos de mais de 80 nacionalidades. Os alunos são selecionados por seus comitês nacionais com base em seu registro e mérito pessoal. No processo de seleção não é levado em conta o seu contexto socio-económico, religioso ou crenças políticas. Durante a sua estada nas escolas, os alunos realizam programas de voluntariado e participar de fóruns que promovam a compreensão internacional e desenvolvimento sustentável num clima de diversidade. Neste primeiro meio século de vida da instituição, a sua formação já atingiu mais de 40.000 estudantes de 180 países, cerca de 400 deles espanhol.
O Comitê Espanhol Foundation of the World Colleges United, fundada em 1996, trabalha na busca de patrocinadores para este programa de bolsas e aumentar o número de estudantes espanhóis que representam o nosso país e nossa cultura estes centros localizados no Canadá, Estados Unidos, Costa Rica, Reino Unido, Holanda, Noruega, Itália, Arménia, Bósnia e Herzegovina, China, Índia, Singapura e Suazilândia.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

DOM BERTRAND FARÁ PALESTRA EM BRUSQUE

Nesta terça-feira, 31, Dom Bertrand de Orléans e Bragança, príncipe de Orléans e Bragança e Príncipe Imperial do Brasil,  confirmou oficialmente que proferirá a palestra inaugural do Ciclo Brusquense de Conferências Magnas Temáticas, visando a celebração dos 200 anos da Independência e da fundação do Império, a ser realizada às 19h de 14 de novembro próximo, no Teatro do Centro Empresarial, Cultural e Social de Brusque.
O conferencista é bisneto da Princesa Isabel, "a Redentora", e do Conde d’Eu. A Princesa Isabel foi três vezes regente do Brasil, e se associou de modo ativo ao movimento abolicionista, tendo protagonizado a libertação dos escravos no Brasil, em 13 de maio de 1888 (assinou a Lei Áurea, oficialmente Lei Imperial n.º 3.353, sancionada em 13 de maio de 1888, que foi o diploma legal que extinguiu a escravidão no Brasil).  Foi a segunda filha do imperador Dom Pedro II e sua esposa a imperatriz Teresa Cristina.
D. Bertrand nasceu em 2 de fevereiro de 1941 no sul da França, onde o exílio da família imperial brasileira e a Segunda Guerra Mundial retiveram seus pais.
Veio para o Brasil logo após o término do conflito. Realizou a parte final de seus estudos secundários no Colégio Santo Inácio, dos padres jesuítas, no Rio de Janeiro. Cursou depois a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), formando-se advogado em 1964. Desde muito jovem recebeu formação católica, sendo orientado por seu pai para o gosto pelo estudo doutrinário e pela análise dos acontecimentos nacionais e internacionais.
Sua formação foi completada com frequentes viagens à Europa, uma das quais se deu durante toda a primeira Sessão do Concílio Vaticano II, quando o jovem Príncipe tomou estreito contato com a intelectualidade católica acorrida a Roma para o magno evento. Piloto civil, é um reservista da Força Aérea Brasileira.
D. Bertrand se posiciona, politicamente, no campo da propriedade privada, livre iniciativa e respeito ao princípio de subsidiariedade, o qual limita o Estado ao âmbito que lhe considera tocar por sua natureza. Fundamentando-se em que os problemas sociais são reflexo dos de ordem moral, é um defensor da instituição familiar e opõe-se ao aborto, sustentando-se na Doutrina Social da Igreja. Quanto à soberania nacional, D. Bertrand alerta sobre os perigos contra os direitos nacionais sobre a Amazônia. Pela mesma razão julga imperioso prestigiar o militar e o policial contra as campanhas que visam ao descrédito das Forças Armadas.
Além de outras autoridades e lideranças locais e estaduais, o Procurador de Justiça, Dr. Gilberto Callado de Oliveira - Corregedor-Geral do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e o Desembargador Carlos Alberto Civinski, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), confirmaram participação na recepção que Brusque fará ao Príncipe Dom Bertrand

Descendente da família real diz que solução para o Brasil é a monarquia

 

"Funciona muito bem a representação de Estado com rei. Nunca teve partido político e nunca teve opinião política", afirmou 

 
O príncipe Dom João de Orleans e Braganca, de 62 anos, conversou com a equipe do jornal O Estado de S. Paulo e defendeu que o Brasil deveria voltar a ser uma monarquia, para sair da crise na qual está inserido. O descendente de Pedro II, o último imperador do Brasil, diz que o país deveria se inspirar no Reino Unido ou na Suécia.  
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"Funciona muito bem a representação de Estado com rei. Nunca teve partido político e nunca teve opinião política", afirmou, acrescentando que "tem que se mostrar que no parlamentarismo funciona muito bem que Estado e governo são duas coisas separadas – que no presidencialismo brasileiro, se misturam e é péssimo para o Brasil essa mistura". 
Conhecido como Dom Joãozinho, ele afirma que a figura do rei deveria ser representativa. Para ele, as manifestações que ocorreram nos último tempos mostram que os brasileiros querem o fim de um governo feito por uma elite corrupta. "Tem que mudar essa máquina e, enquanto não mudar essa máquina - e ela pode ser mudada - , uma reforma política com uma série de itens que vão contra os interesses dos deputados e senadores, mas que são populares nas redes sociais, mas manifestações". 

Obama recebe poderoso príncipe saudita

 

 

O presidente Barack Obama recebeu nesta sexta-feira o jovem príncipe saudita Mohammed bin Salman na Casa Branca, destacando a meteórica ascensão e sua crescente influência no fortalecimento das deterioradas relações entre seus países.
O príncipe de 30 anos, segundo na linha de sucessão e que se transformou em líder da reforma econômica e da dinâmica política externa da Arábia Saudita, entrou na Ala Oeste da Casa Branca acompanhado por um grupo de assessores.
Mohammed bin Salman é filho do rei saudita e ministro da Defesa, e se reuniu com as mais altas personalidades de Washington durante sua semana de estadia na cidade.
"Teoricamente é o número três na hierarquia, mas na verdade é o número um", disse Simon Henderson do Washington Institute, um centro de análise no Oriente Médio.
Os Estados Unidos apoiam a monarquia sunita saudita em sua intervenção militar desde março de 2015 contra os xiitas houthis do Iêmen, especialmente com apoio logístico e equipamento de defesa.
Nesses últimos meses a diplomacia americano expressou várias vezes sua preocupação com o número de vítimas civis pelos bombardeios da coalizão liderada por Riad no Iêmen.

domingo, 26 de junho de 2016

Justiça do Bahrein determinou nesta terça-feira a dissolução do principal grupo de oposição

Justiça do Bahrein determinou nesta terça-feira a dissolução do principal grupo de oposição, o xiita Al Wefaq, que está na mira das autoridades há anos por suas críticas à monarquia sunita e seu apoio aos protestos.
A decisão do tribunal inclui o fechamento da sede do partido, o congelamento de seus recursos e a proibição de suas atividades, de acordo com o Ministério da Justiça e Assuntos Religiosos de Bahrein. O Ministério, que determinou à Justiça a adoção desta medida, argumentou que o Al Wefaq "não respeita a lei nem as bases de convivência, fomenta uma atmosfera adequada para o terrorismo e a violência e pede intervenções externas nos assuntos do país".
Nesse sentido, o Ministério da Justiça advertiu, em comunicado, que "são ilegais todas as organizações que defendem o extremismo e que não respeitam a Constituição e a lei do Bahrein, que é um Estado monárquico constitucional árabe e muçulmano".
O Ministério considerou que este tipo de organização trabalha para "enfraquecer a aproximação entre os credos (sunitas e xiitas), e promove a cultura da exclusão e do fanatismo". Por último, afirmou que grupos com esse estão vinculados a países da região e "partidos políticos sectários extremistas que defendem o terrorismo", em alusão ao Irã, ao grupo xiita libanês Hezbollah e ao movimento rebelde iemenita dos houthis.
Os xiitas - que representam a maioria da população em Bahrein, governado por uma monarquia sunita - protagonizaram protestos desde 2011 para pedir reformas políticas, que foram reprimidas pela força e muitos líderes opositores foram presos.
Em 30 de maio, um tribunal do Bahrein aumentou a condenação de prisão contra o proeminente líder xiita Ali Salman, secretário- geral do Al Wefaq, de quatro para nove anos por insultar às autoridades e incitar à tensão sectária.


A organização Anistia Internacional (AI) denunciou no ano passado que "o xeque Ali Salman foi condenado só por expressar suas opiniões pacificamente".

ANOS DE RECLUSÃO DO EX-REI JUAN CARLOS NÃO MELHORAM A SUA IMAGEM

Foi há dois anos que o rei espanhol abdicou da coroa em favor do filho
O rei emérito de Espanha, Juan Carlos I, passou os últimos dois anos desde que abdicou da coroa em relativa reclusão, para suavizar a imagem esgotada com que saiu de um dos momentos mais negros da monarquia espanhola.
A 02 de junho de 2014, faz hoje dois anos, Juan Carlos I abdicava da coroa em favor do filho - que ascenderia ao trono duas semanas depois, como Felipe VI.
Uma série de fatores formou uma 'tempestade perfeita' que conduziu à abdicação do rei: o fraco estado de saúde de Juan Carlos I, a crise económica e institucional de Espanha, a deterioração geral da instituição monarquia e, mais visíveis, os escândalos pessoais do Rei e de alguns elementos da sua família.

História foi relatada pela imprensa britânica na véspera de referendo sobre Brexit

  
  Ao oferecer um jantar, a rainha Elizabeth II pediu que seus convidados citassem três boas razões para que o Reino Unido permaneça na União Europeia (UE). A história foi relatada pelo escritor especializado na realeza britânica Robert Lacey na véspera do referendo que decidirá pela saída ou pela permanência do país no bloco europeu. Tradicionalmenete, a chefe da monarquia britânica não emite opiniões públicas em questões políticas.

Boris Johnson (de costas) ouve críticas de Sadiq Khan (centro) em debate finalEm debate final, políticos pró-UE criticam 'ódio' de apoiadores do Brexit

No site do “The Daily Beast”, Lacey escreveu que Elizabeth propôs o desafio aos seus convidados recentemente.

— Me diga três boas razões: por que o Reino Unido deve ser parte da Europa? — teria dito a monarca.

Posteriormente, em entrevista, o autor disse que a rainha aprecia debates saudáveis na mesa de jantar — e que tratava-se apenas de uma pergunta.

— Ela gosta de um debate ao redor da mesa, como todos nós neste país, e ela vem debatendo o Brexit com seus amigos próximos e parentes. Mas, pelo que eu ouvi, ela vem tomando cuidado para ser escrupulosamente neutra — disse o autor à imprensa local.

Em resposta, o Palácio de Buckingham afirmou que a rainha está acima da política e atua como conselheira das questões políticas do seu governo.

— O referendo é um assunto para o povo britânico decidir — disse um porta-voz.


O príncipe Harry, neto da rainha, falou sobre o Brexit em uma conversa durante as recentes celebrações pelo aniversário de 90 anos da monarca. No entanto, disse que não tinha permissão para emitir sua opinião sobre o assunto.

Em março, uma manchete do "The Sun" afirmando que Elizabeth apoia o Brexit foi veementemente criticada pelo Palácio de Buckingham, que reiterou que a rainha é politicamente neutra.



Agora, o jornal, que já se declarou em favor do Brexit, publicou a nova declaração da monarca em sua capa, insinuando mais uma vez que Elizabeth seria contra a saída da UE. Na manchete, a publicação diz "Desculpe, senhora, mas não podemos pensar em nenhuma (boa razão para ficar na UE)"